
A cantora e compositora americana Dolly Parton morreu aos 80 anos nesta terça-feira (25), em Nashville, no Tennessee, nos Estados Unidos. A informação foi anunciada pelo sobrinho da artista, Bryan Seaver, em um vídeo publicado nas redes sociais. A causa da morte ainda não foi divulgada.
No vídeo, Seaver, que também era responsável pela segurança da cantora, afirmou que o anúncio era algo que Dolly havia pedido a ele anos atrás. “Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, disse.
Considerada uma das maiores representantes da música country, Dolly Parton construiu uma carreira de mais de seis décadas e ultrapassou as fronteiras do gênero. Entre os maiores sucessos estão “Jolene”, “9 to 5” e “I Will Always Love You”, composição que ganhou projeção internacional após ser gravada por Whitney Houston para a trilha sonora do filme O Guarda-Costas, em 1992.
Ao longo da carreira, Dolly recebeu diversos dos principais reconhecimentos da indústria musical. A artista conquistou 11 prêmios Grammy, além de ter sido incluída no Country Music Hall of Fame e no Rock and Roll Hall of Fame. Também atuou no cinema, na televisão e na Broadway, além de desenvolver projetos empresariais e filantrópicos.
Dolly Parton também era madrinha da cantora e atriz Miley Cyrus, com quem manteve uma relação próxima ao longo dos anos.
Problemas de saúde
Nos últimos meses, Dolly havia falado publicamente sobre problemas de saúde. Em entrevista à revista People publicada na sexta-feira (21), quatro dias antes de sua morte, a cantora afirmou que passou por um período difícil e que havia deixado de prestar atenção à própria saúde enquanto cuidava do marido. Carl Dean, marido de Dolly por quase 60 anos, morreu em março de 2025, aos 82 anos.