Bento Gonçalves, um menino de 2 anos e meio, foi diagnosticado com a síndrome de Coffin-Siris, uma doença genética rara que causa anomalias congênitas em múltiplos sistemas do corpo. Com dificuldades significativas em sua audição e mobilidade, Bento enfrenta uma rotina de acompanhamentos médicos, como fonoaudiologia, fisioterapia, neurologia, entre outros.
Sua mãe, Ketlyn Gonçalves, criou uma vakinha online para arrecadar fundos e garantir a compra de um aparelho auditivo que custa R$ 7.000,00. Este aparelho é crucial para o desenvolvimento de Bento, permitindo que ele possa ouvir, comunicar-se melhor e interagir de forma mais eficaz com o mundo ao seu redor.
“Infelizmente, o aparelho não é coberto pelo plano de saúde e o SUS ainda não tem previsão para fornecer. Por isso, criamos essa vakinha, com a esperança de contar com a solidariedade de todos”, explica Ketlyn, que está organizando a campanha. A arrecadação tem como objetivo proporcionar ao pequeno Bento a chance de uma vida mais plena e com mais possibilidades de comunicação.
A vakinha pode ser acessada através do link https://www.vakinha.com.br/5311114 e qualquer contribuição será de grande ajuda para melhorar a qualidade de vida de Bento.
A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, anunciou nesta segunda-feira (23) a criação de um Grupo de Trabalho voltado à revisão dos salários dos médicos municipais. A decisão foi tomada durante uma reunião com representantes da categoria e vereadores, tendo como ponto de partida o reajuste no salário dos agentes políticos aprovado pela Câmara, que permitirá a revisão do teto salarial da prefeita e, consequentemente, dos médicos.
Durante o encontro, a prefeita reafirmou seu compromisso com a valorização dos profissionais da saúde. “E não é só no salário. Também estamos reformando todas as unidades de saúde e agora vamos rever o quadro de salários. Em 2025, vamos fazer um novo concurso e ampliar a oferta desse serviço”, destacou. Elizabeth também agradeceu a dedicação dos médicos, reconhecendo os desafios enfrentados pela categoria ao longo dos anos.
Composição e objetivos do Grupo de Trabalho
O Grupo de Trabalho será composto por representantes dos médicos, da administração municipal e do sindicato dos servidores. Entre os participantes da reunião estiveram os vereadores Doutor Zeca, Doutor Erick e Júlio Küller, além de membros do Executivo, como o procurador-geral Gustavo Schemim da Matta, o secretário de Fazenda Cláudio Grokoviski, a secretária de Administração e Recursos Humanos Cliciane Garczarek, e o chefe de Gabinete Edgar Hampf.
O grupo terá como meta elaborar uma proposta para um novo quadro salarial, que será apresentado à Câmara Municipal em forma de Projeto de Lei. Os vereadores presentes se comprometeram a acompanhar as discussões e a tramitação do projeto.
Próximos passos
A expectativa é de que as reuniões do Grupo de Trabalho comecem ainda em janeiro, com avanços rápidos para refletir nos salários dos médicos e no planejamento de concursos públicos. “Lembrem sempre, somos da paz, do bem e da Saúde”, finalizou a prefeita, reforçando seu compromisso com a melhoria do atendimento à população e as condições de trabalho da categoria.
O Prever vai muito além da cobertura funeral, oferecendo serviços e benefícios que acompanham você em todas as etapas da vida. Com opções de teleconsultas, assistências, seguros, entre outros benefícios, o Plano Prever proporciona segurança e tranquilidade aos seus associados, ajudando a lidar tanto com as demandas do cotidiano quanto com situações mais delicadas. Conheça cada um dos cinco planos disponíveis e as respostas para as perguntas mais comuns sobre o tema.
Por que fazer um plano funerário?
Os planos funerários são uma forma de assegurar a tranquilidade da família no momento da perda de um ente querido. Sendo associado Prever, você evita que seus familiares precisem lidar com a burocracia e os custos envolvidos no funeral, possibilitando que vivenciem o processo de despedida e luto. Além do serviço funeral, o Plano Prever oferece diversos benefícios para facilitar o seu dia a dia. Ou seja, com um plano Prever, você está garantindo suporte e acolhimento em qualquer fase da vida.
Quanto custa um plano funerário?
O valor de um plano funerário pode variar dependendo das coberturas e assistências oferecidas. No Plano Prever, as mensalidades começam a partir de R$59,00, com diferentes opções de benefícios para atender às necessidades da sua família. Com um pequeno valor mensal, você pode ter a segurança de contar com assistência completa e personalizada.
O que está incluso nos planos Prever?
O Plano Prever conta com cinco opções de cobertura para que você encontre o que melhor atende às necessidades da sua família. Veja a seguir cada plano e seus principais benefícios.
Plano Neo
Ideal para quem busca uma opção individual, o Plano Neo oferece segurança e suporte por apenas R$59,00 mensais.
Contratação individual
Translado livre no estado de residência
Teleconsultas ilimitadas
Orientação jurídica pós-óbito
Acolhimento ao luto
Assistência funeral completa
Plano Essencial
O Plano Essencial oferece coberturas para o bem-estar e tranquilidade da sua família por apenas R$59,00 mensais.
Translado até 100 km
Orientação jurídica pós-óbito
Acolhimento ao luto
Apoio ortopédico
Assistência funeral completa
Plano Bem Estar
O Plano Bem Estar conta com proteção para emergências e acidentes, por apenas R$84,00 mensais.
Translado até 200 km
Teleconsultas ilimitadas
Orientação jurídica pós-óbito
Acolhimento ao luto
Apoio ortopédico
Assistência funeral completa
Seguro acidentes pessoais
Seguro fratura óssea
Seguro invalidez permanente
Plano Bem Seguro
O Plano Bem Seguro oferece benefícios para te proteger de imprevistos em casa e com o seu carro por apenas R$84,00 mensais.
Translado até 400 km
Teleconsultas ilimitadas
Orientação jurídica pós-óbito
Assistência funeral completa
Assistência residencial
Assistência eletro
Assistência auto
Seguro residencial
Seguro mobilidade emergencial
Plano Multiassistência
O Plano Multiassistência é a opção mais completa, incluindo desde a assistência pet até seguros e assistências emergenciais, por apenas R$149,00 mensais.
Translado livre no estado de residência
Teleconsultas ilimitadas
Orientação jurídica pós-óbito
Acolhimento ao luto
Apoio ortopédico
Assistência funeral completa
Seguro acidentes pessoais
Seguro fratura óssea
Seguro invalidez permanente
Assistência residencial
Assistência eletro
Assistência auto
Seguro residencial
Seguro mobilidade emergencial
Seguro prestamista
Assistência pet
Assistência sepultamento – cremação ou locação de jazigo
Como escolher o plano ideal para minha família?
A escolha do plano ideal depende das suas necessidades e do tipo de proteção que deseja para a sua família. Considere o plano com benefícios que se encaixem melhor na sua realidade. Caso precise de ajuda para escolher, entre em contato com a nossa equipe.
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O programa Ônibus da Vacina, uma iniciativa da Prefeitura de Ponta Grossa para ampliar o acesso à imunização, será apresentado na II Oficina Nacional do Projeto ImunizaSUS, evento que acontecerá entre os dias 18 e 20 de novembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF). A ação foi selecionada pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde e está entre as 25 experiências inovadoras do Paraná a serem exibidas no encontro.
A prefeita Elizabeth Schmidt celebrou o reconhecimento: “Ampliar a cobertura vacinal é uma meta de todo o país, e Ponta Grossa tem uma ferramenta diferenciada, que é o Ônibus da Vacina, aproximando a prevenção das pessoas e facilitando o acesso à saúde.”
Impacto local
Desde sua criação, há pouco mais de dois anos, o Ônibus da Vacina aplicou mais de 120 mil doses de imunizantes. A iniciativa se destaca pela agilidade, qualidade no atendimento e facilidade de acesso, tornando-se popular entre os ponta-grossenses.
De acordo com a coordenadora do Departamento Municipal de Imunização, Stela Godoy, que apresentará o projeto em Brasília, o programa tem desempenhado um papel essencial na eliminação de barreiras para a vacinação: “Com o Ônibus da Vacina, diminuímos as barreiras de vacinação em Ponta Grossa.”
A presidente da Fundação Municipal de Saúde, Priscila Degraf, reforçou a importância do projeto: “O Ônibus vai onde as pessoas estão, seja em CMEIs, escolas, indústrias, comércios ou eventos. Essa descentralização facilita o acesso e nos ajuda a atingir as metas de cobertura vacinal.”
Benefícios do programa
Entre os destaques do projeto, estão:
Horários diferenciados, incluindo finais de semana e feriados;
Divulgação ampla da agenda, garantindo acesso à informação;
Disponibilização de todos os imunobiológicos necessários;
Conferência de carteirinhas infantis e oferta do selo “Vacina em Dia” para matrículas escolares;
Atendimento em áreas de difícil acesso, como comunidades rurais e isoladas.
A Prefeitura de Ponta Grossa iniciou na última sexta-feira (1º) o processo de credenciamento para a escolha da Organização Social de Saúde (OSS) responsável pela contratação dos profissionais que irão atender a população na nova UPA Uvaranas, que está com obras na reta final e irá atender as cerca de 100 mil pessoas que vivem na região mais populosa do Município.
De acordo com estimativas da Fundação Municipal de Saúde (FMS), aproximadamente 150 pessoas entre médicos, enfermeiros, demais profissionais de saúde e da área administrativa devem trabalhar na UPA Uvaranas assim que inicie o atendimento à comunidade. O credenciamento das empresas, já informado via Diário Oficial do Município, vai até o próximo dia 26.
Juntamente com o processo de contratação dos médicos e demais profissionais para a UPA, os trabalhos no prédio que fica localizado na esquina da Avenida Carlos Cavalcanti com a Alameda Nabuco de Araújo já estão na fase de acabamento. “A expectativa é que, nas próximas duas semanas, já possamos iniciar a pintura e também a colocação dos forros em toda a estrutura. Além disso, iremos trabalhar na pavimentação do acesso para ambulâncias e demais veículos“, explica o secretário de Infraestrutura e Planejamento Luiz Henrique Honesko.
A nova UPA Uvaranas contará com uma área construída de 1.455,19 metros quadrados e a maior parte das obras foi feita no sistema Light Steel Framing, método de construção inédito nas obras da Prefeitura de Ponta Grossa, para dar ainda mais agilidade aos trabalhos. No total serão investidos cerca de R$ 21 milhões para viabilizar a terceira Unidade de Pronto Atendimento da cidade, que já conta com as UPAs Sant’Ana e Santa Paula.
Além de Uvaranas, a nova UPA será uma referência para regiões como os bairros Neves e Cará-Cará e será fundamental para atender a demanda por pronto atendimento 24 horas em Ponta Grossa.
A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa divulgou a programação do ônibus da vacina para esta semana. Entre os dias 22 e 25 de outubro, o serviço de vacinação itinerante estará presente em diferentes pontos da cidade, oferecendo imunização para a população em áreas estratégicas. Confira os detalhes da agenda:
Terça-feira (22): A ação será realizada na Escola Municipal Professora Judith Macedo Silveira, localizada na Avenida Antônio Saad, n° 935, no Jardim Tânia Mara. O horário de atendimento será das 9h às 17h.
Quarta-feira (23): O ônibus estará na Escola Municipal Professor Kazuko Inoue, situada na Rua Bituruna, n° 650, na Vila Princesa, com atendimento das 9h às 17h.
Quinta-feira (24): A vacinação acontecerá na Escola Municipal Dr. Leopoldo Pinto Rosas, na Rua Rodrigo Silva, n° 926, na Vila Jóquei Clube, das 9h às 17h.
Sexta-feira (25): O último ponto da semana será no Posto Pelanda Tibagi, localizado na Rodovia BR-376, KM 524, com atendimento das 8h às 17h.
Para quem aguarda por uma cirurgia ortopédica, cada dia faz diferença: é um dia a menos de dor, um dia a mais de qualidade de vida. Por isso, o Hospital da Universidade Estadual de Ponta Grossa (HU-UEPG) promove um grande mutirão de cirurgias eletivas de ortopedia. Serão 306 procedimentos de quadril, joelho e mãos, que irão fazer fluir a fila de espera por cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Atender em seis meses a quem aguardou por até seis anos: esse é o objetivo do mutirão, como pontua o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto. A Universidade inova ao optar por atender às cirurgias ortopédicas, em um mutirão inédito. “Nos 14 anos de existência do Hospital Universitário da UEPG, esta é a primeira vez em que haverá um mutirão de ortopedia: um dos mais complexos e uma das maiores listas de espera por cirurgias eletivas”, destaca. “A UEPG está fazendo isso otimizando os recursos financeiros já destinados para o hospital, ou seja, sem aumentar as despesas do nosso HU. É uma forma de retribuir para a população naquilo que ela mais precisa”.
Na sala de cirurgia, a resolução de uma espera de cerca de três anos: Douglas Ferreira, 56 anos, passou por uma artroplastia de quadril, ou seja, a colocação de uma prótese na articulação entre a perna e a bacia, do lado esquerdo. Deitado no leito da Clínica Cirúrgica, poucas horas depois do procedimento, ele mal podia conter a animação: “Olha!” – E mostra os pés alinhados. – “Era uma perna mais curta que a outra. Agora são iguais!”.
Como a maior parte dos problemas de saúde, o do Seu Douglas teve origem complexa. Começou com uma lesão no menisco do joelho, que ele foi deixando de lado, prejudicou outras articulações e chegou à necessidade da artroplastia. A primeira consulta com indicação desse procedimento cirúrgico no HU foi em abril de 2022. Depois, ele passou por outras consultas, palestra de orientações pré-cirúrgicas, exames e agendamento. “Quando eu fiz a palestra, eu já tinha realizado todos os exames necessários. São mais de 20 exames. Então a minha [cirurgia] já saiu mais rápido que o normal, ainda”. A média de espera entre a primeira consulta e a cirurgia, para esse procedimento, é de quatro anos.
É uma fila de espera que foi bastante agravada pela pandemia de Covid-19. “Esses pacientes estão vivendo com dor, com limitação, perda de trabalho, muitas vezes com a família tendo que se mobilizar para poder estar cuidando deste paciente”, explica o diretor técnico do HU, Marcelo Youngblood. “Então, essa iniciativa do mutirão vem na tentativa de agilizar o processo e tentar resolver o problema dos pacientes da maneira mais rápida possível”.
Procedimentos
Durante o mutirão, que terá início em novembro, com as triagens, consultas pré-operatórias e os primeiros procedimentos, serão realizadas 306 cirurgias ortopédicas, sendo 100 procedimentos especializados em quadril, 75 em joelho e 131 em mãos.
A diretora geral dos hospitais da UEPG, professora Fabiana Postiglione Mansani, explica que o mutirão não interfere na rotina do Centro Cirúrgico do HU. “Esse mutirão será realizado aos finais de semana, assim como as consultas de acompanhamento. Esperamos propor novos mutirões, na sequência, para dar vazão às demais listas de espera por cirurgias eletivas”, antecipa.
“O público-alvo desse mutirão são pacientes que estão aguardando há no mínimo quatro anos para realização da cirurgia, com limitação funcional, de trabalho, com dor, e principalmente adultos jovens”, explica o diretor administrativo do HU-UEPG, Simonei Bonatto. O chamamento para o mutirão segue a lista de espera do SUS, que está disponível para consulta no site do HU.
Hoje, são cerca de 250 pacientes na lista de espera para os procedimentos de quadril e 60 aguardando a colocação de prótese de joelho no hospital da UEPG. No ritmo normal do Centro Cirúrgico, em que também acontecem outros procedimentos eletivos e emergenciais (o HU é referência para cirurgia geral, ortopédica, pediátrica, otorrinolaringologia, ginecológica, vascular, entre outras), são realizados, em média, dois procedimentos por semana de cada uma destas artroplastias (de quadril e joelho). O hospital tem registrado, todos os meses, números recordes de cirurgias, mas o mutirão deve permitir agilizar ainda mais o andamento da lista de espera pelos procedimentos eletivos.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, no estado há cerca de 75 mil pacientes aguardando cirurgias eletivas. “A fila nunca cessa, mas o que precisamos é garantir que as cirurgias sejam feitas no prazo, acelerar os que já estão lá há anos e os que entram todos os dias. Precisamos balancear esse processo, que é grande e envolve muita gente”, destaca o secretário da saúde, César Neves. De janeiro a agosto de 2024, o Paraná realizou 442.259 procedimentos pelo SUS, o maior número de eletivas registrado nos últimos 10 anos.
Depois da tão aguardada cirurgia, seu Douglas mal podia se conter no leito. “Será que logo vão me deixar dar uma volta?”, perguntou, ansioso. Queria testar logo o quadril novo, que ele contou que estava considerando como um presente antecipado de aniversário, já que a cirurgia chegou 16 dias antes do aniversário de 57 anos. “Agora vamos aguardar o pós-operatório. Tem a dor, tem o tratamento, mas se ficar 50% da dor que eu tinha, já é vida nova, é qualidade de vida”, comemorou. “É só quem tem esse tipo de coisa que sabe o que é sofrer. Eu não conseguia me acocorar, ficar de joelho, colocar uma meia, um sapato, dependia de tudo para minha esposa fazer para mim. Até um banho, às vezes precisa se abaixar e não consegue. Então, pelo menos, volta a vida normal. Torcendo pra isso!”.
A pequena Maria Clara, de apenas 1 ano, é natural de Santa Catarina e foi diagnosticada com perda auditiva profunda. Seus pais, Patrine e Leonardo, estão mobilizados para arrecadar R$ 350.000,00 necessários para realizar uma cirurgia de implante coclear, que permitirá à filha desenvolver a audição e a fala.
O procedimento pode ser feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas a fila de espera ultrapassa dois anos, tempo que a família não pode aguardar. A urgência da cirurgia é crucial para garantir o desenvolvimento adequado de Maria Clara.
Para arrecadar o valor, a família lançou uma campanha de arrecadação online e conta com o apoio de todos. Qualquer contribuição, independentemente do valor, será fundamental para dar a Maria Clara a chance de ouvir e falar.
Além das doações, a família solicita que a campanha seja amplamente compartilhada, buscando alcançar o maior número de pessoas e garantir que Maria Clara tenha a oportunidade de se comunicar plenamente.
Nesta quinta-feira, 26 de setembro, às 20h, o podcast Pontagrossauros apresenta um novo quadro que busca conversar com profissionais de Ponta Grossa e região sobre temas essenciais para o bem-estar. Os convidados Eduardo Lirani e Hani Dufech, do Instituto Princípio Kaizen, vão abordar a importância da inteligência emocional e saúde mental no contexto pessoal e organizacional.
O Instituto Princípio Kaizen, fundado em Curitiba em 2016, tem como missão promover o desenvolvimento pessoal e profissional por meio de cursos, treinamentos, palestras e workshops. A filosofia Kaizen incentiva a evolução contínua e o melhor uso do potencial humano, tanto no ambiente corporativo quanto individualmente.
Durante o bate-papo, os especialistas discutirão como a inteligência emocional se tornou uma das competências mais valorizadas nas empresas. Eles vão explicar como o gerenciamento adequado das emoções pode gerar resultados positivos, não só para os profissionais, mas também para a organização como um todo.
Além disso, será destacado o papel da integração nas empresas, um fator crucial para manter um ambiente harmônico e produtivo, promovendo a sensação de pertencimento entre os colaboradores.
O evento também trará insights sobre o “TRANSIÇÃO”, um treinamento presencial intensivo de desenvolvimento pessoal, projetado para ajudar os participantes a aprenderem a gerenciar suas emoções e a alcançar autoconhecimentoem apenas um fim de semana.
Não perca essa oportunidade de aprender com dois especialistas sobre como a inteligência emocional pode transformar sua vida e seu ambiente de trabalho. Fique ligado no Pontagrossauros nesta quinta-feira, às 20h, para esse encontro imperdível!
Após a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificar a Mpox como uma Emergência de Saúde Pública devido ao aumento expressivo de casos e mortes causadas por uma nova variante (1b) da doença na África, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alerta sobre as medidas de prevenção e cuidados em relação à doença.
Segundo o Ministério da Saúde (MS), foram notificados no Brasil 709 casos confirmados ou prováveis neste ano, até o momento, número bastante inferior quando comparado aos mais de 10 mil casos notificados em 2022, ano em que foi contabilizado o pico da doença no país e declarada pela OMS a última Emergência de Saúde Pública no Âmbito Internacional (ESPII) para Mpox.
Em 2024, no Paraná, foram identificados 131 casos suspeitos de Mpox e, destes, oito casos confirmados, sem nenhum registro de morte. Essas confirmações estão distribuídas na 2ª Regional de Saúde Metropolitana (6), 17ª RS de Londrina (1) e 19ª RS de Jacarezinho (1). Os dados preliminares são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Em 2022, durante o pico da doença, foram 283 casos no Estado.
“Mesmo com menor incidência no número de casos confirmados e óbitos após o surto de casos que tivemos em 2022, a vigilância e monitoramento da Mpox no Paraná foi constante e ininterrupta. Precisamos manter o alerta e tomar as medidas de prevenção para evitar a disseminação da doença em nosso território”, afirma o secretário da Saúde, César Neves.
COE – Na manhã desta quinta-feira (15), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou a formação de um Comitê de Operação de Emergência (COE) que incluirá a Anvisa, o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e outros órgãos para analisar e coordenar as ações de resposta à doença. De acordo com o MS, a pasta negocia ainda a aquisição de 25 mil doses da vacina junto à Organização Pan-americana de Saúde (Opas).
A vacina é destinada apenas para pessoas diagnosticadas com HIV, imunossuprimidos, que tiveram contato direto com os fluidos e secreções corporais de casos suspeitos ou confirmados para a doença (pós-exposição), além de profissionais de laboratórios que trabalham diretamente com vírus.
DOENÇA – A Mpox é uma doença viral e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. Pode ser transmitida por toque, beijo, relações sexuais ou por meio de objetos como lençóis e roupas contaminadas.
A infecção causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. Os principais sintomas envolvem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga.
As principais medidas de controle são isolamento dos doentes, rastreamento e monitoramento dos contatos íntimos e familiares do paciente e utilização de equipamentos de proteção individual pelos doentes e por parte dos profissionais de saúde ou cuidadores dos casos.
O diagnóstico da doença é realizado de forma laboratorial, por teste molecular ou sequenciamento genético. O teste deve ser feito em todos os pacientes que forem enquadrados na definição de caso suspeito. As amostras são direcionadas para os laboratórios de referência pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).
Com informações da AEN
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