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Senado aprova fim da “saidinha” de presos

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O Senado aprovou nesta terça-feira (20) o projeto de lei que acaba com as saídas temporárias de presos em feriados e datas comemorativas, mas mantém a autorização para que detentos em regime semiaberto possam estudar fora da prisão. Como os senadores fizeram mudanças, a proposta será analisada novamente pela Câmara dos Deputados, que aprovou o projeto em 2022. 

A proposta foi aprovada por 62 votos favoráveis e dois contrários – dos senadores Cid Gomes (PSB-CE) e Rogério Carvalho (PT-SE). 

A legislação atual prevê a saída temporária, conhecida como “saidinha”, para condenados no regime semiaberto. Eles podem deixar a prisão cinco vezes ao ano para visitar a família em feriados, estudar fora ou participar de atividades de ressocialização.

Segundo o relator da proposta no Senado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o projeto de lei aprovado hoje busca extinguir a saída temporária em vista dos recorrentes casos de presos detidos que cometem infrações penais durante o gozo desse benefício. “Ao permitir que presos ainda não reintegrados ao convívio social se beneficiem da saída temporária, o Poder Público coloca toda a população em risco”, argumentou. 

A proposta aprovada também prevê a realização de exame criminológico para permitir a progressão de regime de condenados. De acordo com o texto, um apenado só terá direito ao benefício se “ostentar boa conduta carcerária, comprovada pelo diretor do estabelecimento e pelos resultados do exame criminológico”. 

“O exame é uma junta médica em que um conjunto de médicos, psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais vai determinar de forma técnica a capacidade dessa pessoa ter direito a progressão de regime ou livramento condicional”, explicou o senador. 

Por emenda apresentada pelo senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na Comissão de Segurança Pública, fica permitida a saída de presos para frequência a curso profissionalizante, de ensino médio ou superior. Não se enquadram nessa permissão os presos que praticaram crime hediondo ou crime praticado com violência ou grave ameaça contra a pessoa. 

O projeto estabelece regras para a monitoração de presos com o uso de tornozeleira eletrônica. Segundo a proposição, o juiz pode determinar a fiscalização eletrônica como requisito para o cumprimento de penas do regime aberto e semiaberto e de presos com restrição de circulação pública e para estabelecer o livramento condicional. 

A legislação será chamada de “Lei Sargento PM Dias”, em homenagem ao policial militar de Minas Gerais que foi morto em janeiro deste ano durante uma perseguição na capital mineira. O autor do crime era um beneficiário da saída temporária. 

Governo

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), liberou a bancada do governo para votar. Segundo ele, não há ainda nenhuma posição firmada pelo governo sobre a possibilidade de vetar a proposta. 

O líder do PT no senado, Fabiano Contarato (PT-ES), se manifestou favorável ao texto-base do projeto e também liberou a bancada para a votação. Ele disse ser contra a saída temporária de presos. 

Ressocialização 

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliam que a extinção do benefício não tem relação com a queda na criminalidade. 

O secretário Nacional de Políticas Penais (Senappen), Rafael Velasco, lembra que o cumprimento do benefício da saída temporária não é uma exclusividade do Brasil, que existe em todo o mundo, e que é absolutamente necessário para a retomada da vida fora da prisão após cumprimento da pena.

“É um benefício humanitário, ele serve para reintegração social progressiva do preso, serve dentro dos processos de ressocialização dele, uma aproximação tanto familiar quanto social”, ressalta o secretário.

A diretora-executiva do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), Marina Dias, avalia que a saída temporária é extremamente importante para o processo de ressocialização, de retomada da vida daquela pessoa que está já cumprindo a pena, mas já está num processo de término da pena, justamente para retomar os seus vínculos na comunidade e com seus familiares. 

As pessoas encarceradas que têm direito à saída temporária são aquelas que estão no regime semiaberto, ou seja, que já podem deixar o presídio em algum momento para trabalhar, estudar ou para atividades que possam contribuir para sua reintegração social.

Com informações: Agência Brasil

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MP abre procedimento para investigar sanções ilegais de leis por parte da Prefeitura de PG

Foto: Assessoria/Divulgação

O Ministério Público (MP) abriu uma notícia de fato para apurar uma possível irregularidade por parte da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG) de leis não enviadas pelo Legislativo Municipal – entre elas a renegociação de dívidas entre o município e a Sanepar e a aprovação de benefícios fiscais para a empresa Nissin. O procedimento foi aberto na 12ª Promotoria de Justiça de Ponta Grossa, após a denúncia enviada pelo presidente do Legislativo Municipal, Filipe Chociai (PSD).

A discussão em torno do tema começou após a Prefeitura sancionar uma série de leis que não tinham sido oficialmente avalizadas pelo Legislativo – entre elas estão propostas que tratam da renegociação de dívidas com a Sanepar e a concessão de benefícios fiscais para a empresa Nissin. “Nós tivemos diversas leis que foram colocadas em vigor sem o devido processo legal, o que coloca em cheque o desenvolvimento da cidade“, explica Chociai.

“Na nossa visão, há uma clara irregularidade. Como a Prefeitura sanciona uma lei sem que o Legislativo dê o aval completo?”, criticou Filipe. “Levamos o caso ao Ministério Público diante da gravidade da situação. Temos diversas leis que passaram a vigorar sem o devido aval da Câmara, o que é uma aberração jurídica e um desrespeito à Casa do Povo“, pontua Chociai. 

Agora, com o procedimento aberto, o Ministério Público deverá pedir o posicionamento das partes envolvidas, oficiando também a gestão da Prefeitura. Para Filipe, a medida é necessária para reestabelecer a harmonia entre poderes. “Acredito que o Ministério Público vai encontrar as irregularidades que temos enfrentado por parte da Prefeitura”, explica o presidente da Câmara.

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Aliel participa de debate sobre Transição Energética no Brasil

Aliel compareceu nesta segunda-feira (19), ao seminário da Folha de São Paulo para debater sobre a transição energética no Brasil | Foto: Assessoria de Imprensa/Divulgação

Em comemoração aos 103 anos do jornal Folha de São Paulo, foi realizado nesta segunda-feira, 19, um debate que tem ampliado cada vez mais sua importância: o Seminário sobre Transição Energética no Brasil. O evento, marcado pela presença de autoridades no assunto, destacou-se pela participação do deputado federal Aliel Machado (PV), relator do projeto de mercado de carbono na Câmara dos Deputados.

O seminário foi mediado por Adriana Fernandes e reuniu uma série de palestrantes, incluindo Gesner de Oliveira, autor do livro “Nem Negacionismo, Nem Apocalipse”; Ricardo Bastos, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE); e Ricardo Mussa, CEO da Raízen, empresa líder em bioenergia e fabricante de etanol de cana-de-açúcar.

O deputado Aliel Machado, que desempenhou um papel fundamental como relator do projeto de lei de crédito de carbono na Câmara dos Deputados, trouxe contribuições para o debate sobre as políticas e medidas necessárias para impulsionar a transição energética no país. Sua presença no evento reforça o compromisso com a sustentabilidade e a chamada “pauta verde”.

O Seminário sobre Transição Energética no Brasil, realizado em meio às celebrações do aniversário do jornal, demonstrou mais uma vez o papel crucial da imprensa na promoção do debate público e na busca por soluções para os desafios enfrentados pelo país. Ao longo de seus 103 anos de história, a Folha de São Paulo continua a se destacar como um espaço para o intercâmbio de ideias e conhecimentos.

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Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso em PG pela PF

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (8/2), ao menos dois ex-assessores de Jair Bolsonaro na época em que ele era presidente da República.

Um dos presos foi Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência. Segundo fontes da PF, Martins foi detido em Ponta Grossa (PR).

O outro ex-assessor preso foi o coronel Marcelo Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e atual segurança do ex-presidente contratado pelo PL. O militar foi detido em Brasília.

As prisões ocorreram no âmbito da Operação Tempus Veritatis, deflagrada com o objetivo de investigar suposta organização criminosa que teria atuado na tentativa de “golpe de Estado” para manter Bolsonaro no poder, após a derrota nas eleições de 2022.

Ao todo, a PF cumpre nesta quinta-feira 33 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva e 48 medidas cautelares diversas da prisão.

As medidas cautelares incluem proibição de manter contato com os demais investigados, proibição de se ausentarem do país, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas, e suspensão do exercício de funções públicas.

Autorizados pelo STF, os mandados são cumpridos em Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e Distrito Federal.

A operação teve o próprio Bolsonaro como alvo, além dos ex-ministros Augusto Heleno, Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira, Anderson Torres, e de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.

Com informações de: Metrópoles

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Ampliação do HU-UEPG é pauta de reunião entre Aliel e ministra da Saúde

(Foto: Divulgação)

O Deputado Federal Aliel Machado (PV) realizou nesta semana uma reunião estratégica com a Ministra da Saúde, Nísia Trindade, em Brasília, visando o projeto de expansão do Hospital Universitário de Ponta Grossa (HU-UEPG).

Durante o encontro, o parlamentar ponta-grossense destacou a importância do projeto de ampliação apresentado pelo HU-UEPG. O plano inclui a construção de uma nova torre com cinco andares, integrando salas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), leitos, centro cirúrgico e outros espaços hospitalares, em uma previsão de investimento de R$ 60 milhões. Os projetos necessários ainda estão sendo desenvolvidos pelo HU para serem apresentados primeiro à Secretária de Estado da Saúde (Sesa), mantenedora do hospital, e posteriormente ao Ministério da Saúde.

O objetivo da expansão, que pode durar até três anos, é ampliar a capacidade de atendimento do hospital para a população da regional de saúde Ponta Grossa, Irati e Telêmaco Borba, que abrangem cerca de 1,1 milhão de habitantes.

Além de ser uma referência para a população local, o Hospital Universitário de Ponta Grossa desempenha um papel crucial no atendimento de politraumas para os municípios abrangidos pelas regionais citadas. A ampliação foi proposta pela direção do HU no encontro com a ministra em Ponta Grossa no ano passado e foi referendada pelo deputado Aliel Machado. A obra visa aprimorar a capacidade de resposta e atendimento a situações de urgência e emergência, fortalecendo o sistema de saúde regional.

A ministra também lembrou das ações do Ministério por Ponta Grossa e região no último ano. De acordo com ela, a recepção aos profissionais do Mais Médicos, realizada no ano passado durante visita à cidade, foi um momento muito marcante. Na ocasião, a convite do deputado, a ministra fez a recepção dos 30 médicos que estão atendendo nas Unidades Básicas de Saúde do município. Com a intervenção do parlamentar, Ponta Grossa foi a cidade que mais recebeu profissionais no Paraná. Além disso, foi anunciado na ocasião a construção do Centro de Referencia em Reabilitação (CER), que também será construído anexo ao HU-UEPG. 

Ao fim da reunião, Aliel agradeceu mais uma vez a atenção da Ministra da Saúde e reiterou o compromisso do seu Gabinete Parlamentar em colaborar no que for necessário para concretizar esse projeto essencial para a saúde da região.

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Aliel e Ministra da Saúde anunciam habilitação da UPA Santana 

O deputado e a ministra discutem a habillitação da UPA Santana (Foto: Divulgação)

O município de Ponta Grossa passa a ter um avanço significativo na área da saúde com a habilitação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) junto ao Ministério da Saúde. O anúncio foi feito pelo deputado federal Aliel Machado (PV) juntamente com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, nesta terça-feira (23).

A adição da UPA Santana ao sistema federal fortalecerá o atendimento e contribuirá para a melhoria dos serviços de saúde. Com o credenciamento, Ponta Grossa passa a ter duas UPAs cadastradas no Ministério da Saúde. Além disso, essa ação representa um avanço financeiro considerável ao município. De acordo com o parlamentar, que apresentou a demanda ao Ministério da Saúde, Ponta Grossa receberá um repasse anual permanente do Governo Federal de R$ 2,2 milhões. 

“Com muito orgulho, estou novamente ao lado da nossa ministra, que vem trabalhando muito para recuperar a imagem do nosso Ministério da Saúde. E o trabalho pela nossa região continua. Além do novo Centro Especializado em Reabilitação (CER), anunciado no ano passado, e da recepção aos profissionais do Mais Médicos, o ministério habilitou o pronto atendimento Santana para receber recursos federais, transformando-a legalmente em uma UPA”, comemora Aliel. 

Aliel destacou a importância desse credenciamento, ressaltando que essa ação é essencial para atender de forma adequada a demanda crescente da população ponta-grossense.

Com essa iniciativa, o deputado reforça seu compromisso de buscar melhorias na prestação de serviços de saúde. “Isso representa um passo significativo na construção de um sistema de saúde mais eficiente para todos os cidadãos”, disse Aliel.

Já a ministra também destacou os avanços do SUS na cidade. “Estivemos juntos em Ponta Grossa no ano passado, o que me causou muita emoção em fazer a recepção do Mais Médicos. Além de poder anunciar tanto o Centro de Reabilitação quanto outras iniciativas que vieram depois, como a UPA”, disse Nísia. A ministra finaliza dizendo que seguirá fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS) de Ponta Grossa.

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Lula assina decreto que reajusta salário mínimo para R$ 1.412

O reajuste começará a ser depositado somente em fevereiro. [Foto: gov.br/Ricardo Stuckert – (PR)]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que reajustará, a partir de 1º de janeiro de 2024, o valor do salário-mínimo, que passará a ser de R$ 1.412. De acordo com o Palácio do Planalto, Lula deixou o decreto assinado antes de viajar para a base naval da Restinga da Marambaia, onde passará o Réveillon.A expectativa é de que o decreto seja publicado ainda nesta quarta-feira (27) em edição extra do Diário Oficial da União.O novo valor representa um aumento de R$ 92 ante ao valor atual (R$ 1.320). A valorização acima da inflação constava em medida provisória enviada pelo presidente Lula em maio ao Congresso, que a aprovou em agosto. O novo valor, então, foi incluído na lei orçamentária para 2024, aprovada pelo parlamento no dia 22 de dezembro.A definição do novo valor deriva de uma fórmula que havia sido adotada durante os governos anteriores do PT, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e a variação do Produto Interno Brito (PIB, que é a soma de todas as riquezas produzidas no país).

Como entrará em vigor a partir do primeiro dia de janeiro, o novo valor começará a ser depositado no início de fevereiro.

Via: Agência Brasil

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Santa Casa e ISPAR de PG terão mais R$ 10,2 milhões para oncologia

A Santa Casa de Misericórdia e o Instituto Sul Paranaense de Radiologia (Ispar) de Ponta Grossa terão mais recursos federais para o tratamento contra o câncer. Os recursos, que passam de R$ 10,2 milhões para as duas instituições, foram confirmados pelo deputado federal Aliel Machado (PV) e publicados via portaria do Ministério da Saúde na semana passada. Para a Santa Casa de Misericórdia serão repassados R$ 8,3 milhões, enquanto o Ispar terá repasse total de R$ 1,8 milhão.

A portaria nº 2.386/2023 – estabelece recurso do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde – Grupo de Atenção Especializada, a ser incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC) do estado do Paraná e municípios. Além de Ponta Grossa, outros municípios como Guarapuava, Foz do Iguaçu, Curitiba, Cascavel, Maringá, entre outros, também serão atendidos. No total, serão quase R$ 300 milhões em recursos repassados pelo Governo Federal. 

“São recursos importantes para o tratamento contra o câncer em hospitais e institutos de referência. O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, tem feito todos os esforços para garantir e aumentar os repasses. Somente este ano para Ponta Grossa foram milhões para a Saúde. Além da nossa conquista de R$ 6 milhões para o caixa da prefeitura, para custeio, tivemos ainda a liberação de R$ 7,8 milhões para o Centro Especializado em Reabilitação (CER) no HU-UEPG. O anúncio foi feito com a ministra Nísia Trindade, durante o acolhimento dos profissionais do novo Mais Médicos, sendo a cidade que mais recebeu médicos do programa no Paraná”, relembra Aliel.

De acordo com a portaria, o Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do montante estabelecido no art. 1º, aos Fundos Estadual e Municipais de Saúde do estado do Paraná, em parcelas mensais, mediante processo autorizativo encaminhado pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde.

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Aliel destaca importância do PL do crédito de carbono para o meio ambiente

Aliel durante a COP28

O deputado federal Aliel Machado (PV-PR) é o relator na Câmara dos Deputados do PL do Mercado de Carbono (PL 2148/2015). Desde que foi designado relator do projeto pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), o parlamentar paranaense vem debatendo o texto e se reunindo com dezenas de representantes de diversos setores da sociedade. Recentemente o deputado esteve representando o Brasil para tratar do tema na COP28, em Dubai. Durante as reuniões, Aliel fez questão de destacar a importância da aprovação do projeto para o meio ambiente.

Na COP28, que foi realizada entre os dias 30 de novembro a 12 de dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, Aliel participou de painéis, debates e entrevistas para a imprensa do Brasil e do exterior. Um dos temas mais debatidos na Conferência do Clima, o mercado de crédito de carbono atraiu atenções do mundo todo. Além das reuniões com os setores, o parlamentar também participou de painéis com empresários, como o Diálogo Empresarial para uma economia de baixo carbono, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Sabemos da importância do tema, porque o mundo precisa reduzir as suas emissões de carbono. Nós estamos vendo a tragédia ambiental que está afetando milhões de pessoas pelo mundo”, alertou Aliel durante a COP28, no painel do Espaço Brasil.

O parlamentar tem a missão de construir o texto que irá regular o mercado de carbono no país e que deverá ser apreciado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Para isso, é preciso trabalhar com a legislação para os mercados voluntário e regulado. “O mercado de carbono diz respeito à diminuição das emissões de gás carbônico na atmosfera, que terão parâmetros obrigatórios de redução para as empresas e outros setores no mercado regulado nos próximos anos. Caso elas diminuam mais que o obrigatório, elas terão uma cota para poder transacionar no mercado. Já o mercado voluntário tem um ativo muito grande, principalmente com as nossas florestas. É uma oportunidade que teremos, além do impacto positivo na economia, de valorizarmos as nossas comunidades, aqueles que mantiveram a floresta de pé. Por isso vamos incentivar para que a árvore tenha maior valor de pé do que derrubada”, revela o deputado.

No período em que vem trabalhando na elaboração do relatório, há cerca de dois meses, Aliel já se reuniu com empresas, órgãos do Governo, incluindo os ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda, com especialistas no assunto que representam vários países, com Organizações não Governamentais (ONG’s), imprensa, entre outros. O objetivo é debater o tema com o maior número de interessados possíveis e conseguir elaborar uma legislação que garanta previsibilidade e segurança jurídica.

“Temos feito um esforço para conseguir a aprovação do texto o mais breve possível. Mas para isso, buscamos a contribuição do maior número de pessoas e setores. O mercado irá trazer benefícios financeiros para o país, que possui um enorme ativo com as florestas e preservação. Mas, acima de tudo, o maior ganho será para o meio ambiente. É um tema que não pode mais ser deixado para depois. Temos enfrentado ocorrências climáticas e catástrofes que atingem o mundo todo. Por isso é urgente que façamos algo. É um orgulho poder contribuir para que isso ocorra”, afirma o relator.

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Prefeita Elizabeth assina contrato para modernizar serviço de iluminação pública em Ponta Grossa

Nesta terça-feira (12), a prefeita Elizabeth assinou o contrato de concessão administrativa dos serviços de iluminação pública com o consórcio Ponta Grossa-Luz. O Conservatório Maestro Paulino foi o palco da assinatura que representou a primeira Parceria Público-Privada (PPP) realizada pela Prefeitura de Ponta Grossa.

“A assinatura deste contrato materializa o compromisso de transformar Ponta Grossa em uma cidade inteligente. Em breve, a Enel-X assumirá a manutenção, modernizando 47 mil pontos de iluminação, expandindo para mais 12 mil, instalando 15 bases cênicas em prédios históricos e tornando nossa cidade mais segura, bonita e eficiente. Este é apenas o começo de uma jornada inovadora que coloca nossa cidade em destaque global. Parabéns a todos que tornaram isso possível!”, destaca a prefeita Elizabeth Schmidt.

Na avaliação da presidente da Agência de Inovação e Desenvolvimento, Tônia Mansani, o contrato de PPP dá início a novas possibilidades. “No eixo da democratização tecnológica e inclusão digital buscamos iniciativas que ampliem o acesso à tecnologia, assim como os benefícios que a tecnologia pode trazer às pessoas. A modernização da iluminação pública é, sem dúvida, uma das mais importantes”, destaca.

O presidente da Enel X, empresa que lidera o Consórcio, falou da expectativa para os trabalhos que serão realizados na cidade. “Somos uma das maiores empresas de gestão de iluminação pública do mundo, com três milhões de pontos de iluminação em vários países. Em Ponta Grossa, vamos trazer aprendizados globais e tecnologias para tornar a cidade mais eficiente e inteligente. Estamos animados com essa parceria”, enfatiza.

O superintendente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Onofre da Luz, ressaltou que o objetivo do banco é auxiliar o município na estruturação e acompanhamento. “Vamos acompanhar mensalmente todo o desenvolvimento do projeto, visando à redução de custos e à melhoria na qualidade para que a modernização da iluminação pública de Ponta Grossa seja um sucesso”, afirma.

Em um leilão realizado na Bolsa de Valores, em São Paulo, no mês de maio, o consórcio Ponta Grossa-Luz venceu a concorrência da Parceria Público-Privada (PPP) de Iluminação Pública de Ponta Grossa. Os investimentos nessa parceria somam R$ 114 milhões. O Consórcio Ponta Grossa-Luz vai gerir pelos próximos 13 anos toda a iluminação pública de Ponta Grossa, em mais 47 mil pontos, além da implantação de novos pontos de iluminação. O Projeto de Concessão do Sistema de Iluminação Pública, na modalidade Parceria Público-Privada (PPP) foi apresentado em dezembro de 2021. 

A iluminação pública da cidade receberá investimentos do setor privado para modernização, com conversão para LED, além da extensão de rede, contemplando áreas hoje deficientes de iluminação. 

Presenças

Participaram da assinatura a prefeita Elizabeth Schmidt, a presidente da Agência de Inovação e Desenvolvimento, Tônia Mansani, o secretário municipal de Serviços Públicos, Eduardo Marques, o secretário municipal da Fazenda, Cláudio Grokoviski, o procurador geral do município, Gustavo Schemin da Matta, o superintendente da Rede da Caixa Econômica Federal, Gilberto Onofre da Luz, o superintendente executivo de Governo, Marques Calixto, superintendente executivo de Varejo, Leandro Henrique Faustin, o presidente da Enel-X Brasil S.A, Francisco Scroffa, o diretor do Consórcio Ponta Grossa-Luz e da B2G, Carlos Eduardo Cardoso de Souza, o representante do Banco Mundial e International Finance Corporation, Daniel Teller, além de representantes dos Poderes Executivo e Legislativo.

Transparência

Todos os documentos e informações da PPP de Ponta Grossa estão disponíveis no site https://consultapublica.pontagrossa.pr.gov.br

Realização

A Parceria Público-Privada (PPP) para Concessão dos serviços de Iluminação Pública é liderada pela Prefeitura de Ponta Grossa através da Agência de Inovação e Desenvolvimento (Vale dos Trilhos) e comissão técnica das secretarias municipais de Infraestrutura e Planejamento, Serviços Públicos, Fazenda e Procuradoria Geral do Município.

A assessoria técnica é realizada pela Caixa Econômica Federal com apoio financeiro do Fundo de Apoio a Concessões e Parcerias (FEP Caixa), com coordenação do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e da Casa Civil. Os estudos contaram com o apoio técnico e financeiro da International Finance Corporation (IFC) e Global Infrastructure Facility, vinculados ao Grupo Banco Mundial. A modelagem deste projeto contou com a assessoria da EY e Manesco, Ramires, Perez, Azevedo Marques – Sociedade de Advogados.

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