De acordo com o Simepar, nesta quarta-feira (29), há um indicativo de uma maior incursão de ar frio e de baixas temperaturas, com mínimas previstas para até 7ºC. Há previsão de geadas em boa parte do estado, abrangendo o sudoeste, sul centro, a região dos Campos Gerais e um pouco do norte.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na madrugada desta segunda-feira (27), em Brasília, um alerta de perigo para chuvas na Região Sul do país, incluindo o Rio Grande do Sul, já fortemente afetado por enchentes. O alerta vale da 0h01 até as 21h e cita chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou entre 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos intensos que devem variar de 60 a 100 quilômetros por hora.
De acordo com o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. As áreas afetadas incluem o sudoeste rio-grandense, área metropolitana de Curitiba, Vale do Itajaí, grande Florianópolis, região metropolitana de Porto Alegre, sudeste rio-grandense, nordeste rio-grandense, centro oriental paranaense, norte catarinense, sul catarinense, norte pioneiro paranaense e região serrana.
Ciclone
Nas redes sociais, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, alertou para um ciclone que também deve repercutir na região.
“Esta segunda-feira deve ser uma segunda-feira difícil para alguns municípios aqui no estado. Tem um ciclone se formando no mar e que vai trazer ventos fortes e chuva para os municípios da região leste do estado”, disse, em vídeo postado no Instagram.
“Essa região deve ter um volume de chuvas que, segundo a sala de situação, não vai ser responsável por forte elevação do nível dos rios ou do Guaíba, por exemplo. Mas são municípios que já estão com os seus sistemas de drenagem muito impactados, como é o caso aqui da capital, Porto Alegre, e de municípios da região. Podem ter transtornos significativos por conta da chuva que vamos ter nesta sexta-feira e também em uma parte da terça-feira”, argumentou.
Transtornos
Segundo o governador, municípios gaúchos incluindo Pelotas, São José do Norte, São Lourenço e Rio Grande, que já têm trechos tomados por água da Lagoa dos Patos, também podem registrar “transtorno um pouco maior nesta segunda-feira”.
“Por isso, a gente pede a todos que, podendo evitar se deslocar, evitem deslocamentos na cidade por conta dos transtornos que poderão acontecer”, observou.
“A gente está com equipes nas ruas, segurança pública, bombeiros, defesa civil e brigada militar buscando dar contribuições aos municípios para manter as coisas sob controle, atender às pessoas que mais necessitam. Mas é importante contar com o alerta de todos e evitar se expor a riscos desnecessários”, concluiu o governador.
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um novo alerta para todo o Paraná, um laranja e amarelo, ambos notificam a queda brusca de temperatura no Paraná e chuvas.
Os dois alertas abrangem todo o estado e iniciam sua atividade às 22h desta segunda (13) e com previsão de termino para às 9h de quarta (15). Em algumas cidades, a temperatura mínima pode ser de um dígito apenas.
O Alerta Amarelo serve para Chuvas intensas de até 20 a 30km/h previstas para esta segunda (13), com rajadas de vento de até 40 a 60km/h. Já o Laranja emite um alerta para declínio de temperatura de mais de 5ºC.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas fortes no Rio Grande do Sul a partir desta sexta-feira (9). A expectativa é de que se prolongue até o domingo (12) com maior intensidade entre o centro-norte e leste do estado, incluindo o litoral norte e o sul de Santa Catarina.
“Neste período, os volumes de chuva podem passar dos 100 milímetros (mm). Ainda conforme a previsão, os ventos mudarão de direção e soprarão predominantemente de sul. Entre o fim do domingo (12) e a segunda-feira (13), as rajadas variam de oeste a sul e depois de sul, com velocidade acima de 30 km/h. Já na terça-feira (14), os ventos enfraquecem”, informou o instituto.
Ainda segundo o Inmet, a instabilidade, em particular no Rio Grande do Sul neste fim de semana, decorre do recuo de uma frentefria de Santa Catarina para o estado, após uma frente quente, permanecendo então por lá “causando áreas de instabilidade e um gradual ingresso de ar frio”.
Na segunda-feira (13), com o frio ganhando força, poderá ocorrer geadas. A partir da terça-feira (14), a chegada de uma outra frente de ar frio e seco, de origem polar, deverá afastar a instabilidade.
“É importante ressaltar que os volumes de chuva previstos podem causar novos transtornos em áreas já afetadas anteriormente. Por esse motivo, o Inmet alerta e recomenda acompanhar e seguir as orientações da Defesa Civil Nacional”, informou, em nota, o instituto.
O estado do Rio Grande do Sul volta a ficar em alerta na metade desta semana, a previsão de chuva volta a alarmar a região, que já sofreu com os impactos da chuva e alagamentos desde a última semana. De acordo com o Climatempo, um aumento nas condições de pancadas fortes de chuvas se dá pelo avanço de uma nova frente fria e que irá atingir a região do estado gaúcho.
Uma nova frente fria irá se formar na Argentina nesta quarta (8) e se desloca para alto mar, o que irá impactar a região gaúcha, com o aumento da chuva em todo o território no Rio Grande do Sul.
De acordo com as previsões, a queda brusca de temperatura prevista para essa quarta (8) irá impactar significativamente os trabalhos na região do Estado, dificultando os trabalhos de resgate e apoio a população.
O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um novo alerta para tempestade em diversas regiões do Paraná nesta quinta-feira (02), o aviso estará valido até às 12h de sexta-feira (03).
De acordo com o Instituto, pode chover até cerca de 100 milímetros por dia, com ventos fortes chegando até 100 km/h nas 121 cidades que se encontram em alerta para o temporal.
O aviso também alerta para risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Contudo, a tempestade não deve ter a mesma intensidade das chuvas no Rio Grande do Sul, de acordo com o Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná).
“Na sexta-feira a instabilidade atmosférica se intensifica na metade sul paranaense devido a aproximação de um centro de baixa pressão que se amplifica entre o Paraguai e o oeste da região Sul do Brasil. No Paraná o calor segue elevado na metade norte com temperaturas máximas se aproximando dos 35ºC. Nos setores oeste, sudeste e centro-sul, previsão de pancadas de chuva com trovoadas, principalmente na divisa com Santa Catarina e fronteira com o Paraguai e a Argentina. Nos Campos Gerais, na RMC e no Litoral, as nuvens aumentam e há risco para chuva isolada de curta duração entre a tarde e a noite.”, diz o Simepar em previsão.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que entre esta quarta-feira (24) e sábado (27), uma massa de ar quente e seco atingirá áreas das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Em Mato Grosso do Sul, as temperaturas máximas podem passar dos 36°C.
No entanto, o Inmet explica que elevação das temperaturas ainda não caracteriza uma nova onda de calor, como as que ocorreram em 2023 e no primeiro trimestre deste ano. Para ser classificada como onda de calor, as temperaturas máximas devem ficar 5ºC acima da média mensal pelo período de, no mínimo, dois a três dias consecutivos, em determinada área de abrangência.
A partir do domingo (28), a previsão é que as temperaturas mais elevadas se concentrem em Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Paraná, mas diminua no restante do país.
De acordo com o SIMEPAR (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), Ponta Grossa registrou ventos de 73,8 km/h nesta quinta-feira (21), durante as pancadas de chuva. O município está entre as 15 cidades que registraram númerossignificativos durante o clima tenso que a região enfrentou durante a tarde de quinta (21).
“A previsão mostrava um sistema de baixa pressão com grande potencial para “abalar” com algumas estruturas, porém apenas em alguns setores do Estado foram sentidos um grande impacto, como no oeste, centro-sul e norte. Ante-ontem, no Leste, a região havia recebido chuvas e a região resfriou, dessa forma, não havia energia na atmosfera para sustentar temporais”, diz o Simepar através das redes sociais.
Durante a passagem da frente fria, Ponta Grossa enfrentou uma forte pancada de chuva e ventos fortes, onde casas foram destelhadas, árvoresderrubadas e fiaçõesdanificadas, de acordo com alguns moradores. Confira o ranking dos municípios que registraram maior rajada de ventos:
A Defesa Civil do Paraná emitiu um novoalerta para como ficará o tempo nesta quinta-feira (21) em todo o Paraná e coloca em preocupação a chegada de uma intensa frentefria, que se aproxima nas próximashoras.
É previsto que seja um tempo bastante severo, acompanhado de diversas rajadas de ventosfortes, acima de 70km/h, além de chuvas fortes e descargasatmosféricas.
Em caso de emergência, acione o Corpo de Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199) para ajuda e maiores informações.
A última semana do verão e os primeiros dias de outono podem apresentar grandes acumulados de chuva, com volume acima de 100 milímetros por dia, especialmente no centro-norte do país, devido à combinação do calor e alta umidade. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na semana entre os dias 18 e 25 de março a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continuará influenciando as instabilidades no extremo norte do Brasil, provocando chuvas intensas.
Na região Norte, são previstas pancadas de chuvas, com valores que podem superar os 100 milímetros, principalmente em áreas do Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins. As chuvas mais intensas podem vir acompanhadas de rajadas de vento e trovoadas.
No Centro-Oeste, as chuvas deverão ser mais regulares durante a semana. Os estados de Mato Grosso e Goiás terão os volumes mais expressivos de chuvas e poderão ficar em torno de 70 mm/dia. Por outro lado, em Mato Grosso do Sul, a chuva deverá ser irregular, com total em média de 40 mm, em 24h.
A chuva também cairá com mais intensidade no norte da região Nordeste. Áreas dos estados do Maranhão, Piauí e Ceará deverão registrar os maiores acumulados, que poderão alcançar os 100 mm/dia. Mas, no leste da região, as chuvas deverão ser menos intensas quando comparadas com a semana anterior, com valores em torno de 40 mm.
Já para a região Sudeste, a previsão é de mais chuva no estado do Rio de Janeiro, Vale do Paraíba e litoral norte de São Paulo e no sul e Zona da Mata de Minas Gerais, com acumulados em torno de 80 mm/dia. Pontualmente, pode ser registrada chuva mais intensa, acompanhada de rajadas de vento e trovoadas.
Por fim, a região Sul terá a semana marcada por temporais isolados, especialmente em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O total de chuva pode ficar em torno de 80 mm.
Previsão de chuva para a semana de 18 a 25/03/2024. Foto: INMET
Outono
O outono no hemisfério Sul começará à 0h06 (horário de Brasília) desta quarta-feira (20) e terminará em 21 de junho, às 17h51. A estação é considerada de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, principalmente, na parte central do país. Neste período, as chuvas são mais escassas no interior do Brasil, em particular no semiárido nordestino.
Na parte norte das regiões Norte e Nordeste, ainda é época de muita chuva, principalmente se houver a persistência da ZCIT atuando mais ao sul de sua posição climatológica. A estação também é caracterizada por incursões de massas de ar frio, oriundas do sul do continente, que provocam o declínio das temperaturas do ar, principalmente na Região Sul e parte da Região Sudeste.
Durante a estação, o Inmet aponta as primeiras ocorrências de fenômenos adversos típicos do outono, como: nevoeiros nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; geadas nas regiões Sul e Sudeste e em Mato Grosso do Sul; neve nas áreas serranas e nos planaltos da Região Sul e friagem no sul da Região Norte e nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
Com informações: Agência Brasil
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