Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa – Divulgação
A Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, anunciou nesta segunda-feira (19) a instalação da Anamar Transportes, uma das maiores empresas do segmento no mercado nacional. O anúncio foi feito pela prefeita Elizabeth Schmidt, durante reunião que contou com a presença da proprietária da empresa, Rosilene Ferreira Zabeu, do diretor comercial, Elvis Leme da Silva, do secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Pinto, e Adilson Strake, diretor de Apoio Institucional da Secretaria.
Durante a reunião, a prefeita deu as boas-vindas à empresa e ressaltou a importância de mais esse investimento no setor de transportes. “É uma grata satisfação poder anunciar mais este investimento para Ponta Grossa. A Anamar vem para se somar a outras tantas empresas, também atraída pelo excelente momento econômico que a nossa cidade está vivendo”, enaltece a prefeita.
Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa – Divulgação
De acordo com o secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Pinto, este é mais um investimento que reafirma o grande potencial de Ponta Grossa no mercado de logística. “Isso representa mais emprego, mais desenvolvimento e mais arrecadação para o município. Estamos trabalhando para continuar avançando”, afirma.
O diretor comercial da Anamar, Elvis Leme da Silva, destacou que a empresa já vinha atuando em Ponta Grossa há cerca de dois anos. “Nós já atuamos aqui de maneira sazonal e estávamos esperando uma oportunidade de nos instalarmos definitivamente, com uma filial, administrativo e a contratação de pessoas daqui”, diz.
Foto: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa – Divulgação
Elvis também elogiou o desenvolvimento pelo qual tem passado a cidade de Ponta Grossa nos últimos anos. “A cidade está avançando muito, com novas empresas, com mais desenvolvimento. Cada vez que a gente passa por aqui percebemos que há uma nova indústria, um novo empreendimento. Isso nos deixa muito tranquilos de que a nossa escolha de investir aqui foi acertada”, finaliza.
Empresa
A ANAMAR é uma empresa que atua há 36 anos no setor e é especializada no transporte rodoviário de granéis sólidos e produtos embalados em geral. A empresa atua no transporte de resina termoplástica, PVC e produtos alimentícios, como farináceos e grãos.
Na manhã desta terça (20), o Setor Operacional – Antidrogas da 13 ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa e o Grupo de Operações com Cães da Guarda Civil Municipal cumpriram três mandados de busca e apreensão em casas do Bairro Gralha Azul, investigadas como pontos de venda de drogas.
Os mandados foram expedidos em razão de investigação promovida pela 13ª S.D.P, a respeito do tráfico de drogas na região. Um jovem de 19 anos foi preso em flagrante com diversas buchas de cocaínas embaladas para a venda. Além da droga, os agentes apreenderam também o dinheiro lucro do tráfico e duas balanças de precisão usadas no preparo da droga.
O jovem foi atuado em flagrante pelo crime do art. 33 da Lei Antidrogas e caso condenado pode ser receber a pena de até 15 anos de reclusão. A Polícia Civil informa que intensificará as açõescontra o tráfico de drogas em Ponta Grossa, visando combater não apenas o narcotráfico, mas também os crimes correlatos como homicídios, roubos e furtos.
Ação conjunta entre Polícia Civil e Guarda Municipal resultou na prisão em flagrante de quatro pessoas pelos crimes de furto qualificado e receptação. Além delas, outras duas pessoas foram conduzidas à Delegacia e liberadas após esclarecimentos. A ação ocorreu na cidade de Castro ao longo desta segunda-feira (19).
Segundo os Delegados Marcondes Ribeiro e Renata Batista, após tomarem conhecimento de um furto qualificado ocorrido na Escola Municipal Mariana Garcez Duarte, no último dia 18, as equipes iniciaram diligências ininterruptas a fim de realizar a prisão do criminoso.
Ademais, além do flagrante, a Polícia Civil já investigava diversos outros furtos ocorridos na cidade nos últimos dias. Dentre os furtos, há prédios públicos como vítimas, como, por exemplo, a APAE, CRAS, Centro de Especialidades Odontológicas e escolas municipais.
Durante a ação, foi preso um homem de 28 anos de idade, apontado, também, como autor de pelo menos outros quatro furtos. Ele já havia sido preso em 2023 na cidade de Carambeí e indiciado pela Polícia Civil por pelo menos 11 furtos ocorridos naquele ano. O investigado estava em liberdade desde novembro do ano passado.
Além dele, outros três receptadores foram presos, sendo eles uma mulher de 32 anos de idade e outros dois homens, de 33 e 36 anos de idade. Foram recuperadas algumas televisões, dentre elas, uma que fora furtada do Centro de Especialidades Odontológicas de Castro.
Após a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante, os presos foram encaminhados à Cadeia Pública de Castro.
A prefeita Elizabeth Schmidt anunciou na tarde desta segunda-feira (19) que a presidente da Fundação Municipal de Saúde, Juliane Dorosxi, está deixando o cargo, por motivos de natureza particular.
Elizabeth destacou o trabalho e a dedicação de Juliane e de sua equipe. “Uma batalhadora, que deixa um grande trabalho e uma equipe coesa, que será mantida e incrementada”.
Um novo titular da FMS será anunciado pela prefeita nos próximos dias: “a prioridade que demos à saúde desde o primeiro dia está mantida e continuará sendo um compromisso cotidiano. Porque aqui o trabalho é sério”, reforçou Elizabeth.
Os casos de dengue no país já chegam a 653.656, conforme a atualização desta segunda-feira (19) do painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde. São 321,9 casos por grupo de 100 mil habitantes.
De acordo com os dados, foram 94 mortes em decorrência da doença e 438 óbitos estão em investigação.
As mulheres respondem pela maioria das infecções (55%), enquanto os homens registram 45%. A faixa etária dos 30 aos 39 segue na liderança de casos de dengue, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e pelo grupo de 50 a 59 anos.
O Distrito Federal registra, atualmente, o maior coeficiente de incidência (2.405,6 casos por 100 mi habitantes), seguido por Minas Gerais (936,1), Acre (622,4), Paraná (512,6) e Goiás (487,6). Em número de casos absolutos, Minas Gerais aparece em primeiro lugar com 192.258 registros. Em seguida estão São Paulo (90.408), Distrito Federal (67.768), Paraná (58.660) e Rio de Janeiro (41.435).
Vacinação
A vacinação contra a dengue começou em pelo menos seis dos dez estados selecionados pelo Ministério da Saúde para receberem o lote inicial de 712 mil doses. A distribuição das vacinas contra a dengue para 315 municípios iniciou no dia 8 de fevereiro.
Segundo levantamento da Agência Brasil, a vacinação foi iniciada no Distrito Federal e em Goiás, duas das regiões com maiores índices de contaminação, e também nas capitais Campo Grande (MS), Salvador (BA), São Luís (MA) e Rio Branco (AC). Em Natal (RN) e João Pessoa (PB), a previsão de início da vacinação é nesta segunda-feira (19).
Dois caminhões colidiram e atualmente bloqueiam totalmente a PR-151, no trecho entre Ponta Grossa e Palmeira. De acordo com novas informações, a batida foi frontal, perto do Aeroporto Sant’Ana, na região de Ponta Grossa. O acidente aconteceu por volta das 16h nesta segunda-feira (19). Equipes do Corpo de Bombeiros e Polícia Rodoviária Estadual foram enviadas ao local, a polícia afirma que há vítimas, quantas e nem a gravidade da situação foi revelada.
Os comerciantes têm o direito de estabelecer normas que permitam ou proíbam o uso de equipamentos como notebooks e tablets em seus estabelecimentos. No entanto, é necessário que as restrições sejam comunicadas, de forma clara, antes de os clientes ocuparem mesas ou fazerem pedidos.
Ao comunicar previamente que o estabelecimento se destina exclusivamente à prestação de serviços alimentícios e não pode ser utilizado para finalidades distintas, o comerciante está em conformidade com sua obrigação, conforme estipulado no Código de Defesa do Consumidor, artigo 6, inciso III, que trata do direito à informação do consumidor.
A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Carolina Vesentini, esclarece que o consumidor consciente da informação poderá escolher se permanece no estabelecimento ou se procura outro que atenda às suas necessidades.
Consumidor consciente da informação poderá escolher se permanece ou não no estabelecimento. Foto: Anna Zielinska/Gpoint studio/Freepik
“Caso a informação esteja nitidamente disponível para todos os consumidores que optarem por utilizar o estabelecimento, o consumidor estará consciente e, consequentemente, deverá aderir às normas estabelecidas pelo local, mantendo assim sua liberdade de escolha quanto a permanecer ou deixar o estabelecimento e procurar outro que atenda às suas necessidades.”
A discussão surge após viralizar, no início deste mês, nas redes sociais, a filmagem do dono de uma padaria em Barueri (SP), na Grande São Paulo, se irritar, ameaçar e tentar agredir com um pedaço de madeira um cliente que usava um notebook no local, onde consumia alguns alimentos do estabelecimento.
Estabelecimentos comerciais
Sobre o caso, em nota pública, a Federação de Hotéis, Bares e Restaurantes do Estado de São Paulo (Fhoresp) alertou para o que considera como uso inadequado de notebooks, de tablets ou de smartphones em ambientes gastronômicos. “Com o objetivo de evitar novos conflitos, a principal orientação da entidade é que as partes adotem bom senso na utilização dos equipamentos, bem como na aplicação de restrições por parte dos estabelecimentos.”
O diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, afirma que, mesmo não tendo essa finalidade, bares, restaurantes, cafés e padarias, frequentemente, oferecem estrutura que comporta trabalho remoto, como acesso gratuito à internet, energia elétrica para carregar as baterias de eletrônicos, além de estacionamento e sanitários.
“A realização de longas reuniões online e a maior permanência nos ambientes gastronômicos, por força do trabalho remoto, estão indo além do consumo in loco e em alguns casos, têm gerado problemas, como o ocorrido há poucos dias em Barueri.”
“Muitos dos clientes querem transformar os locais em verdadeiros escritórios particulares. A prática acaba por reter as mesas por tempo excessivo, e, muitas das vezes, sem consumo equivalente. Trata-se de conduta que impede a rotatividade de outros consumidores que desejam se alimentar”, esclarece o diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto.
Caso não haja bom senso entre as partes, o diretor sugere que os estabelecimentos adotem restrições, como impedir o acesso de wi-fi, não permitir o carregamento de baterias ou até cobrar valores adicionais, majorar os preços do cardápio ou consumo mínimo pelo uso da estrutura para fins comerciais. “Para reuniões e ações relacionadas ao trabalho administrativo ou criativo, entendemos que os coworkings (espaço e recursos de escritório compartilhados), e os espaços públicos são os ambientes mais propícios.”
A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Carolina Vesentini, considera que a questão, realmente, envolve princípios de boa-fé. “Não parece justo que um consumidor ocupe espaço significativo e utilize as instalações e energia do estabelecimento sem fazer consumo, especialmente considerando que o propósito do local é fornecer comida e não oferecer acesso à internet, havendo outros lugares mais adequados para isso”.
Em Brasília, a idealizadora e CEO (Chief Executive Officer) do Betina Cat Café, Mariana Eduarda Brod, entende que a cobrança de taxa pode ser uma saída. “Atualmente, com esse crescimento do home office, foi criado o coworking e você aluga o espaço, onde paga pela internet, por um espaço confortável para fazer reunião, para estudar e tudo mais. Claro que uma cafeteria tem o diferencial do ambiente. Mas, hoje, para mim, não faz sentido cobrar uma taxa.”
Relação com clientes
A reportagem da Agência Brasil entrevistou empresárias do ramo no Distrito Federal sobre o assunto. Alguns estabelecimentos até incentivam os consumidores a utilizar suas instalações como parte de uma estratégia de marketing, visando aumentar as oportunidades de consumo.
Como descreve a proprietária do Sophie Café Bistrô, Fernanda Iglesias de Lima Xavier, “nosso conceito é realmente ser esse local aconchegante, com atendimento diferenciado e estrutura para eventos, reuniões e coworking, em um espaço mais reservado, com estrutura projetada para tal”.
O Constantina Café e Quitutes também disponibiliza wi-fi aos clientes. A sócia do estabelecimento, Carolina Maia Moreira, propõe, durante a semana, um ambiente agradável para as pessoas que procuram lugares para trabalhar, seja online ou para fazer reuniões que necessitam de internet.
“Inclusive, disponibilizamos um cardápio especial chamado Coffee Office, com preço diferenciado, para o cliente aproveitar melhor seu tempo em nosso estabelecimento.” E mesmo diante de clientes que apenas usufruem dos benefícios, mas não consomem, Carolina Moreira enxerga uma oportunidade. “Só do cliente ir e conhecer nosso local, já achamos válido. pois pode ser uma futura visita!”
Entendimento semelhante ao da proprietária de duas unidades do Vert Café, Ligia Braga. Ela confirma que as pessoas que frequentam o estabelecimento para usar wi-fi e estudar, normalmente, consomem itens do cardápio e que a relação é vantajosa. “Para nós, é vantagem sim, até porque eles ocupam um horário mais ocioso, como às 14h, que ainda não é mais de almoço, nem de lanche da tarde”.
Porém, Lígia revela que há pessoas vão ao local, não consomem nada, apenas pedem a chamada água da casa, garantida pela lei distrital nº 1954 de 08/06/1998, que determina aos estabelecimentos gêneros alimentícios, hotéis e, mais recentemente, casas noturnas do Distrito Federal devem fornecer gratuitamente água potável a seus clientes e frequentadores.
Ainda assim, a empresária Lígia Braga aposta em vendas futuras. “Achamos que se essas pessoas vêm trabalhar, eventualmente, virão também consumir, jantar, lanchar, trarão a família. Este é um jeito deles conhecerem o café e trazerem mais público em outras vindas.”
A CEO do Betina Cat Café, Mariana Eduarda Brod, que mantém no espaço da cafeteria um projeto de adoção de felinos resgatados, que possibilita aos clientes brincar com os bichanos mediante o pagamento. Ela comunica ao público que quer trabalhar ou estudar no local, com vista para os animais, que dispõe de internet rápida, oito tomadas e senha de wi-fi.
No entanto, a proprietária admite abertamente que precisa de faturamento médio diário para custear as despesas do estabelecimento.
“Tenho doze mesas para um espaço de 40 metros quadrados. Então, cada mesa tem que ter um giro a cada uma hora, uma hora e meia de, no mínimo, para que as contas fechem no fim do mês. Eu nunca tive nenhum cliente, por exemplo, que veio ao café, usou internet e energia elétrica e, no fim, não consumiu nada. Porém, há quem consuma menos. Esse pessoal acaba indo ao café mais no início da semana. Sexta, sábado e domingo são dias de mais movimento.”
Clientes
Muitos frequentadores de cafeterias gostam da possibilidade de expandir o local de trabalho para além das paredes da própria casa ou de um escritório tradicional.
Bares, restaurantes e padarias podem proibir clientes de usar computador na mesa? Foto: – Anna Zielinska/Gpoint studio/Freepik
A estudante de farmácia Aline Oliveira é uma desses consumidores. “Acho ótimo poder sair de casa, do meu ambiente para estudar. Faz toda a diferença ter um lugar para se conectar ao meu celular, sair com os amigos. Lá em casa, não usamos celular à mesa, mas quando saio com amigos acho que isso é impossível.”
Em viagem a trabalho, o profissional do ramo de vendas de Ribeirão Preto (SP), Antônio Oliveira, afirmou que acha conveniente trabalhar em cafés quando está fora de sua cidade. “Eles fornecem internet, a partir da consumação. Então, para mim é muito bom. O ambiente é diferente e bem aconchegante. Eu precisei, por exemplo, de internet e de um ponto de apoio para parar e resolver algumas coisas. Então, este café foi o lugar ideal que eu achei para isso.”
Outra cliente de uma loja de Brasília de integra uma cadeia multinacional de cafeterias, a bancária Amanda Mendes, disse à Agência Brasil que não costuma usar a internet do local e prefere consumir a franquia da própria rede móvel de dados. O que a influencia a buscar um ambiente de cafeteria é se sentir produtiva e mais estimulada a estudar. “Quando estou em casa, me distraio mais do que se eu estiver e, em um lugar assim, me concentro mais. Embora, eu tenha mais fluxo de gente, eu consigo me concentrar mais do que se eu estiver em casa sozinha.”
Ameaças
No que diz respeito a comportamentos agressivos de proprietários ou empregados, como a intenção de agredir o cliente, proferir ameaças ou realizar agressões físicas, por qualquer razão, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor informa que a situação transcende a relação padrão entre fornecedor e consumidor e deve ser tratada no âmbito criminal.
“Compreendemos que, se efetivamente ocorreram ameaças ou agressões, os responsáveis podem ser passíveis de responder criminalmente pelos delitos de ameaça ou lesão corporal”, afirmae a advogada Carolina Vesentini.
Mezzomo é campeão brasileiro da modalidade e acumula outros 9 títulos paranaenses | Foto:
O atleta ponta-grossense Bruno Mezzomo foi eleito como atleta destaque do jiu-jitsu paranaense em 2023. A premiação foi concedida pela revista “Primeiro Round”, organizadora do prêmio “Melhores do Ano”, fundado em 2008 pelo jornalista Márcio do Valle. Além de Mezzomo, vários outros atletas paranaenses foram premiados na cerimônia que aconteceu na última sexta-feira (16) na Faculdade Positivo, em Curitiba.
Para Mezzomo, que é integrante do Prata da Casa, programa da Secretaria Municipal de Esportes que busca valorizar os atletas locais, a premiação é o reconhecimento de uma longa trajetória nas artes marciais. “Luto desde muito cedo e conquistar um prêmio como este é um grande orgulho. Em 2023, disputei 11 campeonatos de alto nível e trouxe medalha em 10 deles“, destaca Mezzomo.
Bruno, que também é lutador de MMA (Artes Marciais Mistas), ressalta que nos últimos anos buscou disputar campeonatos de alto nível, como os torneios AJP Pro Tour (competições que dão acesso ao Mundial da arte suave em Abu Dhabi) e da International Open. “Além das competições em nível estadual e nacional, resolvi me testar em lutas internacionais e tive ótimos resultados em 2023“, revela Bruno.
Aliel compareceu nesta segunda-feira (19), ao seminário da Folha de São Paulo para debater sobre a transição energética no Brasil | Foto: Assessoria de Imprensa/Divulgação
Em comemoração aos 103 anos do jornal Folha de São Paulo, foi realizado nesta segunda-feira, 19, um debate que tem ampliado cada vez mais sua importância: o Seminário sobre Transição Energética no Brasil. O evento, marcado pela presença de autoridades no assunto, destacou-se pela participação do deputado federal Aliel Machado (PV), relator do projeto de mercado de carbono na Câmara dos Deputados.
O seminário foi mediado por Adriana Fernandes e reuniu uma série de palestrantes, incluindo Gesner de Oliveira, autor do livro “Nem Negacionismo, Nem Apocalipse”; Ricardo Bastos, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE); e Ricardo Mussa, CEO da Raízen, empresa líder em bioenergia e fabricante de etanol de cana-de-açúcar.
O deputado Aliel Machado, que desempenhou um papel fundamental como relator do projeto de lei de crédito de carbono na Câmara dos Deputados, trouxe contribuições para o debate sobre as políticas e medidas necessárias para impulsionar a transição energética no país. Sua presença no evento reforça o compromisso com a sustentabilidade e a chamada “pauta verde”.
O Seminário sobre Transição Energética no Brasil, realizado em meio às celebrações do aniversário do jornal, demonstrou mais uma vez o papel crucial da imprensa na promoção do debate público e na busca por soluções para os desafios enfrentados pelo país. Ao longo de seus 103 anos de história, a Folha de São Paulo continua a se destacar como um espaço para o intercâmbio de ideias e conhecimentos.
Neste último domingo (18), o Operário enfrentou o Cascavel na 10ª rodada do Paranaense, dessa vez, jogando em casa, no Germano Krüger. Foi uma partida intensa e acirrada, com o Fantasma Alvinegro marcando o primeiro gol aos 45 do primeiro tempo, de cabeça por Vinicius Diniz.
Aos 31 minutos do Segundo Tempo, Rodrigo Alves do Cascavel cobrou escanteio da direita e quem marcou o gol, também de cabeça, foi Geovane Henrique, empatando a partida.
Após a partida, o Fantasma assume a 4ª posição do Campeonato Paranaense e enfrentará no próximo domingo (25), ás 16h, no Estádio Willie Davids, o Galo Maringá.
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