
O Cuiabá foi punido pela FIFA com um transfer ban por causa de uma dívida de aproximadamente R$ 4 milhões com o técnico português Petit, que comandou o clube em 2024. A sanção impede o Dourado de registrar novos jogadores enquanto a pendência não for quitada.
De acordo com o presidente do Cuiabá, o clube tem 60 dias para regularizar a dívida e retirar a punição. O dirigente, porém, atribuiu a dificuldade para cumprir o compromisso a valores que o clube ainda tem a receber de outras equipes do futebol brasileiro.
Em declaração sobre a situação, o presidente afirmou que o Cuiabá não teria chegado ao ponto de sofrer o transfer ban caso tivesse recebido pagamentos pendentes de Corinthians, Santos, Grêmio e Atlético-MG.
“O Cuiabá não teria chegado a essa situação se não fosse os calotes que sofremos do Corinthians, do Santos, do Grêmio e do Atlético-MG. Como que um clube que tem R$ 42 milhões a receber passa por essa situação? Vou dar um jeito de pagar”, afirmou.
Transfer ban impede novos registros
A punição aplicada pela FIFA representa uma restrição importante para o Cuiabá no mercado da bola. Enquanto o transfer ban estiver ativo, o clube fica impedido de registrar novos jogadores, seja por contratação definitiva ou por empréstimo.
A medida permanecerá em vigor até que a dívida seja regularizada e a FIFA retire oficialmente a sanção. Com isso, o Cuiabá precisará solucionar a pendência financeira antes de poder voltar a inscrever novos reforços.
O valor de aproximadamente R$ 4 milhões é referente a uma dívida com Petit, treinador português que esteve à frente da equipe durante a temporada de 2024.
Petit comandou o Cuiabá em 2024
Petit chegou ao Cuiabá em maio de 2024 e permaneceu no comando da equipe por alguns meses. O treinador português deixou o clube em agosto daquele ano, após pedir demissão depois de uma reunião com a diretoria.
Agora, mais de dois anos após sua saída, a pendência financeira relacionada ao período em que esteve no clube resultou em uma punição da FIFA ao Dourado.
O Cuiabá terá, portanto, 60 dias para encontrar uma solução e quitar a dívida. Enquanto isso, o clube seguirá impedido de registrar novos atletas, em uma situação que o presidente relaciona diretamente aos valores ainda não recebidos de outras equipes brasileiras.