A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma apreensão de cigarros na região de Ponta Grossa.
No dia 30 de maio de 2023, às 19h00, na BR 376, quilômetro 471, Ponta Grossa/PR, os agentes da PRF abordaram um veículo Iveco com placas de Foz do Iguaçu/PR. No entanto, o condutor evadiu-se do local adentrando uma mata próxima. Durante a verificação do reboque, constatou-se que a carga era composta por cigarros, totalizando 900 caixas, equivalente a cerca de 450 mil maços.
Foto: PRF
A ocorrência foi encaminhada à Receita Federal de Ponta Grossa.
Exames mostram antes e depois de câncer de paciente; à direita, imagem mostra remissão da doença — Foto: Arquivo pessoal
Paciente enfrentava câncer há 13 anos obteve uma remissão completa em apenas um mês após passar por uma terapia celular em um estudo realizado na rede pública de saúde em São Paulo.
Terapia combate a doença com células de defesa do paciente modificadas em laboratório e é estudada para três tipos de cânceres: leucemia linfoblástica B, linfoma não Hodgkin de células B e mieloma múltiplo.
A Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com o Instituto Butantan e o Hemocentro de Ribeirão Preto, adotou um protocolo inovador no combate ao câncer, que está sendo introduzido na rede pública de saúde. Essa técnica, considerada revolucionária e utilizada em poucos países, está trazendo resultados promissores.
Até o momento, 14 pacientes foram submetidos ao tratamento com a terapia CAR-T Cell, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Todos esses pacientes apresentaram uma remissão de pelo menos 60% dos tumores. É importante destacar que essa recuperação ocorreu por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Um deles é Paulo Peregrino, de 61 anos, que lutava contra o câncer havia 13 anos e estava prestes a receber cuidados paliativos quando foi submetido ao tratamento em abril e, em apenas um mês, teve remissão completa do seu linfoma.
No segundo semestre, está previsto que 75 pacientes receberão tratamento com o CAR-T Cell por meio de financiamento público, após a autorização da Anvisa para o estudo clínico. Atualmente, esse tratamento só está disponível na rede privada no Brasil, com um custo mínimo de R$ 2 milhões por pessoa.
O método é direcionado para três tipos de câncer: leucemia linfoblástica B, linfoma não Hodgkin de células B e mieloma múltiplo, uma doença que afeta a medula óssea. No entanto, o tratamento para mieloma múltiplo ainda não está disponível no país.
Dimas Covas, coordenador do Centro de Terapia Celular CEPID-USP e do Núcleo de Terapia Celular do Hemocentro de Ribeirão Preto, responsável pelo desenvolvimento da versão brasileira dessa tecnologia, destaca que devido ao alto custo, esse tratamento não é acessível em grande parte dos países ao redor do mundo. Porém, o Brasil possui uma oportunidade rara de introduzir essa terapia no Sistema Único de Saúde (SUS) em um curto período de tempo.
Paulo é o paciente mais recente a apresentar remissão completa em um curto período de tempo no grupo de estudos composto por 14 pacientes do Centro de Terapia Celular.
Após receber cuidados médicos no Hospital das Clínicas da cidade de São Paulo, Paulo recebeu alta no domingo (28). O caso de Paulo é acompanhado por Vanderson Rocha, professor de hematologia, hemoterapia e terapia celular da Faculdade de Medicina da USP e coordenador nacional de terapia celular da rede D’Or.
Médico Vanderson Rocha (à esq.) e Paulo Peregrino (à dir.) — Foto: Arquivo pessoal
“Foi uma resposta muito rápida e com tanto tumor. Fico até emocionado [ao ver as duas ressonâncias de Paulo]. Fiquei muito surpreso de ver a resposta, porque a gente tem que esperar pelo menos um mês depois da infusão da célula. Quando a gente viu, todo mundo vibrou. Coloquei no grupo de professores titulares da USP e todo mundo impressionado de ver a resposta que ele teve”, comemorou o especialista.
Entre os outros 13 pacientes tratados como Paulo, 69% tiveram remissão completa em 30 dias. O primeiro paciente tratado com a técnica na rede pública do Brasil teve resultados parecidos com os de Paulo, mas morreu por um acidente doméstico em casa.
Exames mostram antes e depois de câncer de paciente; à direita, imagem mostra remissão da doença — Foto: Arquivo pessoal
Antes e depois
As duas imagens do Pet Scan (tomografia feita com um contraste especial ) (veja acima) representam “dois Paulos”: a da esquerda, o paciente que tinha como caminho único os cuidados paliativos, quando a alternativa é dar conforto, mas já sem expectativa de cura, e a da direita, um paciente com um organismo já sem tumores após o tratamento com CAR-T Cell.
Atualmente, o procedimento no Centro de Terapia Celular é feito de forma compassiva, quando o estudo aceita o paciente em estágio avançado da doença, e os médicos conseguem com a Anvisa a autorização para a aplicação do método.
Quando o médico teve contato com Paulo, o publicitário já havia passado por procedimentos cirúrgicos, dezenas de exames e quimioterapia.
“A vitória não é só minha. É da fé, da ciência e da energia positiva das pessoas. Cada uma delas ajudou a colocar um paralelepípedo nesse caminho. A imagem prova com muita clareza para qualquer pessoa a gravidade do meu linfoma, e eu não tinha ideia de que era assim”, contou o paciente.
Pesquisas na internet levaram a família ao tratamento CAR-T Cell e ao médico Vanderson Rocha.
“Comecei a acompanhá-lo quando já tinha feito uma grande parte do tratamento. A doença voltou, então, a última opção dele realmente era o CAR-T Cell. Tive que pedir autorização da Anvisa pra gente poder fazer esse tipo de tratamento. Muitos pacientes não têm essa oportunidade”, explicou o especialista.
Paulo lembra que teve febre no primeiro dia em que as células modificadas foram aplicadas no corpo, e chegou a ir para a UTI para ser monitorado.
“Senti um pouco de dormência nas mãos, mas tive acompanhamento antes, durante e depois por toda a equipe multidisciplinar do HC, em São Paulo.”
Apesar da remissão da doença em um mês, entre março e abril deste ano, Paulo deixou para novembro a “festa da cura”. Por enquanto, ele ficará na capital paulista para acompanhamento.
“A gente só tem duas formas de agradecer à vida: ser resiliente, isso que me impulsionou a chegar até aqui, e fazer o bem para as pessoas”, diz ele.
CAR-T Cell no SUS
A produção dessas células é complexa e tem custo elevado, em torno de R$ 2 milhões por paciente, sem contar gastos como internação, segundo Dimas Covas.
O grupo de pesquisa do Centro de Terapia Celular de Ribeirão Preto desenvolveu a versão nacional dessa tecnologia, e, em 2019, foi feito o primeiro tratamento bem-sucedido. Só o Brasil utiliza a técnica em toda a América Latina.
Em 2021, o grupo fez uma parceria com o Instituto Butantan e foram instaladas duas fábricas no estado, uma na Cidade Universitária, em São Paulo, e outra no campus universitário de Ribeirão Preto com a capacidade de produção inicial de 300 tratamentos por ano.
“Para disponibilizar para a população brasileira, é necessário obter financiamento para realizar o tratamento para 75 pacientes com linfoma e leucemia e gerar os dados clínicos que permitam o registro do produto na Anvisa”, explicou Dimas.
“Este estudo clínico custará R$ 60 milhões, mas economizará R$ 140 milhões em relação aos preços praticados pelas empresas privadas. Recentemente, apresentamos o projeto ao Ministério da Saúde e a expectativa é de apoio e financiamento para avançar essa importante tecnologia no país, que poderá iniciar uma nova indústria de biotecnologia”, completou.
A previsão é a de que o estudo comece em agosto deste ano.
“Já tem uma fila de pacientes, porque os médicos que já sabem que nós estamos nesse processo mandam constantemente nomes de pessoas, e esses nomes estão sendo colocados numa fila por requisitos.
“A Anvisa recebeu proposta de ensaio clínico conduzida pelo CEPID-FAPESP-USP e este pedido está em análise pela Anvisa. O pedido faz parte de um projeto-piloto em que a Anvisa, selecionou o Centro de Terapia Celular (CEPID-FAPESP-USP) de Ribeirão Preto para colaboração no desenvolvimento de produtos de terapia avançada no Brasil. Assim, a Agência tem feito interlocução com a equipe de desenvolvimento do CEPID-FAPESP-USP para aprimorar o desenho do estudo. O CEPID-FAPESP-USP também estabeleceu um cronograma com a Anvisa para enviar informações sobre a possível fabricação do produto e os controles aplicáveis nos próximos meses. A Anvisa, por sua vez, tem dado prioridade a estas análises, proporcionando retorno rápido ao desenvolvedor, com o objetivo de priorizar a execução desse estudo no Brasil.” – Informação dada ao G1
Funcionamento da técnica
A produção da terapia tem início com a coleta dos linfócitos de defesa do tipo T do paciente, que são como “soldados” do sistema imunológico, e que são levados para o laboratório e modificados geneticamente.
Essas células são modificadas geneticamente para reconhecer o câncer, são multiplicadas em milhões e devolvidas ao paciente, onde circulam, encontram e matam o tumor sem afetar as células normais.
As próprias células do paciente são “treinadas” para combater o câncer.
Desenvolvida por pesquisadores da UFMG, a vacina impede que o crack e a cocaína atinjam o cérebro dos pacientes, além de oferecer proteção aos fetos de mães dependentes durante a gravidez.
A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está desenvolvendo uma vacina que tem o potencial de tratar a dependência da cocaína e seus derivados, incluindo o crack.
Desde 2015, o medicamento denominado Calixcoca tem sido objeto de estudos, tendo já passado por testes pré-clínicos em ratos, nos quais foram observados a produção de anticorpos anticocaína no organismo dos animais. Atualmente, os pesquisadores estão em busca de recursos para dar início aos estudos em seres humanos.
Durante os testes em ratos, os anticorpos gerados pela Calixcoca demonstraram a capacidade de bloquear a passagem da cocaína através da barreira hematoencefálica. Através do uso de uma molécula sintética, o medicamento impediu que a substância fosse transportada pelo sangue até o sistema nervoso central, incluindo o cérebro.
“Acreditamos que, como nos modelos animais, em humanos esse efeito impeça a percepção dos efeitos da droga e, com isso, o paciente não reative o circuito cerebral que leva à compulsão pela droga”, explica Frederico Garcia, pesquisador responsável pelo desenvolvimento da vacina anticocaína e professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG.
A Calixcoca é uma das finalistas do Prêmio Euro de Inovação em Saúde – América Latina, promovido pela renomada empresa farmacêutica Eurofarma. Nesta edição, o prêmio oferecerá um montante de 500 mil euros para reconhecer o grande destaque na área de inovação em saúde. Além disso, outros 11 premiados também serão contemplados com 50 mil euros cada para dar continuidade às suas pesquisas.
A pesquisa foi motivada pela presença de gestantes dependentes químicas.
De acordo com Garcia, o imunizante também demonstrou eficácia ao proteger as mulheres grávidas, reduzindo a ocorrência de abortos espontâneos e promovendo o ganho de peso adequado nos fetos. Além disso, o imunizante mostrou-se capaz de proteger os fetos da dependência adquirida pela mãe.
“Os filhotes tinham os anticorpos anticocaína na corrente sanguínea passados pela placenta e pelo leite materno. Eles não nasceram com sinais de abstinência e eram menos sensíveis à cocaína quando comparados aos filhotes dos animais não vacinados”, explica o professor.
A ideia para o desenvolvimento da vacina veio justamente do sofrimento de mulheres grávidas dependentes de crack que chegavam ao ambulatório da universidade.
“Elas sofrem muito com o conflito de tentar proteger seus bebês e a compulsão pela droga. À época, conversei com o professor Angelo de Fátima, do departamento de Química da UFMG, que conseguiu construir essa nova molécula que estamos desenvolvendo”, complementa.
Molécula inovadora
Conforme relatado por Garcia, existem pelo menos outras duas instituições, a John Cristal e a Georg Koob, nos Estados Unidos, que estão desenvolvendo vacinas semelhantes para o tratamento da dependência química. No entanto, os imunizantes não apresentaram a mesma eficácia nos estudos clínicos com seres humanos, beneficiando apenas 25% dos pacientes. Atualmente, os pesquisadores americanos estão conduzindo estudos com uma nova molécula em busca de resultados mais promissores.
E é justamente aí que está uma das inovações da Calixcoca.
“A nossa molécula inova por ser uma plataforma não proteica, ou seja, uma molécula sintética. Isso, além de facilitar e baratear a produção, permite que a cadeia logística seja mais simples por não demandar cadeia fria”, afirma Garcia, que diz que já foi contatado por pesquisadores de outros países em busca de parcerias.
A plataforma utilizada pela vacina da UFMG também poderá ajudar no tratamento da dependência de outras drogas. “Já temos o projeto dessas vacinas para opioides e metanfetamina. Estamos na busca de recursos para podermos desenvolvê-las”, acrescenta.
Tratamento pioneiro
Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNOD) indicam que, atualmente, dos cerca de 275 milhões de usuários de crack e cocaína em todo mundo, 36 milhões sofrem de transtornos associados ao uso das substâncias. Ainda segundo o órgão, as quantidades de cocaína ofertadas em todo planeta atingiram níveis recordes em 2020, com a produção de cerca de 2 mil toneladas.
No Brasil, ainda segundo a ONU, a cocaína e o crack respondem por 11% de todos os tratamentos de dependência, a maior parcela entre as drogas ilegais. No país, a dependência em crack tem sido um dos maiores desafios da saúde pública, principalmente com a proliferação de “cracolândias” nos maiores centros urbanos, como São Paulo.
Para Garcia, da UFMG, um dos principais problemas no tratamento do vício da cocaína e de seus derivados é que não há nenhum medicamento específico para o problema. Na maior parte dos casos, são medicamentos utilizados para outras doenças, como antidepressivos, que tentam melhorar os sintomas de abstinência e a compulsão.
“O que mais prejudica o tratamento é a primeira recaída após um tratamento de abstinência, que parece ativar o circuito de recompensas e fazer com que o paciente volte a ter compulsões pela droga”, diz o pesquisador, que afirma que a Calixcoca evita a primeira ativação, dando um tempo maior aos dependentes para a reabilitação.
Problema social
De acordo com o psiquiatra Dartiu Silveira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com experiência de mais de 30 anos no tratamento de pacientes com dependência em cocaína, outros fatores, como depressão, impulsividade e exclusão social, também compõem os quadros de vício na substância.
“Cada um vai ter sua história por trás da droga. É também importante identificar isso, inclusive os tipos de indivíduos e por que fazem o uso e passam para a dependência”, afirma, apontando que que vacinas podem ter eficácia também na prevenção de possíveis overdoses.
O psiquiatra lembra que a reintegração de dependentes e moradores das “cracolândias” à sociedade também são componentes importantes na reabilitação, citando como exemplo o programa Braços Abertos, que vigorou em São Paulo durante a gestão do ex-prefeito Fernando Haddad (PT).
“Tinha pessoas em situação de rua que conseguiram um lugar para morar e um emprego e pararam imediatamente de usar drogas. Temos também que olhar para esse fenômeno, pois, muitas vezes, a causa do uso da droga também é a exclusão social”, diz Silveira, que foi um dos supervisores do projeto.
Para Garcia, a vacina Calixcoca poderia aliviar o problema. “Ela facilitaria muito o tratamento dessas pessoas com dependência e daria uma perspectiva para a recuperação delas e das famílias atingidas por essa grave doença”, conclui.
O vereador Geraldo Stocco (PV) protocolou, nesta segunda-feira (29), um ofício abrindo mão do vale-alimentação de R$ 700 e do reajuste salarial de 3,83%, aprovado na última semana. A proposta foi aprovada na última quarta-feira (24), em duas sessões extraordinárias, e teve o voto contrário de Stocco – caso sejam mantidos, o vale-alimentação e o reajuste dos vereadores(as) deverá causar um impacto superior a R$ 266 mil aos cofres da Câmara.
Na visão de Stocco, a proposta foi aprovada sem o devido debate junto à comunidade e de maneira apressada. “Tenho plena certeza de que não houve debate adequado sobre o objeto do projeto, assim como acredito que atrelar o reajuste e o aumento do vale-alimentação dos servidores à proposta de criação do vale para vereadores foi um erro grave“, pontua Geraldo.
Stocco lembra ainda que a Constituição Federal (CF) veta tal prática – a previsão está no artigo 39. “Está bastante claro na nossa constituição que representantes eletivos não podem ter benefícios do tipo, como o vale-alimentação. Além disso, acabamos de aprovar o plano de cargos e salários dos servidores que prevê um vale-alimentação de R$ 330. Não faz sentido que os vereadores tenham um vale-alimentação mais do que o dobro do que os servidores“, critica Geraldo.
O ofício 1049, protocolado por Stocco, prevê que caso a lei seja sancionada pelo Poder Executivo, o valor destinado ao reajuste do vereador seja devolvido aos cofres do município, assim como o valor do vale-alimentação.
A SOS Bichos desempenha um papel vital na proteção e cuidado dos animais de rua em Ponta Grossa. No entanto, a organização está enfrentando dificuldades financeiras no momento, com boletos atrasados para o pagamento da ração dos animais sob seus cuidados. Essas doações são essenciais para garantir que esses animais recebam a alimentação adequada e continuem a receber os cuidados necessários.
As doações desempenham um papel fundamental no sustento diário dos animais resgatados pela SOS Bichos. A ração é um elemento essencial para garantir que esses animais tenham acesso a uma dieta balanceada e saudável. Além disso, a alimentação adequada desempenha um papel crucial na recuperação de animais doentes ou feridos, ajudando-os a se fortalecerem e se recuperarem mais rapidamente.
Lembre-se de que qualquer quantia, por menor que seja, faz a diferença. Cada doação é valiosa e tem um impacto direto na vida desses animais. Juntos, podemos garantir que a SOS Bichos continue seu importante trabalho de resgate, cuidado e proteção dos animais de rua em Ponta Grossa.
Superpopulação de animais de rua e seus impactos:
A superpopulação de animais abandonados traz consequências negativas para os animais e para a comunidade. Eles enfrentam condições precárias, fome, doenças e reprodução descontrolada. A presença excessiva de animais abandonados também pode causar conflitos e afetar a saúde pública.
O trabalho da ONG:
A SOS BICHOS esteriliza ou castra animais para controlar a superpopulação e resgata animais em situações de risco. Além disso, eles promovem a adoção responsável, garantindo que os animais sejam adotados por famílias comprometidas em oferecer um lar seguro e amoroso.
A esterilização, ou castração é uma cirurgia que impede a procriação de cães e gatos (machos e fêmeas). Consiste na retirada dos ovários e útero da fêmea, e dos testículos do macho.
Os animais podem ser esterilizados a partir dos 3 meses de idade, não interferindo em seu desenvolvimento e formação.
As cirurgias realizadas pela ONG SOS Bichos são feitas por médicos veterinários em clínicas com estrutura apropriada, sob anestesia, com todo o equipamento e todos os cuidados necessários.
PICPAY: https://picpay.me/sosbichos.
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ESTÁ NO EXTERIOR e pode ajudar pelo PAYPAL:
usuário: pay@sosbichos.org.br ou pelo link
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CONTAS bancárias:
:::: Titular: Associação SOS Bichos de Rua
:::: CNPJ: 13.393.050/0001-28.
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▪ CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Agência: 02958
Conta Poupança: 1388.000739091858-7
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▪ BANCO ITAÚ
Agência: 9270
Conta Corrente: 35766-9
A ONG também oferece diversos bazares para a comunidade para arrecadação de fundos. A programação pode ser vista nas suas redes sociais. @sosbichospg
A SOS BICHOS desempenha um papel crucial no combate à superpopulação de animais de rua e na promoção da adoção responsável. Sua ajuda financeira é fundamental para manter esse trabalho importante e proporcionar uma vida melhor para os animais em nossa comunidade. Junte-se a nós nessa causa e faça a diferença na vida desses animais necessitados.
No dia 23 de maio, diversas organizações comprometidas com a proteção das mulheres participaram de uma iniciativa conjunta para elaborar um projeto que visa estabelecer formalmente a Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica, Intrafamiliar e Sexual contra as Mulheres no município de Ponta Grossa.
Essa rede tem como propósito promover a colaboração entre entidades governamentais, não governamentais e a comunidade em geral, visando fortalecer as políticas públicas de combate a todas as formas de violência contra as mulheres. Segundo a coordenadora da Casa da Mulher, Camila Calisto Sanches, a rede busca articular a atuação nos quatro eixos fundamentais estabelecidos pela Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres: combate, prevenção, assistência e garantia de direitos. A coordenação da rede será assumida pela Diretora do Departamento da Mulher, vinculado à Secretaria Municipal da Família e Desenvolvimento Social.
Tatyana Denise Belo, secretária responsável pela pasta, ressalta que as diretrizes estabelecidas na minuta serão formalizadas em um decreto a ser publicado pelo município. A publicação desse decreto fortalecerá ainda mais as políticas públicas em favor das mulheres, estabelecendo fluxos de trabalho entre diferentes setores e promovendo a padronização, organização e agilidade no atendimento necessário e rápido às vítimas de violência.
No evento, estiveram presentes representantes de diversas entidades, incluindo a Delegacia da Mulher, a Patrulha Maria da Penha, o NUMPE, a 18ª Promotoria de Justiça, o Conselho Municipal da Mulher e da Igualdade Racial, o Juizado de Violência Doméstica, a Defensoria Pública, a Fundação de Saúde, o Núcleo Regional de Educação, a 3ª Regional de Saúde, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Secretaria Municipal de Educação, o abrigo Corina Portugal e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
A cidade de Ponta Grossa está prestes a receber um importante investimento na área da saúde. O deputado federal Aliel Machado (PV) anunciou a destinação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 3,5 milhões para a construção da nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Ponta Grossa, em parceria com o Governo do Estado.
O recurso destinado pelo parlamentar permitirá a construção da UPA, que será um marco na saúde pública da cidade. Além disso, mais R$ 2 milhões de emenda do mandato serão direcionados para a compra dos equipamentos necessários para o pleno funcionamento da unidade.
A prefeitura de Ponta Grossa também fez a sua parte, adquirindo o terreno necessário para a construção. A UPA será uma importante estrutura que contribuirá para agilizar o atendimento de urgência e emergência, garantindo cuidados adequados e salvando vidas.
Ela será construída na esquina entre a Avenida Carlos Cavalcanti e a Alameda Nabuco de Araújo.
A escolha dessa localização é de extrema importância, pois a Avenida Carlos Cavalcanti é uma das principais vias da cidade, proporcionando um acesso facilitado para a população que necessitar dos serviços da UPA.
EVALDO DA SILVA ALMEIDA, que já era procurado pela polícia como foragido do sistema prisional por um roubo qualificado.
EVALDO DA SILVA ALMEIDA, que já era procurado pela polícia como foragido do sistema prisional por um roubo qualificado.
Com base nas informações preliminares obtidas, a principal linha de investigação sugere que a vítima, uma usuária de drogas, tenha sido assassinada devido a uma dívida pendente. As investigações apontam que o responsável pelo crime é um indivíduo identificado como EVALDO DA SILVA ALMEIDA, que já era procurado pela polícia como foragido do sistema prisional por um roubo qualificado.
O Corpo de Bombeiros está realizando buscas para localizar o restante do corpo da vítima, e as investigações continuam em andamento para esclarecer completamente o caso.
Solicitamos à população que, caso tenha qualquer informação sobre o paradeiro de EVALDO, entre em contato com o setor de homicídios através do nosso canal no WhatsApp Denúncia, no número (42) 3219-2770. Garantimos o anonimato.
Além disso, a população pode fazer denúncias pelo telefone 190, da Polícia Militar, ou 197, da Polícia Civil. É importante ressaltar que EVALDO é considerado um indivíduo extremamente perigoso.
Relembre o caso:
A jovem estava desaparecida há 9 dias, Grace Raiane Araújo, teve sua identidade confirmada como a vítima cuja cabeça foi decapitada na região da Vila Nova, em Ponta Grossa.
O terrível achado ocorreu na tarde deste sábado 27/05, chocando a comunidade local. As autoridades estão investigando o caso e trabalhando para encontrar os responsáveis por esse crime brutal.
Nesta segunda-feira (29/05), a Polícia Civil prendeu NILTON HENRIQUE JENSEN, suspeito de praticar o feminicídio contra sua ex-companheira, Gabrielle da Cruz Crozeta. O corpo de Gabrielle foi encontrado no dia 27 de setembro de 2022, em um matagal em Uvaranas, apresentando ferimentos de arma de fogo. Ela estava desaparecida desde 18 de setembro do mesmo ano.
As investigações revelaram uma relação conturbada entre NILTON e Gabriele, com testemunhas descrevendo NILTON como uma pessoa extremamente possessiva e ciumenta, que chegava a agredir verbal e fisicamente a vítima.
Após as discussões, Gabrielle frequentemente deixava a residência em que morava com NILTON e voltava para a casa de sua genitora em Colobo. No entanto, o casal acabava reatando o relacionamento após alguns dias.
Durante a investigação, ficou evidente que NILTON foi a última pessoa a estar com Gabrielle, e também foi comprovado que ele mentiu em seu depoimento à Delegacia, numa tentativa de dificultar as investigações.
NILTON foi indiciado e denunciado por feminicídio, utilizando recursos que impossibilitaram a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver. Ele está sujeito a uma pena de até 33 anos de prisão.
A Polícia Civil destaca a importância das vítimas de violência doméstica denunciarem os casos e se afastarem dos agressores, visando evitar a ocorrência de histórias como essa.
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