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Festival Memorabilia traz Moacyr Franco para PG na próxima semana

Festival Memorabilia traz Moacyr Franco para PG na próxima semana | Foto: Assessoria/Divulgação

Entre os dias 12 a 14 de julho de 2024, Ponta Grossa recebe a primeira edição do Festival Memorabilia, um evento para valorizar a nova geração 60+, com realização da Diálogos Culturais e produção da Estratégia Projetos Criativos e Inspire Projetos Criativos. A programação contará com rodas de conversa, exposição interativa, shows e mostra de talentos. O encerramento ficará por conta de um ícone da música brasileira: o cantor, compositor, apresentador, ator e comediante Moacyr Franco. A apresentação acontece no dia 14 de julho, domingo, às 19h, no Cine-Teatro Ópera. A entrada é gratuita, porém é necessário retirar os ingressos antecipados na loja Rujô a partir de segunda-feira, 08 de julho.

Com 87 anos, sendo mais de 60 anos nos palcos, o cantor irá levar toda a sua versatilidade para os fãs que o acompanham, com inúmeras canções que embalaram diferentes gerações – a proposta principal do Festival é unir e discutir a intergeracionalidade de uma forma leve, porém efetiva. Durante a apresentação não faltarão clássicos que conquistaram o público, como ‘Doce Amargura’, ‘Querida’, ‘Cartas na Mesa’, ‘Suave é a Noite’ e ‘Balada nº 7’. Além desses sucessos, o compositor também apresenta ‘Ainda Ontem Chorei de Saudade’ e ‘Seu Amor ainda é Tudo’, gravadas por diversas duplas sertanejas, como Bruno & Marrone e João Mineiro & Marciano, e ‘Tudo Vira Bosta’, canção que se tornou emblemática na voz de Rita Lee.

“Moacyr Franco é um grande representante desta nova geração 60+: em plena atividade profissional, com muita energia e vitalidade, com um conhecimento acumulado inestimável, e que não parou de criar. Temos certeza que o público vai sentir isso ao vê-lo no palco”, destaca o programador e diretor de produção do festival, Eduardo Godoy.

Criador de personagens clássicos, como o Jeca Gay (A Praça é Nossa), recentemente Moacyr Franco emocionou o público na série Segunda Chamada (TV Globo/Globoplay) no papel de Gilsinho, um aluno que, mesmo com Alzheimer, retorna à sala de aula para concluir seus estudos aos 84 anos.

O Festival 

O Festival Memorabilia 60+ é um projeto multicultural com programação que inclui apresentações musicais, exposição interativa e rodas de conversa que trarão convidados para abordar temáticas de interesse do público-alvo, como saúde, convívio social, empregabilidade, qualidade de vida, entre outros. A programação também conta com um show dos músicos Álvaro Bueno, Boró e Silvestre Alves, que se unem pela primeira vez para cantar músicas autorais e outros sucessos. 

A realização do festival é da Diálogos Culturais, com direção geral de Ezequiel Ramos e produção de Rafaela Prestes (Inspire Projetos Criativos) e Eduardo Godoy (Estratégia Projetos Criativos). O evento conta com o Selo Paraná Festivais. 

“Após desenvolver vários projetos voltados para o público 60+, percebi a carência de atividades direcionadas para essa faixa etária e os interesses desse público em questão. O nosso objetivo é desenvolver um festival que questiona os estereótipos ligados à idade e criar um espaço que converse com esse novo público de 60+”, comenta Eziquiel sobre a necessidade de existir espaços voltados para instigar a criatividade e o movimento dessa geração, além de garantir uma conversa com todas as idades.

O evento é financiado com recursos da Lei Paulo Gustavo, oriundos do Governo Federal para o edital Paraná Festival, gerido pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná. Interessados podem acompanhar as informações através do Instagram @dialogosculturais. 

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Banda Lyra dos Campos Apresenta: Revolution 2024

Foto: Liliane Mainardes/PMPG | Divulgação

Além de um espetáculo musical de alta qualidade, “Revolution 2024” tem um caráter social. A entrada será um item de material de limpeza.

Este evento promete uma noite inesquecível com performances de grandes sucessos que marcaram gerações.

No repertório, destacam-se clássicos como:

  • – Y.M.C.A: A icônica canção do Village People que se tornou um hino das pistas de dança.
  • – September: Um dos maiores sucessos do Earth, Wind & Fire.
  • – ABBA Gold: Uma seleção dos maiores hits da lendária banda sueca ABBA, que inclui canções como “Dancing Queen” e “Mamma Mia”.
  • – Locked out to Heaven: A faixa de sucesso de Bruno Mars, conhecida por sua mistura de estilos e ritmo cativante.
  • – Tributo a Michael Jackson: Uma homenagem ao Rei do Pop, com interpretações de seus maiores sucessos.
  • – Led Zeppelin on Tour: Um tributo à lendária banda de rock britânica, destacando suas músicas mais emblemáticas.
  • – Anos Dourados: Uma viagem musical pelos grandes sucessos que marcaram uma era.
  • – Beyond the Horizon: Canções que trazem um toque moderno e inovador ao repertório.

A Banda Lyra dos Campos, regida por Lucas Barros, é um patrimônio cultural de Ponta Grossa, salvaguardada pelo Conselho do Patrimônio Cultural. Com uma história rica e significativa, a banda continua a encantar o público com sua música de alta qualidade e apresentações emocionantes.

Não perca essa noite mágica de músicas que marcaram época, revividas pela talentosa Banda Lyra dos Campos. Venha celebrar e se emocionar com “Revolution 2024” nesta noite de alegria e nostalgia!

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Cemitério Estelar e Garimpeiros da Lua se apresentam no Sexta às Seis nessa sexta (05)

Foto fornecida pela Prefeitura de Ponta Grossa | Divulgação

A abertura oficial do Sexta às Seis ocorreu na semana passada, com a presença dos paulistas do CPM 22, precedida do grupo local ‘Jamp’. Grande público prestigiou o show, na fria noite do dia 28. Agora, o Projeto prossegue até o final de outubro, com mais 10 edições, sempre com a presença de duas bandas.  

O Sexta às Seis foi pensado de maneira a dar espaço a diferentes estilos musicais. O objetivo principal é divulgar e incentivar a produção musical local, promovendo o intercâmbio cultural entre os artistas e uma aproximação com o público ponta-grossense.

“O Sexta às Seis é uma vitrine para músicos locais se apresentarem a um grande público, mostrarem suas produções e produzirem seus portfólios”, lembra o secretário de Cultura, Alberto Portugal. 

Sobre as bandas

Cemitério Estelar levará rock e pop para o Parque Ambiental | Foto: PMPG/Divulgação

O Cemitério Estelar surgiu nas salas de aula e laboratórios do Bloco L da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Apesar de ser difícil os categorizar em um determinado estilo, eles contam com diversas influências, especialmente do rock e pop, sendo a principal delas, tanto em estética, como em sonoridade e poesia, o “Los Hermanos”. Também há influências de Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii), além de Caetano Veloso e Gilberto Gil, ícones da MPB. A sonoridade do Cemitério Estelar também remete a grupos como “Tame Impala”, “Mac DeMarco”, “Twenty One Pilots”, “Daddy Issues”, “Cage The Elephant”, “Arctic Monkeys”, entre outros.

Garimpeiros da Lua promete muito rock e diversão no Sexta às Seis | Foto: PMPG/Divulgação

A banda Garimpeiros da Lua teve início em 2006 com proposta de tocar rock e se divertir, o que seguiu sendo uma das características do grupo. Começaram a tocar em igrejas e eventos no bairro Shangrilá. Em 2007, Garimpeiros ganharam o Concurso Geração München, de 2007, promovido pela Prefeitura de Ponta Grossa. Com isso, a banda participou de seu primeiro Sexta às Seis, em 2008. De lá para cá, forma diversos festivais e apresentações, com variadas premiações, incluindo o ‘Maluco Beleza Fest’, festival em homenagem a Raul Seixas, ‘Imbituva MotoFest’, entre outros. Os Garimpeiros também abriram shows do Charlie Brown Júnior, na München Fest, do Marcelo Nova e da internacional Nazareth, em Curitiba. 

Com informações da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

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Prefeitura divulga programação completa do Festival de Balonismo 2024

Ponta Grossa se prepara para sediar o 2º Festival de Balonismo, que acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de julho no Centro de Eventos. A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Turismo, organiza o evento que promete atrair centenas de visitantes e proporcionar experiências únicas para os participantes e espectadores.

“O Festival de Balonismo é uma experiência inesquecível para quem assiste e para quem participa. Estamos ansiosos para receber visitantes de todo o país e mostrar a beleza dos nossos céus. É um evento que fortalece o turismo local e promove nossa cidade de maneira muito positiva”, ressaltou a prefeita Elizabeth Schmidt. 

O festival contará com a participação de 12 balonistas e uma variada programação, incluindo praça de alimentação, artesanato, brinquedos e estandes de outras secretarias, como a Secretaria de Meio Ambiente e a Secretaria de Cidadania e Segurança Pública. A praça de alimentação funcionará no dia 19/07 das 14h às 22h e nos dias 20 e 21/07 das 10h às 22h.

Paulo Stachowiak, secretário de Turismo, destacou o compromisso com a segurança e a competitividade do evento:

“O 2º Campeonato Paranaense de Balonismo seguirá rigorosamente as regras estabelecidas pela Federação Aérea Internacional (FAI). Isso assegura que o evento seja conduzido com os mais altos padrões de segurança e competitividade, proporcionando um espetáculo incrível para todos os presentes”, explica.

Sobre a competição

Entre as provas competitivas do festival, destacam-se:

  • – Alvo Declarado pelo Piloto (Pilot Declared Goal): Os pilotos declaram um alvo antes do voo e tentam chegar o mais próximo possível deste ponto.
  • – Alvo Declarado pelo Juiz (Judge Declared Goal): O alvo é determinado pelos organizadores, e os pilotos devem tentar atingi-lo.
  • – Valsa de Hesitação (Hesitation Waltz): Prova em que os pilotos escolhem entre vários alvos declarados e devem decidir qual o melhor a ser atingido durante o voo.
  • – Fly-In: Os pilotos decolam de um local à sua escolha e tentam atingir um alvo pré-determinado.
  • – Fly-On: Após atingir um primeiro alvo, os pilotos devem declarar e voar em direção a um segundo alvo.
  • – Caça à Raposa: Um balão “raposa” decola e os competidores tentam segui-lo e lançar uma marca o mais próximo possível do ponto de aterrissagem da raposa.
  • – Gordon Bennett Memorial: Prova em homenagem ao aviador Gordon Bennett.
  • – Alvo com Janela de Tempo: Os pilotos devem atingir um alvo dentro de uma janela específica de tempo.
  • – Mínima Distância com Duas Marcações.
O maior balão do mundo em Ponta Grossa

O festival contará ainda com a presença do ‘maior balão do mundo’ em formato de cegonha, com aproximadamente 55 metros de comprimento. Idealizado pelo médico ginecologista Karam Abou Saab, o balão foi criado para promover uma campanha contra a gravidez precoce e será uma das principais atrações do evento. 

A expectativa é de que mais de 30 mil pessoas compareçam ao festival deste ano, superando o sucesso da edição anterior, que atraiu mais de 20 mil espectadores. Em 2023, o festival trouxe balões em formatos especiais como um canguru e um pica-pau, além de promover o primeiro Campeonato Paranaense de Balonismo com o apoio da Confederação Brasileira de Balonismo (CBB).

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Músico de PG faz gravação de show memorável na Concha Acústica

Foto: Caroline Ansak/Divulgação

O cantor, compositor, guitarrista e violonista Alisson Camargo acaba de lançar a gravação ao vivo de seu show na Concha Acústica da Praça Barão do Rio Branco em Ponta Grossa em seu canal no YouTube. A performance, realizada em setembro de 2023 como parte do Projeto Sexta Às Seis, agora está disponível para o público desfrutar.

A gravação na Concha Acústica foi mais do que uma apresentação ao vivo. Alisson, um artista profundamente comprometido com a música autoral e a preservação da história local, escolheu a Concha Acústica como um símbolo de resistência e celebração da arte.

“A Concha Acústica não é apenas um palco, mas um ícone cultural de Ponta Grossa. Quis homenagear esse espaço e a história da nossa cidade com minha música”, afirma o cantor.

Desde o início, o projeto foi idealizado para capturar a essência do local, integrando a história e a cultura de Ponta Grossa com as composições de Alisson. O repertório foi cuidadosamente selecionado para refletir essa conexão, com canções que narram experiências e sentimentos ligados à cidade e à trajetória pessoal do artista.

A decisão de gravar ao vivo no Projeto Sexta Às Seis visou aproveitar a capacidade do evento de reunir a comunidade em torno da música, criando um ambiente acolhedor e participativo.

“Gravar ao vivo era essencial para transmitir a energia e a autenticidade das performances, algo que não pode ser plenamente replicado em um estúdio”, explica Alisson.

Trajetória e Conquistas de Alisson Camargo
Foto: Caroline Ansak/Divulgação

Alisson Camargo, com 15 anos de carreira musical, é licenciando em História e cursa Licenciatura em Música na UEPG, além de ser pós-graduado pela UNICENTRO. Em 2023, participou do projeto Revoada Sessions e do Festival Pássaros Alternativos, além de lançar o EP “Amores Cores e Flores” em 2021. Atuou na banda Camargo e Os Bacanas e na Banda Infantil Casa Cantante, e abriu shows de Biquini Cavadão e Guilherme Arantes. Foi guitarrista do cantor Beto Bruno em apresentações do cantor na cidade de Ponta Grossa, e recebeu os prêmios Festival UP (2020) e Talentos RPC (2007). Em 2023, foi selecionado pelo Fundo Municipal de Cultura de Ponta Grossa com o projeto Conexões Históricas e Musicais e também já atuou como professor na rede pública.

A gravação do show na Concha Acústica, agora disponível no YouTube, não é apenas um registro de uma apresentação, mas um tributo vivo à Concha Acústica e à cidade de Ponta Grossa. Reflete o compromisso de Alisson Camargo com a valorização da cultura local e sua dedicação em compartilhar essa riqueza com um público mais amplo. “Este trabalho perpetua a importância da música e da história da nossa cidade”, conclui o cantor.

Confira a Gravação
Foto: Caroline Ansak/Divulgação

A gravação completa do show na Concha Acústica pode ser acessada no canal oficial de Alisson Camargo no YouTube e Instagram. Além disso, o show será lançado em formato EP com o mesmo nome em todas as plataformas digitais, incluindo Spotify, Deezer, e iTunes, no dia 2 de agosto de 2024. Não perca a oportunidade de reviver esse momento especial e sentir a energia da performance ao vivo, e também de ouvir as faixas no formato tradicional dos anos 90, dos áureos tempos da MTV, que lançava em CD e DVD.

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Tradicional ‘Festa a Fantasia do Gadelha’ terá edição histórica

Foto: Assessoria/Divulgação

Se você gosta de festa à fantasia, essa pode ser a última chance para participar de uma das mais tradicionais da região. A “Festa à Fantasia do Gadelha” promete ser histórica neste ano em sua vigésima edição. O evento que vai acontecer em setembro poderá ser o último a ser realizada pelos organizadores.

Durante esses 20 anos a “Festa à Fantasia do Gadelha” já reuniu mais de 100 mil pessoas. Criada em Irati (PR) o evento que tem como público-alvo universitários, jovens e adultos, provenientes de todo Paraná, hoje é realizada em Ponta Grossa.

Entre os destaques da programação está o concurso de fantasia que movimenta os participantes. Atrações também são outro diferencial do tradicional evento. Na última edição quem animou o público foi o “Bonde do Tigrão”, arrastando uma multidão até o Clube Verde.

Os ingressos começarão a ser vendidos já neste mês de julho, a partir do próximo dia 10 (quarta-feira).

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Sexta às Seis recebe Cemitério Estelar e Garimpeiros da Lua nessa sexta (05)

Foto: Prefeitura/Divulgação

A abertura oficial do Sexta às Seis ocorreu na semana passada, com a presença dos paulistas do CPM 22, precedida do grupo local ‘Jamp’. Grande público prestigiou o show, na fria noite do dia 28. Agora, o Projeto prossegue até o final de outubro, com mais 10 edições, sempre com a presença de duas bandas.  

O Sexta às Seis foi pensado de maneira a dar espaço a diferentes estilos musicais. O objetivo principal é divulgar e incentivar a produção musical local, promovendo o intercâmbio cultural entre os artistas e uma aproximação com o público ponta-grossense.

“O Sexta às Seis é uma vitrine para músicos locais se apresentarem a um grande público, mostrarem suas produções e produzirem seus portfólios”, lembra o secretário de Cultura, Alberto Portugal. 

Sobre as bandas

Cemitério Estelar levará rock e pop para o Parque Ambiental | Foto: PMPG/Divulgação

O Cemitério Estelar surgiu nas salas de aula e laboratórios do Bloco L da Universidade Estadual de Ponta Grossa. Apesar de ser difícil os categorizar em um determinado estilo, eles contam com diversas influências, especialmente do rock e pop, sendo a principal delas, tanto em estética, como em sonoridade e poesia, o “Los Hermanos”. Também há influências de Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii), além de Caetano Veloso e Gilberto Gil, ícones da MPB. A sonoridade do Cemitério Estelar também remete a grupos como “Tame Impala”, “Mac DeMarco”, “Twenty One Pilots”, “Daddy Issues”, “Cage The Elephant”, “Arctic Monkeys”, entre outros.

Garimpeiros da Lua promete muito rock e diversão no Sexta às Seis | Foto: PMPG/Divulgação

A banda Garimpeiros da Lua teve início em 2006 com proposta de tocar rock e se divertir, o que seguiu sendo uma das características do grupo. Começaram a tocar em igrejas e eventos no bairro Shangrilá. Em 2007, Garimpeiros ganharam o Concurso Geração München, de 2007, promovido pela Prefeitura de Ponta Grossa. Com isso, a banda participou de seu primeiro Sexta às Seis, em 2008. De lá para cá, forma diversos festivais e apresentações, com variadas premiações, incluindo o ‘Maluco Beleza Fest’, festival em homenagem a Raul Seixas, ‘Imbituva MotoFest’, entre outros. Os Garimpeiros também abriram shows do Charlie Brown Júnior, na München Fest, do Marcelo Nova e da internacional Nazareth, em Curitiba. 

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Concerto Comemorativo dos 70 Anos da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa: Um Espetáculo de História e Música

Foto: Assessoria/Divulgação

No dia 4 de julho, quinta-feira, a Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa (OSPG) celebra 70 anos de uma trajetória marcada por superação, talento e amor à arte. Para homenagear essa data tão significativa, a orquestra realizará um grandioso concerto que dará início à temporada especial “OSPG 70 ANOS – VIVA SUA ORQUESTRA!”. O espetáculo começa às 20 horas, e a entrada é uma peça de agasalho, ressaltando a importância de unir cultura e solidariedade.

Fundada em 4 de julho de 1954, a Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa tem uma trajetória marcada por superação, talento e amor à arte. Este concerto comemorativo não apenas celebra sete décadas de música, mas também a rica história e cultura que a orquestra representa para a cidade de Ponta Grossa e toda a região.

A importância da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa foi recentemente destacada em um livro do historiador Fábio Mauricio Holzmann Maia. Lançada em 21 de junho, a obra, apresenta 160 páginas de cultura, história e música, detalhando a trajetória do grupo desde sua fundação. O livro revela histórias fascinantes, como a decisão do grupo de plantar arroz na década de 1950 para garantir sua subsistência, e destaca os principais integrantes e repertórios ao longo dos anos.

O concerto comemorativo da OSPG promete ser uma noite inesquecível, celebrando não apenas o passado glorioso, mas também o futuro promissor dessa instituição que tanto contribui para a cultura da Princesa dos Campos.

Venha prestigiar o concerto e celebrar os 70 anos de uma das mais importantes instituições culturais de Ponta Grossa.

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Laboratório de Paleontologia da UEPG guarda tesouros de 400 milhões de anos

Fotos: Gabriel Miguel, Arquivo Pessoal, UEPG

Um lugar cuja missão é recontar a história do planeta. Quatrocentos milhões de anos de história estão armazenados no Laboratório de Paleontologia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Localizado no Campus Uvaranas, o laboratório possui coleção de mais de 20 mil amostras de registros animais e vegetais, datados, em sua maioria, do Período Devoniano.

O Laboratório é sede do grupo de pesquisa Palaios – Paleontologia Estratigráfica, do Programa de Pós-graduação em Geografia da UEPG (PPGGeo), e é coordenado pelo professor Élvio Pinto Bosetti. O objetivo é reunir, numerar, catalogar e armazenar as amostras coletadas em campo pelos pesquisadores do Grupo e disponibilizá-las para o desenvolvimento de pesquisas. O Palaios opera em rede e reúne sete universidades de diferentes regiões do Brasil, sob coordenação da UEPG, na realização de estudos em conjunto na área.

A história do Laboratório de Paleontologia se integra à trajetória profissional de seu coordenador e fundador. Élvio explica que o Laboratório foi criado no ano de 2000, quando deu início ao seu trabalho de Doutorado e, junto de cinco alunos, começou a organizar e catalogar o acervo paleontológico da Universidade. Após negociações com a Reitoria da UEPG, foi criado o espaço, cuja estrutura é a mesma desde 2012. Desde sua fundação, o Laboratório de Paleontologia e as pesquisas ali desenvolvidas tornaram a UEPG referência na área e os resultados dessa atuação são as parcerias com diversas instituições.

“Somos referência nacional em pesquisas do Devoniano. Eu não conheço, na América do Sul, acervo desse período maior que o nosso”, exalta o professor.

Ele ressalta a referência que o Laboratório de Paleontologia da UEPG e seu extenso acervo representam para a Ciência, com um nível de abrangência de seus trabalhos que englobam desde pesquisas internacionais, publicações em revistas no Brasil e eventos locais. A atuação do Laboratório é, há anos, reconhecida pela Sociedade Brasileira de Paleontologia.

“Nosso trabalho tornou Ponta Grossa um polo formador de paleontólogos reconhecido em todo o país”.

Outro diferencial para a atuação do Laboratório está nas características da região dos Campos Gerais, marcada pela grande presença de fósseis do Período Devoniano. A região concentra grande diversidade de registros, carregados de informações sobre a vida no planeta há 400 milhões de anos. Durante o Devoniano, datado de 416 milhões a 359 milhões de anos, a região estava submersa por grande oceano, onde uma incrível variedade de formas de vida florescia.

Em meio à diversidade de conchas, vermes e trilóbitas, ancestrais dos artrópodes, o Laboratório detém tesouros únicos: esqueletos e barbatanas de pequenos peixes e tubarões que nadaram pelos Campos Gerais passam quase imperceptíveis nas rochas, não fosse o olhar treinado dos paleontólogos. As amostras são únicas no mundo e compõem pesquisa em andamento no Laboratório, encabeçada pela doutoranda Iniwara Kurovski.

Saber identificar o registro fóssil é apenas uma das etapas da missão dos pesquisadores. Os trabalhos iniciam fora do Laboratório, nas áreas fossilíferas, localizados nas cidades de Ponta Grossa, Tibagi, Arapoti, Jaguariaiva e outros municípios da região que um dia formou um mar primordial. Após a identificação dos exemplares nos afloramentos, é feita a extração da fração de rocha onde estão inseridos os espécimes. Uma vez coletados, os materiais são embalados, com a devida identificação de onde foram retirados, e levados ao Laboratório, onde passam pela curadoria, que consiste na limpeza e numeração.

Após a catalogação, os fósseis são registrados no Livro Tomo do projeto, onde estão inscritas amostras coletadas pela equipe e por pesquisadores de outras instituições que tem a UEPG como referência. Estão registrados nos livros mais de vinte mil peças; o número de espécimes, contudo, supera os cem mil indivíduos, considerando os animais e plantas fossilizados nos mesmos afloramentos.

O trabalho do Laboratório de Paleontologia da UEPG é desenvolvido por nove estudantes bolsistas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado que compõe o Projeto Palaios na UEPG. Eles comentam sobre o seu amor pela Paleontologia e revelam os caminhos e as escolhas que os levaram aos estudos na área.

“Essa área me fascina desde criança. Antes de entrar na Universidade já pesquisava sobre o tema, na Iniciação Científica Jr., o que possibilitou eu me aproximar mais do tema e das pessoas que o pesquisam quando passei no Vestibular em Geografia”, declara Luana Oliveira, mestranda do PPGGeo e uma das paleontólogas do Laboratório. “Sempre fui a estranha da família”, brinca Luana, ao relembrar seu interesse pela vida pré-histórica.

Por sua vez, Gabrieli Goltz descreve que sua entrada para o campo foi “por acaso”. A bióloga e doutoranda revela que a paixão pela Paleontologia teve início durante uma atividade prática em campo, durante a graduação,

“Durante a escavação eu encontrei alguns fósseis. E o professor Elvio, que estava presente na atividade, percebeu a minha felicidade e ofereceu a oportunidade de ser pesquisadora pelo projeto. Eu, que era interessada por outra área, me apaixonei pela Paleontologia”. Para o doutorando Kevin William Richter, também biólogo, o caminho foi mais longo: “Na graduação eu passei por várias áreas, em diferentes grupos de pesquisa, até entrar para o Grupo, quando fiz Mestrado. O começo foi difícil, mas como era uma área que me fascinava desde pequeno, foi importante para mim”.

Acesso ao público 

A riqueza paleontológica dos Campos Gerais pode ser vista pela população. Parte do acervo coletado pelo Grupo Palaios e o Laboratório de Paleontologia está em exposição do Museu de Ciências Naturais da UEPG (MCN), no Campus Uvaranas. A coleção de fósseis do MCN conta com cerca de duzentas peças, com destaque ao material do Período Devoniano. O coordenador do Museu, professor Antônio Liccardo, destaca ser essencial expor as peças para exaltar a referência que a UEPG é nesse campo de estudo.

“O Museu de Ciências Naturais é uma vitrine para essas pesquisas. Levamos ao público um conhecimento desenvolvido ao longo de décadas e que tornaram nossa universidade referência nesse campo do conhecimento”, destaca o coordenador. Ele ressalta que cada fóssil exposto é único e carregado de informações. “Nossa função, enquanto Museu, é traduzir essas informações ao público e despertar o fascínio das pessoas sobre o passado da Terra”.

O Museu de Ciências Naturais da UEPG funciona de segunda à sexta-feira, das 9h30 a 12h e das 14h00 às 17h30.

Reconstruindo tesouros 

No dia 2 de setembro de 2018, o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, foi parcialmente destruído por incêndio, que queimou grande parte do seu acervo. Entre os materiais consumidos pelo fogo, haviam amostras fósseis doadas pela UEPG. Desde que iniciaram os esforços para reconstrução do Museu, a Universidade é parceira na reestruturação da sua coleção. No dia 14 de junho, o Laboratório de Paleontologia da UEPG recebeu a visita de equipe do Museu Nacional.

Os paleontólogos Sandro Schefler, do Museu Nacional, e Rafael Silva, do Serviço Geológico Brasileiro (SGB), foram recebidos pelo coordenador do Laboratório de Paleontologia, professor Élvio Bosetti, os pesquisadores do laboratório e o coordenador do Museu de Ciências Naturais da UEPG, professor Antônio Liccardo. O objetivo da visita foi conhecer o acervo do Laboratório e recordar a parceria de longa data das duas instituições.

O Museu Nacional é vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma das instituições que compõem o Grupo Palaios. “Quando aconteceu o incêndio, eu perdi material”, lamenta o professor Elvio. Ele considera como muito boa a relação da UEPG com a UFRJ e o Museu Nacional dentro do esforço conjunto das universidades que compõem o grupo para auxiliar na reconstrução do acervo.

O vínculo do Museu Nacional com a região dos Campos Gerais data desde antes da criação da UEPG. Os primeiros registros de fósseis devonianos da região foram feitos pela Comissão Geológica do Império, no final do Século XIX, e levados ao Rio de Janeiro, onde, posteriormente, foram incorporados ao acervo do Museu Nacional. A visita dos pesquisadores, no último dia 14, também possibilitou a gravação de imagens para documentário em produção, sobre os caminhos percorridos por pesquisadores para a formação da coleção do Museu, antes de sua destruição.

“Temos atuado em conjunto há muitos anos. A importância da UEPG é fundamental, principalmente quando vamos à campo nos Campos Gerais para reconstruir nossas coleções”, explica Schefler.

Ele destaca que a Universidade, por meio do professor Elvio, desenvolve pesquisas de ponta na área da Paleontologia, que a tornam referência nacional. Rafael Silva, do SGB, destaca que, após mais de um século desde as primeiras expedições paleontológicas na região, é essencial revisitar a coleção da UEPG para conhecer as novas descobertas até então escondidas pela Terra.

Com informações da UEPG

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Ponta Grossa recebe a banda CPM 22 hoje (28), no Sexta às Seis

CPM 22 é atração da abertura do Projeto Sexta às Seis 2024 | Foto: Reprodução

Começa hoje (28) a mais recente temporada do Sexta às Seis. E a partir das 20 horas, o CPM 22, banda convidada para a abertura, sobe ao Palco do Parque Ambiental para levar, gratuitamente, muito rock para o público da cidade e da região. Antes, a partir das 19 horas, os ponta-grossenses do Jamp abrem a noite de shows no Ambiental. O evento é uma promoção de Cultura pela Prefeitura e pela Secretaria de Cultura.

Espera-se que um grande público compareça ao Parque Ambiental nesta sexta, já que a confirmação do show foi recebida com grande entusiasmo pela comunidade de Ponta Grossa e principalmente pelos fãs árduos da banda.

Os paulistas do CPM 22 estão na estrada desde meados de 1995, quando o grupo foi formado na cidade de Barueri-SP. Nesse período, coleciona sucessos como ‘Um minuto para o fim do mundo’, ‘Dono da verdade’ e ‘Dias atrás’.

Jamp e seu ato de abertura da noite
O JAMP é uma das atrações da primeira noite do Sexta às Seis deste ano | Foto: Reprodução

Os ponta-grossenses do Jamp surgiram em 2007. A banda reúne diversas influências musicais, como pop rock, rock, reggae e rap em seu repertório. Hoje é bastante conhecida no Paraná e Santa Catarina, com apresentações já realizadas em pubs, casas noturnas e outros eventos, ganhando destaque e abrindo shows de grupos como Capital Inicial, O Rappa, Ira!, Blindagem, entre outros.

Com informações da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

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