Até a sexta-feira, dia 28 de abril, é possível fazer o requerimento da isenção da taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023. É importante destacar que essa data também é válida para apresentar justificativa de ausência, caso o indivíduo tenha recebido a isenção no Enem 2022, mas não compareceu às provas.
Os interessados devem acessar a Página do Participante, utilizando o login único da plataforma Gov.br, para fazer o pedido de isenção ou justificativa de ausência. É importante ressaltar que a isenção é concedida a estudantes da 3ª série do ensino médio em escola pública declarada ao Censo Escolar, àqueles que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada, e também às pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que são membros de família de baixa renda registrados no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico).
Caso o estudante não apresente justificativa ou ela seja recusada, será necessário pagar a taxa de inscrição. O resultado da análise das justificativas será divulgado no dia 8 de maio pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
Para garantir a acessibilidade do serviço, nesta edição, o Inep disponibilizou duas versões do edital de isenção da taxa de inscrição e da justificativa, voltadas para participantes com deficiência. Uma delas está disponível na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e outra conta com adaptações para pessoas com deficiências visuais.
As provas do Enem 2023 serão realizadas nos dias 5 e 12 de novembro.
Através de uma denúncia anônima via 190, a Polícia Militar foi informada de que cinco jovens estavam realizando uma transmissão ao vivo pelo aplicativo Instagram. De acordo com o denunciante, um dos jovens estava exibindo uma arma de fogo e algumas porções de cocaína durante a transmissão. As equipes da polícia se mobilizaram para efetuar o flagrante e foram até o endereço da residência. No local, além dos crimes cometidos na transmissão, os jovens estavam perturbando o sossego alheio com uma caixa de som ligada em um volume excessivo.
Os policiais entraram no pátio da residência e deram voz de abordagem aos cinco jovens, que incluíam duas mulheres de 22 e 19 anos, um jovem de 18 anos e dois menores de idade. Foram apreendidos uma caixa de som, um narguilé, uma bala de calibre 762, dois simulacros de arma de fogo e porções de cocaína. Como a ocorrência teve origem em uma transmissão ao vivo e há indícios de que existam mais provas relacionadas ao caso, os celulares dos donos da residência também foram apreendidos.
A proprietária da residência foi presa, inicialmente, por corrupção de menor de 18 anos e perturbação do sossego alheio. Um dos menores foi apreendido por perturbação do sossego alheio. O outro maior, que foi constatado como dono da droga que estava junto com menores de idade, foi encaminhado à 20ª Delegacia de Polícia por tráfico de drogas e perturbação do sossego alheio.
Todas as partes envolvidas, juntamente com os objetos apreendidos e a droga, foram encaminhados para a delegacia de polícia civil para deliberação do caso pela autoridade policial de plantão.
O Grupo Tacla é o maior grupo de planejamento, construção e administração de shoppings e outlets no Sul do Brasil, anuncia a chegada do seu 11º empreendimento para o Paraná em 2024.
O Plaza Campos Gerais está sendo construído em Ponta Grossa, e tem a participação da LF22 Empreendimentos Imobiliários de Luis Flávio de Moraes Barros, fica situado em um ponto de entroncamento de importantes rodovias que cortam o Estado e que possuem grande circulação de veículos, por isso o empreendimento leva o conceito de “shopping regional”, pois visa atender o público local e também consumidores de todo o Paraná que circulam diariamente pelas imediações.
O anúncio deste novo projeto ocorre nesta quinta-feira (27/04), em uma cerimônia que vai reunir empresários do setor varejista de diferentes segmentos, autoridades municipais, estaduais e representantes do segmento de shoppings centers brasileiro.
“Trazer detalhes deste novo projeto para a população dos Campos Gerais e para Ponta Grossa, para nós é uma satisfação. O Plaza será um grande indutor de desenvolvimento para a região, vai empregar milhares de pessoas direta e indiretamente, mexendo positivamente com a economia. Além disso, será mais uma opção de compras, lazer, serviços e entretenimento para as pessoas”, diz o empreendedor do Grupo Tacla, Aníbal Tacla.
O empreendimento já é considerado o maior shopping da região, vai levar o conceito e as grandes marcas a milhares de consumidores das cidades vizinhas a Ponta Grossa. Para o Grupo Tacla, a região tem potencial extraordinário de negócios, pois é estratégica para o Estado. O Plaza terá ao todo, 76 mil metros quadrados de área construída. Logo nos primeiros dias de operação, contará com 142 lojas, sendo nove âncoras de grandes redes varejistas, 16 operações de fast food, dois restaurantes e quatro salas de cinema. O estacionamento disponibilizará 1,5 mil vagas. Quando em funcionamento, vai transformar positivamente todo o seu entorno, desde suas avenidas até o setor imobiliário e de transporte. Somente a estrutura vai exigir junto com suas lojas cerca de 1,5 mil trabalhadores diretos e outros 3 mil indiretos que devem interagir com suas lojas sete dias da semana.
Expansão e resultados
O Grupo Tacla vem expandindo seus negócios nos últimos anos, recentemente inaugurou o City Center Outlet Premium em Campo Largo na região de Curitiba, o primeiro nesse conceito dentro do Paraná. No interior do Estado, o Palladium Umuarama também é um dos primeiros empreendimentos de Shopping Centers inaugurado para toda a região.
Em 2022 o Grupo Tacla encerrou o período com resultados expressivos, pelos dez empreendimentos de sua responsabilidade, circularam ao longo do ano passado mais de 40 milhões de consumidores, o que representa um crescimento de 39% em relação a 2021. Essa circulação também foi responsável por um aumento nas vendas na casa dos 42%, alcançando um volume expressivo de negócios para seus lojistas.
Os empreendimentos do Grupo Tacla encerram o ano com 2,1 mil lojas operando em 310 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), o que representa 5% e 15% de expansão respectivamente. Para atender a toda essa demanda, 32 mil postos de trabalhos diretos e indiretos foram contabilizados, crescimento de 12% em relação a 2021.
Diferentes aspectos levaram a esses resultados segundo a administração do Grupo Tacla: inaugurações modernas e constantes lançamentos de novos empreendimentos nos últimos anos, projetos de atração de novos lojistas em diferentes segmentos e um trabalho bastante focado nas necessidades dos clientes.
“É uma somatória de fatores, mas certamente o planejamento estratégico executado com todas as áreas da administração nos leva a alcançar esses resultados. Nossa meta é expandir ainda mais em 2023, buscando novas oportunidades dentro do mercado”, destaca Aníbal Tacla.
O Plaza vem a somar a estratégia de expansão do Grupo. O empreendimento fica estrategicamente posicionado no maior entroncamento rodoferroviário da Região Sul do Brasil e no maior polo industrial do interior do Paraná. Ao decidir implantar o empreendimento em um terreno mais distante do centro, o Grupo Tacla aposta nos consumidores das 19 cidades do entorno, que juntas com Ponta Grossa somam 836 mil habitantes, a construção está sendo erguida na Avenida Visconde de Taunay, no bairro Ronda.
Sobre o Grupo Tacla
Conglomerado com mais de 80 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla conta com mais 1 milhão de m² construídos, distribuídos em 11 empreendimentos nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde se concentram mais de 2 mil lojas e marcas. Os empreendimentos que fazem parte do Grupo Tacla são: Palladium Umuarama (PR),Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC), Shopping Cidade Sorocaba (SP), City Center Outlet Premium (PR) e Plaza Campos Gerais (PR) – este último em fase de construção na cidade de Ponta Grossa e tem a participação da LF22 Empreendimentos Imobiliários de Luis Flávio de Moraes Barros.
Geralmente, a linguagem coloquial é caracterizada por ser mais descontraída, informal e próxima do cotidiano das pessoas. Ela pode incluir expressões populares, gírias, regionalismos, além de variações na pronúncia e na gramática.
Nosso sotaque é o que nos diferencia e nos torna únicos, a maneira como nos expressamos e nos comunicamos nos entrega de onde somos, e nós somos ponta-grossenses.
Ponta-grossense que é ponta-grossense não consegue disfarçar suas raízes, confira algumas expressões típicas da região:
Ade: abreviação de “há de ser verdade”.
Andandinho: passeando.
Animar de teta: xingamento.
Apinchá: jogar.
Atiçá: provocar.
Atorá: cortar.
Avil: isqueiro.
Bando de craudinei/cadarços: maloqueiros.
Baita: grande.
Bizera: carro sem documento.
Bocó: pessoa boba.
Borduada: apanhar.
Bostiá: incomodar.
Brusco: tempo fechado.
Caipóra: pessoa infeliz, xingamento.
Capaiz: expressão de espanto.
Carcule loca do céu: imagine.
Carpi o trecho: ir embora.
Camassada de pau: surra/apanhar.
Campiá: procurar.
Catrefa: pessoa que não vale nada.
Chumaço: conjunto de alguma coisa.
Cóça: surra/apanhar.
Correndo tudo: com pressa.
Crendios pai: exclamação quando algo dá errado.
Cróque: ficar agachado.
Dar com a mão: fazer sinal com a mão.
Deusolivre: para Deus livrar de algo.
Deus qui ajude: obrigado.
De revesgueio: de tal jeito.
De vereda: rápido.
Dianho: diabo.
Dianssim: assim.
É pacabá: é o fim.
Esgualepado: acabado.
Erremo o pulo do gato: algo deu errado.
Fiá da mãe / fiá da pulicia: xingamento.
Fecha a cara piá: para ficar sério.
Fiinho: filho, menino.
Fincá: cravar.
Firme co zuk?: se está firme/bem.
Fresquiando: desentedido, se fazendo.
Fuja loco: para alguém sair da situação.
Fuque: fusca.
Gambiarra: improviso.
Garrão: calcanhar.
Gente do céu: início da frase para dar notícia ou chamar atenção.
Gole: bebida.
Incebando: enrolando, fazendo cera.
Ingrupi: enganar.
Ínôzá: amarrar.
Intertê: fazer passar o tempo com algo.
Inticá: provocar.
Intuiado: cheio, amontoado.
Invaretado: nervoso.
Já hoje: aquela hora.
Jaguara: alguém ousado, safado, sem vergonha.
Japona: jaqueta de nylon, blusa de frio.
Jóssa: coisa.
Judiá: mal tratar.
Lá longe: algo distante.
Lazarento: xingamento, palavrão.
Loco de bão: algo muito bom.
Luitá: brigar.
Mais firma que palanque em banhado: ironia para dizer que a pessoa tem pouca resistência, sem força.
Malemar: mal educado.
Malinducado: mal educado.
Maenzinho: pena, dó.
Metidando: se achando.
Nhengo: xingamento.
Oreia seca: não tem nada.
Orna: combina.
Paia: sem graça.
Paiêro: fumo de palha.
Pânca: modo de se portar.
Passei meio de fianco: passou perto.
Pare, home do céu: para alguém parar.
Pescociá: olhar para os lados, matar tempo.
Pestiado: doente.
Pexada: acidente.
Piá pançudo: guri bobo.
Pila: dinheiro.
Pinchar: jogar.
Pior que é memo: concordando com algo.
Pó da gaita: acabado, cansado.
Podá: ultrapassar, cortar.
Pozá: dormir em algum lugar.
Pontagrossauro: quem comete erro no trânsito.
Pra diante: ir em algum lugar.
Pra mais de metro: muito além.
Proziá: conversar.
Puis oiá: quando quer falar algo.
Quedelê?: onde está?
Que que ta se abrindo?: quem ta muito feliz.
Que tar?: o que acha?
Rancho: casa.
Ratiando: reclamando.
Relampejando: trovejando.
Resbalão: escorregar.
Rinso: sabão em pó.
Sai azar: não quer algo ruim.
Sancho pança: homem folgado.
Sinalêro: semáforo.
Táio: corte.
Tchuco: bêbado.
Te qué: quando alguém está te chamando.
Teu Fiote: quando está duvidando de algo.
Tira o zóio: para não desejar.
Tongo: xingamento para chamar de burro.
Toma um mate: tomar chimarrão.
Tróço: alguma coisa.
Trupicá: tropeçar.
Tunda de laço: apanhar.
Um abraço pro gaitero: finalizar a conversa.
Véio: homem de idade.
Vem ne mim: para ir até a pessoa.
Vina: salsicha.
Virado no guede: muito louco.
Virado no saci: pessoa atentada.
Vo i lá: ir em algum lugar.
Vortiada: passeio.
Xaxo: coisa mal feita.
Ximia: doce de passar no pão.
Xunxo: golpe.
Vortimeia: as vezes.
Zóiudo: invejoso.
Nosso sotaque é um baita sotaque, falamos com o “r” mais grave, o “s” com chiado, e trocamos várias palavras por palavras zoadas.
Sempre soltamos um “capaiz!? ade mesmo?!”, vortimeia damos uma passeadinha por aí, fazemos gambiarras, vivemos esgualepado e virado no guede, mas ao mesmo tempo tamo se abrindo igual paraquedas, porque não existe tempo ruim com a gente, e quando a vida nos da uma borduada, nada que um “fiá da mãe” não resolva, né?
Orgulho da riqueza do nosso sotaque, orgulho de ser meio capiar do mato, orgulho de ser ponta-grossense!
Quer saber mais sobre o nosso sotaque?
Conheça o livro Jacu Rabudo, do professor Hein Leonard Bowles
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Pontagrossauros 😂
Ria com os melhores memes de Ponta Grossa e região.