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Prefeitura inicia cadastro do Vale Gás

Foto: Prefeitura de Ponta Grossa/Reprodução

Inicia na próxima segunda-feira (1°) e vai até sexta-feira (5) o cadastro para o Vale Gás. No período do segundo semestre, o programa deve contemplar mais 4 mil famílias ponta-grossenses. Os interessados em se cadastrar no programa poderão fazê-lo pela internet, de forma presencial em pontos de troca nos bairros, ou ainda na Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – 4º andar da Prefeitura.

A prefeita Elizabeth Schmidt destaca que o Vale Gás é uma ação de governo que veio para auxiliar milhares de famílias no orçamento doméstico. O programa foi criado ainda no período da pandemia e ajudou famílias naquele momento de dificuldade.

“Foi um compromisso meu que tem feito a diferença na vida das pessoas. Durante o ano passado foram fornecidas mais de 7,2 mil cargas de gás através do programa”, lembrou a prefeita.

Para realizar o cadastro, os interessados devem apresentar documentos originais e xerox do RG, CPF, Comprovante de residência e o comprovante de renda de até três salários mínimos. O munícipe poderá comprovar a sua renda e a dos que moram na mesma residência através de holerite, benefícios em programas sociais e desligamento de contrato de serviço em Carteira de Trabalho.

Será aceito apenas um CPF para cada endereço, que será vinculado ao CEP da residência, para garantir que só uma pessoa do lar seja cadastrada, e que assim toda a família tenha direito ao Vale Gás adquirido. No caso do munícipe comprovar que mora no mesmo endereço, porém em casa separada, deverá realizar o cadastro obrigatoriamente no 4ª andar da Prefeitura.

Lista de aprovados

Após a realização do cadastro, o munícipe deverá aguardar a divulgação da lista dos aprovados que será publicada no site da Prefeitura. Os selecionados terão direito a duas cargas de gás durante o ano. E, assim que realizarem a troca do material reciclável pelo Vale Gás, o beneficiado terá 36 horas para fazer a solicitação da primeira carga de gás na empresa contratada.

A segunda recarga poderá ser solicitada 45 dias da data da primeira. Cada quilo de material reciclável vale um ponto. Quando o munícipe completar 20 pontos, ele poderá solicitar a primeira carga de gás. A pontuação não é cumulativa e os pontos do ano passado serão zerados, iniciando uma nova pontuação.

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Resgates, policiamento, técnica e solidariedade: Paraná encerra operação no Rio Grande do Sul

Resgates, policiamento, técnica e solidariedade: Paraná encerra operação no Rio Grande do Sul | Foto: CBMPR

Depois de 52 dias de ação, que resultaram em 1.220 pessoas e 552 animais resgatados, além de atividades em diversas frentes, as forças de segurança do Paraná encerraram neste sábado (22) a operação de ajuda ao Rio Grande do Sul. Os últimos 11 integrantes da força-tarefa de resposta a desastres do Corpo de Bombeiros e 30 policiais civis do Estado que ainda estavam em missão retornaram neste fim de semana para suas bases.

“Nossa estrutura permite o auxílio sem onerar o Estado, nossos servidores são bem treinados e preparados para atuarem nas mais diversas situações. A quantidade de servidores que se disponibilizaram para prestar apoio ao Rio Grande do Sul mostra o compromisso do Paraná com o próximo”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

Durante o período da operação, 158 bombeiros militares, 113 policiais militares, 28 policiais civis, 16 policiais científicos e cinco cães (Hórus, Bruce, Acauã, Eva e Skull) de reforço às equipes foram enviados para o território gaúcho. Eles prestaram auxílio à população de pelo menos 18 cidades inundadas pelas fortes chuvas no fim de abril e início de maio. 

“Foram quase dois meses de operação. Teve a fase inicial, de salvamento de pessoas, em que ajudamos bastante. Atuamos também em uma segunda fase, de ajuda humanitária, e, por fim, estávamos na fase de busca de pessoas desaparecidas”, explicou o comandante do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) e um dos responsáveis pelos trabalhos da força-tarefa do CBMPR, major Ícaro Gabriel Greinert.

“Essa fase permanece. É uma operação lenta e demorada. Então, em consonância entre as secretarias de segurança pública dos dois estados, acabou-se por optar pela desmobilização nesse momento, como já ocorreu com outros estados. Estamos entre os últimos a deixar o Rio Grande do Sul”, acrescentou.

As equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná que atuaram no território gaúcho incluem a força-tarefa do CBMPR, de 120 integrantes, todos bombeiros militares voluntários. Após o curso de capacitação, eles ficam de sobreaviso durante um ano para serem mobilizados em caso de operações especializadas e de grande porte.

“Pudemos atestar a praticidade que a organização da força-tarefa trouxe na substituição, no aparelhamento e no emprego das equipes em campo. Percebemos um ganho muito grande na organização desse tipo de operações longas e bastante exigentes”, destacou o responsável pela força-tarefa e subcomandante-geral do CBMPR, coronel Antonio Geraldo Hiller Lino.

O Paraná foi o primeiro estado a chegar com ajuda às forças de segurança gaúchas.

“Tivemos uma rápida mobilização. Chegamos lá ainda com chuva, então fizemos muitos salvamentos de pessoas em situação de risco à vida”, disse o coronel.

A Polícia Científica mandou sua primeira equipe de técnicos de perícia no começo de maio, junto com uma viatura, um caminhão, um drone com câmera térmica, insumos e 1.200 litros de água mineral. A equipe contribuiu com as perícias, além de levar insumos, como luvas, máscaras, toucas, cobertores e demais materiais solicitados.

“Foram mobilizadas quatro equipes, totalizando 16 servidores entre peritos e técnicos de perícia, que se deslocaram até o estado gaúcho levando viaturas, caminhão refrigerado, equipamentos, drone com câmera térmica, insumos e recursos humanos, prestando apoio, não só em nossa atividade fim, mas com todo tipo de colaboração, como participação voluntária em abrigos, separação de doações e na segurança dos postos atendidos”, afirmou o assessor técnico da Divisão Operacional, perito Alex Tavares.

A Polícia Civil também prestou apoio com o envio de uma equipe de policiais de diversas divisões para reforçar a segurança pública do Estado. O efetivo também atuou no suporte à busca de vítimas e auxílio na distribuição de suprimentos.

“Nossos policiais civis demonstraram um compromisso inabalável com a segurança e o bem-estar da população gaúcha, trabalhando incansavelmente em um momento de extrema necessidade”, disse o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Jacob Rockembach.

As equipes da Polícia Militar do Paraná fizeram o policiamento em terra, com as viaturas deslocadas, por água, com uma embarcação, e também por ar, com um helicóptero. A aeronave, inclusive, faz parte do Projeto Falcão, que conta com as mais modernas tecnologias para atuação policial aérea, como câmera infravermelha de alta precisão e sistema de imagem térmica. 

“Operamos nas mais diversas missões, mas principalmente ajudando no policiamento preventivo em virtude do grande número de furtos e roubos que estava acontecendo naquela região. Fazíamos patrulhamento dentro das embarcações e auxiliamos pessoas que tinham dificuldade de ir até suas casas em regiões de difícil acesso. Ficamos muito gratos por ter desempenhado essa ajuda”, ressaltou o tenente Bruno Carassai, do Batalhão de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (RONE), que fez parte do grupo de policiais enviado ao Rio Grande do Sul.

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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Rede estadual do Paraná arrecada material escolar para o Rio Grande do Sul

Rede estadual do Paraná arrecada material escolar para o Rio Grande do Sul | Foto: Lucas Fermin/SEED

A Secretaria da Educação do Paraná (Seed-PR), em parceria com o Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed), está arrecadando material escolar para estudantes da rede pública de ensino do Rio Grande do Sul. A campanha ‘Educação pelo RS’, lançada pelo Consed, convoca todos os estados a apoiarem crianças e jovens gaúchos que tiveram suas rotinas escolares interrompidas pelas fortes chuvas que assolaram o estado entre abril e maio. O prazo para entrega vai até 1º de julho.

Foram danificadas 1.086 das 2.338 escolas públicas estaduais de 255 municípios. As doações podem ser feitas por alunos, professores, funcionários, pais e também pela comunidade. Entre os itens sugeridos estão mochilas, cadernos, lápis de cor, canetas hidrocor, apontadores, giz de cera, canetas, estojos, lápis, lapiseiras, caixas de grafite, borrachas, calculadoras, réguas e squeezes (garrafas para líquidos).

Os materiais arrecadados serão enviados ao Rio Grande do Sul pela Seed-PR no dia 10 de julho.

“A campanha reforça a importância da educação enquanto direito fundamental dos estudantes. É tempo de priorizarmos a recuperação pós-desastre e, por isso, a união e o engajamento coletivo podem fazer a diferença na vida de milhares de crianças e jovens, cuja a aprendizagem foi interrompida pela tragédia”, afirma o secretário estadual da Educação, Roni Miranda.

As doações podem ser entregues nas próprias escolas da rede estadual de ensino do Paraná. Por questão de segurança, a entrega deve ser feita diretamente aos alunos ou professores, que se encarregarão de levar os materiais para os pontos de coleta, dentro das escolas. A medida visa garantir a segurança e organização do processo, evitando a entrada de pessoas alheias à comunidade escolar nas unidades de ensino.

As doações também podem ser entregues na sede da Secretaria de Estado da Educação, na Avenida Presidente Kennedy, 2511, em Curitiba.

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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PG Sem Frio arrecada roupas para pessoas em vulnerabilidade social 

Sabe aquela blusa que você não usa mais? E o casaco que está no fundo do armário? Eles podem fazer a diferença na vida de alguém neste inverno. Pensando nisso, a Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria Municipal de Família e Desenvolvimento Social, pelo Programa Selo Social, promove mais uma edição da Campanha PG Sem Frio.

São beneficiadas, na campanha, famílias em situação de vulnerabilidade social, referenciadas nos CRAS e pessoas em situação de rua. Em 2023, durante a campanha foram arrecadadas cerca de 65 mil peças, que beneficiaram mais de 50 mil pessoas. Neste ano, as arrecadações iniciaram em maio e devem ocorrer até o final do mês de agosto.

A secretária Municipal de Família e Desenvolvimento Social, Tatyana Belo, ressalta a importância das doações da população.

“Contamos com a colaboração de todos para que os cobertores, roupas em geral e acessórios de inverno sejam doados em bom estado e limpos, visto que serão distribuídos para pessoas que realmente precisam. Quanto mais pessoas doarem, mais pessoas serão ajudadas”, frisa.

Para participar é necessário levar as doações até um dos pontos de arrecadação.

Confira os pontos de arrecadação:

Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

*Endereço: Av. Visc. de Taunay, 950 – Centro, Ponta Grossa

Secretaria Municipal da Família e Desenvolvimento Social

 *Endereço: R. Balduíno Taques, 445 – Centro, Ponta Grossa

As distribuições das doações serão feitas em ações descentralizadas nos bairros, nas datas:

•             21/06 – Santa Mônica – Escola Municipal Sebastião Santos e Silva

•             05/07 – Vila Princesa -Escola Mun. Profª. Kazuko Inoue

•             12/07 – Jd Amalia – Escola Municipal Cristiane Levandoski.

•             02/08 – Panamá/ Londres/ Lagoa Dourada – Escola Municipal Profº Aldo Bonde

•             09/08 – Jd Cachoeira – Escola Municipal Profª Marta Filipkowski de Lima

•             16/08 – Gralha Azul – Escola Municipal Profº Egdar Zanoni

•             30/08 – Sabará – Escola Mun. Frederico Constante Degraf

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Sanepar ajuda cidades do Rio Grande do Sul na recuperação do abastecimento e limpeza

Sanepar atua na recuperação do sistema de abastecimento e limpeza de cidades gaúchas | Foto: Sanepar/Reprodução

Profissionais, veículos, equipamentos e água potável fazem parte do pacote de ações da Sanepar em prol do Rio Grande do Sul desde o início de maio. As equipes, formadas por 34 agentes operacionais e três engenheiros, contribuem com a distribuição de água tratada e o restauro das áreas atingidas pelas enchentes. Atuam ainda na limpeza de vias e logradouros públicos, na recuperação das unidades e sistemas de produção de água, na reconstrução de diques e no abastecimento com água tratada nas cidades que integram a Grande Porto Alegre. O trabalho deve ser mantido pela Sanepar no estado gaúcho ainda neste mês de junho.

A mobilização começou logo após a ocorrência da maior catástrofe do Sul e que deixou muitas cidades gaúchas em calamidade pública, dentre elas, a capital Porto Alegre. Imediatamente, a Sanepar enviou 144 mil copinhos de água potável e cinco caminhões-pipas ao Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) da capital, à Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e às prefeituras da Região Metropolitana de Porto Alegre. Os motoristas com os veículos saíram de Curitiba, Ponta Grossa, Pato Branco e Foz do Iguaçu, e trabalharam por mais de 30 dias no transporte de água potável para abastecer hospitais, alojamentos, lares de idosos, orfanatos, entre outros locais.

Já a equipe de engenharia eletromecânica da Sanepar teve como missão ajudar a reconstruir os diques de contenção em Porto Alegre, Canoas e São Lourenço, e auxiliar na restauração e recuperação dos equipamentos de captação, bombeamento e distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto, além de contribuir com a instalação de sistemas provisórios de bombeamento de água nas áreas alagadas.

Quando as águas começaram a baixar e a mostrar o rastro de danos, destruição e sujeira deixado nas cidades, a Companhia enviou cinco caminhões hidrojateadores para fazer a desobstrução de galerias de águas pluviais tomadas pela lama, a lavagem e a limpeza de ruas, calçadas, praças e outros locais públicos.

ADESÃO – A decisão da Sanepar de contribuir com o Rio Grande do Sul teve a adesão de equipes convidadas a participar da ação. Os empregados contam que enfrentaram muitos desafios, como a incerteza do que iriam encontrar, de onde ficariam alojados, do tempo e das condições com que iriam se deparar.

O agente operacional Carlos Alberto Setnarski, que atua na Sanepar em Irati, no Centro-Sul do Paraná, lembra que a tarefa não foi fácil.

“A chuva e a falta de estrutura eram desafios diários, mas não nos deixaram esmorecer. Diante de tanto desespero, principalmente em busca de água potável, não víamos o tempo passar e sabíamos que estávamos fazendo a diferença”, afirma.

Segundo ele, dos diversos trabalhos em que participou, a limpeza nas ruas na área central de Porto Alegre foi muito marcante.

“Vimos comerciantes descartando produtos danificados, e outras tantas pessoas buscando nesse descarte itens que pudessem de alguma forma aproveitar. Crianças à procura de brinquedos ou material escolar em meio ao lodo”, destaca.

Sidnei Martins da Silva, agente operacional que trabalha em Toledo, no Oeste do Paraná, conta que foram dias de trabalho intenso porque as ruas estavam com muita lama e lixo, um cheiro insuportável, sendo necessário o uso de máscara para poder suportar

“Ao iniciarmos a lavagem, aos poucos, o mau cheiro ia se dissipando, e começava a mostrar o resultado da limpeza. Seguimos lavando ruas e calçadas, terminal interurbano, a rodoviária e aos poucos contribuímos para liberar os espaços públicos e vendo as coisas voltando a funcionar. Foram dias de muito aprendizado, fortalecimento de amizades e foi muito gratificante ver o antes e o depois da limpeza e as pessoas transitando sem o uso de máscara”, destaca Silva.

“Também pudemos perceber e entender por que a Sanepar é a melhor empresa de saneamento do país. Agradeço a oportunidade de crescimento profissional e humano ao vivenciar essa experiência única e histórica. É um acontecimento que ficará marcado na história”, enfatiza.

De Cianorte, no Noroeste, outro agente operacional, Ronaldo Adriano Pivato, emociona-se ao relatar que foi um dos trabalhos mais gratificantes que pode prestar.

“A tragédia que atingiu o Rio Grande é gigantesca. Desde que eu soube, queria de alguma forma ajudar como voluntário. Não é fácil estar aqui, mas apesar de tudo, vemos a gratidão das pessoas pelo pouco que a gente faz”, diz.

ÁGUA POTÁVEL – Depois de enviar água potável envasada e caminhões-pipas, a Sanepar também colocou à disposição do governo gaúcho três reservatórios modulares com capacidade para armazenamento de 70 mil litros de água cada.

DOAÇÕES – A solidariedade também foi demonstrada pelos empregados da Companhia na mobilização para arrecadação de alimentos, kits de higiene, agasalhos e cobertores, calçados e roupas de cama, mesa e banho. No total, mais de 5 toneladas de donativos saíram do Paraná rumo ao estado gaúcho.

HOMENAGEM – A Sanepar iluminou o reservatório do Alto da XV, em Curitiba, com as cores da bandeira do Rio Grande do Sul – verde, vermelha e amarela – em solidariedade à população gaúcha.

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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Exército leva nesta terça 75 toneladas de donativos para o RS

(Foto ilustrativa: Thales Antônio/Shutterstock | Reprodução)

O Comando Militar do Leste (CML) e a 1ª Região Militar enviam nesta terça-feira, (11) mais uma missão de apoio à população afetada pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O comboio, com seis viaturas, sai às 7h30 do Rio de Janeiro para a cidade de Nova Santa Rita, na região metropolitana de Porto Alegre, com cerca de 75 toneladas de donativos.

De acordo com o Exército, serão levados itens essenciais à população, como material de higiene, alimentos, ração, fraldas e roupas. Além disso, o comboio transporta suprimentos para as tropas empregadas na operação, que trabalham na região desde 30 de abril.

O CML e a 1ª Região Militar já realizaram várias atividades em apoio ao estado, como uma ponte capaz de cobrir vão de até 60 metros, por meio do 1° Batalhão de Engenharia de Combate, para a área de concentração estratégica em Lages (Santa Catarina); o envio de militares da Brigada de Infantaria Pára-quedista e da área da saúde; um comboio com 450 toneladas de donativos; lançamentos de 20 toneladas de fardos de garrafas de água e cestas básicas, por meio de pára-quedas, em São Jerônimo; além de quatro máquinas e um caminhão para limpeza de vias e de 100 barracas de campanha para proporcionar suporte logístico e operacional nas áreas necessitadas.

Em nota, o Exército diz que “segue empenhado em prestar todo o apoio para garantir a saúde e o bem-estar das comunidades afetadas”. 

Com informações da Agência Brasil

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Festival de Rock em PG garante medicamentos e alimentos para o Rio Grande do Sul

Foto: Divulgação

A solidariedade falou mais alto e o ‘Beer Rock Truck Festival’ levou mais de mil pessoas até o Mercenários Gastro Bar (PR-151, KM 168 – Boa Vista) em Ponta Grossa no último domingo (02). O Festival de Rock com o intuito de ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul arrecadou R$ 14.715,75 que serão revertidos na compra de medicamentos e mais 752 quilos de alimentos. A realização contou com mais de 20 bandas e artistas locais que também não cobraram cachê.

Entre os artistas estavam: Banda Alisson Camargo e Rádio Maça, Curly´s, Valvox, V8, Blues na Estrada, Vinil 45, Gamblers, Lacdoc, Conhecidos do Matheus, Eletrom Live, Andromalia, Punk Drop, Garimpeiros da Lua, FNM, Asteróides, Arcturia, general Fields, Rainer Malaquias, Samuca, Scilas Oliveira, Solo Marcos Stern, Duo Crazy Sunshine, Trio Zeal e Pedro Jamp. Três cervejarias também marcaram presença: Oak Bier, El Patron e Koch.

Foto: Divulgação

O Festival contou com o apoio da Rede Massa | SBT, “Em PG é assim”, Xuxa Som e Iluminação, Associação das Microcervejarias dos Campos Gerais, Mercenários Gastrobar, Gelo Forte Pakatus Segurança, Costela de Chão e DP Assessoria de Imprensa.

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Rio Grande do Sul agradece cartas e doações enviadas por alunos de Ponta Grossa

Foto: PMPG/Reprodução

Nos últimos dias, as cartas começaram a chegar e também surgiram publicações emocionadas nas redes sociais, em agradecimento às mensagens enviadas pelas escolas de Ponta Grossa. Mensagens enviadas pelos alunos da Escola Municipal Djalma de Almeida César foram respondidas por crianças e professores de São Leopoldo (RS).

“Obrigado por despertar e incentivar nas crianças os sentimentos de solidariedade, compaixão e empatia. Com certeza esta ação está deixando grandes marcas nos corações e na vida das suas e das nossas crianças”, diz a carta assinada como “Amigos de São Leopoldo”, endereçada à Escola Djalma.

Já mensagens enviadas por estudantes da Escola Municipal Frei Elias Zulian receberam um depoimento emocionado nas redes sociais.

“Não tem como a gente não se emocionar nesse momento ao ver o amor das crianças… cartinhas… Querido Rio Grande do Sul…, muito lindo, desenhos, livros e mensagens de esperança. É muito emocionante. Obrigada por todo esse amor que a gente está sentindo ao abrir todas essas cartas”, disse em vídeo a advogada Aline Karow, que atuava na separação das doações. O vídeo está em https://www.instagram.com/p/C7k7eoZNqko/?igsh=MTVyM3FwZDF5ZHA0Mw%3D%3D .

As unidades escolares também se mobilizaram para arrecadação de água, como no caso da Escola Municipal Prefeito José Bonifácio Guimarães Vilela. As doações foram enviadas por transportadores voluntários e também pelo Corpo de Bombeiros. O objetivo é dar sequência ao intercâmbio de cartas, assim que as condições se normalizarem nas escolas atingidas no Rio Grande do Sul.

Com informações da PMPG

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Campanha do Paraná chega a 13,2 mil toneladas de doações enviadas ao Rio Grande do Sul

Campanha do Estado chega a 13,2 mil toneladas de doações enviadas ao Rio Grande do Sul | Foto: Valdelino Pontes/SECID

A campanha de arrecadação de donativos organizada pelo Gabinete da Primeira-Dama e a Defesa Civil do Paraná em prol do Rio Grande do Sul alcançou a marca de 13,2 mil toneladas. Toda essa ajuda humanitária foi organizada com o apoio de voluntários e servidores do Estado e foi enviada ao estado gaúcho em 557 caminhões. Esse volume foi reunido nas sedes do Corpo de Bombeiros e demais instituições do Estado que participaram da campanha entre os dias 02 e 22 de maio. 

De acordo com um balanço divulgado nesta quinta-feira (23), foram pelo menos 3 mil toneladas de alimentos, 4 mil toneladas de fardos de água mineral e 4,7 mil toneladas de materiais de limpeza e higiene. Os outros itens arrecadados foram roupas, cobertores e ração. Eles foram distribuídos a 64 cidades que sofreram com os impactos severos das enchentes e que estão em estado de calamidade pública. 

Além disso, durante esse período de apoio foi sancionada a lei que criou a Rede Estadual de Ajuda Humanitária, a primeira do País com abrangência nacional, o que permitirá, daqui em diante, auxílio mais célere do Estado em situações extremas. Ela deverá promover ações de respostas rápidas e de caráter humanitário, tanto no Paraná, como em qualquer outro estado da Federação. Ela deve ser um caminho mais fácil para ações de caráter social, podendo contar inclusive com participação de organizações da sociedade civil na execução das medidas.

“Foram mais de 13 mil toneladas arrecadadas. A gente precisava ajudar de alguma forma. Decidimos começar a campanha SOS RS para que o Paraná inteiro se solidarizasse e ajudasse os irmãos gaúchos”, disse a primeira-dama Luciana Saito Massa.

“Os paranaenses foram muito solidários nessa campanha. Tudo foi encaminhado ao posto que estabelecemos em Santa Cruz do Sul (a cerca de 150 km de Porto Alegre) e distribuído aos municípios que estavam nessa área de abrangência”, complementou o coronel Fernando Schunig, coordenador da Defesa Civil.

AJUDA AO RS – Além da campanha, o Paraná organizou várias frentes de ajuda simultâneas do Rio Grande do Sul: forças policiais estão ajudando nos patrulhamentos, bombeiros estão trabalhando nos resgates, técnicos e caminhões do Instituto Água e Terra estão colaborando na limpeza e abastecimento, técnicos da Sanepar estão auxiliando na retomada do funcionamento das estações e caminhões do DER/PR estão colaborando com a desobstrução de rodovias estaduais e federais. O Estado também disponibilizou veterinários, bolsas de sangue e helicópteros ao estado.

RIO GRANDE DO SUL – De acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira (23) pela Defesa Civil gaúcha, são 468 municípios afetados, 65 mil pessoas em abrigos, 72 desaparecidos e 163 óbitos confirmados. Mais de 82 mil pessoas e 12 mil animais já foram resgatados.

Com informações da Agência Estadual de Notícias

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Leite anuncia construção de 538 casas para vítimas das chuvas no RS

© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Uma parte das famílias que perdeu tudo nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul já pode sonhar com um novo lar. Os termos de compromisso que permitirão iniciar a construção de 538 casas definitivas, em cidades dos vales do Taquari, Rio Pardo, Caí e Paranhana, foram assinados pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, nesta quinta-feira (23). Em todo o estado, 65.762 pessoas estão em abrigos.

Trezentas residências de 44 metros quadrados (m²) serão construídas no âmbito do programa estadual A Casa É Sua, por meio do qual o governo gaúcho disponibilizará R$ 41,8 milhões do Tesouro estadual. Os imóveis beneficiarão pessoas que perderam suas moradias e que forem selecionadas pelas prefeituras de Muçum, onde serão erguidas 56 casas definitivas, além de Cruzeiro do Sul (40); Estrela (40); Venâncio Aires (40); Encantado (35); Roca Sales (35); Lajeado (30) e Santa Teresa (24).

Doações

Outros 238 imóveis serão viabilizados por doações. A Construtora Inova, cuja sede fica em Jacupiranga, em São Paulo, doará 200 unidades de 36 m² cada, a um custo de R$ 22 milhões. Destas, 100 casas serão construídas em Cruzeiro do Sul, 50 em Igrejinha e 50 em São Sebastião do Caí. Outras 38 moradias de 44 m² serão erguidos em Arroio do Meio, graças a R$ 5 milhões doados pelo Ministério Público (MP) estadual.

A previsão é que todas as 538 casas fiquem prontas em 120 dias a contar da conclusão da preparação do terreno. De acordo com suas possibilidades, os municípios deverão oferecer o terreno, em áreas não-alagáveis, e disponibilizar a infraestrutura local. Segundo o governo estadual, a iniciativa visa oferecer um lar seguro e digno, com toda a infraestrutura necessária, para as famílias que perderam suas residências com as inundações.

“Elas começam a ser construídas já nos próximos dias, especialmente no Vale do Taquari”, assegurou o governador Eduardo Leite durante a cerimônia de assinatura dos contratos, esta manhã, em Estrela, município do Vale do Taquari, a cerca de 110 quilômetros de Porto Alegre.

“Vamos dar toda ênfase não só para que tenhamos abrigos [públicos] com a qualidade que essas pessoas [desalojadas demandarão] pelos próximos meses, mas também para proporcionar um recomeço, uma moradia definitiva, para as pessoas atingidas”, acrescentou Leite.

Ainda segundo Leite, a iniciativa habitacional se insere no chamado Plano Rio Grande, de reconstrução dos danos socioeconômicos causados por eventos climáticos extremos que afetaram o estado a partir de 2023. O governo estadual garante já ter aplicado cerca de R$ 658 milhões em ações do programa. E promete anunciar, em breve, outras iniciativas, incluindo a ampliação da construção de casas e linhas de financiamento para a aquisição e reforma de imóveis. Pelo mais recente boletim da Defesa Civil estadual, há, em todo o estado, 65.762 pessoas em abrigos.

Com informações da Agência Brasil

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