Nesta segunda-feira (15), data em que a cidade de Ponta Grossa celebra seus 202 anos de história, a prefeita Elizabeth Schmidt fez o lançamento da pedra fundamental para a construção da UPA Oficinas. O anúncio deste presente para a população ponta-grossense foi feito ao lado da presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Liliam Brandalise, e marca o início da jornada para que a cidade ganhe sua quarta Unidade de Pronto Atendimento – se somando as UPAs Santa Paula, Sant’Ana e Uvaranas.
O investimento previsto para a construção do novo espaço, que será construído no terreno onde hoje está localizada a sede da Secretaria de Serviços Públicos (na rua Franco Grilo), está na ordem de R$10 milhões. Um dos grandes diferenciais da obra é a utilização de recursos próprios da Prefeitura de Ponta Grossa, resultado da boa gestão, eficiência e respeito com o dinheiro público.
“Esta é uma obra que vai mudar a realidade da saúde para quem vive nessa região, com estrutura moderna e inovadora, assim como foi com a UPA de Uvaranas. Hoje celebramos o passado e o futuro de Ponta Grossa, e esse futuro passa por cuidar das pessoas. É isso que estamos fazendo: construindo uma nova história na saúde, com respeito a quem precisa de atendimento”, ressalta a prefeita.
A nova UPA Oficinas deve contar com uma estrutura que deve superar os 1000 m², incluindo consultórios médicos, sala de triagem e espaços para exames e procedimentos. Assim como na UPA Uvaranas, a obra será executada no sistema Light Steel Framing, método de construção que era inédito nas obras da Prefeitura de Ponta Grossa e foi utilizado com sucesso na obra em Uvaranas.
A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG) sancionou, na terça-feira (09), a Lei n° 15.616/2025, de autoria do vereador Geraldo Stocco (PV) – alterando a Lei n° 14.497/2022 -, que inclui a fibromialgia como deficiência em Ponta Grossa.
A partir da sanção, fica considerado pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o que em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas, incluindo-se a pessoa com transtorno do espectro autista (TEA) e a pessoa com Fibromialgia.
Stocco ainda justifica que os pacientes acometidos da fibromialgia demandam maior utilização de fármacos para o controle da dor e recorrem com mais frequência aos serviços de saúde em decorrência da sintomatologia da doença, necessitando, portanto, de maior amplitude no atendimento a esses pacientes, o que justificaria a inclusão da fibromialgia como deficiência.
Isso se dá principalmente pelo fato de que inexiste cura para a doença, sendo o tratamento um componente fundamental para a contenção da progressão da doença que, embora não apresente letalidade, impõe severas limitações à existência digna dos resultados clínicos.
Sobre a fibromialgia
A fibromialgia configura-se como uma síndrome de natureza grave, cuja principal manifestação clínica reside na dor musculoesquelética difusa e de caráter crônico, frequentemente resultando em incapacidade funcional significativa para os indivíduos afetados.
Entre os sintomas, incluem fadiga, insônia, rigidez matinal, parestesias e sensação edematosa, além da fadiga (astenia), que compromete o sono e outras manifestações como alterações cognitivas (memória e atenção), ansiedade, depressão e disfunções intestinais. Bem como a hipersensibilidade notável ao toque e à compreensão da musculatura durante o exame físico ou em interações interpessoais.
O analista Bruno Drummond, 31, após acidente de trânsito em 2018 (Arquivo pessoal/Arquivo pessoal).
O analista Bruno Drummond, 31, após acidente de trânsito em 2018. Foto: Arquivo pessoal.
Vem de um tenro invólucro da vida humana, a placenta, a extração de uma proteína que aponta para dar uma solução para algo que, até agora, a ciência não tinha caminho claro nem nunca tão comemorado: restabelecer a medula espinhal em pessoas que tiveram lesões medulares e perderam movimentos do corpo.
A pesquisadora brasileiraTatiana Coelho de Sampaio, professora doutora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), se aprofundou em silêncio com uma equipe de biólogos, nos últimos 25 anos, sobre a potência reparadora e multiplicadora da proteína laminina, que atua no sistema nervoso.
Durante a fase experimental do antídoto, que é aplicado diretamente na coluna, pacientes tiveram recuperação total de seus quadros, sem sequelas e retomando uma rotina sem restrições.
Há quase três anos, o laboratório aguarda a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para fazer o realização do estudo clínico regulatório ampliado do medicamento. O laboratório tem a expectativa que, dentro de um mês, a autorização deve ser feita.
Basicamente, a polilaminina é capaz de estimular neurônios maduros, que não iriam mais se desenvolver, a rejuvenescerem e a criarem novos axônios, fios extremamente finos que transportam os impulsos elétricos pelo corpo.
Na apresentação do fármaco, 2 dos 8 voluntários que passaram pelo procedimento em estudo acadêmico clínico, aprovado pelos órgãos éticos, e que tinham lesões que haviam comprometido movimentos, estavam presentes.
A atleta paralímpica de rugby Hawanna Cruz Ribeiro, 27, ficou tetraplégica em 2017 após uma queda de dez metros de altura. Perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Três anos depois, foi submetida como voluntária à aplicação da polilaminina.
“Recuperei entre 60% e 70% do controle do meu tronco. Sinto que a sensibilidade na minha bexiga voltou, mas ainda não sou independente nessa questão. Não tenho nenhuma dúvida das minha melhora”, afirmou.
Já Bruno Drummont de Freitas, 31, lembra de ter o corpo completamente paralisado do pescoço para baixo após um acidente de trânsito. Ele recebeu a polilaminina 24 horas após o trauma.
“Em cinco meses, mais ou menos, eu já estava completamente recuperado. Tenho uma rotina normal, faço esportes e não passo mais por nenhum tipo de tratamento. Tenho consciência do quanto é importante para milhares de pessoas o que estou relatando, mas não tenho dúvidas. Eu me recuperei totalmente e poderia estar tetraplégico.”
Na aplicação em cães que tiveram lesões não provocadas, os resultados também impressionaram os pesquisadores, com a retomada total da marcha naqueles que tiveram o órgão neural rompido. Em ratos de laboratório, os efeitos da aplicação aconteciam em 24 horas.
O medicamento já está sendo produzido na planta de biotecnologia do Cristália, a partir de placenta doada por mulheres saudáveis que são acompanhadas durante toda a gravidez.
“Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Estou muito emocionado. Estamos vivendo um dia histórico para o mundo aqui”, afirmou o médico Ogari Pacheco, fundador e presidente do conselho do Cristalia,
Acidentes, mergulhos, quedas e ferimentos à bala, por exemplo, podem causar um deslocamento ósseo na coluna e promover um esmagamento da medula, que, danificada ou rompida, deixa de conduzir as informações cerebrais para os comandos dos movimentos.
Até então, nenhum método efetivo para que o tecido nervoso fosse renovado havia sido apresentado pela ciência, o que torna o feito como algo extremamente importante para a ciência e para a humanidade, caso todas as formas de comprovação estejam cumpridas, o que ainda não é o caso da Polilaminina.
“A todo momento a gente se pergunta se vai se decepcionar, é uma dúvida. O que me dá segurança é o retorno e a interação com quem está a minha volta e os resultados que estamos vendo. Tento fazer o meu melhor. Sou honesta em mostrar o que está acontecendo”, declarou a pesquisadora Tatiana.
Hospitais de São Paulo, como o Hospital das Clinicas e a Santa Casa, já estão preparados para fazer as aplicações da Polilaminina quando autorizados pela Anvisa. O procedimento, inicialmente, só será realizado em pacientes com diagnóstico de lesão medular recente, depois de três meses, no máximo.
Os estudiosos afirmam que a medicação, comprovadamente, não causa nenhum dano colateral aos pacientes, o que passará por mais testes após a aprovação da Anvisa. Lesões mais antigas também são impactadas com o medicamento, segundo os pesquisadores, mas o resultado depende do comprometimento do paciente com o pós-operatório.
“Não vendemos ilusões, trazemos evidencias. Os resultados não iguais para todos. Mostramos que quando mais rápida a aplicação, melhor o resultado. Estamos também trabalhando casos crônicos também e estamos avançando. Experimentalmente, temos resultados promissores”, disse Ogari Pacheco.
Especialistas consultados pela reportagem afirmaram que a a iniciativa é extremamente promissora, mas ainda pedem cautela. Os resultados são esperados com melhor desenvoltura para aqueles que tiram traumas recentes.
O processo de patente do medicamento e seu ineditismo mundial já foi instalado, mas pode demorar ainda vários anos para se concretizar. Todas as duplicações dos estudos, em laboratórios fora de onde foi desenvolvida a pesquisa, foram realizados e confirmaram a efetividade do método.
A divulgação do estudo científico está sendo postergada, segundo os envolvidos na pesquisa com a polilaminina, para proteger o ineditismo e o impacto do método.
A partir desta segunda-feira (1º), planos de saúde devem incluir em sua cobertura, de forma obrigatória, o implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, conhecido como Implanon.
De acordo com decisão da diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada em agosto, a medida vale para mulheres com idade entre 18 e 49 anos como forma de prevenção à gravidez não desejada.
SUS
Em julho, o Ministério da Saúde informou que vai disponibilizar o Implanon via Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, o método é considerado vantajoso em relação aos já existentes por sua longa duração, já que age no organismo por até três anos, e pela alta eficácia.
Até 2026, o governo federal estima distribuir 1,8 milhão de dispositivos, sendo 500 mil ainda este ano. O investimento será de aproximadamente R$ 245 milhões. Atualmente, o produto custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.
Além de prevenir a gravidez não planejada, o acesso a contraceptivos, de acordo com o ministério, também contribui para a redução da mortalidade materna, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A pasta tem o compromisso de reduzir em 25% a mortalidade materna geral e em 50% a mortalidade materna entre mulheres negras até 2027.
Como funciona o Implanon
O implante subdérmico atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período. Após o prazo, ele deve ser retirado e, se houver interesse, um novo dispositivo pode ser inserido imediatamente.
A fertilidade, segundo o Ministério da Saúde, retorna rapidamente após a remoção do implante.
Entre os contraceptivos atualmente oferecidos no SUS, apenas o DIU de cobre é classificado como Larc (sigla em inglês para contraceptivos reversíveis de longa duração), considerados mais eficazes no planejamento reprodutivo por não dependerem do uso contínuo ou correto por parte da usuária, como acontece com anticoncepcionais orais ou injetáveis.
Neste sábado (30), o vereador Dr. Erick dará continuidade ao atendimento gratuito por meio do projeto “Ônibus do Dr. Erick”, voltado à população dos bairros de Ponta Grossa.
Pela manhã, às 8h, o ônibus estará na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro Santa Paula. No período da tarde, a partir das 14h, os atendimentos acontecerão na Rua Hilda Camargo dos Santos, n° 245, Paróquia Nossa Senhora De Fátima, Oficinas. Em caso de chuva, a programação será remarcada.
O vereador solicita que os moradores cheguem pontualmente, pois os atendimentos são realizados por ordem de chegada. Também é necessário levar documentos pessoais para cadastro e agilização do atendimento.
Além dos serviços de saúde, o projeto promove uma ação solidária. Quem puder, pode contribuir com 2 kg de alimentos não perecíveis, agasalhos ou itens de higiene íntima feminina, que serão destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade.
O Ônibus do Dr. Erick é um projeto de atendimento médico gratuito realizado mensalmente, sempre no último sábado do mês, com os locais informados nas redes sociais do vereador.
O vereador Professor Careca (PV) formalizou, nesta quinta-feira (07), a indicação de emenda impositiva de 2026 no valor de R$ 400 mil para a Santa Casa de Ponta Grossa. O recurso será destinado para ampliação do atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), realizado pelo hospital. A oficialização aconteceu em uma reunião com o provedor da Santa Casa, Juarez Antônio Carvalho.
Autor da emenda, o vereador Professor Careca, comenta sobre a importância de investir na saúde pública. “Estou muito feliz em poder contribuir mais uma vez com a saúde da nossa cidade. Sabemos das dificuldades enfrentadas pelas pessoas que precisam do sistema público de saúde, então esse recurso vai contribuir para a ampliação do atendimento“, disse o parlamentar.
Professor Careca também destaca o trabalho realizado pela Santa Casa de Ponta Grossa. “A Santa Casa presta um trabalho muito importante para o nosso município, com atendimento de qualidade, seja público ou privado. Agradeço ao provedor da Santa Casa, Juarez, por nos receber no hospital e por ser um parceiro do nosso mandato e no fortalecimento da saúde na nossa cidade”, completou.
Emendas impositivas
Em Ponta Grossa, 50% das emendas impositivas indicadas pelos membros do Poder Legislativo devem ser destinadas para a saúde pública do município.
O Conselho Federal de Medicina proibiu a utilização de anestesia para a realização de tatuagens, “independentemente da extensão ou localização” do desenho. Os médicos estão vedados de fazer tanto anestesia geral como local, e também sedação.
A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (28) e libera o uso de anestesias apenas em “procedimentos anestésicos destinados a viabilizar a tatuagem com indicação médica para reconstrução”, como a pigmentação da aréola mamária após cirurgia de retirada das mamas, em mulheres que passaram por tratamento de câncer de mama.
Mesmo nessas situações, o CFM determina que o procedimento deve ocorrer em ambiente de saúde “com infraestrutura adequada, incluindo avaliação pré-anestésica, monitoramento contínuo, equipamentos de suporte à vida e equipe treinada para intercorrências.
A resolução considera o crescimento recente da participação de médicos, em especial anestesiologistas, na administração de agentes anestésicos para facilitar a realização de tatuagens extensas ou em áreas sensíveis, de acordo com o conselheiro Diogo Sampaio, relator da medida.
“A participação médica nesses contextos, especialmente envolvendo sedação profunda ou anestesia geral para a realização de tatuagens, configura um cenário preocupante, pois não existe evidência clara de segurança dos pacientes e à saúde pública. Ao viabilizar a execução de tatuagens de grande extensão corporal, que seriam intoleráveis sem suporte anestésico, a prática eleva demasiadamente o risco de absorção sistêmica dos pigmentos, metais pesados (cádmio, níquel, chumbo e cromo) e outros componentes das tintas”, explica.
Sampaio também argumenta que “a execução de qualquer ato anestésico envolve riscos intrínsecos ao paciente” e que o uso de anestesia para a realização de tatuagens, sem finalidade terapêutica “colide frontalmente” com a avaliação criteriosa da relação risco benefício. Além disso, diz que os estúdios de tatuagem não cumprem os requisitos mínimos para a prática anestésica segura.
A decisão do CFM recebeu o apoio da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA). Em nota, a entidade destacou que “o uso de técnicas anestésicas, mesmo em situações consideradas simples ou estéticas, envolve riscos que exigem preparo, ambiente apropriado e protocolos rigorosos de segurança.”
Para isso, de acordo com a SBA, é preciso que o paciente passe por avaliação pré-anestésica detalhada e seu consentimento seja livre e esclarecido, após receber informações claras sobre os riscos e benefícios do procedimento. O procedimento também deve ser feito em “ambiente com estrutura adequada, monitorização, equipamentos de suporte à vida e equipe preparada para eventuais complicações.”
A partir de janeiro de 2026, quem têm fibromialgia passará a ser considerado pessoa com deficiência (PcD). A A Lei 15.176, de 2025, que determina a medida, foi publicada nesta quinta-feira (24) no Diário Oficial da União, após ser sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação pelo Congresso Nacional ocorreu no último dia 2 de julho.
A norma passa a valer 180 dias após a publicação.
A fibromialgia é uma síndrome que provoca dores nos músculos, nas articulações, tontura, fadiga, ansiedade e depressão, e não tem origem conhecida. A origem está na chamada “sensibilização central”, uma disfunção em que os neurônios ligados à dor tornam-se excessivamente excitáveis.
Entre os direitos que serão estendidos às pessoas com fibromialgia estão cotas em concursos públicos e isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos.
Uma equipe de saúde, com médicos e psicólogos, terá que atestar a limitação da pessoa para participação em atividades em igualdade com as outras pessoas.
No Distrito Federal, por exemplo, quem tem fibromialgia já pode ser considerado com deficiência. Agora a lei vale para todos o país. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para quem possui a síndrome.
O município de Carambeí foi contemplado com um importante investimento na área da saúde mental. Nesta segunda-feira (21), o deputado federal Aliel Machado (PV) e a prefeita Elisangela Pedroso anunciaram a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I), que será instalado no Jardim das Nações.
A obra será viabilizada com recursos do Governo Federal, por meio do Novo PAC, e está orçada em R$ 2,5 milhões. O novo CAPS I será voltado ao atendimento de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, bem como daquelas com necessidades decorrentes do uso deálcool e outras drogas. O serviço atenderá todas as faixas etárias da população, fortalecendo a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no município.
Para o deputado Aliel Machado, o novo CAPS é resultado do compromisso do Governo Federal com uma saúde pública mais acessível e eficiente. “A saúde mental precisa ser tratada com prioridade e seriedade. Esse investimento é mais do que uma obra: é um compromisso com a vida das pessoas. Agradeço ao Governo Federal por atender nossa solicitação, à equipe da prefeitura e à prefeita Elisangela pelo trabalho conjunto em prol da população de Carambeí”, destacou.
A prefeita Elisangela ressalta que a construção do novo CAPS é uma demanda antiga do município e destaca a importância da conquista. “A construção do CAPS é a realização de um sonho, que em breve se tornará realidade. É uma obra de mais de R$ 2,5 milhões, que chega para dar apoio à nossa população. Só temos a agradecer pelo trabalho, empenho e dedicação do deputado Aliel, que é o parlamentar que mais envia recursos e atua por Carambeí no âmbito federal. Fica aqui a nossa gratidão por tudo o que ele tem feito pela nossa cidade”, afirmou.
Atendimento à população
A iniciativa representa um avanço significativo para a saúde pública de Carambeí, que possui mais de 20 mil habitantes e demanda um atendimento especializado e humanizado. O novo equipamento será integrado aos demais serviços de saúde da cidade, com articulação com a Atenção Primária, os serviços de urgência e emergência, além de ações intersetoriais. A expectativa é que a obra tenha início nos próximos meses.
A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, está ofertando novas vagas para aulas gratuitas de treinamento funcional na Arena Multiuso.
As atividades integram o projeto Qualidade de Vida e serão realizadas às segundas, quartas e sextas-feiras, às 8h, e às segundas e quartas-feiras, também no período da tarde, às 15h30.
O formulário de inscrição está disponível no site da pasta e pode ser preenchido até as 23h59 da próxima sexta-feira (25). O início das aulas está previsto para o dia 4 de agosto.
Assessoria de Imprensa
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