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HU-UEPG abre mais quatro leitos para dengue

Foto fornecida pela UEPG/Reprodução

A Universidade Estadual de Ponta Grossa, por meio do seu Hospital Universitário, informa que abriu quatro novos leitos de dengue. Com a ampliação realizada no sábado (04), o HU-UEPG passa a ter 18 leitos exclusivos para pacientes com a doença, advindos de 28 municípios, encaminhados a partir da Central de Leitos.

A reitoria esclarece que, para a abertura das novas unidades de atendimento, nenhum serviço foi reduzido. A Universidade informa também que vai emitir um boletim diário de ocupação dos leitos clínicos da dengue, até que a situação se normalize. A população poderá acompanhar os boletins nas redes sociais do HU-UEPG e pela imprensa, todos os dias, às 11h. Hoje (6), estão ocupados 9 dos 18 leitos ofertados.

Com informações fornecidas pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

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Ponta Grossa libera vacinação contra gripe para todos acima de 6 meses

Foto: PMPG/Reprodução

A Prefeitura comunica nesta quinta-feira (02) que está liberada a vacinação contra gripe para todas as pessoas acima dos seis meses de idade em Ponta Grossa. A liberação ocorre após sinalização positiva do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde e de análise do estoque existente em PG e da estratégia definida pelo Departamento de Imunização, da Fundação Municipal de Saúde.

Todas as salas de vacinação instaladas nas Unidades de Saúde aplicam a vacina contra Influenza. Ao todo, são 23 salas que atendem das 9h às 16h30h, e mais duas com atendimento até 21h: Luís Conrado Mansani (Uvaranas) e Rômulo Pazzinato (Nova Rússia), possibilitando a ida dos munícipes em horários alternativos. Também há imunização no Ônibus da Vacina, conforme agenda divulgada diariamente nas redes sociais da Prefeitura.

A Campanha Nacional segue até o dia 31 de maio. “Nossa meta é reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções causadas pelo vírus influenza”, reafirma a coordenadora do Departamento de Imunização da Fundação Municipal de Saúde, Stela Godoy.

A cobertura vacinal da campanha em Ponta Grossa, iniciada em 23 de março, atingiu 26,77% do público prioritário.

Salas de vacinação de Ponta Grossa 
  • Adam Polan (Palmeirinha)
  • Alfredo Levandovski (Gralha Azul)
  • Antero de Mello (Rio Verde)
  • Antonio Russo (São José)
  • Carlos Ribeiro de Macedo (Parque do Café)
  • Cleon de Macedo (Vila Rubini)
  • Cyro de Lima Garcia (Oficinas)
  • Egon Roskamp (Santa Paula)
  • Jayme Gusman (Vila Estrela)
  • José Bueno (Jacarandá)
  • José Carlos Araújo (Cará-Cará)
  • João de Oliveira Bello (Guaragi)
  • Júlio Azevedo (Vila Vilela)
  • Lauro Müller (Santa Maria)
  • Lubomir Antonio Urban (31 de Março)
  • Luís Conrado Mansani (Uvaranas)
  • Madre Josefa (Vila Princesa)
  • Nilton Luiz de Castro (Tarobá)
  • Ottoniel Pimentel (Vila Cipa)
  • Rômulo Pazzinato (Nova Rússia)
  • Roberto de Jesus Portela (Ronda)
  • Sady Macedo Silveira (Olarias)
  • Santo Domingo Zampier (Costa Rica)
  • Sharise Angélica Arruda (Recanto Verde)
  • Zilda Arns (Pq N. Sra. das Graças)

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Ponta Grossa registrou mais de mil casos de Dengue em uma semana

Foto: Internet/Reprodução

Ponta Grossa registrou mais de mil novos casos de dengue em uma semana no último boletim da Dengue divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde (SESA). De acordo com o boletim, que é sempre divulgado na terça-feira, a cidade tem 2.888 casos confirmados, enquanto que no último dia 23, eram 1.841.

De acordo com as informações divulgadas pela SESA, são mais de oito mil notificações suspeitas, sendo quase seis mil casos prováveis, além das comprovadas, existem 2.747 casos em investigação. Até o atual momento, quatro pessoas foram vítimas da doença e faleceram em decorrência da dengue.

Confira o informe semanal AQUI e mais informações sobre a dengue estão neste link.

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Prefeitura anuncia ampliação no horário de atendimento das Unidades Sentinelas

Foto: PMPG/Reprodução

A prefeita Elizabeth Schmidt anunciou nesta sexta-feira (19) a ampliação no horário de atendimento das Unidades Sentinelas até às 19 horas (fecham as portas e continua o atendimento até às 22 horas). Além dos novos horários, que entram em vigor nesta quinta-feira (02), as unidades da Nova Rússia, Uvaranas e Oficinas passarão a atender também aos sábados das 8 às 14 horas. A alteração inicia nas três unidades a partir do dia 11 de maio, mas já neste sábado (4), a unidade Conrado Mansani, em Uvaranas, estará atendendo como projeto piloto.

Desde que começaram a funcionar, as unidades sentinelas (Uvaranas, Nova Rússia e Oficinas), já realizaram mais de 3,6 mil atendimentos no total e quase 2 mil coletas para hemograma. Ao todo 121 pacientes foram encaminhados para atendimento nas UPAs.

De acordo com a prefeita Elizabeth Schmidt, a iniciativa pretende aumentar o atendimento aos casos de dengue, que tem registrado um grande aumento nas últimas semanas em Ponta Grossa. “Queremos o suporte adequado para os pacientes que estão adoecendo por causa da dengue. Para isso, estamos estendendo o horário de o atendimento para conseguirmos atender mais pessoas”, afirmou a prefeita.

Elizabeth anunciou também a abertura de 14 novos leitos para atender pacientes com dengue no Hospital Universitário dos Campos Gerais. A criação dos novos leitos, que ficam em anexo ao HU, ocorre por meio de uma parceria com o Governo do Estado. Na manhã desta segunda-feira (29), os leitos já estavam abertos e recebendo pacientes com dengue.

De acordo com a Fundação Municipal de Saúde, a cidade de Ponta Grossa já registrou 3.059 casos confirmados de dengue. As regiões do Contorno, com 552 casos, e Chapada, com 453, foram os bairros que mais registraram casos da doença até agora. 

Até agora, o município teve quatro óbitos confirmados (três mulheres e um homem), e seis casos estão em investigação.

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Estado alerta sobre riscos e proibições dos “vapes” e reforça disponibilidade de tratamento

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou neste mês uma resolução que proíbe a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou “vapes”. No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça os malefícios que o hábito pode causar, principalmente na faixa etária de 18 a 24 anos, idades com maiores prevalências.

Os cigarros eletrônicos com nicotina são prejudiciais à saúde e causam dependência. Embora seus efeitos de saúde a longo prazo não sejam totalmente conhecidos, já se sabe que eles liberam substâncias tóxicas que são cancerígenas ou aumentam o risco de doenças cardíacas e pulmonares. Além disso, podem afetar o desenvolvimento cerebral e causar distúrbios de aprendizagem em jovens. A exposição do feto aos cigarros eletrônicos utilizados pela mãe pode prejudicar seu desenvolvimento.

No âmbito do tratamento da dependência de nicotina, o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), por meio da Rede de Referências Estaduais, desenvolve atividades de apoio, como a capacitação de profissionais para a abordagem mínima, que deve ocorrer em todos os atendimentos de saúde.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza, gratuitamente, o acesso ao programa de tratamento, o qual é realizado pela abordagem cognitivo-comportamental, material de apoio e, quando houver indicação, tratamento medicamentoso com terapia de reposição de nicotina (TRN), pelos adesivos transdérmicos/goma de mascar e do tratamento não nicotínico com cloridrato de bupropiona. Todo tratamento ofertado está baseado em evidências científicas, no qual os usuários são acompanhados até um ano.

Para quem precisa de ajuda para parar de fumar a Sesa orienta procurar uma Unidade de Saúde para o tratamento. Ele é gratuito e está disponível em 75% dos municípios paranaenses. Essas unidades contam, ao menos, com uma equipe que oferta tratamento do tabagismo, tanto nas Unidades de Saúde da Atenção Primária, como na Atenção Especializada. Os endereços podem ser consultados AQUI.

“Essa decisão da Anvisa, que precisa de ampla publicidade, reforça a necessidade de intensificar a fiscalização e as campanhas de conscientização, com apoio de toda a comunidade, visando a não experimentação e a divulgação dos malefícios dos DEFs”, ressalta a chefe da Divisão de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas e Tabagismo da Secretaria da Saúde, Rejane Cristina Teixeira Tabuti.

“Existe tratamento, mas as pessoas precisam compreender que sofrem de uma dependência química. Sabemos das dificuldades de iniciativa para procurar o tratamento, mas parar de fumar a qualquer tempo traz benefícios”, complementa.

PROIBIÇÃO – A proibição dos DEFs está em vigor desde 2009, por meio da Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009, o que foi confirmado pela  RDC 855/2024  de abril deste ano. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em dezembro do ano passado 34 países proibiam a venda, 88 países não estipulavam idade mínima para venda e 74 não tinham regulamentação sobre esses produtos.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária da Sesa, Luciane Otaviano de Lima, a nova decisão não se aplica apenas aos DEFs, mas também a todos os acessórios, peças, partes e refis.

“É uma regulamentação importante e que deve ser seguida. Também é importante lembrar que o uso de qualquer dispositivo fumígeno é proibido em ambiente coletivo fechado desde 1996, conforme previsto na Lei Federal nº 9.294/1996 e a Lei Estadual nº 16.239/2009, que estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade para criação de ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos”, acrescenta.

O não cumprimento da resolução constitui infração sanitária, sujeitando os infratores às penalidades das Leis nº 9.294/1996 e nº 6.437/1977, que incluem advertência, interdição, recolhimento e multa, entre outras, e demais sanções aplicáveis, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.

Na hipótese de ser identificada infração sanitária decorrente do descumprimento da legislação, a norma prevê ainda que a Vigilância Sanitária municipal, estadual ou a Anvisa, conforme competência de cada esfera, fará a imediata comunicação ao órgão do Ministério Público da respectiva localidade, para fins de eventual instauração do procedimento de apuração cível e criminal do fato.

Informações da Agência Estadual de Notícias (AEN)

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Fundação Municipal de Saúde confirma mais duas mortes por dengue

Em nota, a Fundação Municipal de Saúde informou nesta sexta-feira (26) mais dois óbitos causados por dengue de pacientes residentes em Ponta Grossa. Uma das vítimas era paciente do sexo feminino, na faixa etária de 60 a 69 anos; a outra, um homem, na faixa etária de 50 a 59 anos. Ambos faleceram durante o mês de abril/2024.

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Fundação Municipal de Saúde confirma a 2ª morte por dengue em Ponta Grossa

A Fundação Municipal de Saúde confirma nesta quarta-feira (24) o 2º óbito causado por dengue de paciente residente em Ponta Grossa. A vítima é uma paciente do sexo feminino, com idade entre 18 e 29 anos.

O óbito ocorreu durante o mês de abril de 2024. A presidente da Fundação Municipal de Saúde, Priscila Degraf, diz que o Município está desolado com mais uma vida perdida em razão da doença e volta a ressaltar a importância de manter os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue. Ela destaca que os mutirões diários realizados pela Prefeitura de Ponta Grossa encontram situações preocupantes. 

“Só nos dois primeiros dias de mutirão encontramos e removemos 419 criadouros e destruímos cerca de 400 focos do mosquito. O combate à dengue só será possível com a união e a conscientização de todos. É somente assim que vamos conseguir controlar o avanço da doença. Em cerca de dez minutos, cada pessoa pode ajudar limpando quintais e eliminando locais com água parada, tanto os maiores espaços, como piscinas, quanto os pequenos, como tampas de garrafa”, enfatiza.

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Ponta Grossa terá duas novas Unidades de Saúde

Foi publicado nesta quarta-feira, 24, no Diário Oficial da União, o empenho de recursos para a construção de duas novas Unidades Básicas de Saúde em Ponta Grossa. O investimento totaliza mais de R$ 8 milhões e visa fortalecer o sistema de saúde do município. As unidades, que integram o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) Seleções, foram anunciadas pelo deputado federal Aliel Machado (PV) no início do mês passado em Brasília, durante o lançamento da modalidade do Programa.

“É mais uma notícia positiva pra nossa cidade. O desafio da gestão pública hoje está na saúde. A nossa cidade vive um caos, que tem sido agravado pela dengue e outras epidemias. Nós cobramos, mas também fazemos a nossa parte. Por isso, o nosso mandato é o que mais destinou recursos para a saúde da nossa cidade. Ampliamos o HU-UEPG com um novo prédio, destinamos milhões em recursos para custeio, para equipamentos, ambulâncias e recursos para hospitais que atendem pelo SUS. Além disso, ano passado conquistamos mais 30 médicos do programa Mais Médicos. No total, são 65 médicos do programa atendendo nas Unidades de Saúde”, destaca Aliel. 

A Unidade da Saúde da Família Antônio Russo, será do tipo UBS III, e irá atender uma extensa área habitacional da região da Catarina Miró, composta por 12 áreas distintas, entre elas a Vila Liane, Órfãs, Vila São José, parte da Vila Margarida, ruas acima da 10ª Subdivisão Policial até o Shopping Total. Isso totaliza aproximadamente 12.000 habitantes.

Já a segunda unidade, denominada Unidade da Saúde da Família Aurélio Grott, será do tipo UBS IV e ficará localizada no Jardim Los Angeles e também atenderá uma grande área populacional.

“Com a publicação dessa portaria e depois com a publicação dos projetos, a prefeitura poderá fazer a licitação para as obras das novas unidades. E em breve, vamos inaugurar também a Unidade David Federmann, que é fruto de uma parceria entre a administração municipal, nosso mandato e o mandato do vereador Ede Pimentel”, revelou Aliel.  

O empenho desses recursos representa um importante passo na melhoria da infraestrutura de saúde da região, garantindo atendimento de qualidade e acesso facilitado aos serviços essenciais para a população de Ponta Grossa. O compromisso do Governo Federal em fortalecer o sistema de saúde pública é fundamental para promover o bem-estar e a qualidade de vida dos cidadãos.

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Anvisa publica resolução que proíbe cigarro eletrônico no Brasil

Foto: Acervo/Em PG é Assim!

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (24) resolução que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarro eletrônico.

O texto define os dispositivos eletrônicos para fumar como “produto fumígeno cuja geração de emissões é feita com auxílio de um sistema alimentado por eletricidade, bateria ou outra fonte não combustível, que mimetiza o ato de fumar”. Estão incluídos na categoria e, portanto, proibidos:

– produtos descartáveis ou reutilizáveis;

– produtos que utilizem matriz sólida, líquida ou outras, dependendo de sua construção e design;

– produtos compostos por unidade que aquece uma ou mais matrizes: líquida (com ou sem nicotina); sólida (usualmente composta por extrato ou folhas de tabaco – trituradas, migadas, moídas, cortadas ou inteiras, ou outras plantas); composta por substâncias sintéticas que reproduzam componentes do tabaco, de extratos de outras plantas; por óleos essenciais; por complexos vitamínicos, ou outras substâncias;

– produtos conhecidos como e-cigs, electronic nicotine delivery systems (ENDS), electronic non-nicotine delivery systems (ENNDS), e-pod, pen-drive, pod, vapes, produto de tabaco aquecido, heated tobacco product (HTP), heat not burn e vaporizadores, entre outros.

A publicação proíbe ainda o ingresso no país de produto trazido por viajantes por qualquer forma de importação, incluindo a modalidade de bagagem acompanhada ou bagagem de mão. “O não cumprimento desta resolução constitui infração sanitária”, destacou a Anvisa no texto.

Entenda

Na última sexta-feira (19), a diretoria colegiada da Anvisa decidiu por manter a proibição de cigarros eletrônicos no Brasil. Os cinco diretores da agência votaram para que a vedação, em vigor desde 2009, continue no país. Com a decisão, qualquer modalidade de importação desses produtos fica proibida, inclusive para uso próprio.

Em seu voto, o diretor-presidente da Anvisa e relator da matéria, Antonio Barra Torres, leu por cerca de duas horas pareceres de 32 associações científicas brasileiras, além de posicionamentos dos ministérios da Saúde, da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda. Ele citou ainda consulta pública realizada entre dezembro de 2023 e fevereiro deste ano sobre o tema.

Em seu relatório, Barra Torres se baseou em documentos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da União Europeia e em decisões do governo da Bélgica de proibir a comercialização de todos os produtos de tabaco aquecido com aditivos que alteram o cheiro e sabor do produto. Ele lembrou que, esta semana, o Reino Unido aprovou um projeto de lei que veda aos nascidos após 1º de janeiro de 2009, portanto, menores de 15 anos, comprarem cigarros.

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, apontou que o país é reconhecido internacionalmente por sua política interna de controle do tabaco desde o século passado. “Essa medida protege, salva vidas, promove efetivamente a saúde pública e é um passo crucial para um ambiente mais saudável e seguro para todas as pessoas”.

Também foram apresentados argumentos pedindo a regulamentação do consumo e da venda dos produtos pela Anvisa, apontando a redução de danos aos fumantes de cigarro comum e o combate à venda ilegal de produtos irregulares, sem controle toxicológico e de origem desconhecida.

O diretor da British American Tobacco no Brasil, Lauro Anhezini Júnior, afirmou que consumidores estão sendo tratados como cidadãos de segunda classe. O representante da indústria de cigarros pediu que as decisões sejam tomadas com base na ciência. “Não é a ciência apenas da indústria, é a ciência independente desse país que também comprova que se tratam de produtos de redução de riscos. Cigarros eletrônicos são menos arriscados à saúde do que continuar fumando cigarro comum”.

O diretor de Comunicação da multinacional Philip Morris Brasil, Fabio Sabba, defendeu que a atual proibição tem se mostrado ineficaz frente ao crescente mercado ilícito e de contrabando no país. “Ao decidir pela manutenção da simples proibição no momento que o mercado está crescendo descontroladamente, a Anvisa deixa de cumprir o seu papel de assegurar que esses 4 milhões de brasileiros ou mais consumam um produto enquadrado em critérios regulatórios definidos. É ignorar que o próprio mercado está pedindo regras de qualidade de consumo”.

Os dispositivos

Os dispositivos eletrônicos para fumar são também conhecidos como cigarros eletrônicos, vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido). Embora a comercialização no Brasil seja proibida, eles podem ser encontrados em diversos estabelecimentos comerciais e o consumo, sobretudo entre os jovens, tem aumentado.

Desde 2003, quando foram criados, os equipamentos passaram por diversas mudanças: produtos descartáveis ou de uso único; produtos recarregáveis com refis líquidos (que contém, em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes), em sistema aberto ou fechado; produtos de tabaco aquecido, que possuem dispositivo eletrônico onde se acopla um refil com tabaco; sistema pods, que contém sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, entre outros.

A maioria dos cigarros eletrônicos usa bateria recarregável com refis. Esses equipamentos geram o aquecimento de um líquido para criar aerossóis (popularmente chamados de vapor) e o usuário inala o vapor.

Os líquidos (e-liquids ou juice) podem conter ou não nicotina em diferentes concentrações, além de aditivos, sabores e produtos químicos tóxicos à saúde – em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes.

No site da Anvisa, é possível ter mais informações sobre os cigarros eletrônicos.

Informações retiradas da Agência Brasil

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PG recebe canal de denúncias via WhatsApp para fiscalizar criadouros de mosquito da dengue

Foto: PMPG/Reprodução

A Prefeitura de Ponta Grossa lançou o canal exclusivo para denúncias envolvendo possíveis focos do mosquito da dengue. Por meio do WhatsApp (42) 99830-3526, das 8h às 17h, o munícipe pode relatar situações como terrenos abandonados com água parada, inclusive com o envio de fotos.

“Todos nós precisamos fazer a nossa parte, eliminando possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue. Preocupados com o avanço da doença, estamos criando um serviço em que a população pode nos ajudar a combater o mosquito transmissor da dengue. Todos nós precisamos nos unir e cada pessoa pode ajudar muito nesta batalha”, afirma a prefeita Elizabeth Schmidt.

A Prefeitura tem tomado várias medidas tanto para conter o avanço da dengue quanto para garantir o atendimento aos pacientes com sintomas. Uma tenda instalada no estacionamento da UPA Santa Paula atendeu em três dias 1.135 pacientes que foram avaliados na triagem e classificação de risco. Além desses pacientes, outros 428 atendimentos a crianças foram realizados no ambulatório pediátrico da UPA, totalizando 1.563 atendimentos.

“Apesar de termos aumentado a estrutura de atendimento das UPAs, é importante destacar que, em caso de sintomas de dengue, como febre, dores no corpo, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas pelo corpo, a população deve procurar a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa ou as Unidades Sentinelas, evitando a superlotação da UPA”, ressalta a presidente da Fundação Municipal de Saúde, Priscila Degraf.

Mutirões

Além do reforço no atendimento a casos da doença, as ações de combate ao mosquito da dengue estão sendo intensificadas. Equipes estão percorrendo a cidade para fiscalizar possíveis focos do Aedes Aegypti. Os mutirões contam com a participação de 100 alunos do curso de formação da Guarda Municipal. Com o uso de drones, a Guarda fiscaliza locais de difícil acesso.

A contratação de 50 trabalhadores braçais para atuar no recolhimento do lixo acumulado é outro reforço empregado nas ações de combate à dengue.

As vistorias em busca de focos do mosquito contam também com equipes da Secretaria de Meio Ambiente e do Departamento de Urbanismo, que estão providenciando imediatamente a limpeza de terrenos baldios com lixo acumulado e possíveis focos do mosquito transmissor da doença.

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