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Ações do Ônibus da Vacina serão retomadas nesta terça-feira (6)

As ações do Ônibus da Vacina estão de volta. Nesta terça-feira (6), a iniciativa que leva diariamente imunizantes do Calendário Nacional para diferentes locais do município vai iniciar a agenda de 2024. A primeira parada será em frente à Escola Municipal Osni Vilaca Mongruel, na Avenida Lineu Martins Ribas, n° 320, no Santa Terezinha.

Durante a primeira semana, a agenda prévia do Ônibus da Vacina também marca ações no SAE/CTA (quarta-feira, no Centro); no CAPS IJ (quinta-feira, no Ronda); e em evento do Selo Social (sexta-feira, em local a definir). O horário de atendimento em todos os dias é das 9h às 17h.

Só no ano passado, a iniciativa da Fundação Municipal de Saúde (FMS), por meio do Departamento de Imunização, realizou 210 ações, aplicando 66.500 doses de vacina do Calendário Nacional, além das imunizações contra covid-19 e gripe.

“O Ônibus é uma ação fundamental que facilita o acesso da população às vacinas que salvam vidas. Ele é uma das provas do quanto levamos a saúde a sério. E, agora, ele se junta ao Centro Vacina PG, facilitando ainda mais a logística e a distribuição de vacinas pela cidade. Quanto mais nosso programa de imunização for vitorioso, menos famílias vão se preocupar, menos pessoas serão afetadas, e teremos uma cidade cada vez mais saudável e segura”, enfatiza a prefeita Elizabeth Schmidt.

Para o Departamento de Imunização, o Ônibus representa um importante adicional na estrutura de prevenção a doenças. “As ações do Ônibus cumprem a cada dia com a missão de garantir e facilitar o acesso à imunização em toda a cidade. Temos mais de 20 salas de vacina nas Unidades de Saúde. Elas cobrem todo o município. Mas nada como levar as vacinas ainda mais perto das pessoas”, comenta a coordenadora do Departamento de Imunização, Stela Godoy.

Conforme a presidente da FMS, Juliane Dorosxi, os números positivos e o sucesso do Ônibus da Vacina são frutos do trabalho dos servidores da saúde. “Dou sempre os meus parabéns à equipe, pois as marcas atingidas refletem a dedicação de todos que atuam diretamente ou no suporte das ações do Ônibus da Vacina. Nosso objetivo é sempre facilitar o acesso da população aos serviços de imunização”, conclui.

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Prefeitura inaugura o Centro Vacina PG

O objetivo é facilitar a distribuição desses materiais (Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa/Divulgação)

A Prefeitura de Ponta Grossa inaugurou, nesta quinta-feira (1°), o Centro Vacina PG. O espaço, localizado na Rua Augusto Ribas, passou por uma completa revitalização e agora passa a centralizar os estoques de vacina, soros e hemoglobinas do Município.

“Fico muito feliz de ver essa estrutura funcionando a todo vapor. Investimos muito para isso, e não foi só dinheiro: foi esperança, trabalho, consciência e tempo. Eu sei que quanto mais sucesso tivermos na prevenção de doenças, menos pessoas vão experimentar dor, sofrimento, angústia e incerteza. Quanto mais nosso programa de imunização for vitorioso, menos famílias vão se preocupar, menos pessoas vão ser afetadas, menos preocupação para pais, filhos, amigos, maridos e esposas. Daqui, enfim, não saem apenas as vacinas para serem aplicadas em toda a cidade. Daqui também sai nossa esperança de uma cidade cada vez mais saudável, mais feliz e mais segura”, destacou a prefeita Elizabeth Schmidt. 

O centro irá contar com sala de imunização para população no futuro (Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa/Divulgação)

De acordo com a presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Juliane Dorosxi, os materiais disponíveis no local irão alimentar a rede de saúde do Município, incluindo unidades de saúde, hospitais e maternidades. Ela também conta que, além do armazenamento, o Centro Vacina PG contará, em breve, com uma sala de imunização para atendimento da população.

“Nosso objetivo é facilitar ainda mais a distribuição desses materiais para a rede de saúde e o acesso da população ao serviço. Hoje, a parte de solicitação e aplicação de vacinas especiais, e a solicitação de segunda via de carteirinha são realizados no prédio anexo ao Ambulatório de Especialidades Amadeu Puppi-UEPG. Em breve, esses serviços serão transferidos para o Centro Vacina PG, proporcionando um acesso mais facilitado e rápido para a comunidade”, aponta.

Segundo a coordenadora do departamento de Imunização da FMS, Stela Godoy, mais de 150 mil doses de vacina são aplicadas anualmente no Município.

As obras fazem parte do Programa de Reforma e Modernização de Unidades de Saúde do Município. (Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa/Divulgação)

“O trabalho de imunização é constante e abrange toda a população. Agora, com a abertura deste espaço, teremos uma estrutura ainda mais eficiente e ágil para a imunização da comunidade”, finaliza.

Com investimentos de mais de R$ 230 mil, o Centro Vacina PG passou por melhorias, incluindo adequações na rede elétrica, pintura interna e externa, ar-condicionado, reparos nos telhados e calçadas, entre outros. As obras fazem parte do Programa de Reforma e Modernização de Unidades de Saúde do Município.

Com informações de: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

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Cresce número de auxílio-doença do INSS por vício em álcool e jogo

Foto: Metrópoles/Reprodução

Desde a pandemia, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vem pagando cada vez mais benefícios a pessoas com doenças mentais por vício em álcool e em jogos. Em três anos, esses repasses aumentaram em 37% e em 350%, respectivamente.

No ano passado, o INSS pagou 4,3 mil benefícios por alcoolismo, ante 3,6 mil em 2022, uma alta de 19,5%. Antes disso, em 2021, foram 3,3 mil repasses, e 3,1 mil em 2020, primeiro ano da pandemia.

Dos 4,3 mil pagamentos em 2023, 3,4 mil, o equivalente a 78%, foram destinados ao auxílio-doença. A Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS) que trata da doença é “transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool”.

Os números relativos a pessoas viciadas em jogos são tímidos: 36 repasses em 2023. A cifra, contudo, não para de subir. Em 2020, eram oito. Em 2021, dez. Em 2022, 11. Todos os pagamentos feitos pelo INSS foram para auxílio-doença. Os documentos foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.

O transtorno “jogo patológico” acontece quando há “episódios repetidos e frequentes de jogo que dominam a vida do sujeito, em detrimento dos valores e dos compromissos sociais, profissionais, materiais e familiares”, segundo o Ministério da Saúde.

As apostas esportivas foram regulamentadas no país no mês passado. Até então, as empresas abrigavam seus sites no exterior e não pagavam impostos para operar. O governo federal investirá 1% do valor arrecadado na saúde.

Informações: Metrópoles

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Ampliação do HU-UEPG é pauta de reunião entre Aliel e ministra da Saúde

(Foto: Divulgação)

O Deputado Federal Aliel Machado (PV) realizou nesta semana uma reunião estratégica com a Ministra da Saúde, Nísia Trindade, em Brasília, visando o projeto de expansão do Hospital Universitário de Ponta Grossa (HU-UEPG).

Durante o encontro, o parlamentar ponta-grossense destacou a importância do projeto de ampliação apresentado pelo HU-UEPG. O plano inclui a construção de uma nova torre com cinco andares, integrando salas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), leitos, centro cirúrgico e outros espaços hospitalares, em uma previsão de investimento de R$ 60 milhões. Os projetos necessários ainda estão sendo desenvolvidos pelo HU para serem apresentados primeiro à Secretária de Estado da Saúde (Sesa), mantenedora do hospital, e posteriormente ao Ministério da Saúde.

O objetivo da expansão, que pode durar até três anos, é ampliar a capacidade de atendimento do hospital para a população da regional de saúde Ponta Grossa, Irati e Telêmaco Borba, que abrangem cerca de 1,1 milhão de habitantes.

Além de ser uma referência para a população local, o Hospital Universitário de Ponta Grossa desempenha um papel crucial no atendimento de politraumas para os municípios abrangidos pelas regionais citadas. A ampliação foi proposta pela direção do HU no encontro com a ministra em Ponta Grossa no ano passado e foi referendada pelo deputado Aliel Machado. A obra visa aprimorar a capacidade de resposta e atendimento a situações de urgência e emergência, fortalecendo o sistema de saúde regional.

A ministra também lembrou das ações do Ministério por Ponta Grossa e região no último ano. De acordo com ela, a recepção aos profissionais do Mais Médicos, realizada no ano passado durante visita à cidade, foi um momento muito marcante. Na ocasião, a convite do deputado, a ministra fez a recepção dos 30 médicos que estão atendendo nas Unidades Básicas de Saúde do município. Com a intervenção do parlamentar, Ponta Grossa foi a cidade que mais recebeu profissionais no Paraná. Além disso, foi anunciado na ocasião a construção do Centro de Referencia em Reabilitação (CER), que também será construído anexo ao HU-UEPG. 

Ao fim da reunião, Aliel agradeceu mais uma vez a atenção da Ministra da Saúde e reiterou o compromisso do seu Gabinete Parlamentar em colaborar no que for necessário para concretizar esse projeto essencial para a saúde da região.

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Paraná vai receber vacina contra a dengue para 30 municípios

Paraná vai receber vacina contra a dengue para 30 municípios (Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

Trinta municípios do Paraná vão receber o primeiro lote da vacina contra a dengue enviado pelo Ministério da Saúde. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (25) pela pasta federal. Serão 21 municípios da 17ª Regional de Saúde (RS) de Londrina e nove da 9ª RS de Foz do Iguaçu.

Inicialmente, o público-alvo determinado pelo MS são crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações pela doença. Na sequência serão os idosos, que não têm indicação de vacinação, neste momento, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O esquema é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas. No Paraná, a estimativa deste primeiro público-alvo nestas regiões é de 86.836 pessoas.

“A vacina é muito bem-vinda e vai ajudar na redução do número de casos confirmados e mortes pela doença. Mas temos outras regiões, como Jacarezinho, Apucarana, Maringá e Paranavaí, que enfrentam grande epidemia de dengue. Programamos oficiar o Ministério para que faça avaliação dos casos no Paraná e amplie a distribuição de doses”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

As regiões priorizadas são aquelas com mais de 100 mil habitantes, alta transmissão da dengue e com predominância do sorotipo DENV-2. Os municípios de Londrina, Cambé, Rolândia, Jaguapitã, Ibiporã, Florestópolis, Bela Vista do Paraíso, Jataizinho, Primeiro de Maio, Sertanópolis, Tamarana, Porecatu, Assai, Miraselva, Lupionópolis, Guaraci, Centenário do Sul, Alvorada do Sul, Pitangueiras, Prado Ferreira, Cafeara, Foz do Iguaçu, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Missal, Itaipulândia, Matelândia, Serranópolis do Iguaçu, Ramilândia serão contemplados com a primeira remessa.

A vacinação deve iniciar no mês de fevereiro, conforme previsão do Ministério da Saúde. A Sesa aguarda informações técnicas sobre o quantitativo de doses e a data de entrega para distribuição aos municípios.

CENÁRIO – De acordo com o último boletim da dengue divulgado pela Sesa na terça-feira (23),o Paraná soma três óbitos e 16.693 casos confirmados da doença.

“Importante reforçar que o imunizante não invalida os cuidados e outras ações de enfrentamento, como a remoção dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa luta é de todos, precisamos manter os cuidados individuais para efetivamente combater a doença em todo nosso Estado”, enfatizou o secretário.

CORREÇÃO – O boletim semanal da dengue divulgado na terça-feira (23) confirmou três novos óbitos pela doença no Estado (Mariluz, Cambé e Cornélio Procópio). Entretanto, após exames laboratoriais, a morte de Cornélio Procópio foi descartada. Hoje o Paraná soma três óbitos pela doença.

Com informações: Agência Estadual de Notícias/AEN

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Laboratório chinês testa ‘novo’ vírus com 100% de taxa de mortalidade

Imagem Ilustrativa/Reprodução: Freepik

Um laboratório na China conduziu testes com uma variante letal do coronavírus SARS-CoV-2 em animais, conhecida como GX_P2V, gerando preocupações sobre uma potencial nova pandemia. De acordo com informações do Daily Mail, os cientistas replicaram um vírus semelhante ao da COVID-19, inicialmente encontrado em pangolins, e o examinaram em ratos geneticamente modificados.

Durante o experimento, os animais infectados com GX_P2V faleceram em um período de oito dias, sendo observada uma elevada carga viral nos cérebros e olhos dos roedores. Um artigo pré-publicado no bioRxiv, ainda não submetido à revisão por pares, alertou sobre possíveis riscos de transmissão para humanos. O vírus, estudado pela Universidade de Tecnologia Química de Pequim, foi identificado em 2017, antes do surgimento da pandemia de COVID-19, como relatado pelo Daily Mail.

O GX_P2V foi inicialmente encontrado em pangolins na Malásia e posteriormente passou por mutações em um laboratório em Pequim, adquirindo uma maior letalidade. No estudo mencionado no bioRxiv, o vírus foi testado em 24 ratos, e todos os roedores infectados pelo GX_P2V perderam a vida em até oito dias, exibindo sintomas severos. Os pesquisadores notaram uma significativa presença do vírus em diversas partes do corpo dos ratos, incluindo o cérebro e os olhos, conforme reportado pelo periódico britânico Daily Mail.

O estudo também destacou que a carga viral nos pulmões diminuiu no sexto dia, enquanto o vírus mostrou uma alta presença no cérebro dos animais. Isso sugere que o vírus inicialmente infecta o sistema respiratório e, posteriormente, migra para o cérebro, diferenciando-se do padrão do SARS-CoV-2.

O Daily Mail observa que, semelhante à cepa original da covid-19, o GX_P2V também resultou na morte de todos os ratos em certos estudos, indicando que sua letalidade em humanos pode não ser tão elevada.

Com informações de: Daily Mail e Diário da Manhã

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Nova subvariante da COVID-19 é identificada no Brasil

Subvariante teve o 1º registro no Mato Grosso (Foto: NIAID/Agência Brasil – Reprodução)

A Secretaria de Saúde de Mato Grosso informou ter identificado uma nova subvariante da covid-19, a JN 2.5, uma variação da Ômicron. “Esse é o primeiro registro da subvariante no Brasil”, destacou a pasta. 

Em nota, a secretaria detalhou que o laboratório central do estado sequenciou e identificou a nova subvariante em pesquisa realizada entre os dias 16 e 18 de janeiro. Ao todo, quatro pacientes do sexo feminino testaram positivo para a nova cepa e foram hospitalizadas. 

Desse total, três pacientes receberam alta médica, estão estáveis e seguem em isolamento domiciliar sob acompanhamento da vigilância municipal. Já a quarta paciente tinha doença pulmonar obstrutiva crônica e morreu.  

“No entanto, a equipe de vigilância da SES [Secretaria de Estado de Saúde] ainda investiga o caso e não é possível afirmar que a causa da morte foi a COVID-19.” 

O governo do estado pediu que a população evite pânico e mantenha-se em alerta para sintomas gripais. As orientações incluem ainda o uso de máscara em caso de gripe ou resfriado e higienizar as mãos com sabão ou álcool 70%, além de vacinar-se contra a doença. 

Além do Brasil, a subvariante JN 2.5 também foi identificada no Canadá, na França, na Polônia, na Espanha, nos Estados Unidos, na Suécia e no Reino Unido. 

Com informações de: Agência Brasil

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Farmácia Popular começa a distribuir absorventes gratuitos

Mais de 31 mil unidades credenciadas no programa Farmácia Popular começaram a distribuir absorventes para a população em situação de vulnerabilidade social. Segundo o Ministério da Saúde, a oferta é direcionada a grupos que vivem abaixo da linha da pobreza e estão matriculados em escolas públicas, em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema. A população recolhida em unidades do sistema prisional também será contemplada.  

Podem receber absorventes brasileiras ou estrangeiras que vivem no Brasil, com idade entre 10 e 49 anos, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e que contam com renda familiar mensal de até R$ 218 por pessoa.

Estudantes das instituições públicas de ensino também devem estar no CadÚnico, mas, neste caso, a renda familiar mensal por pessoa vai até meio salário mínimo (R$ 706). Para pessoas em situação de rua, não há limite de renda. O público-alvo do programa abrange 24 milhões de pessoas.  

Exigências

Para garantir o benefício, é preciso apresentar um documento de identificação pessoal com número do Cadastro de Pessoas Físicas – CPF – e a Autorização do Programa Dignidade Menstrual, em formato digital ou impresso, que deve ser gerada via aplicativo ou site do Meu SUS Digital – nova versão do aplicativo Conecte SUS – com validade de 180 dias. A aquisição de absorventes para menores de 16 anos deve ser feita pelo responsável legal.  As orientações também estão disponíveis no Disque Saúde 136. 

Em caso de dificuldade para acessar o aplicativo ou emitir a autorização, a orientação é procurar uma unidade básica de saúde (UBS). Pessoas em situação de rua também podem buscar nos centros de referência da assistência social, centros de acolhimento e equipes de Consultório na Rua. Para pessoas recolhidas em unidades do sistema penal, a entrega será coordenada e executada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a distribuição realizada diretamente nas instituições prisionais. 

A iniciativa integra o Programa de Proteção e Promoção da Saúde e Dignidade Menstrual e envolve as seguintes áreas: Saúde; Direitos Humanos e Cidadania; Justiça e Segurança Pública; Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; e Mulheres e Educação.

Combate às desigualdades

Em nota, o Ministério da Saúde destacou que a ação contribui no combate às desigualdades causadas pela pobreza menstrual e configura “um importante avanço para garantir o acesso à dignidade menstrual”. 

“A menstruação é um processo natural, que ocorre em todo o mundo com, pelo menos, metade da população. Ainda assim, dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que a pobreza menstrual, associada aos tabus que ainda cercam essa condição, podem ocasionar evasão escolar e desemprego. No Brasil, uma a cada quatro meninas falta à escola durante o seu período menstrual e cerca de quatro milhões sofrem com privação de higiene no ambiente escolar (acesso a absorventes, banheiros e sabonetes)”, explica a nota.

Via: Agência Brasil

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Crianças menores de cinco anos devem iniciar e completar esquema de vacinação contra covid

Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Fundação Municipal de Saúde, reforça que está adotando a nova política do Ministério da Saúde em relação à vacinação contra a covid-19. A imunização está incluída no Calendário Básico de Vacinação Infantil. Assim, o Departamento de Imunização de Ponta Grossa informa que crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos devem iniciar ou completar o esquema vacinal anticovid.

O esquema básico de vacinação para esta faixa etária consiste atualmente em três doses da vacina anticovid, com o intervalo de 28 dias entre a primeira e segunda dose, e o intervalo de 56 dias entre a segunda e a terceira dose.

Assim, conforme o cronograma, a criança pode receber a primeira dose ao completar os seis meses de idade. A segunda dose é administrada quatro semanas depois (7 meses) e a terceira dose oito semanas depois (9 meses), completando o esquema básico contra a doença.

“Todo pai, mãe e/ou responsável por criança que não iniciou ou não completou o esquema vacinal anticovid deve procurar as salas de vacina de Ponta Grossa”, reforça a coordenadora do Departamento de Imunização, Stela Godoy.

Em PG, há 21 salas de vacina em funcionamento dentro de Unidades de Saúde, além das ações do Ônibus da Vacina, que devem ser retomadas no próximo mês, agilizando a imunização no município.

Nova estratégia

Além das crianças, a nova estratégia contra a covid-19 determina que pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas (mães que tiveram filho há até 45 dias) e imunocomprometidos com mais de cinco anos de idade terão direito a uma dose semestral de reforço.

A dose anticovid passa a ser anual para trabalhadores da saúde; pessoas em situação de rua; moradores e funcionários de instituições de longa permanência, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente que tenham cinco anos ou mais; entre outros. Veja abaixo a lista completa.

Além de se encaixar em um dos grupos prioritários, será preciso observar o intervalo de seis meses desde a aplicação da última dose da vacina anticovid para recebimento da dose de reforço. Já a dose anual não está condicionada à existência de esquema prévio de vacinação do paciente. De acordo com o determinado pelo Ministério da Saúde, o reforço será feito com a vacina que estiver disponível no momento para a aplicação, respeitando o recomendado da bula do imunizante.

“Nossa meta é atingir mais de 90% da população alvo com o reforço anticovid. São grupos mais vulneráveis e suscetíveis à doença. Por isso, a importância da aplicação de reforço semestral ou anual”, indica Stela Godoy. Já as pessoas que não se encaixam nos grupos prioritários não necessitam e não terão direito ao reforço semestral ou anual.

Reforço semestral da vacina anticovid
  • Pessoas com 60 anos ou mais
  • Gestantes e puérperas (mães que tiveram filho há até 45 dias)
  • Imunocomprometidos acima de cinco anos
Reforço anual da vacina anticovid
  • Trabalhadores da saúde
  • Pessoas em situação de rua
  • Pessoas com comorbidades com cinco anos ou mais
  • Pessoas com deficiência permanente com cinco anos ou mais
  • Indígenas, ribeirinhos, quilombolas com cinco anos ou mais
  • Moradores e funcionários de instituições de longa permanência
  • Pessoas privadas de liberdade, jovens cumprindo medida socioeducativa e funcionários do sistema de privados de liberdade
Calendário Básico Infantil
  • Crianças a partir dos 6 meses e menores de 5 anos devem iniciar ou completar o esquema básico que consiste em três doses da vacina anticovid.
Salas de vacina de Ponta Grossa em funcionamento

Alfredo Levandovski (Gralha Azul)
Antero de Mello (Rio Verde)
Antonio Russo (São José)
Carlos Ribeiro de Macedo (Parque do Café)
Cleon de Macedo (Vila Rubini)
Egon Roskamp (Santa Paula)
Jayme Gusman (Vila Estrela)
José Bueno (Jacarandá)
José Carlos Araújo (Cará-Cará)
João de Oliveira Bello (Guaragi)
Júlio Azevedo (Vila Vilela)
Lauro Müller (Santa Maria)
Lubomir Antonio Urban (31 de Março)
Luís Conrado Mansani (Uvaranas)
Nilton Luiz de Castro (Tarobá)
Ottoniel Pimentel (Vila Cipa)
Rômulo Pazzinato (Nova Rússia)
Roberto de Jesus Portela (Ronda)
Santo Domingo Zampier (Co

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Prefeitura inicia ações de combate ao mosquito da dengue em 2024

Foto: Envato – Reprodução

A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Gerência de Vigilância em Saúde e de Atenção Primária em Saúde, está preparando um conjunto de ações de combate e enfrentamento à dengue e chikungunya.

“Com a chegada do verão, o risco de registrarmos um aumento no número de casos é maior e precisamos ficar atentos a isso. Desde o início do verão não tivemos confirmação de casos ainda, mas precisamos estar atentos e atuar na prevenção, eliminando possíveis focos do mosquito transmissor da doença. Para isso, precisamos do apoio da população, principalmente retirando todo e qualquer recipiente do meio ambiente que possa transformar-se em um criadouro para o mosquito”, comenta o coordenador do Departamento de Zoonoses, Leandro Inglês.

A primeira iniciativa visando ao combate e à orientação sobre a dengue ocorrerá entre os dias 16 e 18 de janeiro, quando será realizado um evento de capacitação sobre o tema para os profissionais das Unidades de Saúde e agentes comunitários.

Na próxima terça-feira (16), médicos e enfermeiros das Unidades de Saúde participam de uma reunião por videoconferência para discutir sobre o Manejo Clínico da Dengue e Chikungunya.

Na quarta (17) e quinta (18), agentes comunitários de Saúde e agentes comunitários de Endemias participam de encontro para elaborar estratégias a serem adotadas. Logo em seguida, na sexta-feira (19), será realizada a primeira ação de combate ao vetor junto à comunidade.

“A ideia é fazer durante o dia todo visitas nas residências com agentes de saúde, levando informação e orientação sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito da dengue”, explica Leandro Inglês.

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