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Aliel alerta para conscientização da violência contra a pessoa idosa!

Aliel Machado (PV), presidente da Comissão em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Cidoso) da Câmara dos Deputados.

No Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, celebrado nesta quinta-feira, o deputado federal Aliel Machado (PV), presidente da Comissão em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Cidoso) da Câmara dos Deputados, falou sobre a importância de ampliar as políticas públicas para os idosos no país. O parlamentar destacou que o número de idosos no Brasil, segundo o IBGE, é de 30 milhões de pessoas, o que representa cerca de 15% da população. 

“Quero destacar nesse dia, que é o dia mundial de conscientização da violência contra a pessoa idosa, os números alarmantes que nos chegam de denúncias de violência física e psicológica, contra um grupo que é extremamente vulnerável. Mas o que mais nos preocupa são os números que não aparecem, por conta das dificuldades do sistema brasileiro de identificar essas agressões contra os idosos”, alertou ele. 

Nos cinco primeiros meses deste ano, o Disque 100 recebeu 47 mil denúncias de violência contra idosos e registrou 282 mil violações de direitos, um aumento de 57% no número de denúncias e de 87% no de violações.   “É inaceitável observar os números e não tomar atitudes mais enérgicas e severas para combater. Chamamos atenção dos familiares, para que também possam fazer identificação que na maioria dos casos acontecem dentro das nossas casas”, afirmou Aliel.

O deputado ressaltou ainda que, em menos de dez anos, o contingente de idosos no país aumentou quase 40%. “Por isso, nós temos compromisso nesta comissão de aprovar lutas por políticas públicas que chamem atenção da sociedade para esse tema tão importante que é a proteção aos nossos idosos”, disse.

A Cidoso, presidida pelo parlamentar paranaense, também anunciou que durante o mês de junho irá preparar conteúdos de conscientização sobre o tema da violência contra os idosos com o tema “Junho violeta”. “No mês de junho, o combate à violência contra a pessoa idosa ganha um destaque especial. Vale lembrar que existem diversos tipos de violência: violência física, psicológica, patrimonial e abandono”, alerta a publicação numa rede social. A Comissão orientou ainda que, ao sofrer ou presenciar qualquer tipo de violência contra o idoso, é preciso informar os Direitos Humanos através do Disque 100.

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Relator libera julgamento de ação que pode tornar Bolsonaro inelegível

Brasília (DF) 18/05/2023 Ex-presidente, Jair Bolsonaro, na saída do Senado federal após visitar seu filho e senador, Flávio Bolsonaro. Foto Lula Marques/ Agência Brasil.

O corregedor-geral eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, liberou, nesta quinta-feira (1º) para julgamento uma das ações de investigação judicial eleitoral (Aije) que tem o ex-presidente Jair Bolsonaro como alvo. Na ação, o PDT pede que o ex-presidente seja declarado inelegível.

A Aije trata de uma reunião organizada por Bolsonaro no Palácio da Alvorada com dezenas de embaixadores e equipes diplomáticas, na qual apresentou acusações contra a urna eletrônica. O PDT alega que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e econômico ao promover o encontro e atacar o processo eleitoral brasileiro com boatos, já desmentidos pela Justiça Eleitoral, sem apresentar provas do que dizia.

De forma liminar, o tribunal determinou a retirada das imagens do encontro das redes sociais e da transmissão oficial do evento por entender que houve divulgação de fatos inverídicos ou descontextualizados sobre o sistema de votação.

Ao liberar o caso para julgamento, Gonçalves publicou um relatório no qual detalha todas as etapas do processo, incluindo as alegações finais de acusação e defesa. O relator ainda não divulgou seu voto. Cabe agora ao presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, marcar a análise em plenário. Não há prazo definido.

Alegações finais

A reunião investigada pelo TSE foi realizada em julho de 2022, quando Bolsonaro era pré-candidato à reeleição. Sua defesa alega não ter ocorrido nenhuma irregularidade e que o encontro foi um evento oficial da Presidência da República, que seguiu todos os trâmites formais para sua realização.

Os advogados de Bolsonaro alegaram que ele apenas manteve um “diálogo aberto”, no qual  “expôs, às claras, sem rodeios, em linguagem simples, fácil e acessível, em rede pública, quais seriam suas dúvidas e os pontos que – ao seu sentir – teriam potencial de comprometer a lisura do processo eleitoral”.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) entende que Bolsonaro deve se tornar inelegível, em razão de ter praticado abuso de poder político e de ter feito uso indevido de meio de comunicação. Isso porque a reunião com embaixadores foi transmitida e divulgada pela estrutura estatal.

Pelo parecer do MPE, Bolsonaro proferiu discurso com o objetivo de desacreditar o processo eleitoral no qual viria a ser derrotado. A gravidade é maior pela conduta ter sido “em período próximo das eleições, veiculando noções que já foram demonstradas como falsas, sem que o representado haja mencionado os desmentidos oficiais e as explicações dadas constantemente no passado”.

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) também argumentou que a gravidade do descrédito no processo eleitoral, como disseminado por Bolsonaro, pôde ser verificada nos atos golpistas de 8 de janeiro, quando “pessoas convictas de que as eleições haviam sido fraudadas” invadiram e depredaram a sedes dos Três Poderes da República.

Minuta do golpe

A defesa de Bolsonaro afirmou não ser possível fazer qualquer ligação entre a reunião com embaixadores e os acontecimentos de 8 de janeiro, não havendo nenhum tipo de conexão entre os episódios.

Os advogados também defenderam a anulação de provas inseridas no processo com autorização de Gonçalves, entre elas a chamada minuta do golpe, documento apócrifo encontrado na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Gomes.

O texto é uma espécie de decreto de intervenção na Justiça Eleitoral, e foi encontrado no âmbito das investigações sobre os atos antidemocráticos. O relator decidiu manter a minuta como prova no processo, alegando haver possível nexo com as investigações.

*Via Agência Brasil.

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STF condena ex-presidente Collor a oito anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quarta-feira (31) condenar o ex-senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena estabelecida foi de oito anos e dez meses de prisão no regime inicialmente fechado.

Este caso é um desdobramento da Operação Lava Jato e envolve outros dois réus: os empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos. Amorim é apontado como administrador de empresas de Collor na denúncia, enquanto Ramos seria seu operador particular.

A denúncia do Ministério Público, apresentada em 2015, acusou Collor de receber R$ 29,9 milhões em propina por meio de negócios da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras, na venda de combustíveis. No entanto, os ministros do STF consideraram que o valor da propina foi de R$ 20 milhões. Os pagamentos teriam ocorrido entre 2010 e 2014, em transações envolvendo a subsidiária, que contava com dois diretores indicados por Collor na época.

Além disso, todos os réus foram condenados a pagar R$ 20 milhões de indenização por danos morais coletivos. Collor também foi impedido de exercer cargo ou função pública, e os bens, direitos e valores provenientes da lavagem de dinheiro deverão ser devolvidos à União.

Na votação da dosimetria da pena, o relator do caso, ministro Edson Fachin, propôs uma condenação de 33 anos de prisão para Collor. No entanto, os demais ministros votaram por penas menores, resultando em uma pena média baseada nos votos.

É importante ressaltar que, em condenações superiores a oito anos de prisão, o regime prisional é fechado. No entanto, o início do cumprimento da pena geralmente é determinado pelos ministros após a análise de recursos apresentados pelos réus.

Os empresários Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos e Luiz Pereira Duarte de Amorim também receberam penas de prisão. Ramos foi condenado a quatro anos e um mês no regime semiaberto, enquanto Amorim recebeu uma pena de três anos no regime aberto.

Em relação ao crime de associação criminosa, houve divergência entre os ministros. Embora Collor tenha sido denunciado por organização criminosa, o STF reconheceu a prescrição desse delito, ou seja, o prazo para punição já havia expirado.

A defesa de Collor reafirmou, em nota, a convicção sobre a inocência do ex-presidente e declarou que aguardará a publicação do acórdão do STF para apresentar os recursos cabíveis.

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Aliel se reúne com direção da CNBB e busca unir ações!

O deputado federal Aliel Machado (PV-PR), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Cidoso), da Câmara dos Deputados, e o vice-presidente, Castro Neto (PV-PI), se reuniram nesta quarta-feira, 31, com o secretário geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Ricardo Hoepers. O objetivo da visita foi alinhar possíveis ações conjuntas da Cidoso e da Pastoral do Idoso.

“Dom Ricardo tem um trabalho muito lindo na Igreja e tem agora um grande desafio de estar à frente da maior organização religiosa do país. Nossa conversa foi sobre a defesa do direito da pessoa idosa e as ações em conjunto que podemos fazer com a CNBB, inclusive uma agenda junto ao Vaticano. Falamos sobre a Pastoral da pessoa idosa, que faz um trabalho muito importante”, destacou Aliel.

O deputado Castro Neto também falou sobre a importância de discutir o tema com a CNBB. Para ele, é um assunto que precisa englobar toda a família. “Estamos aqui com Dom Ricardo discutindo sobre a relação da pessoa idosa, mas não só isso, também de toda a família. A interação do adolescente, das crianças com o idoso. Devemos fazer uma visita ao papa, para reforçar a luz sobre esse tema importantíssimo no Brasil”, revelou Neto.

Dom Ricardo agradeceu a visita e parabenizou a Comissão do Idoso pela iniciativa.

“A CNBB sempre acolhe e está de portas abertas para todas as causas nobres que venham para a defesa da vida, desde a concepção à vida, até os idosos. Precisamos mudar uma mentalidade que deixa os idosos de lado. O idoso tem que ser respeitado, tem que ser protagonista. Ele tem muito a nos ensinar. Aprender com as gerações que já viveram e colaborar com um Brasil melhor”, disse Dom Ricardo.

Aliel assumiu a presidência da Cidoso no fim de março. Após ser eleito para presidir o colegiado de 22 membros titulares, o parlamentar disse que a comissão tem grande importância, não apenas para a população idosa, mas para todos os brasileiros. Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que a população idosa no Brasil é de mais de 30 milhões de pessoas, o que representa cerca de 15% da população do país. Ainda de acordo com o levantamento, o contingente de idosos residentes no Brasil aumentou 39,8% em menos de 10 anos.

 

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Stocco pede que todos vereadores abram mão de reajuste e vale-alimentação!

O vereador Geraldo Stocco (PV) protocolou, nesta terça-feira (30), uma moção de apelo solicitando que todos(as) os(as) vereadores(as) da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) devolvam o vale-alimentação de R$ 700 aprovado na última quarta-feira (24). A medida irá gerar um impacto de R$ 266 mil aos cofres da Câmara anualmente, caso seja mantida – Geraldo já protocolou um ofício abrindo mão do vale-alimentação de R$ 700 e do reajuste de 3,83%.

A moção de apelo apresentada por Geraldo deverá ser lida na sessão desta quarta-feira (31) e foi direcionada à Mesa Executiva.

“Quero que meus colegas se conscientizem de que foi um erro aprovar o reajuste e o vale-alimentação daquela forma, em duas votações feitas em sessão extraordinária, colocando tais benefícios no mesmo artigo que garantia o pagamento aos servidores. Acredito que a Câmara pode e deve voltar atrás”, explica Stocco.

O vereador lembra que a criação de mais despesas no Legislativo vem em um momento inadequado e sem o devido debate com a sociedade.

“Se querem discutir o reajuste do subsídio dos vereadores, tudo bem… que façamos isso! Mas vamos convocar uma audiência pública, chamar a comunidade, fazer as coisas às claras e não no afogadilho, com pressa, sem a devida transparência”, ressalta Geraldo.

Geraldo foi contra a criação do vale-alimentação para vereadores no valor de R$ 700 e também contra o reajuste salarial de 3,86%. Stocco ainda destacou ainda que a criação do vale para os vereadores é ilegal, como previsto no artigo 38, parágrafo 4, da Constituição Federal. “A medida aprovada aqui na Câmara é tão grave que vai contra um artigo da nossa Constituição, o Legislativo precisa voltar atrás”, defende Geraldo.

O Ministério Público (MP) abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da aprovação do vale-alimentação e do reajuste salarial.

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Stocco abre mão de vale-alimentação de R$ 700 e reajuste salarial!

O vereador Geraldo Stocco (PV) protocolou, nesta segunda-feira (29), um ofício abrindo mão do vale-alimentação de R$ 700 e do reajuste salarial de 3,83%, aprovado na última semana. A proposta foi aprovada na última quarta-feira (24), em duas sessões extraordinárias, e teve o voto contrário de Stocco – caso sejam mantidos, o vale-alimentação e o reajuste dos vereadores(as) deverá causar um impacto superior a R$ 266 mil aos cofres da Câmara.

Na visão de Stocco, a proposta foi aprovada sem o devido debate junto à comunidade e de maneira apressada. “Tenho plena certeza de que não houve debate adequado sobre o objeto do projeto, assim como acredito que atrelar o reajuste e o aumento do vale-alimentação dos servidores à proposta de criação do vale para vereadores foi um erro grave“, pontua Geraldo.

Stocco lembra ainda que a Constituição Federal (CF) veta tal prática – a previsão está no artigo 39. “Está bastante claro na nossa constituição que representantes eletivos não podem ter benefícios do tipo, como o vale-alimentação. Além disso, acabamos de aprovar o plano de cargos e salários dos servidores que prevê um vale-alimentação de R$ 330. Não faz sentido que os vereadores tenham um vale-alimentação mais do que o dobro do que os servidores“, critica Geraldo.

O ofício 1049, protocolado por Stocco, prevê que caso a lei seja sancionada pelo Poder Executivo, o valor destinado ao reajuste do vereador seja devolvido aos cofres do município, assim como o valor do vale-alimentação.

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Comissão presidida por Aliel recebe ministro Silvio de Almeida

O ministro Silvio Almeida compareceu hoje, 24, à Comissão em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOSO) na Câmara dos Deputados a convite do Presidente da Comissão, o deputado Aliel Machado (PV/PR). Na ocasião, junto com o Secretário Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Alexandre da Silva, o ministro explanou sobre todo trabalho que vem sendo desenvolvido pela pasta e a importância da colaboração com o parlamento e registrou pedido de criação de uma Política Nacional da Pessoa Idosa.

Em sua fala inicial, Aliel Machado agradeceu a participação do ministro dos direitos humanos. “Nós temos profundas desigualdades e se não tivermos políticas públicas e bons exemplos, dentro do instrumento governamental, a população, principalmente mais carente, acaba perecendo muito, em especial a pessoa idosa, pela idade. É uma honra recebê-lo nesta Comissão”, comentou Aliel.

Silvio de Almeida parabenizou a Comissão e reforçou a alegria de falar com os congressistas brasileiros. Ao cumprimentar os presentes, na figura de Aliel Machado, o ministro teceu elogios ao parlamentar. “Quando o povo brasileiro precisou, o senhor não faltou ao povo brasileiro, mostrando que na vida é preciso ter lado. Na vida é preciso estar ao lado dos mais fracos, dos que mais sofrem, daqueles que são as vítimas históricas das injustiças desse país. Tem a minha admiração e tem o meu respeito”, revelou o ministro.

“Nós estamos no tempo de falar coisas óbvias. Os direitos das pessoas idosas fazem parte do rol dos direitos humanos. Essa frase que parece muito simples, absolutamente trivial, ela precisa todo o tempo ser lembrada. A questão do envelhecimento ela traz uma séria de estigmas e questões que acabam de certa maneira, afastando as pessoas em processo de envelhecimento, todos nós, da composição da humanidade. As condições políticas vão causando o afastamento das pessoas idosas desta configuração que chamamos de humanidade”, completa Almeida. 

De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania em 2015 o Brasil tinha 24 milhões de pessoas idosas que correspondia a 12% da população. Já em 2030, o número de idosos ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos e o Brasil terá a 5º maior população idosa do mundo. Estima-se que, em 2065, teremos 33,9% de nossa população com 60 anos ou mais. Sendo que o grupo que mais cresce é o das pessoas com 80 anos ou mais.

Estiveram presentes ainda os deputados do Partido Verde, Bacelar (PV/BA), vice-líder do governo na Câmara, e Reginaldo Veras (PV/DF). 

Política do Cuidado

Ainda na audiência, o ministro apresentou detalhes sobre a criação do grupo interministerial para conceber a Política Nacional do Cuidado. O tema recai diretamente sobre a questão dos cuidados com a população idosa e que precariza relações, especialmente de mulheres no mercado de trabalho. 

Além disso, o ministro pontuou a necessidade também de aprimorar os trabalhos na defesa dos idosos que sofrem violência quando são “cuidados por terceiros”. As diversas facetas desta questão serão tratadas de forma conjunta.

 “Temos uma equipe que é interministerial, a junção dos ministérios, pensando justamente na política nacional de cuidado, envolve uma reorientação ética do estado brasileiro, com o princípio da solidariedade e do cuidado. Cuidar das pessoas, obviamente que isso envolve toda uma gestão específica dos recursos públicos para oferecer concretamente esses cuidados. Há uma preocupação do Governo Federal, com o cuidado, mas também com aqueles que cuidam. Então é cuidar de quem cuida e de quem é cuidado”, finalizou o ministro reforçando o compromisso da pasta com esta política pública.

Texto e fotos: Assessoria PV

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Stocco vota contra aumento de salário e vale-alimentação para vereadores!

Parlamentar do PV foi contrário ao projeto de lei que prevê aumento de 3,86% para os parlamentares, além de criação de vale-alimentação. Impacto será de R$ 266 mil por ano.

O vereador Geraldo Stocco (PV) votou contra o projeto de lei (PL) 69/2023 que prevê um aumento de 3,86% no subsídio recebido pelos 19 vereadores(as) de Ponta Grossa, além da criação de um vale-alimentação de R$ 700 para cada parlamentar – as medidas implicam em um impacto financeiro anual de R$ 266 mil ao Legislativo. O projeto foi colocado em votação na sessão extraordinária convocada nesta quarta-feira (24) e aprovada pelo Legislativo.

Na visão de Stocco, o aumento salarial e a criação do vale-alimentação foram votadas de forma apressada e sem o devido debate. “Acredito que o projeto foi colocado às pressas para votação, sem debate com a comunidade e com a população que nos elegeu. Eu me elegi com o compromisso de ter transparência com a população, votar esse projeto desta forma não me parece adequado”, explica Geraldo.

A aprovação do reajuste do salário dos 19 vereadores(as) acarretará em um impacto anual de R$ 107.164,71 mil aos cofres públicos, já a criação do vale-alimentação para os parlamentares trará um gasto adicional de R$ 159 mil às contas do Legislativo Municipal. O reajuste salarial de 3,86%, resultando em um aumento de R$ 386 para cada parlamentar.

Na Comissão de Finanças e Orçamento do Legislativo, Geraldo já havia dado parecer contrário ao projeto de lei que cria 15 novos cargos na estrutura da Câmara.

“Creio que nós vereadores já recebemos um subsídio adequado. Um aumento como este, em um momento difícil da economia, me parece muito equivocado e, por isso, votei contra a medida. Esse dinheiro poderia ser usado em várias áreas, ao invés de ser usado para o pagamento de folha salarial de nós, parlamentares, ou para a criação de novos cargos”, defende Stocco.

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Decisão de Moraes obriga cumprimento da sentença contra Daniel Silveira

Plínio Xavier/Câmera dos Deputados

Nesta data (23), o ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), deliberou pela imposição imediata do cumprimento da sentença que condenou o ex-parlamentar Daniel Silveira a uma pena de oito anos e nove meses de detenção.

No mês de fevereiro, logo após encerrar seu mandato, Silveira foi detido preventivamente por violar as condições de prisão domiciliar e por proferir novos ataques ao Supremo Tribunal Federal.

Conforme determinado, Silveira passará por avaliações médicas oficiais de rotina, como procedimento padrão, antes de iniciar o cumprimento da sentença. Além disso, o período em que ele esteve em prisão provisória será deduzido da pena final.

A determinação de Moraes foi proferida após o Supremo Tribunal Federal anular, no mês anterior, o decreto presidencial de graça constitucional emitido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que visava impedir o início do cumprimento da sentença contra o então parlamentar.

Via Agência Brasil

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Nova carteira de identidade será emitida sem informação sobre sexo

Governo Federal promoverá mudanças na Carteira Nacional de Identidade (CIN) visando tornar o registro mais inclusivo e representativo. O novo modelo do documento não fará distinção entre nome social e nome civil, adotando o nome declarado pela pessoa no momento da emissão.

Além disso, a carteira de identidade será impressa sem o campo referente ao sexo. Um decreto que regulamentará essas alterações está previsto para ser publicado no final de junho. A partir desse momento, todos os novos documentos emitidos seguirão o novo modelo.

Essas mudanças na Carteira de Identidade Nacional foram solicitadas pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, com o objetivo de promover maior cidadania e respeito às pessoas LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers, Intersexos, Assexuais e Outras). Elas fazem parte do compromisso do governo federal com políticas públicas voltadas para esse público.

A Carteira de Identidade Nacional determina o CPF como um número único e válido em todo o território nacional. Atualmente, o documento pode ser utilizado em 12 estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Para obter a nova carteira, os cidadãos devem procurar a Secretaria de Segurança Pública do estado em que desejam ser atendidos.

Com a introdução da nova identidade, a probabilidade de ocorrência de fraudes é reduzida, uma vez que anteriormente era possível que uma mesma pessoa tivesse um número de RG por estado, além do CPF.

A nova carteira de identidade terá um QR Code, que possibilitará a verificação de sua autenticidade por meio de qualquer smartphone, bem como a identificação se o documento foi furtado ou extraviado. Além disso, ela contará com um código de padrão internacional chamado MRZ, o mesmo utilizado em passaportes, o que também permitirá seu uso como documento de viagem.

Via Agência Brasil.

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