O feriado prolongado em Ponta Grossa ganha uma opção a mais para quem quer aproveitar os próximos dias para passear, pesquisar preços e fazer boas compras. O “Liquida Ponta Grossa 2026” começou nesta sexta-feira (4) e segue até segunda-feira (7), sempre das 10h às 21h, no Sesc Estação Saudade.
A expectativa da organização é receber aproximadamente 10 mil pessoas ao longo dos quatro dias de evento, movimentando não apenas as empresas participantes, mas também o comércio e a economia da cidade.
Promovido pelo Sindilojas Ponta Grossa e região, com apoio institucional da Fecomércio PR, o “Liquida” retorna ao calendário de Ponta Grossa depois de sete anos. Mais de 20 empresas de diferentes segmentos estão reunidas em um único espaço, oferecendo descontos, liquidações, condições especiais e oportunidades para a queima de estoques.
“São quatro dias e uma ótima oportunidade para aproveitar o feriado prolongado de uma maneira diferente. Queremos receber as famílias, movimentar o comércio e proporcionar ao consumidor a possibilidade de encontrar diferentes marcas, produtos e grandes descontos em um único espaço”, destaca o presidente do Sindilojas Ponta Grossa e região, José Carlos Loureiro Neto.
Entre os participantes estão Boutique Maythe, Casa Lar, Colcci Castro, Doçuai de Minas, DR. Salva, Hilt, J&H Geleias, Japa Store, Jô Artes, Lobambino, Machulek Produtos Coloniais, Mariza Kiers Semijoias e Acessórios de Luxo, Mega Cheap, NG Gold, Outlet das Panelas, Rosa e Azul MB, Sistema RN Brasil, RV Moda Boutique, Rez Consultoria Tecnológica, Siu Sansana Modas e Vanguard.
O “Liquida Ponta Grossa” tem patrocínio do Sicredi, Ampernet Telecom e Tem Pra Hoje PG.
O ato de consumir mudou, e a satisfação de fazer uma compra de qualidade gastando menos vai muito além da matemática financeira. Impulsionado por essa transformação no comportamento do consumidor, o City Center Outlet Premium apresenta sua nova campanha institucional para 2026. A estratégia traz uma provocação direta ao mercado: comprar de forma inteligente é uma expressão de autonomia e valorização pessoal.
Dados recentes sobre hábitos de consumo revelam que mais da metade dos brasileiros se sente inteligente e confiante ao economizar em produtos de alto padrão. Fundamentada nesse comportamento, a campanha desconstrói a ideia de que o desconto está atrelado apenas à necessidade financeira. Para o City Center, fazer um bom negócio é uma escolha consciente de quem valoriza o próprio dinheiro, o próprio tempo e o próprio estilo.
Por meio de uma comunicação moderna que contrapõe hábitos antigos a novas formas de consumir, a narrativa utiliza a dinâmica de “DE / POR” para ressignificar a visita ao outlet. Em vez de apenas “garimpar descontos”, o convite é “encontrar todos eles”; em vez de “bater perna”, a proposta é vivenciar a experiência de um open mall “com o vento no rosto”. A assinatura “Muito mais por muito menos” resume esse novo momento.
“Diferentemente das abordagens tradicionais do varejo de desconto, que focam apenas no apelo numérico ou na queima de estoque, nossa nova campanha institucional humaniza essa relação e destaca como o cliente se sente. Queremos celebrar o orgulho e a inteligência de quem sabe que pode ter acesso às melhores marcas globais de forma consciente e planejada”, explica o diretor do Grupo Tacla, Mounif Tacla.
“Mergulhamos nos novos hábitos de consumo para desenhar a estratégia de 2026 e o grande insight foi entender que, hoje, o desconto gera um sentimento de vitória e inteligência no consumidor, e não de privação. Criamos o conceito ‘Muito mais por muito menos’ exatamente para celebrar essa autonomia: a mecânica da campanha ressignifica a experiência do open mall, mostrando que ter acesso às melhores marcas globais economizando é a escolha mais consciente e moderna que o cliente pode fazer. E a tag do ‘DE / POR’ é uma síntese muito visual e criativa desse conceito”, conta o CEO da agência de publicidade Tif Comunicação, Thiago Biazetto.
A nova campanha foi desenvolvida para atender simultaneamente os dois outlets do Grupo Tacla: o City Center Outlet Premium, em Campo Largo (PR), e o Porto Belo Outlet Premium, na cidade de Porto Belo (SC).
Destino de experiências na Região Metropolitana de Curitiba
A estratégia apoia a consolidação do City Center como um destino de lazer, turismo e conveniência, e não apenas de compras a preços mais baixos. Localizado no Km 122 da BR-277, o complexo do Grupo Tacla em Campo Largo oferece um ambiente completo ao ar livre, integrando gastronomia, entretenimento, ambiente pet friendly e um mix diversificado de marcas nacionais e internacionais, como Nike, Lacoste, Columbia, The North Face e Boss. Com essa estrutura, o empreendimento busca se consolidar não apenas como uma parada, mas como um destino de compras e experiências para moradores e turistas de Curitiba e região.
Ao longo de 2026, o conceito será desdobrado em grandes painéis rodoviários no eixo que conecta Curitiba ao interior do estado, além de ativações digitais e sazonais, mantendo o foco em mostrar que, para o consumidor que faz escolhas conscientes, o outlet é um destino para compras inteligentes.
Depois de sete anos, uma das ações promocionais mais lembradas pelo comércio local está de volta. O Liquida Ponta Grossa 2026 será realizado entre os dias 4 e 7 de setembro, no Sesc Estação Saudade, reunindo empresas de diferentes segmentos em uma grande ação voltada à geração de vendas, giro de estoques e aproximação entre lojistas e consumidores.
A iniciativa é uma realização do Sindilojas Ponta Grossa e região, com apoio institucional da Fecomércio PR.
O evento contará com 46 estandes, distribuídos em diferentes metragens, além de portal de entrada, área de café e estrutura preparada para receber comerciantes e consumidores. Segurança, limpeza e organização fazem parte da estrutura planejada para os quatro dias de programação.
“A escolha da data também é estratégica. O Liquida acontece paralelamente a um período de grande circulação de pessoas em Ponta Grossa. Entre os dias 4 e 15 de setembro, o Parque Ambiental recebe a 15ª edição da Expo&Flor, evento gratuito que tradicionalmente atrai visitantes de Ponta Grossa e região. Na sequência, no dia 15 de setembro, o município comemora seu aniversário com programação especial”, explica o presidente do Sindilojas Ponta Grossa e região, José Carlos Loureiro Neto.
A proposta é aproveitar o movimento para criar um ambiente especialmente voltado às compras, com empresas reunidas em um único espaço e condições diferenciadas para o consumidor. Outro diferencial é a força de uma ação coletiva. Ao reunir diversas marcas em um mesmo evento e concentrar esforços de divulgação, o Liquida pretende ampliar a visibilidade dos participantes e gerar um movimento maior do que ações promocionais realizadas individualmente.
“O Sesc Estação Saudade também foi escolhido por sua localização, facilidade de acesso, espaço coberto e importância histórica e cultural para Ponta Grossa”, complementou Loureiro.
Além das vendas durante o evento, a iniciativa pretende proporcionar contato direto entre empresas e consumidores, possibilitando a fidelização de clientes e a conquista de novos públicos.
Ao todo, estão previstos 46 estandes, divididos em cinco configurações de tamanho. Os valores são calculados por metro quadrado. A organização também disponibilizou cotas de patrocínio. As vagas para estandes e as cotas de patrocínio são limitadas. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (42) 99982-1748.
A unidade da Casas Bahia de Ponta Grossa, localizada na Avenida Doutor Vicente Machado, encerrou suas atividades na manhã desta sexta-feira (14). A medida afetou 31 trabalhadores que atuavam na loja.
Em relato exclusivo ao portal Em PG é assim, uma funcionário detalhou que a equipe foi orientada a comparecer à loja às 7h30. Ao chegarem, no entanto, encontraram as portas fechadas para o público e receberam a notícia de que não tinham mais seus empregos.
Segundo a trabalhadora, todos permaneceram no interior da loja aguardando serem chamados individualmente para as orientações rescisórias. A justificativa repassada aos funcionários pela gerência foi o alto custo operacional para manter o ponto físico no Centro de Ponta Grossa.
A empresa também teria informado sobre a possibilidade de transferência para unidades de Curitiba. Segundo a funcionária, porém, não seria oferecido auxílio financeiro para o deslocamento até a capital.
O fechamento da unidade ponta-grossense ocorre durante um processo de reestruturação da marca. A Casas Bahia anunciou o encerramento de 298 lojas em todo o país, além de medidas para redução de despesas e adequação da operação.
A previsão é de que o fechamento das unidades resulte na saída de entre 1,9 mil e 3 mil funcionários. A empresa também registrou prejuízo de aproximadamente R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre deste ano.
O Grupo RFK inaugura, na próxima terça-feira (21), sua quinta unidade industrial em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Resultado de um investimento de aproximadamente R$ 400 milhões, a nova fábrica amplia a capacidade produtiva da empresa, fortalece sua estratégia de expansão no mercado brasileiro de bebidas e tem potencial para movimentar mais de 10 mil empregos ao longo da cadeia produtiva do setor.
A fábrica inicia suas atividades com cerca de 300 empregos diretos, impulsionando uma extensa rede formada por produtores rurais, fabricantes de embalagens, transportadoras, distribuidores, supermercados, bares, restaurantes e prestadores de serviços. A estimativa tem como base estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre o efeito multiplicador da indústria cervejeira.
A nova unidade é a maior já construída pela companhia e passa a ser sua quinta planta industrial, marcando o início do maior ciclo de expansão de sua história. O empreendimento amplia a capacidade produtiva, fortalece a presença da empresa nos mercados do Sul e Sudeste e aproxima a operação dos principais centros consumidores do país.
Planejada para atender aos mais elevados padrões internacionais da indústria de bebidas, a fábrica combina automação, inteligência operacional e processos de alta eficiência, reunindo tecnologia, produtividade e sustentabilidade em uma única operação. O projeto também incorpora soluções para reduzir o consumo de água e energia, reutilizar recursos e tornar a produção cada vez mais eficiente, reforçando o compromisso da companhia com o desenvolvimento sustentável.
A nova unidade terá papel estratégico na expansão do energético Furioso, hoje consolidado entre as cinco maiores marcas de energéticos do Brasil. Com o aumento da capacidade produtiva, a empresa acelera seus planos de crescimento e fortalece a presença da marca em novos mercados.
Para Márcio José Mendes, fundador e CEO do Grupo RFK, a inauguração representa muito mais do que a entrega de uma nova fábrica.
“Quando fundamos a empresa, em 2010, em Cambé, tínhamos um sonho: construir uma indústria brasileira forte, inovadora e competitiva. Hoje entregamos a maior fábrica da nossa história. Mais do que ampliar nossa capacidade de produção, estamos criando oportunidades para milhares de pessoas, fortalecendo toda a cadeia do setor de bebidas e preparando a empresa para um novo ciclo de crescimento. Este investimento representa nossa confiança no Brasil, no Paraná e na força da indústria nacional.”
Sobre o Grupo RFK
Fundado em 2010, em Cambé (PR), o Grupo RFK é uma empresa brasileira do setor de bebidas com atuação em diferentes regiões do país. Seu portfólio reúne marcas como Refriko, Furioso, Moema, Bella Roma e Hidratar. Com a inauguração da unidade de São José dos Pinhais, a companhia amplia sua presença nacional, consolida sua quinta planta industrial e inicia o maior ciclo de expansão de sua história.
A contratação de seguro costuma ser empurrada para o fim da lista até que algum evento force a decisão. Quando isso acontece, a escolha tende a ser rápida, baseada em preço e com pouca leitura do que realmente está sendo protegido. O resultado é conhecido: a apólice existe, mas nem sempre acompanha o risco do dia a dia.
A CBC Seguros, corretora sediada em Ponta Grossa e com mais de 30 anos de atuação, defende uma mudança prática de mentalidade. Para a empresa, seguro precisa ser tratado como parte do planejamento financeiro e patrimonial, e não como resposta a um problema já instalado.
Essa visão tem um motivo objetivo: risco não some porque foi ignorado. O que muda é o tamanho do impacto quando o imprevisto acontece.
Planejamento reduz o “tamanho do susto”
O seguro entra como planejamento quando ele é contratado considerando cenários e consequências, e não apenas como exigência ou “precaução genérica”. Em empresas, isso envolve entender o que pode interromper a operação, afetar o caixa ou gerar perdas relevantes. Em famílias, significa reconhecer que patrimônio e orçamento também estão expostos a situações que fogem do controle.
A CBC Seguros sustenta que o papel da proteção é reduzir a vulnerabilidade financeira. A lógica não é eliminar risco, mas impedir que um evento pontual cause um prejuízo desproporcional, seja no patrimônio, seja na rotina, seja na capacidade de seguir operando.
Análise de risco é o que define se a cobertura faz sentido
Uma apólice bem contratada começa antes da proposta. A CBC Seguros trabalha com diagnóstico do perfil do cliente, leitura técnica dos riscos e entendimento do contexto de uso dos bens ou da operação.
Essa etapa é decisiva porque o mesmo produto pode funcionar bem para um perfil e falhar para outro. Um veículo de uso pessoal e um veículo de trabalho têm exposições diferentes. Uma empresa com frota e logística enfrenta riscos distintos de uma operação mais simples. No agronegócio, a variabilidade do cenário é ainda maior, exigindo uma leitura cuidadosa de estrutura, rotina e exposição.
A recomendação de cobertura, nesse modelo, passa a ser consequência do risco real, e não apenas da tabela.
Cobertura adequada é o que evita “seguro que não resolve”
Boa parte das frustrações com seguro nasce de desalinhamento. O cliente contrata acreditando estar protegido, mas descobre no uso que limites, franquias, exclusões e condições reduzem o alcance da cobertura.
Por isso, a CBC reforça que cobertura adequada não significa “mais cara” ou “mais completa”, e sim coerente. Coerente com o bem protegido, com o tipo de uso, com o valor real envolvido e com as situações que podem acontecer.
Essa coerência exige comparação técnica. Mais do que avaliar valores, é necessário enxergar o que muda de uma proposta para outra em termos de resposta prática, limites e condições.
Estabilidade financeira entra como objetivo de proteção
Ao tratar seguro como planejamento, o foco deixa de ser apenas reposição de um bem e passa a incluir estabilidade. No ambiente empresarial, essa estabilidade está ligada à continuidade, à preservação de caixa e à redução de impactos operacionais. No ambiente pessoal, está ligada à proteção do orçamento e do patrimônio familiar.
Essa é a abordagem que a CBC Seguros coloca no centro do seu trabalho consultivo. A corretora atua com seguros para agronegócio, automóvel, vida, residencial, viagem, frotas, caminhão, transportes e responsabilidade profissional, sempre com a mesma premissa: orientar com critério técnico para que a proteção seja efetiva quando for necessária.
A decisão muda quando o seguro entra no planejamento
Quando a contratação é pensada antes do problema, o seguro deixa de ser uma escolha apressada e se torna uma ferramenta de organização financeira e patrimonial. A mudança é menos conceitual e mais prática: analisar o risco, ajustar a cobertura e manter coerência com o momento do cliente.
No fim, a lógica é simples. O imprevisto pode acontecer. O que não precisa acontecer é ele virar uma perda maior do que deveria.
A economia brasileira começou o ano de 2026 no azul. O Produto Interno Bruto (PIB) do país registrou um crescimento de 1,1% no primeiro trimestre, em comparação com os últimos três meses de 2025. Ao todo, a riqueza gerada no período somou R$ 3,3 trilhões.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos quatro trimestres acumulados, a alta da economia é de 2%.
O resultado foi positivo nos três grandes pilares da economia:
Agropecuária: +2,0%
Indústria: +1,0%
Serviços: +0,5%
O peso do bolso das famílias e dos investimentos
Segundo o IBGE, o consumo das famílias, que tem o maior peso na economia pelo lado da demanda, cresceu 1% e foi um dos grandes motores desse resultado.
Outra surpresa positiva foi a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos no país. Após uma queda no fim do ano passado, os investimentos deram um salto de 3,5% neste início de ano. Já os gastos do governo tiveram uma alta tímida de 0,4%
Super safra de soja garante o recorde do agro
Em comparação com o 1º trimestre de 2025, o PIB avançou 1,8%. O grande destaque foi a Indústria Extrativa (alta de 13,1%), impulsionada pela extração de petróleo e gás natural.
No campo, o clima favorável e o aumento da área plantada fizeram a produção de soja crescer 4,8%, atingindo um recorde histórico na série do IBGE. Por outro lado, culturas importantes como o arroz (-10,6%) e o milho (-2,5%) registraram queda na produtividade.
O que caiu no trimestre?
Apesar do cenário geral positivo, alguns setores fecharam no vermelho neste início de ano:
Na Indústria: O setor de transformação caiu 0,9% no ano, puxado pelas indústrias de impressão (-10,2%) e de fabricação de máquinas e equipamentos (-9,4%). O setor de eletricidade e gás também recuou (-0,3% no trimestre).
Nos Serviços: O setor de transportes, armazenagem e correios recuou 0,7%, seguido pelo setor financeiro e de seguros, que caiu 0,6%.
No comércio exterior, as exportações caíram 1,7% em relação ao trimestre anterior, enquanto as importações subiram 4,4%, impulsionadas pela compra de veículos automotores e produtos farmacêuticos.
A próxima atualização dos dados econômicos do país, referente ao segundo trimestre, será divulgada pelo IBGE no dia 1º de setembro.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou oficialmente nesta segunda-feira (25) o registro do medicamento Ozivy, produzido pelo laboratório brasileiro EMS. O remédio utiliza a semaglutida como princípio ativo mesma substância presente no Ozempic e no Wegovy e se torna o primeiro concorrente nacional autorizado após a queda da patente da farmacêutica Novo Nordisk no Brasil.
A aprovação foi publicada no Diário Oficial da União e marca um novo capítulo no mercado das chamadas “canetas emagrecedoras”, utilizadas principalmente no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade.
Segundo a Anvisa, o Ozivy passou por auditorias técnicas rigorosas para comprovar segurança, eficácia e controle de qualidade antes de receber o aval para comercialização. Por se tratar de uma molécula complexa, o medicamento foi registrado na categoria de “medicamento novo” por meio de um processo abreviado de desenvolvimento.
A expectativa do setor farmacêutico é que a entrada de concorrentes nacionais provoque uma redução gradual nos preços das canetas de semaglutida, que atualmente possuem alto custo para os pacientes brasileiros. Além da EMS, outras farmacêuticas já possuem pedidos em análise na Anvisa para lançar produtos semelhantes.
O Ozivy será comercializado em formato de solução injetável subcutânea, com canetas aplicadoras e agulhas, em diferentes apresentações de cartuchos.
Apesar da aprovação histórica, o medicamento ainda não tem data oficial para chegar às farmácias. Antes do lançamento, a EMS precisa concluir etapas comerciais obrigatórias, como a definição do preço junto à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e a produção dos primeiros lotes para distribuição nacional.
O registro aprovado pela Anvisa terá validade até junho de 2036.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou nesta terça-feira (26) um novo levantamento sobre os preços da gasolina no Paraná e os números chamaram atenção dos motoristas dos Campos Gerais. O relatório aponta que Castro registrou o combustível mais caro do estado, chegando a R$ 7,39 o litro.
A pesquisa foi realizada em postos de 25 municípios paranaenses e mostrou que a média estadual da gasolina comum está em R$ 6,69. Já o menor valor encontrado no Paraná foi em Guarapuava, onde o litro apareceu sendo vendido a R$ 5,99.
Em Ponta Grossa, a ANP vistoriou 16 postos de combustíveis. O preço mínimo encontrado foi de R$ 6,29, enquanto o máximo chegou a R$ 6,99 uma diferença de R$ 0,70 dependendo da região e da forma de pagamento.
Após a repercussão do valor registrado em Castro, o Procon do município realizou uma vistoria no posto apontado pela pesquisa. Segundo o órgão, o preço de R$ 7,39 era aplicado exclusivamente para pagamentos no cartão de crédito. Para pagamentos à vista, o valor praticado era de R$ 7,19. O Procon informou que não encontrou irregularidades fiscais no estabelecimento.
Segundo o Paranapetro, sindicato que representa os postos de combustíveis, a alta nos preços está ligada ao aumento do etanol responsável por 30% da composição da gasolina comum e também aos reflexos das tensões internacionais envolvendo Estados Unidos e Irã, que impactaram diretamente o preço do petróleo.
Na tentativa de conter novos reajustes, o governo federal publicou um decreto criando um subsídio temporário de R$ 0,44 por litro da gasolina. A medida reduz impostos federais e deve começar a refletir gradualmente no preço final ao consumidor nas próximas semanas.
Confira alguns preços registrados pela ANP no Paraná:
• Ponta Grossa: de R$ 6,29 a R$ 6,99 • Castro: de R$ 6,93 a R$ 7,39 • Guarapuava: de R$ 5,99 a R$ 6,69 • Curitiba: de R$ 6,59 a R$ 6,99 • Londrina: de R$ 6,37 a R$ 7,38 • Maringá: de R$ 6,29 a R$ 6,99 • Cascavel: de R$ 6,59 a R$ 6,92
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,92% para 5,04% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (25), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima primeira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.
Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.
Em abril, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67% [https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/%20inflacao-desacelera-e-fecha-abril-em-0%2C67%25-pressionada-por-alimentos]. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.
Para 2027, a projeção da inflação variou de 4% para 4,01%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.
Taxa Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.
De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.
Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.
O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.
Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,85% para 1,89%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) caiu de 1,77% para 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.
Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.
No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,17 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,26.
Fonte: Agência Brasil
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