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Dr. Erick apresenta projeto em defesa dos motoboys e entregadores por aplicativo.

Na tarde desta quarta-feira (03), durante sessão ordinária da Câmara Municipal, o vereador Dr. Erick apresentou o Projeto de Lei n° 453/25 que trata sobre as regras para entregas de encomendas por trabalhadores de aplicativos em condomínios residenciais e comerciais no Município de Ponta Grossa. 

Um novo Projeto de Lei protocolado e aprovado na Câmara Municipal de Ponta Grossa regulamenta a entrega de encomendas na cidade. O objetivo é impedir que os entregadores sejam obrigados a subir até os apartamentos ou entrar nos condomínios para realizar as entregas.

De acordo com o autor do projeto, o vereador Dr. Erick, a necessidade de uma lei surgiu após o crescimento acelerado dos serviços de delivery nos últimos anos e com isso uma série de conflitos de pessoas que insistem em achar que o entregador precisa adentrar o condomínio para levar o produto até a porta de casa. 

O Projeto de Lei busca equilibrar a eficiência do serviço, a segurança interna dos condomínios e o respeito aos profissionais. O texto destaca a importância de garantir um tratamento digno aos entregadores, que muitas vezes enfrentam jornadas exaustivas e pressões por tempo.

Por outro lado, o projeto também mantém a organização interna e a segurança dos moradores, definindo limites para o acesso às áreas comuns.

Um dos pontos de destaque da medida é a atenção dada à acessibilidade. O projeto prevê uma alternativa segura para que idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida tenham o direito de receber suas encomendas diretamente na porta de casa, sem a obrigação de se deslocarem até a portaria.

 A lei também vai obrigar as empresas de aplicativos a melhorarem a comunicação em suas plataformas, informando os usuários de maneira transparente e detalhada sobre o funcionamento das entregas em condomínios diretamente no celular.

O Projeto de Lei agora segue para análise da prefeitura para ser aceito e ter força de Lei na cidade.

Quais os pontos principais dessa Lei?

Art. 1º – Esta Lei dispõe sobre o serviço de entrega em domicílio realizado em condomínios residenciais, edifícios e salas comerciais no município de Ponta Grossa. Parágrafo único. Considera-se serviços de entrega em condomínios residenciais ou comerciais aquele vinculado a empresas, plataformas digitais de intermediação ou prestadores autônomos contratados pelos consumidores. 

Art. 2º – Fica proibido ao consumidor ou cliente exigir que o entregador adentre áreas de uso comum do condomínio ou realize a entrega diretamente na porta da unidade habitacional ou comercial, devendo a entrega ocorrer na portaria ou em local previamente designado pela administração condominial, respeitadas as normas internas de segurança. Parágrafo único. As plataformas e empresas de entrega deverão informar de forma prévia, expressa e ostensiva aos consumidores e entregadores as regras estabelecidas neste artigo. 

Art. 3º – O condomínio poderá disponibilizar espaços específicos e seguros para a retirada das encomendas pelos moradores, de modo a garantir a fluidez e a segurança dos serviços de entrega. Parágrafo único. Os condomínios deverão comunicar seus moradores sobre a obrigatoriedade de cumprimento dessa Lei, visando preservar a integridade física dos trabalhadores e evitar situações de hostilidade, agressão ou constrangimento. 

Art. 4º – Nos casos de pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida ou outras condições que justifiquem, poderá ser ajustada previamente a entrega diretamente na porta da unidade, sem custo adicional ao consumidor, mediante comum acordo entre o entregador e o destinatário. Parágrafo único. A recusa injustificada do entregador em realizar a entrega diretamente à unidade nesses casos implicará:

I – multa à empresa ou plataforma de intermediação, em valor definido na regulamentação dessa Lei; 

II – suspensão temporária do cadastro do entregador, pelo período estabelecido em regulamentação. 

Art. 5º – As plataformas deverão notificar de forma fixa e clara, nos aplicativos ou sistemas utilizados, que o cliente não pode exigir entrega na porta da unidade, salvo hipótese prevista no art.4°. 

Art. 6º – É vedada a diferenciação de tarifas em razão da escolha do local de recebimento da encomenda (portaria ou unidade), quando aplicável. 

Art. 7º – A aplicação das penalidades previstas nesta Lei somente ocorrerá após regular processo administrativo, assegurados o contraditório e a ampla defesa. 

,Art. 8º – O Poder Executivo Municipal regulametará esta Lei no que couber, no prazo de 90 (noventa) dias. Art. 9º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

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Notícias Política Ponta Grossa

Projeto de Stocco garante acesso digital a exames laboratoriais feitos pela Prefeitura

O vereador Geraldo Stocco (PV) protocolou um projeto de lei (PL 198/2026) que prevê que todos os exames laboratoriais realizados na rede pública municipal de saúde sejam disponibilizados via sistema digital. A proposta de Geraldo visa desburocratizar o acesso do(a) paciente aos exames e também tornar mais dinâmico o acesso da equipe médica aos resultados.

“Nossa proposta é que o paciente receba no momento da realização ou do agendamento do exame um Qr Code ou login e senha para acessar o resultado remotamente via sistema da Prefeitura ou aplicativo”, explica Geraldo. “Pensamos neste projeto para tornar o acesso mais fácil, como forma de economia e também de acessibilidade.

Stocco lembra que atualmente os pacientes do sistema municipal necessitam deslocar-se presencialmente até as Unidades Básicas de Saúde apenas para retirada de exames laboratoriais. “Esse deslocamento gera filas, custos operacionais ao Município, perda de tempo dos usuários e sobrecarga das equipes de atendimento”, explica o parlamentar.

A proposta de Stocco prevê que a Prefeitura disponibilize mecanismos de acessibilidade digital para os(as) pacientes que tenham dificuldade de acesso digital e o acesso via sistema não vai impedir o fornecimento do resultado físico do exame.


“A medida traz inúmeros benefícios à população, como redução de filas e aglomerações nas UBS, diminuição de deslocamentos desnecessários, maior comodidade aos pacientes e agilidade no acesso aos resultados”, defende Stocco.

Além disso, o vereador entende que a proposta fortalece a transparência e o acesso à informação, incentiva à modernização administrativa e melhora no fluxo de atendimento das unidades de saúde.

“Essa mudança ainda incentiva a ampliação da inclusão digital nos serviços públicos, reduz o tempo de espera para atendimento presencial e traz maior autonomia do paciente sobre suas informações médicas”, conta Geraldo.

A iniciativa já é realidade em várias outras cidades brasileiras como Campo Grande (MS), Marabá (PA) e Votuporanga (SP). A proposta passará pelas comissões internas da Casa de Leis antes de ser votada em plenário.

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Causa Social Notícias Política Ponta Grossa

Bolsa Família retirou 5,1 milhões de famílias da pobreza, diz ministro

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que 5,1 milhões de beneficiários do Bolsa Família já saíram do programa, desde 2023, após aumentar a renda familiar. Segundo Dias, isso representa um auxílio direto a cerca de 15 milhões de pessoas. 

A declaração, feita nesta quarta-feira (27) durante o programa Bom Dia, Ministro, contraria a ideia de que beneficiários tentariam permanecer no programa indefinidamente. O Bom Dia, Ministro é produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“Só de 2023 para cá, 5,1 milhões de famílias saíram da pobreza. Saíram do Bolsa Família porque passaram a trabalhar”, disse o ministro.

O dado apresentado por Dias rebate críticas recentes feitas pelo apresentador de TV Luciano Huck, que sugeriu que parte dos beneficiários busca permanecer no programa “eternamente”.

Para Wellington Dias, esse tipo de percepção está associada a preconceitos históricos contra as camadas mais pobres da população brasileira.

“É preciso aproveitar fatos como esse para que a gente enterre de vez o preconceito que se tem com relação aos mais pobres”, afirmou.

“Foi feio, tanto que [Luciano Huck] veio a público se desculpar. Infelizmente isso ainda está muito entranhado. Sou de uma geração em que as pessoas trabalhavam em troca de um prato de comida”, acrescentou.

Estudos 

O ministro citou uma série de estudos para sustentar a eficácia do programa. Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Banco Mundial aponta que, entre a primeira geração de beneficiários — cerca de 20 milhões de brasileiros — aproximadamente 70% deixaram a pobreza, principalmente por meio da educação.

Além disso, dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) indicam melhora no perfil socioeconômico do país. Segundo a divulgação mais recente mencionada pelo ministro, o Brasil alcançou Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, passando a integrar o grupo de países com desenvolvimento “muito alto”.

“O próprio estudo aponta que um dos principais alicerces foi o Bolsa Família”, disse o ministro.

Outro indicador destacado foi o empreendedorismo. Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que 5,9 milhões de inscritos no Cadastro Único atuam como pequenos empreendedores, em atividades como salões de beleza e mercadinhos.

De acordo com o ministro, parte desses beneficiários passou à condição de empregadora: “Cerca de 1,3 milhão de pessoas empregadas hoje trabalham para alguém que, até outro dia, era do Bolsa Família”.

Classe média

O ministro também afirmou que mais de 6 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C desde a criação do Bolsa Família, reforçando o papel do programa na ampliação da classe média.

“O que o presidente Lula quer é um país com uma grande classe média”, disse ao lembrar que o modelo brasileiro de transferência de renda já é adotado ou estudado por cerca de 140 países, inclusive nações desenvolvidas.

Segundo o ministro, o valor médio pago às famílias é de cerca de R$ 700 mensais. Com esse recurso, acrescentou, é possível comprar alimentos e acessar tarifa social de energia, o vale-gás e programas como Farmácia Popular, entre outros.

Contrapartidas

Para ter acesso ao Bolsa Família, é preciso cumprir contrapartidas nas áreas de saúde e educação.

Segundo o ministro Wellington Dias, o acompanhamento começa ainda na gestação, com foco na saúde da mãe e do bebê, e segue ao longo da infância, incluindo o monitoramento do desenvolvimento das crianças.

Na área educacional, é exigida a matrícula e a frequência escolar, além do acompanhamento contínuo dos estudantes.

Esse conjunto de exigências, segundo ele, integra um dos pilares do programa, ao garantir que, além da renda, haja investimento em educação e saúde, criando condições para que as famílias possam superar a pobreza ao longo do tempo.

Fonte: Agência Brasil.

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Campos Gerais Economia Notícias Política

Mercado eleva previsão da inflação para 5,04% este ano

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,92% para 5,04% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (25), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima primeira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em abril, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67% [https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/%20inflacao-desacelera-e-fecha-abril-em-0%2C67%25-pressionada-por-alimentos]. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.

Para 2027, a projeção da inflação variou de 4% para 4,01%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.

Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,85% para 1,89%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) caiu de 1,77% para 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,17 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,26.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias Política

Lula assina medidas que criam Cadastro Nacional de Agressores e ampliam proteção às mulheres

Foto: Ricardo Stuckert / PR.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (20) um pacote de projetos de lei e decretos voltados à proteção das mulheres, ao combate à violência digital e ao reforço das regras para atuação de plataformas na internet. Os atos foram oficializados durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.

As medidas fazem parte das ações relacionadas aos 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e incluem mudanças nas áreas de segurança pública, Justiça e ambiente digital.

Entre os principais pontos estão:

  • criação do Cadastro Nacional de Agressores;
  • ampliação das possibilidades de afastamento imediato do agressor;
  • redução de burocracias para acelerar medidas protetivas;
  • endurecimento de punições para presos que continuam ameaçando vítimas;
  • novas obrigações para plataformas digitais em casos de violência online, golpes e conteúdos criminosos.
Proteção de mulheres na internet

Um dos decretos assinados cria regras para ampliar a proteção de mulheres em ambientes digitais. O texto determina que plataformas tenham canais específicos e de fácil acesso para denúncias de conteúdos íntimos divulgados sem consentimento.

Segundo o governo, materiais desse tipo deverão ser removidos em até duas horas após a notificação da vítima. A regra também vale para imagens falsas produzidas com inteligência artificial, conhecidas como deepfakes.

As empresas também deverão:

  • preservar provas e dados para investigações;
  • atuar para reduzir a disseminação de conteúdos criminosos;
  • informar de forma clara sobre o Ligue 180, canal de atendimento às mulheres.

O decreto prevê ações contra situações como:

  • divulgação de nudez sem autorização;
  • ameaças e perseguições online;
  • assédio coordenado;
  • produção de imagens íntimas falsas por inteligência artificial.
Novas regras para plataformas digitais

Outro decreto atualiza regras relacionadas ao Marco Civil da Internet e amplia a responsabilidade das plataformas digitais em casos de golpes, fraudes e circulação de conteúdos criminosos.

Pelas novas regras, empresas que operam no Brasil deverão adotar medidas preventivas para impedir a disseminação de crimes nas plataformas.

O texto prevê atuação contra conteúdos ligados a:

  • exploração sexual de crianças e adolescentes;
  • tráfico de pessoas;
  • incentivo à automutilação;
  • terrorismo;
  • violência contra mulheres;
  • golpes e anúncios fraudulentos.

As plataformas também deverão armazenar informações sobre anúncios e responsáveis pelas publicações para auxiliar investigações policiais.

Segundo o governo, empresas poderão ser responsabilizadas em casos de falhas recorrentes no combate a fraudes e crimes impulsionados por publicidade paga.

O decreto estabelece ainda que aplicativos de mensagens privadas, e-mails e videoconferências não entram nas novas regras, devido à proteção constitucional do sigilo das comunicações.

Cadastro Nacional de Agressores

Entre os projetos de lei assinados está a proposta que cria o Cadastro Nacional de Violência contra a Mulher.

O sistema reunirá dados estaduais e federais sobre condenados por crimes como:

  • feminicídio;
  • estupro;
  • importunação sexual;
  • perseguição;
  • violência psicológica;
  • divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento;
  • lesão corporal contra mulheres.

A proposta prevê integração entre forças policiais de diferentes estados para facilitar a localização de criminosos foragidos e reduzir casos de reincidência.

Reforço das medidas protetivas

Outro projeto amplia as hipóteses para afastamento imediato do agressor do convívio com a vítima.

A medida passa a incluir casos de:

  • violência moral;
  • violência patrimonial;
  • violência sexual;
  • controle financeiro;
  • destruição de bens;
  • retenção de documentos;
  • humilhações e exposição da vítima.

O objetivo é permitir respostas mais rápidas da Justiça mesmo quando não houver agressão física direta.

Punições mais rígidas para ameaças feitas da prisão

O pacote também inclui um projeto que endurece regras para presos que continuam ameaçando vítimas ou familiares mesmo após prisão.

A proposta prevê:

  • possibilidade de inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD);
  • isolamento em cela individual;
  • restrição de visitas;
  • fiscalização de correspondências;
  • transferência para presídios em outros estados.
Menos burocracia para medidas protetivas

Outro projeto busca acelerar o cumprimento de decisões judiciais relacionadas à proteção das vítimas.

Segundo o governo, a proposta pretende facilitar, por exemplo, a execução imediata de decisões sobre pensão alimentícia e outras medidas previstas pela Justiça, reduzindo o tempo de espera das vítimas por proteção financeira e judicial.

Com informações de Governo Federal

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Aliel Machado destaca aprovação de projeto que aumenta penas para estupro e crimes sexuais

A Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (6), o projeto de lei que aumenta as penas para crimes de estupro, assédio sexual e registro não autorizado da intimidade sexual. A proposta também endurece as punições para crimes ligados à exploração sexual de crianças e adolescentes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O texto segue agora para análise do Senado Federal.

O deputado federal Aliel Machado destacou a importância de medidas mais rígidas para combater crimes sexuais, especialmente os praticados contra crianças e adolescentes.

“Ontem nós aprovamos um projeto muito importante para o país, um projeto que aumenta a pena para aqueles criminosos que fazem abuso de crianças, que cometem crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Nós vimos, nesta semana, mais um caso estarrecedor contra crianças e aprovamos o projeto que agora vai ao Senado Federal e que tenta inibir esse tipo de prática, que é abominável”, afirmou Aliel, em vídeo publicado nas redes sociais.

A fala do parlamentar faz referência ao caso de estupro coletivo contra duas crianças, investigado pela Polícia Civil de São Paulo, que ganhou repercussão nacional nos últimos dias.

Penas mais rígidas

Entre as mudanças aprovadas pela Câmara, a pena para o crime de estupro passa de 6 a 10 anos para 8 a 12 anos de reclusão. Nos casos em que houver lesão corporal grave, a pena sobe para 10 a 14 anos. Se o crime resultar na morte da vítima, a punição poderá chegar a 32 anos de prisão.

O texto também aumenta a pena para assédio sexual, que passa de 1 a 2 anos para 2 a 4 anos de detenção. Já o crime de registro não autorizado da intimidade sexual, como a divulgação de fotos e vídeos íntimos sem consentimento, terá pena ampliada para 1 a 3 anos.

Além disso, o projeto prevê agravantes quando os crimes forem cometidos contra mulheres, pessoas com deficiência, idosos ou dentro de instituições de ensino, saúde, acolhimento, unidades policiais ou prisionais. O texto também endurece as penas para crimes relacionados à pornografia infantil, aliciamento e armazenamento de conteúdo envolvendo crianças e adolescentes.

Assessoria de Imprensa

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Deputado Aliel Machado destaca aprovação em 2º turno de PEC que garante recursos para assistência social

Foto: Assessoria de Imprensa.

O deputado federal Aliel Machado destacou, na noite desta terça-feira (28), a aprovação, em 2º turno, da PEC 383/17, que estabelece um percentual mínimo de investimento para o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

A proposta, que será enviada ao Senado, tem como objetivo consolidar uma importante conquista para a área, ao garantir mais previsibilidade e segurança no financiamento das políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

Em defesa do povo brasileiro

Aliel, que esteve entre os parlamentares que apoiaram o início da tramitação da proposta ainda em 2017, ressaltou o significado da aprovação definitiva na Câmara dos Deputados.

“Hoje é um dia de vitória. A aprovação em 2º turno confirma um avanço histórico, assegurando recursos permanentes para uma área essencial, que atende quem mais precisa em todo o país”, afirmou.

Detalhes da PEC

A proposta determina que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios destinem, de maneira gradual, uma parcela mínima de 1% de suas receitas correntes líquidas para a assistência social. Na avaliação do deputado, a iniciativa corrige uma instabilidade antiga no setor, frequentemente impactado por cortes e falta de planejamento.

Segundo Aliel, a medida fortalece toda a estrutura do SUAS, permitindo a continuidade e a ampliação dos serviços prestados à população, especialmente por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais equipamentos da rede.

“Estamos garantindo condições para que os serviços não sejam interrompidos e para que haja mais organização, estrutura e qualidade no atendimento. Isso impacta diretamente a vida de crianças, idosos e famílias inteiras que dependem dessas políticas públicas”, destacou.

Fortalecimento do setor

O parlamentar também enfatizou o reflexo positivo da proposta para gestores municipais e profissionais da área, que lidam diariamente com a demanda crescente por atendimento social.

“Essa conquista traz mais tranquilidade para prefeitos, equipes técnicas e trabalhadores da assistência, que agora poderão atuar com mais planejamento e respaldo, sabendo que haverá recursos assegurados”, pontuou.

Para Aliel Machado, a aprovação em dois turnos representa mais do que uma etapa legislativa concluída: é a consolidação de uma política pública estruturante.

“Estamos fortalecendo uma política de Estado, que vai além de governos. O SUAS é fundamental para garantir dignidade e proteção social, e essa aprovação reforça o compromisso com quem mais precisa”, concluiu.

Assessoria de Imprensa

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Aliel Machado comemora aprovação em 1º turno de projeto que prevê financiamento mínimo para o SUAS

Foto: Assessoria de Imprensa.

O deputado federal Aliel Machado (PV-PR) comemorou, na noite desta quarta-feira (8), a aprovação em primeiro turno da PEC 383/2017 pela Câmara dos Deputados. A proposta prevê recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e representa um avanço importante para o fortalecimento das políticas públicas de assistência social no Brasil. Para seguir ao Senado, a matéria ainda precisa passar por votação em segundo turno, prevista para os próximos dias.

Aliel foi um dos parlamentares que assinaram a PEC ainda em 2017, permitindo que ela começasse a tramitar no Congresso Nacional.

“Foi aprovada hoje, em primeiro turno, na Câmara dos Deputados, uma proposta que tramita há muitos anos no Congresso, representando um grande avanço para o nosso país. A emenda constitucional que prevê orçamento mínimo para o SUAS, o Sistema Único de Assistência Social, fortalece toda uma rede que cuida de crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade”, afirmou.

Detalhes do projeto

A PEC estabelece a aplicação anual de, no mínimo, 1% da Receita Corrente Líquida (RCL) da União para a assistência social. Na avaliação do deputado, a medida busca corrigir uma fragilidade histórica da área, que frequentemente sofre com cortes orçamentários e falta de previsibilidade.

“Hoje, nós temos garantias de recursos mínimos para a saúde e para a educação, mas a assistência social sofre com a falta de planejamento, com contingenciamento e com cortes de recursos. Esse dinheiro vai servir para que governos não tenham a possibilidade de fazer cortes em uma área tão sensível e para que haja planejamento, contratação de novos profissionais e manutenção dos serviços dos CRAS, que têm papel fundamental, principalmente no atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade”, ressaltou.

Aliel também destacou a importância do avanço da proposta para prefeitos, gestores municipais e profissionais que atuam diariamente na rede de proteção social.

“É um orgulho poder dar uma resposta aos prefeitos, às prefeitas e aos profissionais da assistência social, todos aqueles que sofrem no dia a dia por não terem uma estrutura organizada, com recursos e planejamento para atender quem mais precisa”, disse.

Apoio às políticas públicas

Para o parlamentar, a aprovação em primeiro turno representa mais do que uma etapa legislativa: simboliza o fortalecimento de uma política pública permanente de proteção social.

“É um momento histórico para o nosso país e para todos aqueles que sabem a importância do Sistema Único de Assistência Social. Antes, o Brasil tinha uma política de assistencialismo. Agora, temos uma política de assistência social estruturada por meio do SUAS, do CadÚnico, da Busca Ativa e da organização do Estado. Isso não é uma ação de governo. É uma política de Estado”, enfatizou.

Ao finalizar, Aliel reforçou a expectativa para a votação em segundo turno e classificou o avanço da PEC como uma conquista histórica para o Brasil.

“Tenho orgulho de estar aqui representando o Paraná e o Brasil em um momento tão importante para quem mais precisa das políticas públicas de assistência social”, concluiu.

Assessoria de Imprensa

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Ratinho Junior desiste de candidatura à Presidência e decide concluir mandato no Paraná

Foto: Reprodução,

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), desistiu de concorrer à Presidência da República em 2026. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23), por meio de comunicado oficial.

Na nota, o governador afirma que seguirá no cargo até o fim do mandato, em dezembro. Com isso, ele também deixa de participar das discussões internas do Partido Social Democrático (PSD) sobre a escolha de um candidato para a disputa presidencial.

Segundo o comunicado, a decisão foi tomada após reflexão com a família. Ratinho Junior argumenta que deve manter o compromisso firmado com os paranaenses desde a eleição de 2018 e não interromper o atual projeto de gestão. O texto destaca que a administração tem garantido um “ciclo de crescimento econômico” no estado.

A nota também cita resultados da gestão, como altos índices de aprovação, avanços na educação, redução da criminalidade, investimentos em infraestrutura e reconhecimento na área de sustentabilidade.

Mesmo fora da disputa presidencial, o governador afirma que seguirá à disposição do partido para contribuir com o debate nacional, defendendo medidas como a redução da burocracia, o endurecimento de leis criminais e o fortalecimento do agronegócio brasileiro.

Confira a nota na íntegra:

“O governador Ratinho Junior decidiu concluir seu mandato no Paraná até dezembro deste ano. Portanto, ele deixa de participar da discussão interna do PSD (Partido Social Democrático), que escolherá um candidato disposto a concorrer às eleições presidenciais deste ano.

A decisão foi tomada na noite deste domingo, 22, após profunda reflexão com sua família. O fato foi levado ao conhecimento do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nesta segunda, 23.

Ratinho está convicto que deve manter o compromisso selado com os paranaenses nas eleições de 2018 e não pode interromper o projeto que tem garantido o ciclo de crescimento econômico do Paraná. Sob a gestão de Ratinho Junior, que alcançou 85% de aprovação, o Estado se consolidou como a melhor educação do Brasil, obteve os menores índices criminais dos últimos 20 anos, o maior investimento em infraestrutura da história, e conquistou, por quatro vezes consecutivas, a excelência em sustentabilidade no Brasil.

O governador do Paraná continuará à disposição do PSD para ajudar o Brasil virar a página do atraso, criar perspectivas mais otimistas para os jovens, ser destravado com menos burocracia, endurecimento de leis criminais e tenha o agronegócio brasileiro como trunfo na competição global entre nações.

Eleito com quase 70% dos votos válidos em 2022, Ratinho permanecerá pautando a sua vida para ajudar o Brasil a partir do Paraná, ao defender um estado menor e mais eficiente, que tem a educação como instrumento para melhorar a vida de jovens e apostando na pacificação e no diálogo como alicerces do Estado Democrático de Direito.

Carlos Massa Ratinho Júnior nasceu numa família humilde em Jandaia do Sul. Mudou para Curitiba ainda criança, onde o pai chegou desempregado na década de 80. A trajetória simples do governador permitiu que ele jamais fosse contaminado pelas benesses do Poder.

Ao encerrar em dezembro essa fase de sua vida, Ratinho Júnior pretende voltar ao setor privado e presidir o Grupo de Comunicação criado pelo pai, o apresentador Ratinho.”

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Pontagrossauros Podcast debate conflito no Oriente Médio e impactos no Brasil em episódio desta quinta (12)

O jornalista Afonso Verner e o historiador Cássio Remus de Paula explicam o atual conflito no Oriente Médio e os impactos no Brasil.

O episódio 137 do Pontagrossauros Podcast vai ao ar nesta quinta-feira, 12 de março, e recebe o jornalista Afonso Verner e o historiador Cássio Remus de Paula para um debate sobre o atual conflito no Oriente Médio e seus impactos para o Brasil.

Durante a conversa, os convidados vão abordar o contexto histórico da região, os fatores que levaram à atual escalada de tensões e quais países e interesses estão envolvidos no cenário geopolítico. O episódio também pretende discutir possíveis cenários para o conflito e suas consequências globais.

Outro ponto da discussão será como a instabilidade no Oriente Médio pode impactar diretamente o Brasil, especialmente em áreas como o preço do petróleo, o mercado de fertilizantes e os reflexos para o agronegócio. O programa também deve tratar de possíveis repercussões sociais no país, incluindo a relação com comunidades árabes e judaicas.

Cássio Remus de Paula é doutor em História pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), mestre e bacharel em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e licenciado pelo Instituto Brasileiro de Formação (IBRA). Ele atua como professor e também trabalha como redator em sites voltados à educação.

Já Afonso Verner é jornalista, mestre em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e doutor em Comunicação Política pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Com trajetória na imprensa de Ponta Grossa, atuou em veículos como a revista D’Ponta, o portal aRede e o Jornal da Manhã, além de ter experiência na cobertura política e em comunicação de campanhas eleitorais.

A transmissão acontece ao vivo, às 20h, pelo canal do YouTube do Pontagrossauros e pela página do Facebook do Portal Em PG é Assim. A apresentação do episódio fica por conta do publicitário Alex William.

Expansão e novos projetos para 2026

O regresso do Pontagrossauros Podcast faz parte de uma expansão estratégica do Grupo Em PG é Assim para 2026. A equipe finaliza a nova sede, que abrigará operações de conteúdo, captação, estúdio e estrutura dedicada a transmissões ao vivo.

Além da nova estrutura física, o grupo prepara uma ampliação na grade de conteúdos para 2026. A proposta inclui a estreia de novos quadros, produção diária, criação de editorias temáticas, entrevistas exclusivas e a continuidade das publicações históricas no “Em PG Era Assim”. Entre as novidades está também a editoria estadual “Assim é o Paraná”, que está em fase de organização, e a coluna “Neurocidade”, que será assinada pelo jornalista Jeferson de Souza.

Dentre os novos quadros estão:

  • Agro Avança: dedicado a apresentar empresas, produtores, cooperativas, indústrias e profissionais do agronegócio. Tem como objetivo mostrar a força do agronegócio, com foco em tecnologia, inovação, produtividade e gestão;
  • Vida & Saúde: tem como objetivo mostrar as novidades, avanços e cuidados que fazem a diferença na saúde, na estética e na qualidade de vida no Paraná. Foi criado para apresentar profissionais, clínicas, centros de saúde e especialistas que trazem conhecimento, tecnologia e métodos modernos para o dia a dia da população;
  • Inteligência Jurídica: tem como proposta explicar o Direito de forma clara, estratégica e conectada com a realidade da população e do meio empresarial. O espaço foi criado para apresentar advogados, escritórios e especialistas como autoridade em suas áreas de atuação, mostrando não apenas o que fazem, mas como pensam e como contribuem para orientar decisões, prevenir riscos e oferecer segurança jurídica.

O principal projeto do ano será a cobertura da Copa do Mundo de 2026, com presença in loco nos Estados Unidos. A iniciativa é tratada como o maior case da história do grupo e prevê transmissões ao vivo, reportagens especiais, conteúdos exclusivos, bastidores e atuação em diferentes cidades-sede do torneio.

A empresa DBL assumiu a cota de patrocinadora master do projeto PG na Copa 2026. Além do investimento, a empresa terá os Naming Rights da cobertura, passando a integrar oficialmente o nome da iniciativa que levará a marca de Ponta Grossa ao maior evento esportivo do mundo.

Recentemente, o grupo atingiu a marca de 150 mil seguidores no Instagram, resultado da expansão de sua atuação digital. Considerando Instagram, Facebook, site, YouTube e demais plataformas, o Em PG é Assim ultrapassa 37 milhões de visualizações por mês, reforçando sua relevância entre os principais veículos independentes do Paraná. O momento é apontado como o mais expressivo desde a fundação do projeto.

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