A FMS (Fundação Municipal de Saúde) de Ponta Grossa confirmou mais uma morte para a Dengue, chegando ao número de 11 óbitos. Trata-se de um paciente do sexo masculino, na faixa etária de 60 a 69 anos, tendo falecido no mês de maio deste ano.
Campanha de vacinação contra a poliomielite começa na segunda-feira em todo o Paraná | Foto: Venilton Küchler/Arquivo AEN
Campanha de vacinação contra a poliomielite começa na segunda-feira em todo o Paraná | Foto: Venilton Küchler/Arquivo AEN
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite do Ministério da Saúde acontece entre 27 de maio e 14 de junho, com imunização em todo o Paraná – 8 de junho será o Dia D de mobilização estadual. Pais e responsáveis devem reforçar a proteção das crianças menores de cinco anos contra a doença. As doses estarão disponíveis a partir de segunda-feira (27) nas mais de 1.850 salas de vacinação em todos os 399 municípios.
Os municípios terão autonomia para definir a estratégiamaisadequada para a mobilização da imunização, de acordo com a realidade local.
No Paraná, a expectativa é que 717.915 crianças menores de cinco anos recebam a dose. Aquelas menores de um ano (139.732) deverão ser vacinadas conforme a situação vacinal atual para o esquema primário (três doses da vacina inativada poliomielite — VIP). As crianças de um a quatro anos (578.183) devem ser vacinadas indiscriminadamente com a vacina oral poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido o esquema primário de três doses com VIP.
As vacinas VIP e VOP são diferentes entre si. Embora as duas imunizem contra a poliomielite, a VIP é injetável, com três cepas, poliovírus 1,2 3, feita apenas com partículas do vírus, enquanto a VOP, que é a de gotinhas, é feita com o vírus enfraquecido, com duas cepas, polivírus 1 e 3. Esta será a última campanha de vacinação contra a poliomielite com a vacina oral.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite tem como objetivos conter o risco de reintrodução do poliovírus, alcançar alta e homogênea cobertura vacinal e manter o País livre da doença, uma vez que recebeu a classificação de alto risco para a reintrodução do poliovírus selvagem pela Comissão Regional para a Certificação da Erradicação da Poliomielite na Região das Américas (RCC), em 2023.
Para essa classificação foram considerados o desempenho das coberturas vacinais, dos indicadores de vigilância epidemiológica das Paralisias Flácidas Agudas (PFA), entre outros.
META – A cobertura vacinal da poliomielite ainda não alcançou a meta preconizada em todo o País (≥ 95%). O Programa Nacional de Imunizações (PNI) está trabalhando para melhorar os indicadores.
Nos últimos anos a cobertura vacinal da poliomielite (VIP) no Paraná em crianças menores de um ano de idade foi de 80,75% (2021), 84,12% (2022) e 89,96% (2023). No ranking nacional o Estado figura entre os cinco primeiros. Entre eles estão Ceará (93%), Piauí (92%), Santa Catarina (90%) e Rondônia, Paraná e Alagoas, com 89%.
PÓLIO – A poliomielite é uma doença grave caracterizada por um quadro de paralisia flácida causada pelo poliovírus selvagem (PVS) tipo 1, 2 ou 3, que em geral acomete os membros inferiores, de forma assimétrica e irreversível. A vacina contra a Poliomielite é composta por três doses aos 2, 4 e 6 meses de vida, conforme o Calendário Nacional de Vacinação, além das doses de reforço aos 15 meses e 4 anos de idade.
No último boletim divulgado pela SESA (Secretaria de Estado da Saúde) nesta terça (14), Ponta Grossa registrou 528 casos confirmados de dengue em uma semana. Em geral, o município já somou 5.291 casos confirmados da doença que tem afetado diariamente diversas vidas de ponta-grossenses.
A cidade também registrou 10 mortes confirmadas em decorrência da doença, sendo a última confirmada pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa nessa segunda (20). De acordo com a nota divulgada à imprensa, uma paciente do sexo feminino, na faixa etária de 50 a 59 anos, acabou falecendo no último mês, em Abril, mas só teve a morte divulgada nesta semana.
Boletim da dengue registra 34.360 novos casos e 47 óbitos no Paraná
Boletim registra 41.472 novos casos de dengue e mais 31 óbitos no Paraná | Foto: SESA
De acordo com o documento divulgado nesta terça-feira pela Secretaria de Estado da Saúde, o atual período epidemiológico, que teve início em julho de 2023, soma agora 324 mortes, 393.791 casos confirmados e 719.545 notificações.
O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (21) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirma 34.360 novos casos da doença e 47 mortes no Paraná. De acordo com o documento, o atual período epidemiológico, que teve início em julho de 2023, soma agora 324 mortes, 393.791 casos confirmados e 719.545 notificações.
Os óbitos registrados no informe desta semana ocorreram entre 26 de janeiro e 17 de maio. São 23 homens e 24 mulheres com idades entre 22 anos e 98 anos, residentes em 19 municípios: Arapoti (1), Ponta Grossa (3), Capanema (1), Dois Vizinhos (1), Francisco Beltrão (3), Marmeleiro (2), Pranchita (2), Santo Antônio do Sudoeste (2), Cascavel (8), Santa Tereza do Oeste (1), Iretama (3), Moreira Sales (1), Arapongas (4), Londrina (6), Assis Chateaubriand (1), Marechal Cândido Rondon (1), São Pedro do Iguaçu (1), Toledo (5) e Tupãssi (1). Desse total, 31 pessoas apresentavam comorbidades.
A Regional com mais casos confirmados até o momento é a 8ª RS de Francisco Beltrão, com 52.726 diagnósticos. Na sequência estão a 10ª RS de Cascavel (49.254), 17ª RS de Londrina (41.208), 16ª RS de Apucarana (35.145), 15ª RS de Maringá (31.473) e 11ª RS de Campo Mourão (28.043).
As cidades com mais casos são Londrina (27.322), Cascavel (24.411), Maringá (18.605), Apucarana (17.808) e Francisco Beltrão (15.223). Há 398 municípios com confirmações de dengue – apenas Agudos do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, não tem diagnósticos confirmados.
Em relação aos óbitos do período epidemiológico 2023/2024, as Regionais com mais mortes são a 17ª de Londrina (60), 10ª de Cascavel (53), 20ª de Toledo (41), 8ª de Francisco Beltrão (41) e 16ª de Apucarana (30). Já os municípios que registram maior número são Cascavel (37), Londrina (35), Toledo (25), Apucarana (16), Cornélio Procópio (11) e Rolândia (11).
ZIKA E CHIKUNGUNYA – Informações sobre chikungunya e zika, transmitidas também pelo mosquito Aedes aegypti, são apresentadas no mesmo documento. Houve o registro de sete novos casos de chikungunya, somando 134 confirmações e 1.614 notificações da doença no Estado. Desde o início deste período não houve confirmação de casos de zika vírus, com 123 notificações registradas.
VACINAÇÃO – De acordo com um último levantamento da Sesa, realizado nesta terça, do total de 93.590 doses da vacina contra a dengue distribuídas, 36.552 já foram aplicadas nas Regionais de Saúde de Foz do Iguaçu, Londrina e Apucarana. O Paraná soma 148 municípios contemplados com o imunizante.
Confira o informe semanal AQUI. Mais informações sobre a dengue estão neste LINK.
Com informações da Agência Estadual de Notícias (AEN)
Um homem de 33 anos, morador da região central do município de Venâncio Aires (RS), morreu após contrairleptospirose. Esta é a segunda morte confirmada para a doença ao longo dos últimos dias no estado do Rio Grande do Sul, fortemente atingido por temporais e enchentes desde o fim de abril.
O óbito foi confirmado em nota pela prefeitura de Venâncio Aires. De acordo com o comunicado, familiares do homem disseram que ele teve contato com águas das enchentes, mas adotando cuidados necessários, como o uso de botas.
O município confirmou pelo menos outros dois casos de leptospirose, sendo que ambos os pacientes já se recuperaram.
“O Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi) da capital do chimarrão aguarda o resultado de 23 investigações laboratoriais apenas neste mês”, destacou a prefeitura.
A outra morte pela doença foi registrada no município de Travesseiro, no Vale do Taquari, uma das regiões maisafetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Um homem de 67 anos morreu na última sexta-feira (17) após contrair a infecção, mas o óbito só foi confirmado pela secretaria municipal de saúde no domingo(19).
Cuidados
A vigilância sanitária de Venâncio Aires pede que a população procure um serviço de saúde logo que os primeiros sintomas de leptospirose surjam, incluindo febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.
Os sintomas aparecem normalmente de cinco a 14 dias após a contaminação, podendo chegar a 30 dias. O tratamento é iniciado já na suspeita da doença, quando o paciente apresenta um conjunto de sinais e sintomas compatíveis e relata situação de risco ao longo dos últimos 30 dias.
Preocupação
A leptospirose é uma das doenças que mais preocupam as autoridades sanitárias no Rio Grande do Sul, já que há granderisco de casos em razão do contato com a água das cheias. A infecção é causada pela bactéria leptospira, presente na urina de roedores e comumente adquirida pelo contato com água ou solocontaminados.
O Brasil já contabiliza 5.100.766 casos prováveis de dengue em 2024. O número representa mais que o triplo de casos prováveis da doença identificados ao longo de todo o anopassado, quando foram anotados 1.649.144 casos.
Dados do painel de monitoramento de arbovirose mostram que o país registra ainda 2.827 mortes por dengue e 2.712 óbitos em investigação. O coeficiente da doença, neste momento, é 2.511 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. A letalidade em casos prováveis é 0,06 e a letalidade em casos de dengue grave é 4,83.
A maioria dos casos prováveis permanece concentrada na faixa de pessoas com idade dos 20 aos 29 anos, seguida pelas faixas dos 30 aos 39 anos, dos 40 aos 49 anos e dos 50 aos 59 anos. Já a faixa etária menos atingida é a de crianças menores de 1 ano, seguida por pessoas com 80 anos ou mais e por crianças de 1 a 4 anos.
Minas Gerais ainda responde pelo maior número de casos prováveis de dengue (1.431.174). Em seguida, estão São Paulo (1.397.796), Paraná (535.433) e Santa Catarina (288.212). Já os estados com menor número de casos prováveis são Roraima (286), Sergipe (2.868), Rondônia (4.789) e Amapá (5.557).
Quando se considera o coeficiente de incidência da doença, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar, com 9.037 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (6.968), Paraná (4.679) e Santa Catarina (3.787). Já as unidades federativas com menor coeficiente são Roraima (45), Ceará (126), Sergipe (129) e Maranhão (159).
Um homem de 67 anos morreu de leptospirose no município de Travesseiro, no Vale do Taquari, uma das regiões mais afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. A morte ocorreu na sexta-feira (17), mas somente foi confirmada pela secretaria municipal de saúde no domingo (19).
O governo do estado aguarda confirmação laboratorial do óbito.
A doença é uma das que mais preocupa as autoridades de saúde, pois há grande risco de casos em razão do contato com a água das cheias. A leptospirose é causada pela bactéria leptospira, presente na urina de roedores e comumente adquirida pelo contato com água ou solo contaminados.
Sintomas
Veja os principais sintomas da doença:
– Na fase inicial, os pacientes podem sentir febre igual ou maior que 38 ºC;
– Dor na região lombar ou na panturrilha;
– Dor de cabeça;
– Conjuntivite
Os sinais de alerta para gravidade da doença são tosse, hemorragias ou insuficiência renal.
Tratamento
O Ministério da Saúde orienta que os casos suspeitos de leptospirose no Rio Grande do Sul devem ter tratamento imediato, que consiste no uso de substâncias e medicamentos para evitar o desenvolvimento da doença.
Os Hospitais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (HU-UEPG), por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), iniciaram esta segunda-feira (20) com mais 12 leitos em funcionamento, totalizando 30 para atendimentos de pacientes com Dengue. A medida faz parte do anunciado na última sexta-feira (17) e atenderá a população dos Campos Gerais.
Com a ampliação da estrutura, o Boletim Oficial de Ocupação da Dengue do HU-UEPG nesta segunda-feira (20) mostra que 14 leitos estão ocupados. Dezesseis deles estão livres, totalizando 46% de ocupação. Ou seja, dos novos leitos, dois já estão em utilização no atendimento da população.
Sobre a abertura dos leitos
“Acompanhamos o cenário epidemiológico no Estado num monitoramento constante. Especificamente em Ponta Grossa”, diz o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. Segundo ele, as unidades de saúde estão com uma alta demanda. “Muitas pessoas com sintomas de Dengue estão procurando os serviços médicos. Por isso, estamos reforçamos a estrutura hospitalar para esse suporte na região”, enfatiza.
Durante o anúncio dos novos leitos, o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, destacou a parceria com a Sesa. “A Sesa e a Universidade Estadual de Ponta Grossa estão atuando para a melhoria da saúde da população. A Secretaria, conduzida pelo secretário Beto Preto, sempre apoiou os Hospitais da UEPG”.
A diretora do HU-UEPG, professora Fabiana Postiglioni Mansani, destaca que agora o Hospital Universitário possui 30 leitos para o atendimento dos casos mais graves da doença, que foram viabilizados durante o final de semana, graças à mobilização da equipe de gestão em prol dos pacientes.
Sobre a estrutura geral dos hospitais, o reitor lembra que iniciou a sua primeira gestão, em 2018, com 160 leitos. “Agora temos 335, pouco mais que o dobro da capacidade de atendimento. É a universidade pública cumprindo o seu papel”, conclui.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) abrem 22 novos leitos, sendo 12 deles exclusivos para dengue.
Com a ampliação, a UEPG totaliza 30 leitos para tratamento de pacientes diagnosticados com os tipos mais graves da doença, encaminhados pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), por meio da Regulação Estadual.
Os outros 10 leitos clínicos, voltados para crianças, serão abertos no Hospital Universitário Materno Infantil para atendimento de síndromes respiratórias. Os leitos estão sendo abertos gradativamente. A previsão é de que todos devem estar ativos na semana que vem. A ampliação não reduz serviços ofertados pela Universidade.
Paraná vai receber vacina contra a dengue para 30 municípios
Foto: Geraldo Bubniak/AEN
Foto: Geraldo Bubniak/AEN
A Prefeitura de Ponta Grossa iniciou nesta quarta-feira (15) a imunização com nova vacina contra covid-19: a monovalente XBB, atualização contra a cepa mais recente da doença. Foram 4.235 doses distribuídas para Ponta Grossa. O Departamento de Imunização informa que permanece a recomendação da vacinação periódica contra a covid-19 para os grupos prioritários de maior risco.
Reforço semestral da vacina anticovid
Pessoas com 60 anos ou mais
Gestantes e puérperas (mães que tiveram filho há até 45 dias)
Imunocomprometidos acima de cinco anos
Reforço anual da vacina anticovid
Trabalhadores da saúde
Pessoas em situação de rua
Pessoas com comorbidades com cinco anos ou mais
Pessoas com deficiência permanente com cinco anos ou mais
Indígenas, ribeirinhos, quilombolas com cinco anos ou mais
Moradores e funcionários de instituições de longa permanência
Pessoas privadas de liberdade, jovens cumprindo medida socioeducativa e funcionários do sistema de privados de liberdade
Calendário Básico Infantil
Crianças a partir dos 6 meses e menores de 5 anos devem iniciar ou completar o esquema básico que consiste em três doses da vacina anticovid.
Todas as salas de vacinação instaladas nas Unidades de Saúde aplicam a nova vacina. Ao todo, são 22 salas que atendem das 9h às 16h30, e mais três com atendimento até 21h: Luís Conrado Mansani (Uvaranas), Rômulo Pazzinato (Nova Rússia) e Cyro de Lima Garcia (Oficinas), possibilitando a ida dos munícipes em horários alternativos. Também há imunização no Ônibus da Vacina, conforme agenda divulgada diariamente nas redes sociais da Prefeitura.
“Todos dos grupos prioritários que não iniciaram ou não completaram o esquema vacinal anticovid devem procurar as salas de vacina de Ponta Grossa. São grupos mais vulneráveis e suscetíveis à doença. Por isso, a importância da aplicação da nova vacina”, reforça a coordenadora do Departamento de Imunização, Stela Godoy.
Iniciou-se nesta quarta-feira (8) o atendimento 24 horas das três Unidades Sentinelas para triagem e tratamento de pacientes com sintomas de dengue em Ponta Grossa. As unidades, localizadas ao lado dos terminais de ônibus em Uvaranas (Conrado Mansani), Oficinas (Cyro Garcia de Lima) e NovaRússia (Rômulo Pazinato), terão equipes para atendimentoexclusivo aos casos da doença na cidade sem nenhuma interrupção, sete dias da semana.
A prefeita Elizabeth Schmidt visitou as Unidades e destacou o trabalhointegrado do Município para atender a população e também buscar a prevenção da doença em todas as regiões de Ponta Grossa.
“A implantação do atendimento 24 horas nas Unidades Sentinelas é apenas uma das inúmeras medidas que temos no combate à dengue, seja acolhendo os pacientes com sintomas ou nas dezenas de mutirões de limpeza realizados pelos nossos agentes todos os dias. Não vamos medir esforços neste trabalho”, ressalta Elizabeth.
Com esse novo protocolo, casos menos graves de dengue poderão ser atendidos nesses pontos, sem a necessidade de encaminhamento para outros estabelecimentos. Além do atendimento 24 horas para a população nos principais bairros de Ponta Grossa, o Laboratório Central da Prefeitura, que analisa os testes de dengue coletados nas unidades de saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), também irá funcionar de forma ininterrupta.
“Estamos monitorando de forma constante, juntamente com as demais secretarias e órgãos envolvidos no combate à dengue, os números envolvendo a doença e o registro dos casos. Com essa ampliação, damos um importante passo para descentralizar o atendimento especialmente no período noturno, onde é registrado um crescimento na busca pelos serviços de saúde por parte dos pacientes com sintomas”, explica Priscila Degraf, presidente da Fundação Municipal de Saúde.
O QUE MUDA? Mesmo com o atendimento voltado para os sintomas da dengue, serviços como a realização de raio-x, exames de eletrocardiogramas e atendimento odontológico continuam normalmente nas três unidades localizadas na Nova Rússia, Uvaranas e Oficinas – conforme os agendamentos já realizados anteriormente. As salas de vacinação também seguem em funcionamento de segunda a sexta, das 09 às 21 horas, enquanto a retirada de medicamentos funciona das 9h às 17 horas.
Já as consultas médicas que estavam agendadas para os próximos dias, além da triagemdepacientes que não possuem sintomas de dengue, foram direcionadas para as Unidades Ezebedeu Linhares (Jardim Amália), Sillas Salen (Vila Claudionora) e Adilson Baggio (Santo Antônio).
Com informações da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa
Categorias
Category Not Found!
Pontagrossauros 😂
Ria com os melhores memes de Ponta Grossa e região.