Interessados em participar do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2024 já podem fazer a inscrição. O prazo segue aberto até 10 de maio. Solicitações de atendimento especializado e de tratamento pelo nome social também devem ser feitas durante o mesmo período. O exame será no dia 25 de agosto em todos os estados e no Distrito Federal.
O atendimento especializado será oferecido a participantes com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual (mental), surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista e discalculia. Também podem ser contemplados gestantes, lactantes, idosos e pessoas com outras condições específicas.
O edital do Encceja 2024 foi publicado em março pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Participantes que faltaram às provas do Encceja 2023 devem ter justificado sua ausência no exame caso queiram se inscrever gratuitamente na edição deste ano. Quem não justificar sua ausência ou tiver a solicitação de justificativa reprovada deverá ressarcir ao Inep o valor de R$ 40.
O pagamento deve ser feito por meio de boleto, que será gerado no sistema de inscrição e poderá ser pago em qualquer banco ou casa lotérica.
O exame
O Encceja foi realizado pela primeira vez em 2002, para aferir competências, habilidades e saberes de jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada. O exame é realizado pelo Inep, responsável pela aplicação, em colaboração com as secretarias estaduais e municipais de Educação. Já a emissão do certificado e da declaração de proficiência é responsabilidade das secretarias de Educação.
De 12 a 21 de abril, a Universidade Estadual de Ponta Grossa, representada pelo reitor Miguel Sanches Neto, participou de uma missão voltada à internacionalização e às parcerias entre as universidades do Brasil e do Japão, com o apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti-PR) e da Fundação Araucária (FA).
Uma das principais visitas foi realizada na Universidade de Tsukuba (UT). Fundada em 1973 com o objetivo de instaurar um novo e mais aberto sistema de educação e pesquisa no Japão, a UT é a responsável por estreitar laços com países da América Latina. Sanches Neto explica que a internacionalização no Japão é setorizada: a cada universidade cabe estabelecer vínculos com uma determinada região do planeta.
A comitiva brasileira foi recebida pelo reitor e vice-reitor da UT, Nagata Kyosuke e Kato Mitsuyasu. O Diretor de Ensino Superior da Seti, Osmar de Souza, explicou que o objetivo foi dar continuidade às tratativas iniciadas pelo Governador do Estado, Ratinho Júnior, e o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, que estiveram no Japão, em março de 2023.
“Estivemos em instituições de ensino superior como as universidades de Tsukuda, Sophia, Kyoto, Hyogo, Kobe. E, além de conhecer pesquisadores das áreas de interesse, ampliamos nosso conhecimento sobre as afinidades das nossas universidades com as japonesas. Embora distantes geograficamente, temos muitos interesses e preocupações em comum”, disse o diretor.
Entre as áreas definidas como potenciais para o desenvolvimento de pesquisa em conjunto e troca de tecnologias, está a de alimentos funcionais. O Paraná tem estruturado o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (Napi) Alimentos Saudáveis, que envolve pesquisadores das universidades e centros de pesquisa e, também, de ambientes de inovação, como o Parque Científico e Tecnológico de Biociências (Biopark), em Toledo, na região Oeste do Paraná.
A próxima etapa para o andamento dos acordos entre o estado do Paraná e o Japão é a visita de pesquisadores japoneses às universidades públicas estaduais, para então iniciar os convênios para o intercâmbio de estudantes da graduação e da pós-graduação. Para Sanches Neto, “existe uma complementaridade na diversidade dos dois países. Nós temos uma história que se entrelaça, não foi só a imigração que aconteceu e é coisa do passado. Há um vínculo permanente entre esses dois países”.
Ramiro Wahrhaftig, presidente da Fundação Araucária, ressalta que o Paraná tem uma tradição longa de cooperação em ciência e tecnologia com o Japão. “Desde a implantação do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), nos anos 1980, a cooperação com o Japão foi fundamental. Isso foi possível graças a uma cooperação com Hyogo financiada pelo governo japonês e pelo governo do Paraná”.
O presidente ainda reforça que ao longo das últimas décadas, a geopolítica do Japão se transformou, fazendo com que o país ampliasse possibilidades para novos parceiros ao redor do mundo. Além dos acordos da UEPG com a UT, já existem tratativas em andamento, por meio do Escritório de Relações Internacionais (ERI-UEPG), para facilitar a mobilidade de estudantes e pesquisadores de diversas áreas nas universidades de Hyogo, em Kobe, e Sophia, em Tóquio, cujo interesse é compartilhar estudantes de língua portuguesa com o Brasil.
A missão
Com foco no desenvolvimento do ensino superior e no estreitamento de laços entre as universidades brasileiras e japonesas, visando a produção de conhecimento e o avanço na indústria e no comércio, a missão foi articulada por Luiz Nishimori, deputado federal que integrou a comitiva representando a comunidade japonesa no Brasil e no Paraná. Uniram-se ao deputado, ao reitor da UEPG, e a Osmar de Souza, empresários paranaenses das áreas médica, do comércio e da educação básica.
Nishimori descreve que a 53° Missão Econômica Diplomática e de Amizade Brasil-Japão priorizou a área de Educação para o desenvolvimento científico e aplicação de prótons no tratamento de câncer. “Tivemos inúmeras reuniões com empresas e autoridades japonesas, o que fortalece ainda mais os laços de cooperação e proporciona projetos em parceria para o desenvolvimento das duas nações”. Segundo ele, já foram contabilizados muitos resultados das missões anteriores, como a exportação de aves e suco de laranja para o Japão, hoje cerca de 80% da carne de frango consumida no Japão é do Brasil. “E com certeza vamos colher bons frutos desta edição da Missão Econômica”.
A programação incluía, além das visitas oficiais às universidades já mencionadas, visita à embaixada do Brasil em Tóquio, reuniões com representantes políticos no parlamento japonês, encontro com lideranças dekasseguis, visitas a escolas para brasileiros na cidade de Hamamatsu, onde também houve um encontro com o cônsul do Brasil.
“Essa missão pegou todas as camadas da sociedade japonesa. Todos estavam fascinados. Esse vínculo tem que ir além e ser cada vez mais um vínculo de pesquisadores, estudantes, professores, por meio das universidades – este é o principal objetivo da minha presença lá, estreitando então as possibilidades de internacionalização”, destaca Sanches Neto.
O reitor da UEPG conta que uma das agendas discutia a possibilidade de abrir um pólo EAD das universidades paranaenses em Hamamatsu, capital dos dekasseguis no japão, e completa: “também visitamos a cidade irmã de Curitiba, que é Himeji e a cidade irmã de Maringá, que é Kakogawa. Nessas visitas, sempre com o prefeito dessas cidades, a gente destacou a importância da educação e a importância das relações diretas entre a comunidade dessas cidades e as comunidades paranaenses”.
Japão e Paraná
O processo de imigração japonesa no Brasil iniciou em 1907 e movimentou a economia cafeeira. Em novembro do mesmo ano, após a promulgação da Lei da Imigração e Colonização, o empresário e político japonês Ryu Mizuno acordou com Carlos Arruda Botelho, então secretário da Agricultura de São Paulo, a introdução de 3 mil imigrantes japoneses num período de três anos. No dia 28 de abril de 1908, o navio Kasato Maru deixou o Japão com 165 famílias japonesas a caminho das terras brasileiras.
No estado do Paraná, as primeiras colônias começaram a se estabelecer somente em 1912, em Curitiba, e em 1914 no Nordeste e no Norte do estado. Atualmente, o Paraná conta com a segunda maior colônia de descendentes de japoneses do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo.
Em julho de 2023, aconteceu o evento Study in Japan, proporcionado pelo Consulado Geral do Japão em Curitiba. Em 2024, foi a vez dos paranaenses visitarem a terra do sol nascente. “A missão como um todo foi extremamente importante para o maior conhecimento das estruturas representativas do Japão, o que permite que a gente consiga fazer convênios muito mais próximos da realidade dos dois países. As possibilidades são muito grandes”, finaliza o reitor da UEPG.
A G-LED Publicidade, empresa atuante no setor publicitário, anuncia com entusiasmo uma revolução publicitária na esquina da Vicente Machado com a Rua Santana. A empresa que tem como foco a conexão de marcas com o seu público-alvo, traz à Ponta Grossa novassoluções de publicidade.
Utilizando painéisdigitais, no formato outdoor, divulga marcas e serviços por meio de vídeos que chamam a atenção através do movimento e cores vibrantes em campanhas personalizadas que impactam e conectam.
Hoje a G-LED conta com um ponto localizado no bairro de Oficinas, na Avenida Visconde de Mauá, um local estratégico da cidade onde atrai a atenção do público e entrega, de forma dinâmica, informações sobre produtos, marcas e serviços.
Expansão
Foto: G-LED Publicidade/Divulgação
A partir de abril, a marca irá expandir as possibilidades de destaque dos anunciantes para mais um ponto, dessa vez, localizado n0 ‘coração da cidade’, na Avenida Vicente Machado, Centro de Ponta Grossa. A região conta com alto fluxo de pedestres e, cerca de 35 mil veículos/dia passam pelo local, o que irá potencializar o destaque e impacto das mensagens transmitidas nos anúncios do outdoor.
A empresária e idealizadora da marca, Graziela de Souza, explica como percebeu a necessidade de atuar na área de publicidade em Ponta Grossa, a partir da análise das tendências para o segmento publicitário.
“Com o crescente consumo de informações, por meios digitais, a publicidade tradicional precisa se adaptar e acompanhar esse processo. As pessoas estão cada vez mais conectadas, mas a publicidade ‘fora das redes’ ainda é importante e pode ser complementada por ações off-line. E o uso de tecnologias nas ruas, como painéis de LED, permite impactar o público de forma inovadora e eficaz”, explica.
Planos personalizados
Nos últimos meses, a G-LED teve uma crescente procura pela inserção de anúncios pelas empresas locais que buscam diversificar e expandir suas formas de publicidade. Os planos de inserção são personalizados e planejados em parceria com os anunciantes, trazendo flexibilidade aos prazos e acessibilidade nos investimento para diversos tipos de empresa.
Entre os anunciantes estão clínicas de estética, odontológica, restaurantes, materiais de construção, comércio de lubrificantes, construtoras, lojas de roupas femininas, escola de robótica, locação de veículos para eventos, salão de beleza, entre outros.
Publicidade Inteligente
Os anúncios exibidos nos outdoorsdigitais são em formato de vídeos que trazem maior impacto e atratividade para as mensagens, pois permitem explorar transições, imagens, animações e recursos. Possuem duração entre 10 e 15 segundos e são exibidos durante todo o dia, entre às 6h até 00h, totalizando cerca de 220 inserções diárias para cada marca.
“É um excelente custo-benefício quando comparado com outros tipos de publicidade externa, pois permitem alteração constante das mídias mantendo anúncios sempre atualizados, não geram custo de produção e/ou impressão de material, permite transmitir um maior número de informações na duração do vídeo e concectam-se com as tendências de consumo de informação da atualidade”, finalizou a empresária.
Fique ligado nos canais oficiais da G-LED Publicidade para saber mais sobre este marco na publicidade local e como sua empresa pode se destacar.
Para informações adicionais, entre em contato com:
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou neste mês uma resolução que proíbe a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou “vapes”. No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça os malefícios que o hábito pode causar, principalmente na faixa etária de 18 a 24 anos, idades com maiores prevalências.
Os cigarros eletrônicos com nicotina são prejudiciais à saúde e causam dependência. Embora seus efeitos de saúde a longo prazo não sejam totalmente conhecidos, já se sabe que eles liberam substâncias tóxicas que são cancerígenas ou aumentam o risco de doençascardíacas e pulmonares. Além disso, podem afetar o desenvolvimentocerebral e causar distúrbios de aprendizagem em jovens. A exposição do feto aos cigarros eletrônicos utilizados pela mãe pode prejudicar seu desenvolvimento.
No âmbito do tratamento da dependência de nicotina, o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), por meio da Rede de Referências Estaduais, desenvolve atividades de apoio, como a capacitação de profissionais para a abordagem mínima, que deve ocorrer em todos os atendimentos de saúde.
O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza, gratuitamente, o acesso ao programa de tratamento, o qual é realizado pela abordagem cognitivo-comportamental, material de apoio e, quando houver indicação, tratamentomedicamentoso com terapia de reposição de nicotina (TRN), pelos adesivos transdérmicos/goma de mascar e do tratamento não nicotínico com cloridrato de bupropiona. Todo tratamento ofertado está baseado em evidências científicas, no qual os usuários são acompanhados até um ano.
Para quem precisa de ajuda para parar de fumar a Sesa orienta procurar uma Unidade de Saúde para o tratamento. Ele é gratuito e está disponível em 75% dos municípios paranaenses. Essas unidades contam, ao menos, com uma equipe que oferta tratamento do tabagismo, tanto nas Unidades de Saúde da Atenção Primária, como na Atenção Especializada. Os endereços podem ser consultados AQUI.
“Essa decisão da Anvisa, que precisa de ampla publicidade, reforça a necessidade de intensificar a fiscalização e as campanhas de conscientização, com apoio de toda a comunidade, visando a não experimentação e a divulgação dos malefícios dos DEFs”, ressalta a chefe da Divisão de Prevenção e Controle de Doenças Crônicas e Tabagismo da Secretaria da Saúde, Rejane Cristina Teixeira Tabuti.
“Existe tratamento, mas as pessoas precisam compreender que sofrem de uma dependência química. Sabemos das dificuldades de iniciativa para procurar o tratamento, mas parar de fumar a qualquer tempo traz benefícios”, complementa.
PROIBIÇÃO – A proibição dos DEFs está em vigor desde 2009, por meio da Resolução da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009, o que foi confirmado pela RDC 855/2024 de abril deste ano. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em dezembro do ano passado 34 países proibiam a venda, 88 países não estipulavam idade mínima para venda e 74 não tinham regulamentação sobre esses produtos.
De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária da Sesa, Luciane Otaviano de Lima, a nova decisão não se aplica apenas aos DEFs, mas também a todos os acessórios, peças, partes e refis.
“É uma regulamentação importante e que deve ser seguida. Também é importante lembrar que o uso de qualquer dispositivo fumígeno é proibido em ambiente coletivo fechado desde 1996, conforme previsto na Lei Federal nº 9.294/1996 e a Lei Estadual nº 16.239/2009, que estabelece normas de proteção à saúde e de responsabilidade para criação de ambientes de uso coletivo livres de produtos fumígenos”, acrescenta.
O não cumprimento da resolução constitui infração sanitária, sujeitando os infratores às penalidades das Leis nº 9.294/1996 e nº 6.437/1977, que incluem advertência, interdição, recolhimento e multa, entre outras, e demais sanções aplicáveis, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.
Na hipótese de ser identificada infração sanitária decorrente do descumprimento da legislação, a norma prevê ainda que a Vigilância Sanitária municipal, estadual ou a Anvisa, conforme competência de cada esfera, fará a imediata comunicação ao órgão do Ministério Público da respectiva localidade, para fins de eventual instauração do procedimento de apuração cível e criminal do fato.
Em nota, a Fundação Municipal de Saúde informou nesta sexta-feira (26) mais dois óbitos causados por dengue de pacientes residentes em Ponta Grossa. Uma das vítimas era paciente do sexo feminino, na faixa etária de 60 a 69 anos; a outra, um homem, na faixa etária de 50 a 59 anos. Ambos faleceram durante o mês de abril/2024.
A Prefeitura de Ponta Grossa finalizou nesta semana as obras de pavimentação de mais trechos de ruas nas vilas da cidade e já prepara novos segmentos. Desta vez, a Rua Alfredo Pedro Ribas, na Vila Coronel Cláudio, em Uvaranas, recebeu o asfalto novo.
Enquanto isso, a Prefeitura prepara a pavimentação da Rua Humberto de Campos para receber o benefício, obra que está na fase de assentamento de meios-fios, também na Coronel Cláudio. Estes segmentos estão sendo executados pela equipe da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, que também realiza neste local obras para travessia em galeria de águas pluviais.
A Prefeitura de Ponta Grossa realiza um amplo programa de asfaltamento em toda a cidade. Nos últimos meses, somente na região das vilas Coronel Cláudio e Princesa, já receberam a pavimentação as ruas Bento do Amaral, Benjamin Franklin, Dário Veloso, Bonifácio Ribas, Eduardo Prado e Cesário Alvim, entre outras.
Além dos novos asfaltamentos, também foram realizados investimentos na revitalização e nova pavimentação, com recape completo na Avenida Ana Rita, via arterial que cruza a Vila Coronel Cláudio e liga o Centro às regiões de Uvaranas, Olarias e Cará-Cará.
Ponta Grossa irá receber um novo curso de formação na área das artes visuais, voltado para o ensino e a produção de gravuras com inspiração no cenário urbano. É o ‘Gravuras Urbanas’, um projeto artístico que propõe a criação de um ateliê de gravuras na cidade, com atividades ministradas pelos arte educadores Ellen Biora e Fernando Bertani. As inscrições para a primeira turma estão abertas até o dia 05 de maio e podem ser feitas através do link. O projeto tem o patrocínio das empresas Copel e Continental, por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice).
As aulas serão gratuitas e acontecerão todas segundas-feiras entre 13 de maio e 26 de agosto, no Memorial Ponto Azul. São ofertadas 10 vagas, tendo como público-alvo pessoas maiores de 18 anos e residentes em Ponta Grossa, com ou sem experiência em artes visuais. Os inscritos serão avaliados levando em conta a motivação para participação, equidade de gênero, disponibilidade de tempo e multiplicidade de participantes. Todos os selecionados receberão uma bolsa de estudos no valor mensal de R$ 200,00, para auxiliar nos custos básicos de transporte e alimentação. Metade das vagas são reservadas para cotas de ação afirmativa e inclusão social, voltadas a pessoas negras (pretas e pardas), indígenas, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e pessoas com baixa renda inscritos no CadÚnico.
Produzido pela Inspire Projetos Criativos, o projeto é viabilizado através do Profice, da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa e coordenação administrativa da Estratégia Projetos Criativos. A ação busca proporcionar um espaço de ensino, produção e difusão da gravura de forma coletiva e colaborativa. Para Ellen Biora, proponente do projeto, as atividades vão além de uma prática artística de lazer. “O projeto faz com que os alunos visualizem possibilidades de atuação profissional, se assim o desejarem, nas respectivas áreas, contribuindo para que percebam que a arte não é apenas fonte de entretenimento, mas de campo de estudo e linguagem humana”, afirma.
O curso terá a abordagem metodológica Triangular, de Ana Mae Barbosa, que visa desenvolver a arte através da contextualização, da apreciação e do fazer artístico. As aulas serão divididas em quatro módulos, sendo eles: Introdução à Gravura, Xilogravura, Gravuras Urbanas e desenvolvimento do projeto final. Além das atividades educativas, o projeto também realizará uma exposição coletiva temporária com a confecção de um catálogo digital reunindo todas as obras dos artistas participantes do projeto.
Foto por Jéssica Natal | Divulgação
Professores
Ellen Biora – Arte Educadora e Artista Visual. Mestra em Educação, com formação em licenciatura e bacharelado em Artes Visuais pela UFPR. Trabalha como arte educadora há 10 anos em museus de arte e centros culturais realizando cursos, oficinas, formação de professores e visitas mediadas em exposições. Como artista, investiga a linguagem da gravura explorando técnicas tradicionais, como a gravura em metal, em diálogo com desdobramentos contemporâneos como a papelografia e processos de transferência de fotografias. Possui obras no acervo do Museu de Artes da UFPR e no Acervo Municipal da Prefeitura de Ponta Grossa.
Fernando Bertani – Xilogravurista e Professor de Geografia. Atua como Arte Educador e possui experiências no ensino superior presencial e a distância. Já ministrou diversas oficinas e saídas de campo para diferentes grupos, trabalhando temáticas de artes plásticas, musicalização e aspectos socioculturais. Como gravurista, iniciou suas atividades em 2020 e a partir da técnica de xilogravura explora temáticas de olhares selvagens, ancestralidade e corpo/música.
Serviço
As inscrições seguem até o dia 05/05 (domingo) pelo link.
O edital completo pode ser acessado clicando aqui.
A Polícia Civil do Paraná através do Nucria de Ponta Grossa cumpriu um mandado de prisão expedido pela 4ª Vara Criminal contra um homem de 41 anos de idade, responsável por engravidar a própria filha, adolescente, de 17 anos na época do fato e estuprá-la.
A prisão aconteceu na manhã desta sexta (26), na residência do autor do crime, que fica localizada no bairro de Uvaranas. O indivíduo vinha sendo investigado por estuprodevulnerável, da própria filha, de 17 anos, que é portadora de deficiência intelectual moderada. O crime só foi descoberto após a vítima passar por atendimento médico em uma Unidade de Saúde Básica da cidade, quando os profissionais constataram que a adolescente apresentava um quadro avançado de gestação.
Após tomar conhecimento do caso e iniciar as investigações, a delegada Ana Paula Cunha Carvalho determinou a realização da escutaespecializada da vítima, através do setor de psicologia. Na ocasião a adolescente disse que “brincava de homem e mulher” com o próprio pai e também com um menino de 14 anos, suposto vizinho da vitima. Em relação aos abusos praticados pelo responsável, a vítima disse que não lembrava detalhes, pois acreditava que essas “brincadeiras” com o pai aconteciam enquanto ela dormia.
Após o nascimento da criança, ocorrido em meados de 2023, foi solicitado judicialmente a realização de exame de DNA em relação à paternidade do bebê. O teste comprovou que o suspeito, pai da vítima, também seria pai do recém nascido. Diante dos fatos, a delegada Ana Paula representou pela prisão do autor, sendo expedido pelo fórum de Ponta Grossa o mandado de prisão contra o homemde 41 anos.
Geovana dos Santos Wilczeski, de apenas 10 anos de idade, faleceu na tarde desta sexta-feira (26). A criança havia sido baleadana cabeça na madrugada da última segunda (22), por volta da meia-noite e estava lutando pela sua vida em estadogravíssimo, após o disparo. Caso aconteceu na região de Oficinas.
De acordo com a Polícia Militar, dois indivíduos passaram em frente a uma conveniência e efetuaram disparos em direção ao local – quando Geovana estava dentro da conveniência, sendo baleada na região da cabeça.
Após a apreensão de 2 toneladas de maconha em Iguaraçu, na região Noroeste, outra ação de grande impacto na luta contra o tráfico de drogas aconteceu nesta quinta-feira (25) em Santa Helena, na região Oeste. A Polícia Militar do Paraná, através dos policiais do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), fez a apreensão de 1.507 quilos de maconhaprensada em um caminhão. A ação é parte da Operação Protetor, realizada na região de fronteira.
A equipe fazia patrulhamento de rotina com cães quando fez a abordagem a esse caminhão. Com o apoio do cão farejador Logan, rapidamente foi detectada a presença de entorpecentes no compartimento de carga. Após uma inspeção, foram encontradosdiversosfardos de uma substância análoga à maconha. A droga estava embaixo de colchões.
Foto: AEN/Reprodução
Os dois homens que estavam no caminhão foram presos em flagrante. Além da droga, o veículo utilizado para o transporte também foi apreendido.
A outra grande ação da semana foi na terça-feira (25). Policiais militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) apreenderam 2 toneladas de maconha em um caminhão que transportavaarroz. Os militares realizavam abordagens de rotina na rodovia quando abordaram esse veículo e um cão de faro indicou a presença de ilícitos. O condutor, um homem de 30 anos de nacionalidade paraguaia, foi preso. Ele pegou a droga em Foz do Iguaçu e estava levando as substâncias para Araguari (MG).
Com informações de Agência Estadual de Notícias
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