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Deputada Ana Júlia palestra na UTFPR de Ponta Grossa sobre saúde mental

A deputada estadual Ana Júlia Ribeiro estará em Ponta Grossa nesta sexta-feira, dia 11, para ministrar uma palestra sobre saúde mental. O encontro será realizado às 10h30 no campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Coordenadora da Frente Parlamentar de Proteção à Saúde Mental da Assembleia Legislativa do Paraná, Ana Júlia lidera ações voltadas aos eixos de mulher, juventude, trabalho e educação. Criada em 2023, a Frente tem promovido audiências públicas e estabelecido diálogos com representantes de trabalhadores e empresas ao longo deste ano.

Além disso, o grupo parlamentar tem buscado parcerias com pesquisadores e acadêmicos de universidades, com o objetivo de fortalecer a coleta e a análise de dados sobre o tema.

Desafio urgente


Dados recentes revelam a gravidade da situação: somente no último ano, mais de 12 mil trabalhadores foram afastados no Paraná devido a quadros de depressão e ansiedade. Em nível nacional, 54% dos jovens relatam já ter enfrentado algum problema de saúde mental, e 38% afirmam ter pensado em desistir da vida.

A deputada também destaca a situação do funcionalismo público, ressaltando a importância de políticas de acolhimento e promoção do bem-estar para servidores afetados por transtornos mentais. “A Frente é um espaço essencial para debater e encaminhar soluções sobre essas questões. A saúde mental é um problema sério em diversas áreas, inclusive no serviço público”, afirma.

Em 2024, o Brasil registrou 472 mil licenças médicas relacionadas a transtornos mentais — um aumento de 68% em comparação ao ano anterior.

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Família denuncia racismo infantil em condomínio de Ponta Grossa e registra Boletim de Ocorrência

De acordo com a mãe da vítima, Fabíola Manuel, o primeiro episódio ocorreu no dia 16 de outubro de 2024 em um condomínio em Ponta Grossa, Paraná. A situação teria começado quando o filho de uma visitante, de seis anos, pediu que o menino morador deixasse o parquinho, alegando que ele era “estranho e esquisito”. A mãe do menino também foi alvo de comentários semelhantes, sendo classificada como “esquisita” pelo visitante. Ao responder que não sairiam do local por serem moradores, o episódio foi encerrado naquele momento, mas deixou a família em alerta.

Segundo relato de Fabíola, no dia 27 de outubro a situação se agravou durante um evento no condomínio. Na ocasião, o pai do menino acompanhava o filho até a quadra quando o mesmo visitante, que estava no local para uma festa, teria fechado o portão e, em seguida, feito comentários ofensivos. Conforme o relato, o menino teria dito: “Preto aqui não entra. Olha como seu cabelo é feio, como sua pele é esquisita. Hã, que nojo de você!”. Ao procurar a mãe do visitante para esclarecer o ocorrido, o pai da criança foi surpreendido pela resposta, em que a responsável pelo menino minimizou o caso, tratando-o como um “desentendimento de crianças”.

A família, diante da gravidade das ofensas, acionou a polícia para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.). Durante o registro, amigos da família que estavam acompanhando o caso, relataram terem ouvido o menino visitante gritar, aos prantos, que iria “matar todo mundo” e “não sossegaria até matar aquele preto”.

Em busca de apoio, Fabíola, que também é psicóloga, procurou o portal Em PG é Assim para comentar sobre o impacto psicológico desses episódios.

 “Precisamos tratar com mais seriedade esse tipo de caso, pois o racismo impacta na saúde mental, podendo gerar estresse, ansiedade, depressão, autoestima prejudicada, isolamento social e complexo de inferioridade”, afirmou.

Ela explicou que a família, que morava no interior de São Paulo e se mudou para Ponta Grossa em 2019, e que o pai do menino é angolano. Fabíola também informou que o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar, que alegou que investigará o episódio, ouvindo os pais do menino e a escola onde ele estuda.


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Pontagrossauros Podcast: especialistas discutem o efeito devastador do vício em bets e tigrinho para as famílias brasileiras

Na próxima quinta-feira, 10 de outubro, às 20h, o Pontagrossauros podcast trará uma discussão fundamental para a sociedade: o impacto do vício em apostas, como os populares bets e tigrinho, na saúde mental e financeira da população brasileira. O episódio será transmitido ao vivo pelo canal oficial no YouTube e na página do Facebook do Pontagrossauros.

O tema central será o jogo patológico, com foco nas consequências das apostas e como elas vêm afetando principalmente as pessoas de baixa renda. No Brasil, as apostas e os jogos de azar online têm ganhado destaque, levando algumas pessoas a utilizar até mesmo recursos do Bolsa Família para sustentar essa prática, o que gerou a atenção do Banco Central e do Ministério da Saúde.

As consequências do vício em apostas para a saúde e a economia

Dados divulgados pelo Banco Central indicam que beneficiários do Bolsa Família gastaram cerca de R$ 3 bilhões em plataformas de apostas apenas no mês de agosto. Esse dado alarmante tem provocado discussões sobre a necessidade de reformulação nas políticas públicas, já que o governo considera limitar o uso do cartão Bolsa Família para evitar que recursos destinados ao sustento básico sejam direcionados a essas atividades de risco financeiro.

Com a popularidade crescente das apostas, o Ministério da Saúde também vem ampliando suas ações para combater a dependência em jogos de azar online, reconhecendo o impacto grave desse problema na saúde mental das pessoas. Estima-se que cerca de 2 milhões de brasileiros já estejam viciados em apostas, segundo uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP).

Especialistas convidados

Para aprofundar essa discussão, o episódio contará com dois convidados:

Camila Eidam – Psicóloga e doutoranda em Desenvolvimento Comunitário pela Universidade Estadual do Centro-Oeste. Camila trabalha no Centro de Atenção Psicossocial II de Ponta Grossa, além de lecionar nos cursos de Psicologia da Unicesumar e de Medicina da UEPG. Sua experiência em saúde mental e atenção psicossocial trará uma visão especializada sobre como o vício em apostas afeta a saúde psicológica e o desenvolvimento das comunidades.

Recieri Zenardi – Advogado especializado em Direito do Trabalho, Consumidor e Empresarial, com mais de dez anos de experiência. Recieri é presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB e conselheiro no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Ponta Grossa. Com sua expertise jurídica, ele abordará o aspecto legal das apostas e os desafios enfrentados pelas políticas públicas na regulamentação dessas práticas.

O Pontagrossauros convida a todos a acompanhar esse episódio, que promete ser um debate esclarecedor sobre os riscos das apostas e seus efeitos para a saúde mental e a estabilidade financeira das famílias brasileiras.

📅 Data: 10 de outubro, Quinta-feira
🕗 Horário: 20h
📍 Acompanhe ao vivo no YouTube e no Facebook: @empgeassim_

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Beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões com apostas em agosto, aponta Banco Central

Em agosto de 2024, cerca de 5 milhões de beneficiários do Bolsa Família enviaram R$ 3 bilhões para empresas de apostas via Pix, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). O valor médio gasto por pessoa foi de R$ 100, o que corresponde a aproximadamente 20% do total de R$ 14,1 bilhões repassados pelo governo no Bolsa Família durante o mesmo mês.

A análise do BC destacou que 70% dos apostadores são chefes de família, responsáveis por R$ 2 bilhões do valor total destinado às apostas. No geral, 17% dos beneficiários do programa participaram das apostas, confirmando uma tendência observada em outros levantamentos: as famílias de baixa renda são as mais afetadas pela proliferação dos jogos de azar e apostas esportivas.

Em declarações recentes, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, expressou preocupação com o crescimento das apostas esportivas no Brasil. Ele alertou que o aumento da participação de beneficiários do Bolsa Família nesse tipo de atividade pode levar ao agravamento da inadimplência entre famílias de baixa renda. “A correlação entre pessoas de baixa renda e o aumento das apostas tem sido grande”, disse Campos Neto.

Os dados do BC também indicam que, ao longo de 2024, os valores mensais transferidos para empresas de apostas variaram entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões. Estima-se que cerca de 24 milhões de brasileiros participaram de apostas, realizando ao menos uma transferência via Pix. A maior parte desses apostadores tem entre 20 e 30 anos. O valor médio das transferências aumenta com a idade, variando de R$ 100 por mês entre os mais jovens, até mais de R$ 3.000 para pessoas com mais de 60 anos.

Atualmente, há 520 empresas classificadas como operadoras de jogos de azar e apostas no Brasil. No entanto, o BC ressalta que muitas dessas empresas não utilizam nomes correspondentes aos divulgados na mídia e nem sempre estão devidamente classificadas no setor econômico apropriado, o que dificulta uma análise precisa do mercado.

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Pontagrossauros recebe Eduardo Lirani e Hani Dufech para um bate-papo transformador sobre inteligência emocional

Nesta quinta-feira, 26 de setembro, às 20h, o podcast Pontagrossauros apresenta um novo quadro que busca conversar com profissionais de Ponta Grossa e região sobre temas essenciais para o bem-estar. Os convidados Eduardo Lirani e Hani Dufech, do Instituto Princípio Kaizen, vão abordar a importância da inteligência emocional e saúde mental no contexto pessoal e organizacional.

O Instituto Princípio Kaizen, fundado em Curitiba em 2016, tem como missão promover o desenvolvimento pessoal e profissional por meio de cursos, treinamentos, palestras e workshops. A filosofia Kaizen incentiva a evolução contínua e o melhor uso do potencial humano, tanto no ambiente corporativo quanto individualmente.

Durante o bate-papo, os especialistas discutirão como a inteligência emocional se tornou uma das competências mais valorizadas nas empresas. Eles vão explicar como o gerenciamento adequado das emoções pode gerar resultados positivos, não só para os profissionais, mas também para a organização como um todo.

Além disso, será destacado o papel da integração nas empresas, um fator crucial para manter um ambiente harmônico e produtivo, promovendo a sensação de pertencimento entre os colaboradores.

O evento também trará insights sobre o “TRANSIÇÃO”, um treinamento presencial intensivo de desenvolvimento pessoal, projetado para ajudar os participantes a aprenderem a gerenciar suas emoções e a alcançar autoconhecimentoem apenas um fim de semana.

Não perca essa oportunidade de aprender com dois especialistas sobre como a inteligência emocional pode transformar sua vida e seu ambiente de trabalho. Fique ligado no Pontagrossauros nesta quinta-feira, às 20h, para esse encontro imperdível!

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Larissa Manoela abre mão de fortuna de R$ 18 milhões em disputa familiar

Reprodução: Globo – Fantástico

Em uma entrevista reveladora ao programa Fantástico da Globo no último domingo, 13 de agosto, Larissa Manoela compartilhou detalhes impactantes sobre o recente término da relação empresarial que mantinha com seus pais, Silvana Taques e Gilberto Elias. A dupla estava encarregada de administrar sua carreira e recursos, acumulando um patrimônio estimado em R$ 18 milhões.

Com seus 22 anos, sendo 18 deles dedicados à carreira artística, Larissa abriu o jogo ao mencionar que, mesmo após atingir a maioridade, continuou sem acesso a informações cruciais sobre sua situação financeira. O ponto de virada ocorreu no ano anterior, quando ela decidiu confrontar seus pais de forma mais incisiva.

Durante a entrevista, Larissa compartilhou que a relação se limitava a uma mesada, e qualquer despesa adicional, desde passagens aéreas até pequenas compras, requeria sua autorização. Um episódio ilustrativo foi quando ela solicitou R$ 10 à sua mãe para adquirir uma espiga de milho na praia e foi informada que não havia saldo suficiente em sua conta. Nesse momento, a mãe utilizou o PIX para efetuar o pagamento diretamente ao vendedor.

Ao compartilhar um trecho de uma conversa gravada com sua mãe, Larissa ressaltou a natureza contundente da situação. “Se quiser me rotular de mercenária, fique à vontade. No entanto, não abro mão de um único centavo para cuidar de suas finanças. O restante, fique à vontade para fazer o que quiser”, expressou a mãe no áudio.

Larissa também discorreu sobre sua decisão de retirar a administração das empresas de seus pais, optando por abrir mão de um patrimônio avaliado em R$ 18 milhões e cedendo integralmente para Silvana Taques e Gilberto Elias.

Larissa explicou seu raciocínio: “Minha decisão de renunciar a todos os meus negócios decorre da minha convicção de que meu próprio caminho me levará a grandes conquistas. Com apenas 22 anos, estou totalmente ciente de que essa escolha visa proporcionar o conforto necessário aos meus pais.”

No que se refere às empresas, Larissa Manoela possuía participação em três delas. A principal, denominada Dalari, foi criada por seus pais quando ela tinha apenas 13 anos. Essa empresa concentrava a maior parte dos contratos, pagamentos e patrimônio da artista. Inicialmente, Larissa acreditava que sua participação, de seu pai e de sua mãe eram iguais, de 33% cada um. Contudo, ela posteriormente descobriu que detinha apenas 2%, enquanto seus pais possuíam 98%.

Adicionalmente, havia uma segunda empresa, estabelecida em junho de 2020, que era exclusivamente de propriedade de Larissa. No entanto, uma cláusula concedia a seus pais amplos poderes para tomar decisões sem a necessidade de prévia autorização por parte da filha.

Em março deste ano, a atriz tentou reorganizar a distribuição das cotas nas empresas, mas seus pais insistiram em manter 6% dos rendimentos da filha pelos próximos dez anos, o que resultou em um impasse.

Em nota enviada à TV Globo, a defesa de Gilberto e Silvana afirmou que Larissa Manoela sempre estava ciente de sua porção na empresa Dalari, e que “ela sempre teve e usou seus cartões de crédito, o que lhe permitiu adquirir tudo o que desejou.”

Entretanto, a situação aparenta ter se deteriorado ao ponto de a comunicação entre Larissa e seus pais estar comprometida, com a jovem se recusando a dialogar com a mãe e ignorando as mensagens do pai.

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Abril Azul: 7 Filmes com Personagens Autistas

Confira sete filmes que abordam o autismo de forma sensível e informativa, desde clássicos como “Rain Man” até produções mais recentes como “Atypical” e “The Good Doctor”.

  1. “Rain Man” (1988): Este filme é um clássico sobre a relação entre dois irmãos, um deles (interpretado por Dustin Hoffman) com autismo.
    Rain Man mostra como lidar com o autismo e conviver com as diferenças – SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina
  2. “Temple Grandin” (2010): Este filme biográfico retrata a vida da Dra. Temple Grandin, uma cientista e defensora do autismo, que luta contra o preconceito e a discriminação.Temple Grandin filme - Veja onde assistir
  3. “The Accountant” (2016): Este filme de ação tem como protagonista um autista interpretado por Ben Affleck, que usa suas habilidades especiais para ajudar a resolver crimes.The Accountant movie review & film summary (2016) | Roger Ebert
  4. “Atypical” (série, 2017): Esta série da Netflix segue a vida de um adolescente com autismo enquanto ele lida com a escola, a família e o amor.Atypical | Site oficial da Netflix
  5. “The Good Doctor” (série, 2017): Esta série dramática segue um jovem médico com autismo que usa suas habilidades únicas para salvar vidas e lidar com as pressões da profissão.Com tragédia, The Good Doctor é renovada para 7ª temporada - Mix de Séries
  6. “Please Stand By” (2017): Este filme conta a história de uma jovem com autismo que foge de casa para entregar seu roteiro de TV em um concurso de roteiro em Los Angeles.Please Stand By (2017)
  7. “Po” (2016): Este filme acompanha um pai solteiro com autismo e seu filho adolescente enquanto eles lidam com o divórcio e as dificuldades da vida.
    A Boy Called Po (2016) Official HD Trailer #1 - YouTube

 

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A relação perigosa entre celulares e a saúde mental dos adolescentes

De acordo com a psicologa, o uso excessivo do celular pelos adolescentes pode ter consequências negativas na saúde mental, na vida social e no desempenho acadêmico dos jovens.

O uso excessivo do celular pelos adolescentes tem se tornado uma preocupação cada vez maior para pais, educadores e profissionais da área da saúde. Com a popularização dos smartphones, é comum ver jovens passando horas seguidas em frente às telas, muitas vezes em detrimento de atividades importantes como estudos, socialização e exercícios físicos.

Um dos principais problemas associados ao uso excessivo do celular pelos adolescentes é o impacto negativo na saúde mental. Estudos apontam que o uso prolongado de dispositivos eletrônicos pode levar a problemas como ansiedade, depressão e isolamento social. Além disso, o uso do celular antes de dormir pode interferir na qualidade do sono, afetando o desempenho escolar e a saúde em geral.

Outra preocupação é com relação ao impacto na vida social dos jovens. O uso excessivo do celular pode levar à falta de interação cara a cara, prejudicando o desenvolvimento de habilidades sociais importantes. Além disso, o uso do celular durante as refeições ou em momentos de convivência com a família pode interferir na comunicação e no fortalecimento dos laços familiares.

No âmbito escolar, o uso excessivo do celular pelos adolescentes também pode ter consequências negativas. O tempo gasto em redes sociais, jogos e outras distrações virtuais pode prejudicar o desempenho acadêmico, afetando as notas e o desenvolvimento intelectual. Além disso, o uso do celular em sala de aula pode ser uma fonte de distração para os alunos e prejudicar o aprendizado.

Diante desses problemas, é importante que os pais, educadores e profissionais da saúde trabalhem juntos para orientar os adolescentes sobre o uso responsável do celular. Algumas medidas que podem ser adotadas incluem estabelecer horários limitados para o uso do celular, incentivar a prática de atividades físicas e hobbies que não envolvam o uso de dispositivos eletrônicos, e dialogar com os adolescentes sobre os riscos associados ao uso excessivo do celular.

Em suma, o uso excessivo do celular pelos adolescentes pode ter consequências negativas na saúde mental, na vida social e no desempenho acadêmico dos jovens. É importante que pais, educadores e profissionais da saúde trabalhem juntos para orientar os adolescentes sobre o uso responsável do celular, incentivando a prática de atividades que promovam o desenvolvimento integral dos jovens.

O uso excessivo de celular pode desenvolver sentimentos como isolamento social e dificuldades na interação social, bem como ansiedade, insônia, afetando diretamente na qualidade de vida da pessoa – Camila Eidam de Lima – Psicologa mestra e especialista em saúde mental.

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