O deputado federal Aliel Machado e o vereador Geraldo Stocco (ambos do PV) irão destinar R$100 mil para a compra de telhas (eternites) para a Defesa Civil em Ponta Grossa. O recurso será remanejado, a pedido de Stocco, entre as emendas já enviadas por Aliel. A decisão foi tomada após a cidade ser atingida por um fortíssimo temporal na tarde desta segunda-feira (24), que atingiu cerca de 5 mil pessoas em diversos bairros do município.
“Infelizmente muitas pessoas tiveram os telhados de suas casas destruídos por conta da forte chuva. Por isso, decidimos destinar esse valor de R$ 50 mil para que a Prefeitura faça um estoque de telhas para distribuir tanto para quem já teve seu imóvel afetado, como também ter à pronta-entrega em caso de novas situações como essas”, explicou o vereador.
Em 2024, Stocco já havia destinado R$ 20 mil para este mesmo fim: compra de eternites. Além do recurso para compra de telhas, Geraldo também destinará, via emenda impositiva, R$ 80 mil para o 2º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Ponta Grossa. “Os Bombeiros fazem um trabalho essencial e, por isso, sempre enviamos recursos para melhorar a estrutura do Grupamento aqui na cidade”, defende Stocco.
Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram por manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está encarcerado em uma sala da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, desde sábado (22).
O julgamento começou às 8h desta segunda-feira (24) em votação virtual na Primeira Turma. Os demais ministros do colegiado, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, têm até as 20h para votar se referendam a medida cautelar determinada por Moraes.
Bolsonaro foi preso na manhã de sábado após tentar violar sua tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. Em audiência de custódia, o ex-presidente confessou o ato e alegou “paranoia” causada por medicamentos.
Na decisão que determinou a prisão preventiva, Moraes citou ainda uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, a ser realizada por apoiadores no condomínio em que Bolsonaro se encontrava em prisão domiciliar.
“A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, escreveu o ministro. Ele disse ter decretado a prisão preventiva para “garantir a aplicação da lei penal”.
No voto desta segunda, como esperado, Moraes apenas reproduziu a própria liminar que já havia proferido.
O ministro Flávio Dino, por sua vez, anexou voto por escrito, no qual afirmou que a vigília convocada para área densamente povoada representava “insuportável ameaça à ordem pública”, colocando os moradores da região em risco.
Dino citou ainda a fuga recente do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) para os Estados Unidos, além de outras tentativas de fuga de apoiadores de Bolsonaro:
“As fugas citadas mostram profunda deslealdade com as instituições pátrias, compondo um deplorável ecossistema criminoso.”
No dia anterior à prisão, a defesa do ex-presidente havia solicitado que Bolsonaro cumpra pena em prisão domiciliar humanitária ao STF. O pedido foi rejeitado.
Golpe de Estado
Em setembro, Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo a 27 anos e três meses de prisão em regime inicial fechado.
Por 4 votos a 1, ele foi considerado culpado de liderar uma organização criminosa armada para tentar um golpe de Estado, com o objetivo de manter-se no poder mesmo após derrota eleitoral em 2022.
Até o momento, a Primeira Turma rejeitou os recursos da defesa do ex-presidente e de mais seis acusados condenados na mesma ação penal, que teve como alvo o Núcleo 1, ou “núcleo crucial” da trama golpista. Ramagem faz parte do mesmo grupo, tendo sido condenado a mais de 16 anos de prisão.
Nesta segunda (24), encerra-se o prazo para a defesa insistir com novos embargos de declaração, tipo de recurso que visa esclarecer dúvidas ou lacunas na decisão de condenação, mas que em tese não teria o efeito de modificar o resultado do julgamento.
A defesa poderia ainda apelar para os embargos infringentes, em que os advogados podem pleitear a reversão da condenação tendo como fundamento os votos pela absolvição.
A jurisprudência do Supremo, contudo, preconiza que esse tipo de recurso cabe somente se houver mais de um voto divergente, o que não é o caso de Bolsonaro.
Em casos similares, Moraes determinou o cumprimento de pena logo após ser confirmada a rejeição dos primeiros embargos de declaração, sob o argumento de que qualquer recurso adicional seria “meramente protelatório”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira (20), a retirada da tarifa de importação de 40% sobre determinados produtos brasileiros. Constam na lista divulgada pela Casa Branca produtos como café, chá, frutas tropicais e sucos de frutas, cacau e especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina.
Na ordem executiva publicada pela Presidência dos EUA, Trump diz que a decisão foi tomada após conversa por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as questões identificadas no Decreto Executivo 14.323”. De acordo com a publicação, essas negociações ainda estão em andamento.
Além disso, foram consideradas informações e recomendações adicionais de diversas autoridades que têm acompanhado as circunstâncias relativas ao estado de emergência declarado no Decreto Executivo 14.323. Segundo as recomendações recebidas por Trump, “certas importações agrícolas do Brasil não deveriam mais estar sujeitas à alíquota adicional de 40% imposta pelo Decreto Executivo 14.323, porque, entre outras considerações relevantes, houve progresso inicial nas negociações com o Governo do Brasil”, especifica a publicação oficial.
A Casa Branca divulgou, em um anexo, a lista de produtos que deixam de ser afetados pela alíquota de 40%. “Especificamente, determinei que certos produtos agrícolas não estarão sujeitos à alíquota adicional de imposto ad valorem imposta pelo Decreto Executivo 14.323″, diz o texto, ao acrescentar que, no entendimento de Trump, “essas modificações são necessárias e apropriadas para lidar com a emergência nacional declarada no Decreto Executivo 14.323″.
Na última segunda-feira (3), representantes do Movimento Comunitário de Ponta Grossa entregaram uma Carta Aberta à Câmara Municipal, solicitando o aumento dos recursos destinados à moradia popular no Orçamento Público Municipal de 2026. O documento foi recebido pelo presidente da Câmara, vereador Júlio Kuller, e pelo presidente da Comissão de Finanças, vereador Paulo Balancim.
A iniciativa é resultado direto do 1º Congresso do Movimento Comunitário, realizado no final de outubro, que reuniu lideranças de bairros, movimentos sociais, coletivos juvenis e organizações populares da cidade. Durante o congresso, os participantes debateram o tema “A cidade que queremos e o orçamento público municipal” e aprovaram uma série de propostas para fortalecer as políticas públicas nos territórios.
Entre as principais pautas da Carta Aberta estão:
ampliação dos recursos do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social;
criação da Secretaria Municipal da Mulher;
fortalecimento do projeto “Alimentando a Vida”;
reativação do Conselho Municipal da Juventude;
e a transformação da Escola Velha de Itaiacoca em um Centro de Treinamento da Agricultura Familiar.
Segundo Gerveson Tramontin, líder da União por Moradia Popular de Ponta Grossa e Região e um dos organizadores do congresso, a entrega do documento representa um passo importante na busca por uma cidade mais justa e participativa.
“O Congresso mostrou que a população quer participar das decisões sobre o orçamento público. Agora é hora de transformar esse debate em ação, garantindo que a moradia e os direitos sociais sejam prioridade no planejamento da cidade”, destacou.
O movimento reforça que a Carta Aberta não é apenas uma reivindicação, mas uma contribuição concreta ao processo de elaboração do orçamento municipal, construída coletivamente por moradores e entidades de diferentes regiões da cidade.
Assinam o documento: Central de Movimentos Populares (CMP), Associação União das Mulheres dos Campos Gerais (AUMCG), Associação de Apoio à Juventude (AAJ), Associação Agroecológica da Agricultura Familiar e União por Moradia Popular de Ponta Grossa e Região.
O vereador Geraldo Stocco (PV) usou a tribuna da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) para cobrar a criação de novos espaços públicos de lazer na cidade. Durante a sessão desta segunda-feira (3), Stocco destacou a necessidade do município avançar na criação de novas praças e lagos, especialmente nas regiões periféricas da cidade de forma emergencial.
“Atualmente temos o Lago de Olarias, o Parque Ambiental e o Parque da Monteiro Lobato como principais espaços de lazer da cidade. Mas alguns bairros do nosso município são completamente desassistidos neste sentido, como é o caso do Santa Paula e de Uvaranas”, ponderou Stocco. “A Prefeitura realmente precisa avançar na criação de novos espaços como Lagos e grandes parques”, conta.
Geraldo sugeriu ainda que Parques Lineares, como aquele instalado em Oficinas, seja levado para outras partes da cidade. “A iniciativa do Parque Linear pode ser levada a outros bairros de PG, utilizando espaços que antes eram usados por ferrovias. Esses espaços podem receber novos parques, gerando espaço para que nossa população tenha lazer e pratique esportes”, conta o vereador do PV.
Stocco ainda ressaltou que Ponta Grossa está entre as cidades menos arborizadas do estado. “A criação de novos parques e praças ajudaria a cidade a superar justamente essa situação de pouca arborização. Em dias quentes, a gente vê como a falta de árvores faz muita falta na nossa cidade”, defende Stocco.
O deputado federal Aliel Machado (PV-PR) anunciou, durante a Caravana Federativa do Paraná, em Foz do Iguaçu, a construção de 340 novas moradias populares, divididas entre 16 municípios paranaenses. As casas fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, com financiamento do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS).
Todos os projetos executivos já foram analisados e aprovados pela Caixa Econômica Federal, e parte dos recursos destinados às construções já está empenhada. A partir da assinatura do convênio, os municípios terão 60 dias para realizar o processo de licitação, com a expectativa de que as obras tenham início no começo de 2026.
Aliel destacou a importância do programa para a promoção do desenvolvimento social nos municípios. “O acesso à moradia é um direito fundamental e uma das principais formas de garantir dignidade e qualidade de vida às famílias. Essas novas unidades vão transformar realidades em várias regiões do estado. Por isso, o Minha Casa, Minha Vida é um dos projetos mais relevantes do nosso país. Parabéns a todos os municípios contemplados e a todas as famílias que poderão viver essa conquista”, afirmou o deputado.
Campos Gerais
A maior parte dos investimentos anunciados pelo deputado será destinada aos Campos Gerais, que receberão 160 novas casas, distribuídas entre Arapoti (40), Imbaú (20), Ipiranga (20), Ortigueira (20), Tibagi (20), Ventania (20) e Guamiranga (20). “Historicamente, a demanda habitacional na região dos Campos Gerais sempre foi uma preocupação dos municípios, e nós, junto ao Governo Federal e às prefeituras, estamos trabalhando para mudar isso. Essas casas representam mais dignidade e segurança para centenas de famílias da região”, destacou Aliel.
Cantuquiriguaçu
Na região da Cantuquiriguaçu, serão construídas 60 novas moradias nos municípios de Cantagalo (20) e Nova Laranjeiras (20). “Essa é uma conquista muito importante para diversas famílias da Cantuquiriguaçu. Nosso compromisso é continuar ampliando os investimentos, contando sempre com o grande trabalho desenvolvido pelas lideranças municipais”, reforçou o deputado.
Sudoeste
A região Sudoeste também será contemplada com 60 casas, distribuídas entre Honório Serpa (20), Salto do Lontra (20) e Sulina (20). “Graças a essa união de forças, estamos levando desenvolvimento e esperança para o Sudoeste do Paraná, garantindo que mais famílias possam realizar o sonho da casa própria”, afirmou Aliel.
Região Central
Nos municípios de Campina do Simão (20) e Mato Rico (20), localizados na região central do estado, serão construídas 40 novas unidades habitacionais. “Esses investimentos, viabilizados pelo Governo Federal por meio do Minha Casa, Minha Vida, chegam para suprir uma demanda importante também dos municípios da região central. Tenho certeza de que essa conquista terá um impacto muito grande na vida das pessoas”, disse o parlamentar.
Norte Pioneiro e Litoral
No Norte Pioneiro, o município de Wenceslau Braz receberá 20 casas, enquanto o Litoral será beneficiado com 20 unidades em Morretes. “São regiões com características diferentes, mas que compartilham o mesmo objetivo: levar moradia digna às pessoas. Esse é um passo importante para reduzir desigualdades regionais”, ressaltou Aliel.
As novas moradias fazem parte dos investimentos do Governo Federal para fortalecer o programa Minha Casa, Minha Vida, uma das prioridades na área social. “Seguiremos trabalhando em parceria com o governo e os municípios para garantir mais casas, infraestrutura e oportunidades para o povo paranaense”, concluiu o deputado.
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trumpse reuniram pela primeira vez na tarde deste domingo (26), madrugada no horário de Brasília, na Malásia.
O encontro, que durou cerca de 45 minutos, foi o primeiro entre os dois desde uma rápida conversa durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro.
A reunião bilateral ocorre na esteira da imposição de tarifas de 50% sobre a exportação de produtos brasileiros para os EUA e de sanções a autoridades brasileiras em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Tive uma ótima reunião com o presidente Trump na tarde deste domingo, na Malásia. Discutimos de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral. Acertamos que nossas equipes vão se reunir imediatamente para avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”, afirmou Lula após o encontro.
Depois da reunião, em um evento com empresários na Malásia, Lula se disse agradecido e afirmou que ele e Trump conseguiram “fazer uma reunião que parecia impossível”.
O que eles discutiram?
Segundo o Planalto, a reunião foi para tratar sobre as taxas impostas a produtos brasileiros;
Trump disse ser uma honra estar com o presidente do Brasil e que provavelmente eles fariam “alguns bons acordos”;
Lula argumentou que a imposição das tarifas ao país não tem base técnica e que, na verdade, os EUA tem superávit na balança comercial com o Brasil;
O petista propôs um cronograma de negociações entre as equipes brasileira e norte-americana para tratar do assunto;
Ficou combinado que representantes do Brasil vão se reunir, ainda neste domingo, com o representante Comercial dos EUA, Howard Lutnick, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o secretário de Estado, Marco Rubio;
Lula também pediu a revogação de sanções a autoridades brasileiras, e disse que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro seguiu o devido processo legal;
Segundo o chanceler brasileiro, Lula e Trump combinaram visitas recíprocas;
Lula também reforçou um pedido para manter a América do Sul como zona de paz, e se propôs a ser interlocutor com a Venezuela.
Ao lado de Lula, Trump sinalizou chance de acordo
Na primeira parte do encontro, Lula e Trump falaram com os jornalistas por cerca de 10 minutos.
Trump disse ser uma honra estar com o presidente do Brasil e que provavelmente eles fariam “alguns bons acordos”.
“Nós vamos discutir [tarifas] um pouco. Nós sabemos que nós nos conhecemos. Nós sabemos o que cada um quer”, disse Trump.
Perguntado sobre Jair Bolsonaro, o presidente norte-americano disse que “se sente mal” pelo que o ex-presidente brasileiro passou, mas não respondeu se o assunto iria ser discutido no encontro.
Segundo um integrante da delegação brasileira, Lula disse a Trump que o julgamento seguiu o devido processo legal e que a aplicação de sanções a autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF) era injusta (leia mais).
Lula, por sua vez, disse que tinha uma pauta extensa para discutir com Trump e que não havia motivos para desavença entre EUA e Brasil.
“Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos“, afirmou o petista.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, confirmou nesta quinta-feira (23) a sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. O anúncio foi feito durante um discurso em um evento na Indonésia.
“Vou disputar um quarto mandato no Brasil. Digo isso porque ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse meu mandato só termina em 2026, no final do ano. Mas eu estou preparado para disputar outras eleições e tentar fazer com que a relação entre Indonésia e Brasil seja por demais valorosa”.
A declaração aconteceu durante a visita oficial do presidente brasileiro à capital Jacarta, em um momento marcado pela assinatura de diversos memorandos e acordos de cooperação entre Brasil e Indonésia. Os compromissos firmados abrangem áreas como agricultura, energia, comércio, educação, defesa, ciência e tecnologia, e reforçam a aproximação entre os dois países.
Em pronunciamento conjunto à imprensa, Lula e o presidente indonésio, Prabowo Subianto, destacaram ainda pontos de convergência nas posições sobre temas internacionais — entre eles, a situação em Gaza, a necessidade de reformar o Conselho de Segurança da ONU e o fortalecimento do papel do Brics na defesa dos interesses do sul global.
Ao confirmar que voltará a disputar a Presidência em 2026, Lula mencionou que pretende manter o diálogo e ampliar a cooperação com o governo indonésio, consolidando uma parceria estratégica entre as duas nações.
Júlio Kuller é vereador de Ponta Grossa e presidente da Câmara Municipal.
Júlio Kuller é vereador de Ponta Grossa e presidente da Câmara Municipal.
O episódio 119 do Pontagrossauros Podcast vai ao ar nesta terça-feira, 21 de outubro, às 20h, e recebe como convidado Júlio Kuller, vereador e presidente da Câmara Municipal de Ponta Grossa. Kuller iniciou sua trajetória política com o objetivo de representar os interesses da população ponta-grossense de forma honesta e próxima, destacando-se pelo compromisso com pautas sociais e pela defesa das pessoas com deficiência, especialmente autistas.
Durante a entrevista, o parlamentar compartilha detalhes sobre sua história pessoal, as motivações que o levaram à política e como suas experiências de vida influenciam sua atuação. Júlio Kuller também fala sobre sua passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social, os desafios enfrentados na vida pública e as conquistas alcançadas ao longo dos mandatos.
O episódio ainda aborda princípios e valores que orientam seu trabalho, a importância da transparência e da participação popular, além de seus projetos e expectativas para o futuro de Ponta Grossa — com foco em políticas de inclusão e qualidade de vida para todos os cidadãos.
Pontagrossauros: 1 ano valorizando histórias de Ponta Grossa
Alex WillianRichard Eidam
O Pontagrossauros Podcast completou 1 ano de trajetória no início do mês de junho. Com mais de 160 convidados e 100 episódios gravados, o programa segue dando voz a quem faz parte do cotidiano da cidade. O podcast é transmitido ao vivo no YouTube e Facebook do portal Em PG é Assim, com cortes nas redes sociais como Instagram, TikTok e Kwai, além da versão completa no Spotify. Neste episódio, a apresentação fica por conta de Alex William e Richard Eidam.
O Pontagrossauros também está em busca de novas vozes para os próximos episódios. Interessados podem se inscrever preenchendo o formulário com nome, tema a ser abordado, disponibilidade (terça ou quinta-feira), links das redes sociais ou material de apoio e contato de WhatsApp. Acesse o formulário pelo link.
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