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Segunda edição do Dia de Arte para Todos retoma apresentações em outubro

Foto: Jonas Boita.

No dia 02 de outubro, o Grupo Dia de Arte retoma as apresentações da segunda edição do projeto Dia de Arte para Todos, aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura, Ministério da Cultura – Governo Federal. A proposta da ação, que acontece de forma gratuita, é ampliar o acesso à cultura no município de Ponta Grossa, levando apresentações de teatro a comunidades e instituições rurais.

No mês de julho os espetáculos passaram pela Comunidade Quilombola Santa Cruz e Quilombola Sutil, Ocupação Urbana Ericson John Duarte, MST Emiliano Zapata, APAE e Associação de Proteção aos Autistas (APROAUT). A ação, que foi bem recebida pelo público, terá outras 10 apresentações na segunda etapa.

Durante o mês de outubro, o Grupo Dia de Arte irá se apresentar para o Colégio Estadual Santa Maria, Escola Municipal Padre José Bugatti, Escola Municipal Armida Frare Gracia, Escola Municipal Lúcia Pacher, Escola Municipal Guitil Federmann, CMEI Profª Lindamara Paciesny e Associação dos Deficientes Físicos de Ponta Grossa (ADFPG). A programação se divide entre apresentações nas instituições e no espaço do grupo, localizado no bairro Santa Maria.

Além do objetivo de descentralização, o projeto busca promover espetáculos mais inclusivos, com uma equipe de profissionais qualificados em libras e audiodescrição nas apresentações. Dessa forma, a comunicação e o entendimento das peças também é acessível ao público surdo, cego ou com baixa visão. “A acessibilidade foi uma prioridade no projeto, com o objetivo de torná-lo verdadeiramente democrático e inclusivo, reforçando o ideal do projeto de que a cultura é um direito de todos”, destaca David Dias, diretor do Grupo Dia de Arte e proponente do projeto.

Segundo David, levar cultura e teatro para além do centro urbano é essencial, visto que todos têm o direito de acesso à arte e à cultura, independentemente de onde vivem: “A arte tem o poder de conectar pessoas, inspirar mudanças e fortalecer laços comunitários. Garantir que a cultura alcance todos os territórios é um passo importante para construir uma sociedade mais justa, diversa e consciente da riqueza de suas expressões artísticas”, reflete.

Para Michella França, diretora do Grupo Dia de Arte, a realização da segunda edição do projeto é uma forma de reforçar e fortalecer o propósito da ação, e assim, continuar estabelecendo uma conexão da arte com as pessoas. “A importância de levar a arte para todas as pessoas é tão grande, não somente para quem assiste, mas também para nós artistas que temos como um princípio levar algo que reflita, discuta e divirta”, explica Michella.

As apresentações acontecem do dia 02 a 17 de outubro e incluem os espetáculos “Entre o sol e a lua”, “Aí! Sumiram os brinquedos”, “Heróis da Natureza”, “O que eu deveria ser se não fosse quem eu sou”, “Memórias”, “Uma aventura no mundo dos livros” e “Querem acabar comigo”. 

Cronograma de apresentações 

02/10

  • 09h – Escola Municipal Guitil Federmann – Peça: “Heróis da Natureza”
  • 14h – Escola Municipal Padre José Bugatti – Peça “Entre o sol e a lua”

03/10

  • 08h – Colégio Estadual Santa Maria – Peça: “O que eu deveria ser se não fosse quem eu sou” (no Espaço Dia de Arte)

07/10 

  • 08h – Colégio Estadual Santa Maria – Peça: “Memórias” (no Espaço Dia de Arte)

09/10

  • 09h – Escola Municipal Lúcia Pacher – Peça: “Uma aventura no mundo dos livros”
  • 14h – CMEI Profª Lindamara Paciesny – Peça: “Ai, sumiram os brinquedos!” 

10/10

  • 08h – Colégio Estadual Santa Maria – Peça: “Querem acabar comigo” (no Espaço Dia de Arte)

16/10

  • 09h – Escola Municipal Guitil Federmann – Peça: “Uma aventura no mundo dos livros”
  • 14h – Escola Municipal Armida Frare Gracia – Peça: “Entre o sol e a lua” 

17/10

  • 14h – Associação dos Deficientes Físicos de Ponta Grossa (ADFPG) – Peça: “O que eu deveria ser se não fosse quem eu sou”

Assessoria de Imprensa

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2ª Mostra de Teatro Lambe-Lambe movimenta escolas e espaços culturais em PG

Foto: Divulgação.

A 2ª Mostra de Teatro Lambe-Lambe já está transformando escolas e espaços culturais de Ponta Grossa em verdadeiros palcos de experiências artísticas intimistas. O evento, que começou no mês de agosto, na 44ª Semana Literário e Feira do Livro, reúne três produções do gênero — Motirõ, Patrimônio em Miniatura e Grimm — totalizando 12 caixas de teatro lambe-lambe. A programação segue até sexta-feira (26), quando acontece o encerramento aberto à comunidade no CECI, com sessões gratuitas às 19h e 20h30.

As apresentações percorrem instituições de ensino e espaços culturais, como o Colégio Meneleu, Colégio Monteiro Lobato, Escola Social Marista, Casa do Piá e o Sesc Estação Saudade, levando a magia do teatro lambe-lambe diretamente para estudantes e educadores.

Criado no Brasil em 1989 pelas artistas Denise dos Santos e Ismine Lima, o teatro lambe-lambe é uma linguagem cênica marcada pelo formato intimista: espetáculos com duração de 2 a 5 minutos, assistidos por uma pessoa por vez dentro de uma pequena caixa cênica. Essa proximidade faz de cada sessão uma experiência única, que toca o espectador de forma direta e poética.

“O teatro lambe-lambe proporciona um encontro singular entre artista e público. É uma vivência curta, mas capaz de deixar marcas profundas”, explica Renan Sota, integrante do Coletivo Cacareco e idealizador de um dos projetos apresentados.

Para a artista Bya Paixão, produtora executiva da Mostra, o evento reforça o compromisso de democratizar o acesso à arte. “Nossa proposta é aproximar estudantes, professores e comunidade desse formato tão especial. O lambe-lambe nasceu no Brasil e continua a encantar justamente porque é simples na forma, mas profundo no significado”, afirma.

A 2ª Mostra de Teatro Lambe-Lambe é uma realização do Coletivo Cacareco, com produção executiva de Renan Sota e Bya Paixão. O projeto conta com o apoio do Promific – Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa e do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Ponta Grossa e o patrocínio da Belgotex do Brasil.

Serviço:

Data: 26 de setembro de 2025 (sexta-feira)

Horário: 19h e 20h30

Local: CECI – Centro de Estudos Culturais Integrados

Endereço: Rua Dr. Colares, 811 – Centro, Ponta Grossa – PR

Entrada: Gratuita

Assessoria de Imprensa

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Evento Madrigal no El Cartel reúne hambúrguer, flash tattoos e música ao vivo em Ponta Grossa

O El Cartel, espaço cultural organizado pelas empresas Barbearia Gutierrez, Gutierrez Tattoo e Hamburgueria El Forastero, promove no dia 5 de outubro o evento Madrigal – Uma Família, um Negócio, um Legado. A iniciativa busca fortalecer a cena artística local e valorizar projetos com identidade e autenticidade.

O público poderá conferir cortes clássicos da Barbearia Gutierrez, hambúrgueres da El Forastero, flash tattoos com descontos progressivos no Gutierrez Tattoo e exposições do Selo Lambrequim Cultural. Além disso, o evento contará com shows de artistas locais e chopp Avalanche, criando um ambiente de convivência e celebração da arte e cultura da cidade.

O Madrigal será realizado no El Cartel, localizado na Rua General Carneiro, 479, em Ponta Grossa. A entrada custa R$ 20 e as atividades têm início às 14h.

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Miguel Sanches Neto realiza palestras sobre literatura em escolas

Foto: Alessandra Bucholdz.

O escritor e professor, Miguel Sanches Neto, promoveu nesta segunda-feira (22) palestras literárias para os alunos da Escola Municipal Prefeito Theodoro Batista Rosas e Escola Municipal Vereador Orival Carneiro Martins, em Ponta Grossa, sobre a sua nova coleção: Arma Palavra. O autor falou com as crianças e os professores das instituições sobre a escrita de forma lúdica e a importância da leitura, além de explicar sobre seu processo de criação literária.

A atividade integra as ações do projeto Arma Palavra, aprovado pela Lei Rouanet e patrocinado pela COPEL e Grupo MADCOMPEN, com produção executiva da ABC Projetos Culturais. Através do projeto, Miguel lançou recentemente os livros Um cachorro chamado Socorro (Container Edições) e Estatuto de um novo mundo para os animais (Editora ABC Projetos Culturais), que em breve estará nas escolas da rede pública de ensino. O projeto ainda prevê o lançamento de outros dois títulos: O Rinoceronte ri e Amanda vai amamentar.

Para Miguel, a literatura infantil traz uma linguagem também composta por diversão.

“A palavra, tanto para o escritor como para o leitor, pode ser um brinquedo, uma maneira de diversão. Quantas vezes não damos risada sozinhos, com um livro nas mãos”, enfatiza. Por esse motivo, ele considera que o livro também pode ser um remédio para tristeza.

Questionado pelas crianças sobre a importância da leitura, o autor é categórico: “A leitura faz com que a gente entenda melhor as coisas e as pessoas. Ela nos passa informações por meio das histórias e nos ajuda a enfrentar problemas”. Ele também destaca a importância da frequência na leitura: quanto mais lemos, mais adquirimos repertório, tornando-nos assim, contadores de histórias.

Foto: Sara Dalzotto.

O início da produção literária infantil de Miguel Sanches Neto começou com o nascimento dos filhos dele. Ele conta que os amigos de infância dos filhos também passaram a frequentar sua casa, e nessas visitas, pediam para ele contar histórias. “Foi assim que nasceu A cobra que não sabia cobrar, meu primeiro livro infantil, e vários outros”.

Sobre a produção de Um cachorro chamado Socorro, Miguel conta que a inspiração veio do cachorro que tinha na infância, um pastor alemão, que o pai adotou para cuidar da mercearia da família. Porém, com tantas crianças brincando com ele o dia todo, o cachorro se tornou extremamente dócil, amigo e brincalhão. “Roubaram a mercearia do meu pai e, em vez de proteger, o cachorro queria mesmo era ser protegido”.

Na obra Estatuto de um novo mundo para os animais, Miguel aborda os direitos dos animais a partir da visão das crianças. A obra utiliza o jogo de palavras para despertar a consciência sobre a responsabilidade humana em relação aos animais.

O professor Leandro Soares Machado, regente do 5º ano da Escola Municipal Prefeito Theodoro Batista Rosas, avalia como importantíssima a ida de escritores às escolas. “Para muitas crianças essa é a única oportunidade de conhecer um autor. Além disso, os relatos e histórias trazidas pelo Miguel sobre fatos que geraram a produção dos livros mostra aos alunos que a literatura também é uma forma de compartilhar memórias”, considera.

Para Helena Marina Sebastião, professora da Escola Municipal Vereador Orival Carneiro Martins, receber o escritor Miguel Sanches é muito significativo para a comunidade escolar, uma vez que o processo de leitura e interpretação é muito trabalhado em sala de aula. “Trazer alguém que trabalha com o que é ensinado em nossas aulas é um exemplo significativo, que estimula as crianças. Assim, elas podem desenvolver mais a capacidade leitora e interpretativa”, defende.

Clara Savinski, de 9 anos, diz que aprendeu muitas coisas através da conversa com o escritor. “Agora vejo que na leitura e na escrita eu posso brincar, reagir de uma forma diferenciada, animada, como se fosse uma brincadeira, além de me sentir mais livre”, descreve a aluna.

João Guilherme, de 10 anos, conta que a turma trabalhou a temática da Coleção Arma Palavra em sala de aula antes da palestra, com produção de poemas, leitura de matérias sobre o assunto, dentre outras atividades artísticas e literárias para receber o autor. Além disso, ele afirma que as falas do escritor o estimularam a ter mais interesse pelos livros e o mundo da literatura. 

Nesta terça-feira (23), o escritor visita as Escolas Municipais Professora Loise Foltran de Lara e Prefeito Dr. Elyseu Campos Mello. Na quarta-feira (24), será a vez das escolas Frei Elias Zulian e Professora Ana de Barros Holzmann. Todas as unidades irão receber gratuitamente exemplares dos livros.

Assessoria de Imprensa

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Orquestra Ladies Ensemble estreia espetáculo nacional em Ponta Grossa

Foto: Marcelo Elias.

A cidade de Ponta Grossa será o palco para a estreia nacional do concerto “Sinfonia das Águas”, mais nova produção da orquestra Ladies Ensemble. O espetáculo terá única apresentação na cidade no dia 24 de setembro (quarta-feira), às 20h, no Auditório da Associação Comercial de Ponta Grossa (ACIPG), com entrada franca. Sediada em Curitiba, a Ladies Ensemble é a primeira orquestra do país composta exclusivamente por mulheres e conta com grande prestígio na cena da música erudita.

Os ingressos devem ser retirados antecipadamente por meio do site Sympla, no link: www.sympla.com.br/evento/lgc/3127776

Com patrocínio da Sanepar, a montagem é apresentada pelo Ministério da Cultura, por intermédio da Lei Rouanet. Tem apoio do Solar do Rosário, Auditório Regina Casillo, Alcion Bubnak e Cia da Roupa.

Formada por 22 musicistas, a orquestra tem direção artística de Fabiola Bach Akel e regência do maestro Alexandre Brasolim. Neste espetáculo, contará também com a participação da bailarina Helena Honesko, além de introdução apresentada pela professora Clarice Miranda, especialista em música clássica.

Todos esses elementos costuram um concerto que mescla inspirações do elemento água com uma história de amor. Essa, por sua vez, foi baseada em fatos reais e que retratam a saga dos imigrantes europeus que participaram da construção do Brasil e deixaram marcas profundas e histórias ligadas ao Paraná e, em especial, a Ponta Grossa e Região dos Campos Gerais, como conta Fabiola.

“A linha condutora é a história de dois casais de imigrantes que chegam ao Brasil, sendo que um deles é formado por uma espanhola e um francês e o outro por alemães do Volga. Esse enredo será contado na introdução da professora Clarice”, explica Fabiola.

“A partir daí, apresentamos um repertório de música clássica que traz composições de alguns dos países que formaram nossa identidade multicultural, passando por nações como Alemanha, França, Espanha, Portugal, Itália e Ucrânia, além de composições árabes e do Brasil. Como todos os imigrantes naquela época – século XIX – vieram pelo mar e se deslocavam muito por rios, costuramos o repertório com músicas que também relembram a poesia das águas”.

A estreia nacional será em Ponta Grossa justamente para homenagear a cidade e sua história. “Criamos o espetáculo especialmente para estrear aqui, a pedidos da Sanepar, que patrocina o evento”, completa Fabiola.

Repertório e história

O programa completo da “Sinfonia das Águas” traz as seguintes composições: “O Carnaval dos Animais – Aquário” (Camille Saint-Saëns), “Canção do Mar” (Dulce Pontes), “Os Barqueiros do Volga” (Mily Balakirev), “Ondas do Danúbio” (Ion Ivanovici), “O Carnaval dos Animais – O Cisne” (Camille Saint-Saëns), “España Cañi” (Pascual Marquina Narro), “Aqua Marine” (Paco Cepero), “Cavalleria Rusticana – Intermezzo” (Pietro Mascagni), “Ya Rayah” (Rachid Taha), “Salut d’Amour” (Edward Elgar), “Bukovyns’kyy Skrypal” (música folclórica ucraniana) e “Rio Paraná” (Telmo de Lima Freitas).

Fundada em 2009, em Curitiba, Ladies Ensemble é a primeira orquestra brasileira exclusivamente formada por mulheres. Foi criada por Fabiola Bach Akel, que também toca viola no grupo, a partir de um quarteto de cordas que fez sua primeira apresentação um ano antes, no Museu Oscar Niemeyer. Desde 2020, tem como casa o Auditório Regina Casillo, dentro do espaço cultural curitibano Solar do Rosário, onde ensaia e mantém temporadas. O grupo também já se apresentou em importantes palcos do Paraná e brasileiros, como a Sala São Paulo, na capital paulista.

Assessoria de Imprensa

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Mostra Competitiva do Setembro em Dança 2025 começa hoje

Apresentações do Setembro em Dança levam grande público ao Ginásio de Esportes Jamal Farjallah Bazzi.

Começa hoje (19) a programação da Mostra Competitiva do Setembro em Dança 2025, um dos principais eventos culturais do calendário ponta-grossense. Até o dia 26, o público poderá assistir gratuitamente a apresentações de companhias de dança de diferentes estilos e regiões do país, no Ginásio de Esportes Jamal Farjallah Bazzi. O Festival é promovido pela Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

As apresentações de hoje iniciam às 19h, com coreografias de Ballet Contemporâneo. Amanhã (20), a programação traz apresentações do Estilo Livre, às 14h, seguidas pelas Danças Urbanas, às 19h. No domingo, o público confere Sapateado às 14h e Ballet Clássico às 19h. O encerramento da Mostra Competitiva está marcado para o dia 26, com coreografias de Jazz.

Além de contemplar a diversidade de estilos, o festival também valoriza a excelência técnica. As apresentações serão avaliadas por um corpo de jurados formado por nomes de destaque no cenário nacional, entre eles Juliana Valadão, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Ray Santos, de Santos-SP; Gisella Martins, de Blumenau-SC; e Fernando Lima, de Joinville-SC.

O Setembro em Dança prossegue até o dia 27, com uma programação intensa, que além da Mostra Competitiva, conta com mostras abertas, que complementam a programação principal do festival e proporcionam experiências diversificadas para todos os públicos, além de oficinas de dança. Toda programação é gratuita.

Assessoria de Imprensa

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Confira a programação gratuita do Setembro em Dança

Foto: Divulgação.

O festival Setembro em Dança – Festival Nacional de Dança de Ponta Grossa, começou nesta terça-feira (16). O evento segue até o dia 27, com diversas apresentações e diferentes mostras. Toda a programação é gratuita e acontece no Ginásio de Esportes Jamal Farjallah Bazzi.

“O festival tem como objetivo fomentar a prática da dança, a produção coreográfica e a integração de protagonistas desse segmento artístico”, destaca o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal.

Confira a programação completa das apresentações:

Mostras competitivas

19/09: Contemporâneo às 19h

20/09: Estilo livre às 14h

20/09: Danças urbanas às 19h

21/09: Sapateado às 14h

21/09: Ballet às 19h

26/09: Jazz às 19h

Mostras abertas

17/09: Mostra de pole dance às 19h

18/09: Mostra Superação APAE às 13h30

22/09: Mostra aberta às 19h

23/09: Mostra aberta às 19h

24/09: Mostra Superação APAE às 13h30

24/09: Mostra aberta às 19h

25/09: Mostra aberta às 19h

27/09: Mostra Sapatilhinhas às 9h

27/09: Mostra Sapatilhinhas às 14h

27/09: Noite de Gala às 19h

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Setembro em Dança 2025 começa hoje em Ponta Grossa

Companhia Municipal de Dança de Ponta Grossa abre o Setembro em Dança com a coreografia Trajetória de uma Vida.

Começa hoje (16) a edição 2025 do Setembro em Dança – Festival Nacional de Dança de Ponta Grossa. A abertura está marcada para as 19h30, no Ginásio de Esportes Jamal Farjallah Bazzi. Depois da solenidade inicial, acontece apresentação da coreografia “Trajetória de uma vida”, em homenagem a Milton Nascimento, com a Companhia Municipal de Dança de Ponta Grossa.

O festival segue até o dia 27, com diversas apresentações das diferentes mostras que vão movimentar o palco montado especialmente para o Setembro em Dança no Ginásio Jamal. “O festival tem como objetivo fomentar a prática da dança, a produção coreográfica e a integração de protagonistas desse segmento artístico”, destaca o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal.

O secretário de Cultura ainda ressalta que o evento vai além das apresentações no palco e busca também abrir espaço para a formação e o intercâmbio cultural. “A proposta é valorizar a diversidade de estilos e linguagens, aproximar grupos consolidados e novos talentos e oferecer visibilidade para quem vem construindo sua trajetória na dança. Com isso, o festival contribui para o fortalecimento da cena cultural local e incentiva a participação ativa da comunidade nesse processo”, afirma.

A Mostra Competitiva contará com coreografias de ballet, jazz, sapateado, danças urbanas, pole dance, dança contemporânea e estilo livre. A avaliação ficará a cargo de grandes nomes da dança nacional, como Juliana Valadão, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Ray Santos, de Santos-SP; Gisella Martins, de Blumenau-SC; Fernando Lima, de Joinville-SC, entre outros.

O Setembro em Dança reserva ainda uma série de mostras paralelas, que complementam a programação principal do festival e proporcionam experiências diversificadas para todos os públicos. Entre os destaques estão as mostras especiais “Sapatilhinhas”, para crianças de até 12 anos. Toda a programação do festival é gratuita.

O festival também promove uma série de oficinas ministradas por grandes nomes da dança, abertas à comunidade. A iniciativa representa uma oportunidade valiosa para praticantes que desejam aperfeiçoar suas técnicas junto a profissionais de destaque. “São artistas de renome nacional e internacional que estarão presentes, oferecendo aos dançarinos a chance de ampliar seus conhecimentos e elevar ainda mais o nível de sua prática”, destaca o secretário municipal de Cultura, Alberto Portugal.

Assessoria de Imprensa

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Museu Campos Gerais celebra 75 anos com recorde de visitas e novas exposições

Foto: Aline Jasper, Arquivo Museu Campos Gerais, Gabriel Miguel, Jessica Nata/UEPG

O segundo museu mais antigo do Paraná está de aniversário. O Museu Campos Gerais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (MCG-UEPG) completou 75 anos nesta semana em meio a recordes de visitação, novas instalações que incluem o prédio histórico restaurado, exposições em constante renovação, parcerias com diversas instituições, um relacionamento intenso com a pesquisa e pós-graduação e um protagonismo nacional no uso da tecnologia, inovação e de inteligência artificial na digitalização e gestão de acervos.

“O Museu Campos Gerais é o mais antigo do Interior do Estado e o museu universitário mais antigo do Paraná. Nós chegamos aos 75 anos como um museu dinâmico, que integra ensino, pesquisa, extensão, inovação tecnológica e atividades culturais”, comemora o diretor do MCG, professor Niltonci Batista Chaves.

O historiador destaca como fatores essenciais para o sucesso atual da instituição, que a credenciam como o principal museu do interior do Paraná: a estrutura, a integração com o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), a criação do Laboratório Multiusuário de Humanidades Digitais e Inovação (Lamuhdi) e a articulação com outros museus e centros de documentação, por meio de redes.

O reitor Miguel Sanches Neto reforça que o MCG está alinhado à vocação da UEPG de valorizar e integrar diferentes áreas do conhecimento.

“Dentro de sua missão de agregar as principais iniciativas da área de ensino, cultura, comunicação e esporte, a UEPG incorporou o Museu Campos Gerais à sua estrutura e hoje, totalmente ressignificado, ele se tornou um centro cultural e de pós-graduação e pesquisa, ampliando sua abrangência. Assim, de forma agregadora, estamos construindo a mais sólida instituição pública dos Campos Gerais”, diz.

“Vivemos um dos melhores momentos do MCG, sob uma gestão dinâmica e com muitas atividades. O Museu está vivo, cheio de gente, estudantes e jovens. Esse dinamismo nos enche de orgulho em um espaço que preserva a história”, celebra o professor Ivo Mottin Demiate, vice-reitor.

Para comemorar a data, uma programação especial será realizada durante o V Colóquio de História do PPGH, 42ª Semana de História da UEPG e Primavera dos Museus, de 22 a 28 de setembro. Além disso, está previsto o lançamento de roteiros históricos especiais, nos mesmos moldes do projeto “Rota Preta”, agora voltados à memória esportiva local e à religiosidade. Os roteiros irão passar por pontos da cidade de Ponta Grossa que têm relevância histórico-cultural, com uma mediação especial em grupo, com início em outubro.

História

Era 1948 e um grupo de homens da elite ponta-grossense se organizava no Centro Cultural Euclides da Cunha (CCEC) para discutir a necessidade de preservar a cultura e a identidade regional, bem como debater conceitos em voga na época, como o nacionalismo, indianismo e liberalismo. Eram  professores, juristas, artistas, músicos, comerciantes, jornalistas, etnógrafos, engenheiros, médicos, radialistas, historiadores, escritores, geógrafos, políticos, padres e militares.

O objetivo era criar uma faculdade, que foi autorizada alguns anos depois, mas eles iniciaram com a criação de um museu, espaço que era visto como local de disseminação da ciência, conhecimento histórico, cultura e erudição. Os acervos começaram a ser organizados em 1948 e o Museu Campos Gerais iniciou oficialmente as atividades em 15 de setembro de 1950 – data simbólica escolhida por ser aniversário da cidade de Ponta Grossa.

O MCG nasce como um espaço científico: já no anúncio de sua inauguração no jornal literário Tapejara, do CCEC, em 3 de setembro de 1950, há uma descrição de seus primeiros departamentos. “O Centro Cultural ‘Euclides da Cunha’, como é do conheci­mento de todos, inaugurará, dentro de poucos dias, o Museu dos Campos Gerais, que é uma das dependências da precio­sa entidade. Constará o mesmo de três departamentos, antropológicos, geológico e entomológico, respectivamente dirigidos pelos senhores Faris Antonio Michaele, Frederico Lange e Felippe Justus”.

A primeira concepção do museu é justamente essa, voltada à história natural e à pesquisa científica. “Foi o primeiro museu privado, o primeiro museu público, o primei­ro museu municipal, o primeiro museu estadual e o primeiro museu universitário da cidade”, conta o historiador Giuvane de Souza Klüppel, que pesquisou a trajetória do Museu Campos Gerais.

Entre 1957 e 1965, a instituição esteve sob administração do governo municipal. Em 1965, o museu passa a ser administrado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (Fafi), uma das faculdades precursoras da UEPG. Quando um decreto estadual cria a Universidade Estadual de Ponta Grossa, em 1969, o Museu Campos Gerais chega à gestão em que permaneceu pelas mais de cinco décadas restantes.

Até a década de 1980, o acervo do MCG era exposto em espaços improvisados e emprestados: no Centro Cultural Euclides da Cunha, Edifício Gabriel Bacila, que também era a casa de Faris Michaele; no segundo andar do Edifício Ópera, acima do Cine-Teatro; em uma sala na Concha Acústica; no porão da Prefeitura Municipal; em uma sala junto à Biblioteca Pública Municipal no “Castelinho Lange”; e espalhado por salas de aula, corredores e laboratórios de Geografia da Universidade.

Em 1983, o Museu ganha uma sede oficial: o antigo prédio do Fórum de Ponta Grossa, onde funcionou até 2003. O prédio é, por si só, parte do acervo histórico do Museu. Construído há quase 100 anos para ser a imponente sede do Judiciário no Interior do Estado, o prédio do Fórum ocupa seu espaço no imaginário ponta-grossense e na história da cidade.

Em 2024, volta à sua sede, depois da maior obra de restauro da história de Ponta Grossa. Ela também contemplou adequações de acessibilidade e a construção de um novo e moderno prédio aos fundos do Fórum, onde estão a reserva técnica, áreas administrativas e laboratório de conservação. Além disso, o MCG segue ocupando a sede do Banestado, com os acervos documentais disponíveis para consulta dos pesquisadores, o Laboratório Multiusuário de Humanidades Digitais e Inovação (Lamuhdi) e o PPGH.

Serviço 

Desde a reabertura do prédio histórico do MCG ao público, em junho de 2024, as exposições vêm batendo recordes de visitação. Hoje, são mais de mil visitantes por mês. Estão em exposição “Cotidiano e vida militar em Roma”, “Mostra Insetário Felipe Justus”, “Africanidades em Máscaras”, “2ª Micro mostra da Reserva Técnica” e “Era uma vez… Brinquedos” e “Desnuda”, uma exposição inédita com obras de Adalice Araújo, com curadoria de Orlando de Azevedo.

As visitações individuais dispensam agendamento. Para visitas de grupos e com mediação, a atividade deve ser combinada pelo e-mail museucamposgerais@uepg.br. O horário de atendimento é de terça-feira a sábado, das 9h às 11h45 e das 13h30 às 17h. Para mais informações sobre a história do museu, visite AQUI.

Agência Estadual de Notícias

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Desfile cívico marca 202 anos de Ponta Grossa nesta segunda-feira (15)

Mais de 20 mil pessoas são esperadas na Avenida Vicente Machado para celebrar os 202 anos de Ponta Grossa nesta segunda-feira (15). O tradicional desfile cívico, que inicia às 8h30, deve contar com participação de 88 entidades civis, militares e vinculadas à administração pública, que irão destacar o sentimento de pertencimento e valorização da cidade – além da celebração da memória e história do município.

A concentração dos grupos terá início às 7h30, com os segmentos militares, e às 8 horas, de forma escalonada, com as entidades civis – conforme definido no croqui oficial do desfile disponível no site da Secretaria Municipal de Educação.

Antes do início do desfile, às 8 horas, estão previstos atos oficiais como execução dos hinos Nacional e Municipal e hasteamento das bandeiras. A expectativa é de que o clima colabore com o evento: segundo o Simepar, não há previsão de chuva no horário do desfile.

Trânsito e segurança

Em razão do desfile, algumas das principais vias da região central serão isoladas a partir das 7 horas para a concentração dos participantes. Serão bloqueados trechos da Avenida Vicente Machado – entre as ruas Visconde de Nácar e Ermelino de Leão – e da Rua Balduíno Taques – entre as ruas Penteado de Almeida e Doutor Colares. As interdições seguem até o término do evento.

A Prefeitura reforça ainda que os motoristas não deixem veículos estacionados na noite anterior nos locais de bloqueio, pois a instalação das grades de segurança começará às 6h30 da manhã. Haverá também desvios no transporte coletivo na região central durante o período do desfile.

O desfile integra uma ampla programação oficial do aniversário de Ponta Grossa, que inclui atividades culturais e esportivas ao longo de todo o mês de setembro.

Assessoria de Imprensa

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