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25 cidades do Paraná registraram a menor temperatura do ano nos últimos três dias

⁠A temporada de sopas, japonas e pantufas foi liberada neste fim de semana. 25 cidades registraram a menor temperatura do ano entre sábado (5), domingo (6) e esta segunda-feira (7). O ar frio vai permanecer ao longo desta semana no Oeste, Leste e na metade Sul do Estado, mas na região Norte as temperaturas devem chegar aos 30°C. Outro destaque da semana são os temporais no Interior, causados por áreas de instabilidade já entre a noite de segunda e a madrugada de terça-feira.

A menor temperatura foi em Palmas, no sábado: 5,9°C. Além de Palmas, no mesmo dia, outras 16 cidades tiveram a menor temperatura do ano até aquele momento: Altônia: 15,4°C; Antonina: 17,3°C; Cascavel: 13,5°C; Capanema: 14°C; Cruzeiro do Iguaçu: 14,1°C; Curitiba: 12,3°C; Foz do Iguaçu: 11,6°C; Francisco Beltrão: 11,2°C; Guaíra: 14,3°C; Loanda: 18,8°C; Palmital: 14,3°C; Pato Branco: 10,9°C; Ponta Grossa: 13°C; Santa Helena: 13,9°C; São Miguel do Iguaçu: 13,3°C; e União da Vitória: 12,6°C.

No domingo, Cascavel e Loanda registraram temperaturas ainda menores: 13,4°C e 17.9°C, respectivamente. Além destas duas cidades, outras cinco tiveram as menores temperaturas do ano até aquele momento: Apucarana: 14.9°C; Cianorte: 16.8°C; Maringá: 15.3°C; Paranavaí: 17.2°C; e Santo Antônio da Platina: 15.2°C.

Nesta segunda-feira, Cascavel e Loanda seguiram registrando recordes de temperatura mínima para 2025: 13.1°C e 17,6°C, respectivamente. Já Cianorte e Paranavaí tiveram o segundo dia de temperaturas mínimas recordes para 2025: 16.2°C e 17°C, respectivamente. Outras três cidades tiveram nesta segunda-feira as menores temperaturas do ano: Assis Chateaubriand: 15.9°C; Cândido de Abreu: 14.5°C; e Cerro Azul: 13.1°C.

PREVISÃO – A segunda-feira amanheceu com maior cobertura de nuvens no Centro-Sul, nos Campos Gerais e na faixa Leste do Paraná. “Alguns chuviscos ocasionais, algumas pancadas de chuva de fraca intensidade ao longo do dia devem dar lugar ao sol entre nuvens. No Interior o sol aparece já durante esta manhã, o que favorece o aquecimento durante o dia. No Norte e Noroeste as temperaturas máximas devem ficar ao redor dos 28°C a 30°C”, explica Leonardo Furlan, meteorologista do Simepar.

A situação muda entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça. “Áreas de instabilidade avançam sobre as regiões Oeste, Sudoeste e Sul do Paraná devido a formação de um sistema de baixa pressão no Rio Grande do Sul, que já provoca chuva e temporais localizados. Ao longo de terça-feira estas instabilidades avançam por todas as regiões paranaenses, provocando pancadas de chuva pontualmente intensas, inclusive na Capital”, ressalta.

O tempo permanece instável na quarta-feira, com pancadas de chuva no Norte, Centro e Leste do Paraná. “Deve chover com mais intensidade na Capital. As temperaturas se elevam um pouco mais na faixa Norte, na divisa com São Paulo, onde devem chegar aos 30°C. No Oeste, Sudoeste e Sul, com a maior cobertura de nuvens e com o repique do ar mais frio as máximas não ficam tão elevadas com relação a segunda e terça-feira , ficando na faixa dos 23°C a 25°C”, detalha.

Esse ar frio continua na quinta-feira, trazendo temperaturas mínimas mais baixas que as do início da semana.  No extremo sul, em cidades como Palmas e General Carneiro, a previsão de temperaturas mínimas na quinta é entre 8°C e 9°C. Na região de Pato Branco, Francisco Beltrão e Capanema, as mínimas ficarão entre 14°C e 15°C. Na capital, a previsão é de mínimas na faixa dos 15°C. 

“As temperaturas se elevam um pouco mais no Noroeste e Norte do Estado. A influência do retorno deste ar mais frio não é tão pronunciada nestas áreas, que devem ter máximas na casa dos 31°C graus na quinta e na sexta-feira. O ar frio permanecerá na sexta na metade Sul do Estado, no Oeste e na Região Metropolitana de Curitiba, com mínimas mais baixas e o retorno da umidade, que deve favorecer maior cobertura de nebulosidade durante a manhã e a noite e alguns chuviscos ocasionais nestas regiões”, conta Furlan.

SIMEPAR – Com uma estrutura de 120 estações meteorológicas telemétricas automáticas, três radares meteorológicos e cinco sensores de descargas meteorológicas, o Simepar é responsável por fornecer dados meteorológicos para órgãos como a Coordenadoria da Defesa Civil e a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, de modo a facilitar ações de resposta a situações extremas. São monitoradas desde situações causadas por chuvas extremas, como enxurradas, deslizamentos e alagamentos, até situações como incêndios e secas.

Dados mais detalhados da previsão do tempo para os 399 municípios paranaenses estão disponíveis no site www.simepar.br. A previsão tem duas atualizações diárias. Para cada cidade é possível saber o quanto deve chover, temperaturas mínimas e máximas previstas, umidade relativa do ar e vento, com detalhamento por hora para a data e o dia seguinte.

Informações Agência Estadual de Notícias

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Previsão do tempo: Ponta Grossa terá sol pela manhã e chance de chuva à tarde

A segunda-feira (31) em Ponta Grossa começa com tempo firme e sensação térmica de 22°C. No entanto, a instabilidade ganha força ao longo do dia, e a partir das 16h, o céu deve ficar encoberto por nuvens.

Segundo dados do Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná), há 79% de probabilidade de chuva na cidade, com precipitação acumulada de 2.3 mm, especialmente a partir das 18h. Apesar da possibilidade de tempestades em algumas regiões do Paraná, a chuva em Ponta Grossa deve ser mais localizada e irregular.

Com o sol aparecendo durante a manhã, as temperaturas devem subir rapidamente, provocando sensação de abafamento. 

Informações Simepar

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Segura o Calorão! INMET alerta para altas temperaturas em Ponta Grossa

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta laranja para Ponta Grossa e outras regiões devido a uma onda de calor. O aviso, válido a partir desta terça-feira (24) até às 23h59 de quarta-feira (25), destaca o risco de temperaturas até 5°C acima da média, com duração de 3 a 5 dias.

Esse fenômeno apresenta potenciais riscos à saúde e exige atenção especial da população.

Regiões Atingidas

Na região Sul, as áreas sob alerta incluem:

  • Santa Catarina: Norte, Oeste e Sul
  • Rio Grande do Sul: Noroeste, Centro e Sudoeste
  • Paraná: Norte Pioneiro, Centro, Oeste e Sudoeste

Além do Sul, outras regiões do país também estão sob o mesmo alerta:

  • Sudeste: São Paulo (diversas regiões), Minas Gerais (Triângulo Mineiro e Sul)
  • Centro-Oeste: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
  • Norte: Amazonas, Acre e Rondônia

Classificação dos Alertas INMET

O INMET utiliza um sistema de cores para classificar os níveis de perigo:

  • Alerta Amarelo (Perigo Potencial): Risco moderado; mantenha-se informado e evite riscos desnecessários.
  • Alerta Laranja (Perigo): Situação perigosa; siga as orientações das autoridades e monitore as condições meteorológicas.
  • Alerta Vermelho (Grande Perigo): Fenômenos excepcionais com alto risco de danos graves e até perda de vidas; medidas emergenciais podem ser necessárias.

Para mais detalhes e orientações, é recomendável acompanhar as atualizações do INMET.

Com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

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Ponta Grossa registra a temperatura mais fria do ano nesta terça (13)

Foto: Reprodução

Uma onda de frio intenso atingiu a região dos Campos Gerais e do restante do Paraná nesta semana, principalmente na madrugada desta terça (13), onde temperaturas de -5,3ºC foram registradas em General Carneiro, município paranaense.

As cidades do estado registraram temperaturas menores que 10ºC e muitos municípios chegaram próximos de 1ºC ou menos. Em Ponta Grossa, o município registrou -2,1ºC, a temperatura mais baixa da cidade em 2024 registrada até então. Em Palmas, registrou-se -3,6ºC. Na capital paranaense Curitiba, os termômetros marcaram 1,4°C.

Foto: SIMEPAR/Reprodução

De acordo com a meteorologista Lidia Luisa Mota do Simepar, a madrugada foi de frio intenso para grande parte do estado:

“Mais uma madrugada de frio intenso sobre grande parte do Paraná. A massa de ar frio que segue predominando sobre as regiões paranaenses, continua induzindo o declínio acentuado das temperaturas. No gráfico é possível observar os valores de temperatura registrados até o momento. Destaque para o centro-sul, Campos Gerais e RMC, com temperaturas negativas.”, diz Lidia.

Com informações do Simepar

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Copel e Simepar desenvolvem sistema de IA para prever desligamentos por temporais

Copel e Simepar desenvolvem sistema de IA para prever desligamentos por temporais | Foto: Copel

A Copel e o Simepar estão na fase final do desenvolvimento de um sistema que faz uso de inteligência artificial para prever impactos de temporais no fornecimento de energia elétrica para os mais de 11 milhões de clientes que a companhia atende no Paraná.

A aplicação se abastece com o histórico de informações das intempéries climáticas captadas pelas estações, satélites e radares meteorológicos do Simepar em todas as regiões paranaenses. No passo seguinte, faz o cruzamento dessas informações com os registros de desligamentos da rede da Copel dos últimos anos. A expectativa é de que o sistema esteja pronto até o início do próximo período de chuvas, que começa em outubro.

Os registros foram divididos em 19 categorias distintas de danos na rede elétrica causados por intempéries. O objetivo é calcular o número aproximado de consumidores que podem ser afetados por uma tempestade que se aproxima e, assim, agir preventivamente, na estratégia e no planejamento de atividades das equipes da Copel para o restabelecimento da energia com a maior rapidez possível.

“Essa é uma ferramenta muito promissora, porque ajuda a companhia a se preparar para restabelecer o fornecimento de energia com mais rapidez em caso de temporais”, avalia o presidente da Copel, Daniel Slaviero.

Ele destaca que a maior incidência de tempestades no Centro-Sul do Brasil é um dos efeitos das mudanças climáticas, o que amplia a relevância do sistema.

“Na Copel, estamos empenhados em, por um lado, investir em projetos que minimizem o impacto ao meio ambiente e, por outro, nos prepararmos para, diante do impacto dos fenômenos já existentes, garantir o fornecimento de energia com qualidade à população”, afirma.

GRANDES TEMPORAIS – Desde 2019, o número de tempestades no Paraná cresceu de maneira inédita, saltando de 12 temporais naquele ano para 24 em 2023. Somente entre outubro e dezembro do ano passado, o Estado foi atingido por 15 tempestades de grandes proporções ao longo de 12 semanas. Em algumas semanas o Paraná sofreu com mais de um evento climático severo.

Nos últimos anos, a incidência de raios também aumentou. Em 2021, foram registrados 406.922 raios no Paraná e, em 2023, 1.064.405, um crescimento de 161%, segundo o Simepar.

Para aprender os padrões das tempestades e indicar onde e como elas podem provocar desligamentos, o sistema de inteligência artificial processa informações sobre diferentes variáveis climáticas e estima potenciais impactos na rede elétrica. Assim, de um lado entram informações sobre rajadas de ventos, raios e intensidade das chuvas. De outro, saem as estimativas sobre os desligamentos e as diferentes causas, como possíveis rompimentos de cabos, avarias em postes e queima de equipamentos, dentre outros.

Ao trabalhar esse conjunto de dados, a aplicação aprende com acertos e erros e, assim, permite à Copel aprimorar a preparação para o atendimento a contingências que afetam os clientes. Além disso, torna possível dimensionar as equipes de forma mais precisa, disponibilizar reforços e organizar a logística necessária para minimizar o impacto da tempestade e, dessa forma, religar a energia com a maior rapidez possível.

O diretor de operação e manutenção da Copel, Júlio Omori, explica que com a IA o aplicativo faz hoje em minutos o trabalho que levaria dias até algum tempo atrás. Para obter essa capacidade de processamento, a Copel adquiriu um supercomputador, cedido ao Simepar. “É a tecnologia trabalhando a favor do nosso cliente”, destaca.

PREVISÃO DO NÚMERO DE IMÓVEIS AFETADOS – As informações são disponibilizadas em um portal na internet (com versão para celular), que é acessado pelos profissionais da Copel. Ao analisar os dados fornecidos pelo histórico de tempestades e de desligamentos, o sistema informa sobre o impacto de temporais em curto (1 a 3 horas) e médio (1 a 5 dias) prazos.

A IA indica o número de imóveis que podem ficar sem energia por região, por município e por área de atendimento da Copel. Tudo é apresentado de forma prática e visual, e os técnicos podem acompanhar as regiões mais críticas em um mapa interativo do Paraná.

“Em situações de maior risco, o sistema emite alertas que indicam a previsão do número de consumidores que pode ficar sem energia e a área que será atingida”, explica Marcos Vinícius de Oliveira Cardoso, gerente de pós-operação da companhia e líder do projeto. “Além disso, os alertas apontam se o evento será localizado ou se há possibilidade de alcançar uma área mais ampla”.

Este foi o caso, por exemplo, do dia 21 de março deste ano, data do último temporal de grandes proporções, que acabou por afetar, no conjunto final, mais de 640 mil consumidores em todo o Paraná. Nas vésperas, o sistema alertou para o risco de desligamentos que poderiam afetar no mínimo 450 mil clientes em todas as regiões, dos quais cerca de 100 mil somente no Oeste.

Além de estimar o número de clientes desligados, o sistema também apresenta informações sobre ventos (quantidade de rajadas e a velocidade delas), raios e a sua intensidade e precipitação. Comparando a magnitude dessas intempéries que se aproximam com situações anteriores, a IA calcula o impacto potencial.

PROJETO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO – O sistema faz parte de um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) estruturado pela Copel em conjunto com o Simepar. Ao todo, a companhia está investindo R$ 10,89 milhões, recursos aplicados em duas etapas.

Na primeira fase, realizada entre 2020 e 2022, representantes das duas instituições uniram forças para desenvolver o sistema baseado em inteligência artificial para classificação automática de risco de desligamentos.

Em novembro de 2023, começou a segunda etapa do projeto, em que o sistema é colocado à prova. Seu desempenho é analisado e melhorias estão sendo feitas para que, em breve, ele possa receber, também, informações em tempo real sobre as interrupções de fornecimento de energia e alertas de descargas atmosféricas.

Outras melhorias estão previstas para esta nova etapa. Será possível, por exemplo, analisar desligamentos anteriores e calcular a probabilidade de uma queda de energia específica ter sido causada por um raio, o que pode ajudar a companhia a verificar locais e equipamentos mais vulneráveis.

Também será desenvolvida uma funcionalidade que mostra a aproximação detalhada de tempestades com incidência de raios e permite verificar se esta queda de raios tem chances de atingir a rede elétrica ou algum equipamento específico dela.

Para desenvolver estas ferramentas, a equipe do projeto fez o mapeamento de toda a rede de distribuição da Copel, que conta com mais de 200 mil km em todo o Paraná, identificando trechos específicos e os equipamentos automatizados que ajudam a indicar com precisão o local dos desligamentos.

da AEN

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Frio vai até a próxima semana; chuva congelada e neve estão descartadas no Paraná

Foto: Alessandro Vieira/CC | Reprodução

O tempo frio e a chuva devem permanecer em todo o Paraná até o início da próxima semana, com pancadas de chuva mais fortes a partir desta quinta-feira (11) até domingo (14). A possibilidade de geada, neve ou chuva congelada está descartada. É o que aponta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Dois fatores ajudam a manter essa condição de tempo por todo o Estado: uma massa de ar frio próxima ao Paraná, úmida, resultando na chuva constante, e a cobertura de nuvens, que impedem o aparecimento do sol, resultando em dias gelados mesmo sem o registro de temperaturas negativas. Entretanto, não existem condições meteorológicas para a formação de neve, chuva congelada ou geada.

De acordo com o meteorologista do Simepar Reinaldo Kneib, o frio é resultado de uma massa de ar gelado que atinge o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, reverberando no Paraná.

“A massa de ar frio é associada ao tempo seco e temperatura bastante baixa. O núcleo dela está sobre o Rio Grande do Sul. Então lá está seco, tem geada, com temperaturas negativas, mas aqui no Paraná estamos sendo atingidos com a borda dessa massa de ar frio”, explica.

“No Paraná temos um fluxo, um corredor de umidade da região amazônica. Geralmente ele fica mais ao Sul, sobre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por isso que teve muito mais chuva nos últimos meses nessas regiões. Agora está sobre o nosso Estado”, acrescenta.

Apesar de estar longe de registrar temperaturas próximas de zero e até mesmo negativas, um fator tem colaborado para a sensação de frio durante todo o dia: a baixa amplitude térmica.

“Ainda deveremos ter outra onda de frio que pode provocar temperaturas abaixo de zero, mas essa semana é a mais gelada do ano em questão de temperatura média”, destaca o meteorologista. “Existe quase uma estabilidade na temperatura, não está variando durante o dia. Somada a chuva, frio, umidade, isso gera um desconforto bastante grande nas pessoas”.

TEMPO INSTÁVEL CONTINUA – Ainda deverão ser registrados vários dias consecutivos com o céu encoberto, associado à nebulosidade e à proximidade da massa de ar frio. A partir de sábado (13) essa massa deve se deslocar para o oceano, permitindo o aumento das temperaturas e a redução das chuvas.

Em Curitiba, por exemplo, entre os dias 3 e 5 de julho, a média de temperatura ficou em 19,1º C. Já a partir do dia 6, quando a onda de frio se intensificou, a média baixou para 11,3º C, abaixo da média histórica para o mês de julho, de 14,2º C. De quarta (10) até segunda-feira (15), a previsão é que os termômetros cheguem na casa dos 13º C na Capital.

Com relação a chuva, Curitiba deve registrar um acumulado de 66,6 mm entre quinta e domingo, com maior intensidade na quinta, com previsão de 23,2 mm. Nos Campos Gerais, Ponta Grossa tem previsão de 83,2 mm no período, com quinta-feira registrando o maior acumulado, 34 mm.

No Centro-Sul, Guarapuava tem previsão de 112,4 mm entre quinta e domingo, com 53,3 mm na quinta-feira. Paranaguá, no Litoral, deve acumular 62,8 mm no período, com volume mais expressivo no sábado, 24,5 mm.

O Simepar disponibiliza a previsão do tempo para os próximos 15 dias para todas as regiões do Paraná. Para saber mais, clique aqui.

Com informações da AEN

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Após recorde de frio, temperatura sobe e Paraná volta a ter veranicos de inverno

Foto: AEN/Reprodução

O frio castigou o paranaense no fim de semana. Dados consolidados nesta segunda-feira (1º) pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) revelam que em 91% dos municípios do Estado com algum tipo de medição feita pelo órgão apresentaram a temperatura mais baixa do ano. Das 57 cidades monitoradas, apenas Londrina, Apucarana, Cornélio Procópio, Cambará e Santo Antônio da Platina, localizadas entre o Norte e o Norte Pioneiro, não quebraram o recorde de 2024.

No domingo (30), o frio mais intenso foi registrado em General Carneiro, na região Sul, com -3,5ºC. Também apresentaram marcas negativas Palmas (-3,3ºC), São Mateus do Sul (-2,1ºC), Inácio Martins (-2,0ºC), Guarapuava (-1,5ºC), Lapa (-1,0ºC), Pinhão (-0,7ºC) e Fazenda Rio Grande (-0,6ºC). Já  União da Vitória (0,1ºC), Colombo (0,5ºC), Pato Branco (0,5ºC), Pinhais (0,6ºC), Francisco Beltrão (0,7ºC) e Irati (0,9ºC) ficaram no limite do zero grau. Curitiba ficou nos 2,0ºC.

“Os baixos valores são resultado de uma forte massa de ar polar, que provocou queda de temperatura brusca em todo o Paraná, com quebra de recordes para o ano. Exceção ao Norte, Norte Pioneiro, os municípios das demais regiões apresentaram a menor temperatura até o momento em 2024”, afirma o meteorologista Reinaldo Kneib. O Simepar é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

PREVISÃO – O frio, porém, começa a deixar o Paraná e, aos poucos, a temperatura vai subindo ao longo desta semana. Cidades tradicionalmente frias no inverno, Curitiba e Guarapuava apresentarão máxima de 24ºC e 23ºC, respectivamente. Já Jacarezinho e Maringá encostarão nos 30ºC.

“A massa de ar frio perde força, sem a previsão de geadas, com exceção do extremo Sul do Paraná. A temperatura fica mais agradável e mais para o fim da semana, há previsão de chuva”, diz Kneib.

Confira as  temperaturas mínimas no domingo (03.06).

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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Simepar indica frio rigoroso no fim de semana, com temperaturas negativas no Sul do Estado

Foto: Orlando Kissner/ANPr

Demorou, mas aquele frio com temperaturas próximas ao 0ºC e possibilidade de geada, enfim, está chegando ao Paraná. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), os próximos dias serão de “bater o queixo”. De sábado (29) até a terça-feira (2), a temperatura média em todo o Estado ficará abaixo dos 10°C, com valores ainda menores nos municípios do Sul, como Palmas e General Carneiro, que podem registrar mínimas de até -2°C no domingo (30).

Em Ponta Grossa, não é diferente, as temperaturas vão cair drasticamente, com mínimas de 1ºC e máximas de 16ºC. De acordo com o Simepar, o frio, de “bater o queixo”, vai ter o seu dia mais gelado no domingo, onde as mínimas vão a 1ºC.

Até mesmo regiões com clima mais ameno sentirão o reflexo da primeira onda mais forte de frio do inverno. Em Londrina, Maringá e nos municípios do Litoral como Morretes e Matinhos, por exemplo, as temperaturas mínimas ficarão em torno de 7°C. Já Curitiba registrará um valor mínimo de 1°C no domingo, com sensação térmica ainda menor por causa do vento.

Meteorologista do Simepar, órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Reinaldo Kneib explica que essa mudança brusca de temperatura é decorrente da entrada de uma massa de ar frio na região do Paraná a partir desta sexta-feira (28).

“É uma massa de ar de origem polar, que vem do extremo sul do continente. A frente fria virá acompanhada de chuva, vento e raios e, na sequência, no fim de semana, a incursão desse ar extremamente gelado vai provocar uma diminuição das temperaturas em todas as regiões paranaenses”, explica.

Outra consequência do tempo frio são as geadas. Nas regiões Sul e Sudoeste, que concentram as menores temperaturas, o fenômeno poderá ocorrer com intensidade forte no fim de semana. Já na Região Metropolitana de Curitiba, a geada será um pouco mais branda, com concentração em municípios como Colombo e Araucária.

“As temperaturas permanecem baixas mesmo durante a parte da tarde, quando o sol estiver mais forte. Em cidades como Curitiba e União da Vitória, a temperatura não passará dos 12°C, e em Guarapuava, a máxima será de 14ºC”, afirma Kneib.

INFORMAÇÃO EM TEMPO REAL – No site do Simepar estão disponíveis informações atualizadas sobre as condições do tempo no quadro Palavra do Meteorologista. Pode ser consultada a previsão para até 15 dias por município e região do Paraná. Também podem ser visualizadas imagens de satélite, radar, raios, modelo numérico e telemetria (temperaturas e chuvas). Previsões são divulgadas diariamente no podcast Simepar Informa.

ALERTA GEADA – O Simepar disponibiliza também, até o final do inverno, previsões de geadas para todas as regiões por categorias de intensidade (fraca, moderada ou forte) com antecedência de até 72 horas. Avisos são lançados no serviço Alerta Geada, mantido em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e disponível nos seguintes canais: aplicativo IDR Clima, site do IDR-Paraná e pelo telefone (43) 3391-4500.

De acordo com o IDR-Paraná, no caso de geadas é recomendável a proteção das lavouras passíveis de cuidados preventivos no campo e nos viveiros. Os cafeeiros até dois anos devem ser protegidos com palhada (mistura de palha e farelo) ou terra. Os canteiros e estufas de hortaliças em geral necessitam de aquecimento, irrigação ou cobertura. Também devem ser protegidas as mudas recém-plantadas de frutíferas e espécies florestais tropicais. Em caso de forte resfriamento, as granjas de aves e suínos também precisam ser aquecidas.

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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Inverno começa nesta quinta-feira com a maior noite do ano

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar de o frio já ter chegado em uma parte do Brasil, o inverno começa no Hemisfério Sul oficialmente nesta quinta-feira (20), às 17h50, no horário de Brasília. A mudança do outono para a estação mais fria do ano é marcada por um fenômeno chamado de solstício, em que o planeta atinge o ponto mais distante em relação ao Sol.

A própria palavra solstício retoma o significado da expressão Sol parado, em latim, exatamente pelo fato de que, ao ser observado a olho nu, o astro parece concluir sua trajetória quando atinge esse ponto. A mudança na posição a cada nascer ou pôr do Sol não é vista nesse dia.

Segundo o astrônomo e diretor do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Thiago Gonçalves, o solstício ocorre duas vezes ao ano – uma em junho e outra em dezembro – e, por causa da inclinação do eixo da Terra, um hemisfério do globo fica mais exposto à luz solar quando começa o verão, enquanto o outro fica menos, onde passa a ser inverno.

“Após seis meses, a gente pode imaginar que a Terra está do outro lado do Sol e, com essa inclinação, é o outro lado que estará virado para o Sol”, explica.

Em junho, o Hemisfério Sul é quem recebe menos incidência solar e, por isso, neste dia ocorre a noite mais longa do ano.

Equinócio

Segundo o astrônomo, conforme o planeta e o Sol vão se aproximando novamente, a duração das noites vai diminuindo até que as trajetórias atinjam o ponto mais próximo da Terra, quando dia e noite têm exatamente a mesma duração e os dois hemisférios são igualmente iluminados.

Gonçalves explica, ainda, que esse fenômeno é chamado equinócio e também ocorre duas vezes ao ano – uma em setembro e outra em março – quando começam o outono e a primavera.

Todas as transformações observadas no globo terrestre em relação à temperatura e vegetação de cada período do ano dependem do quanto cada região recebe de luz solar, por isso, as regiões mais próximas à Linha do Equador – como o Norte e o Nordeste brasileiro – sofrem menos mudanças. Gonçalves diz que os extremos – Polos Sul e Norte – pela inclinação ficam mais perto ou distantes do Sol.

“Se você viajasse do Rio Grande do Sul ao Amapá, por exemplo, você estaria se aproximando cada vez mais da parte da Terra que, neste solstício, está mais diretamente iluminada”, argumenta.

A duração do ciclo completo até o próximo solstício de inverno acontece em 365 dias, 48 minutos e 46 segundos. Por causa dos minutos e segundos a mais, o calendário precisa ser ajustado a cada quatro anos, quando o ano bissexto soma 366 dias.

Com informações da Agência Brasil

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Sob influência do La Niña, inverno terá ondas de frio e veranicos, indica Simepar

29/07/2021 – Imagens frio em Curitiba Foto Gilson Abreu/AEN

O inverno está batendo à porta dos paranaenses. A estação mais fria do ano começa oficialmente às 17h51 desta quinta-feira (20) e se estende até 22 de setembro, quando dá lugar à primavera. No Estado, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), teremos um inverno com mais episódios de frio, aqueles períodos de dois a três dias com possibilidade de geada em alguns pontos, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Porém, a previsão aponta que a temperatura deve ficar em torno de 1ºC a 2ºC acima da média para a estação, consequência do fenômeno La Niña e das mudanças climáticas globais.

Na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), por exemplo, os termômetros vão oscilar entre 9,5º e 23,3ºC. As mínimas para a temporada serão registradas no Sul, com média variando entre 8,1ºC e 23,2ºC e mais ocorrências de geadas. Norte e Oeste, por sua vez, atingirão picos superiores a 28ºC.

Meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib explica que o inverno paranaense tem por característica menor volume de chuva, favorecendo a passagem de sistemas frontais, em sua maioria frentes frias, o que favorece o ingresso de massas de ar frio e seco de origem polar. É essa condicionante que causa queda acentuada nas temperaturas em intervalos de 24 e 48 horas.

“Teremos mais massas de ar frio em relação ao que ocorreu no ano passado, mas com a característica de serem de curto tempo. Nesses intervalos, o tempo será parecido com o que vimos no outono, inclusive com ondas de veranico”, destaca ele.

Segundo o meteorologista, julho e agosto costumam ser os meses mais secos, com as chuvas se tornando mais frequentes a partir da segunda quinzena de setembro devido ao aquecimento acentuado da atmosfera. Por isso, diz ele, a tendência é que a precipitação acumulada fique pouco abaixo da média.

“Outro fenômeno típico da estação é a ocorrência de nevoeiros com intensidade e duração diretamente associadas ao padrão de tempo predominante na região. Mas, a partir da elevação da temperatura durante o dia, essa neblina logo se dissipa”, afirma o meteorologista.

PRIMEIRO DIA – Para quinta-feira (20), primeiro dia do inverno, o Simepar indica uma variação no clima conforme a região do Estado. No Norte tende a ser quente, seco e ensolarado. Eventos pontuais de chuvas com maior variação da nebulosidade ocorrem nas regiões Oeste, Sudoeste e Centro-Sul. Nas demais áreas, o tempo fica estável com temperaturas agradáveis à tarde.

O sol predomina em Paranavaí, Maringá, Londrina, Apucarana, Jacarezinho, Jaguariaíva e Paranaguá. O tempo fica parcialmente nublado em Umuarama, Cascavel, Telêmaco Borba, Guarapuava, Guaíra, Rio Negro e em Curitiba. O dia deve ser nublado em Ponta Grossa e Campo Mourão. Há previsão de chuva para Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Pato Branco, União da Vitória e Laranjeiras do Sul. A temperatura mínima prevista é 13ºC em União da Vitória e a máxima deve atingir 30ºC em Umuarama, Maringá e Paranavaí.

INCÊNDIOS FLORESTAIS – Devido ao clima seco no inverno, o Simepar monitora a ocorrência de incêndios florestais por meio da plataforma VFogo, que indica a direção, o sentido e a intensidade de cada evento, com precisão quanto ao momento e ao local de início, sua evolução, propagação e extinção. Entre os pontos com acompanhamento em tempo real com apoio de imagens de satélite estão mais de 200 mananciais e oito linhas de transmissão de energia elétrica, além de Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs) indicadas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest). As informações geradas são analisadas pelos meteorologistas, que lançam avisos e alertas operacionais à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil e ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

INFORMAÇÃO EM TEMPO REAL – No site www.simepar.br estão disponíveis informações atualizadas sobre as condições do tempo no quadro Palavra do Meteorologista. Pode ser consultada a previsão para até quinze dias por município e região do Paraná. Também podem ser visualizadas imagens de satélite, radar, raios, modelo numérico e telemetria (temperaturas e chuvas). Previsões são divulgadas diariamente no podcast Simepar Informa.

ALERTA GEADA – O Simepar disponibiliza também, até o final do inverno, previsões de geadas para todas as regiões por categorias de intensidade (fraca, moderada ou forte) com antecedência de até 72 horas. Avisos são lançados no serviço Alerta Geada, mantido em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR-Paraná) e disponível nos seguintes canais: aplicativo IDR Clima (gratuito no Google Play e na App Store), www.idrparana.pr.gov.br e pelo telefone (43) 3391-4500.

De acordo com o IDR, no caso de geadas é recomendável a proteção das lavouras passíveis de cuidados preventivos no campo e nos viveiros. Os cafeeiros até dois anos devem ser protegidos com palhada (mistura de palha e farelo) ou terra. Os canteiros e estufas de hortaliças em geral necessitam de aquecimento, irrigação ou cobertura. Também devem ser protegidas as mudas recém-plantadas de frutíferas e espécies florestais tropicais. Em caso de forte resfriamento, as granjas de aves e suínos também precisam ser aquecidas.

Confira os valores médios históricos de chuva (faixa de variação) e temperaturas do ar (mínimas e máximas) para cada região do Paraná nos meses de julho, agosto e setembro:

tabela.pdf

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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