Segundo informações, o jovem teria perdido o controle do veículo. Foto: Reprodução redes sociais.
Segundo informações, o jovem teria perdido o controle do veículo. Foto: Reprodução redes sociais.
Foi identificado o indivíduo que perdeu a vida em um acidente de capotamento ocorrido aproximadamente às 6 horas da manhã de hoje (14), na PR 438, na localidade de Guaragi, em Ponta Grossa. A vítima foi identificada como Jean Carlos Ribeiro, de 25 anos, residente em Teixeira Soares.
A investigação policial está em andamento para apurar as circunstâncias do acidente.
Um dos adoçantes mais populares do mundo, o aspartame, amplamente utilizado em refrigerantes e outros produtos alimentícios, acaba de ser classificado como “possivelmente” cancerígeno para os seres humanos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar disso, a dose diária considerada segura não foi alterada. O alerta vem da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), da OMS, que incluiu o aspartame no Grupo 2B de substâncias potencialmente cancerígenas.
A OMS enfatiza que as empresas não devem retirar seus produtos do mercado e os consumidores não precisam parar de consumi-los completamente. O diretor do Departamento de Nutrição, Saúde e Desenvolvimento da OMS, Francesco Branca, esclareceu que não há necessidade de pânico. No entanto, especialistas pedem estudos adicionais para esclarecer a situação.
Apesar disso, a inclusão do aspartame no Grupo 2B da classificação da IARC coloca-o no mesmo patamar de substâncias como o extrato de aloe vera e o ácido cafeico. Segundo especialistas, o risco de câncer associado ao aspartame, classificado no Grupo 2B, não deve ser motivo de grande preocupação para o público em geral.
A decisão de classificar o aspartame nesse grupo foi baseada em “evidências limitadas” relacionadas ao câncer em humanos, especialmente o carcinoma hepatocelular, um tipo de câncer de fígado. Embora haja também evidências limitadas de câncer em animais de laboratório, os estudos disponíveis até o momento não justificam uma modificação na dose diária permitida estabelecida desde 1981.
A dose diária permitida de aspartame é de até 40 mg por quilo de peso corporal. Isso significa que uma pessoa pode consumir aspartame “sem riscos” desde que permaneça dentro desse limite. Para exceder essa dose, um adulto com 70 kg precisaria consumir entre 9 e 14 latas diárias de um refrigerante “light” que contenha entre 200 e 300 mg do adoçante, assumindo que não tenha ingerido aspartame em outros produtos.
Os especialistas enfatizam que o problema surge principalmente para os grandes consumidores de produtos que contêm aspartame. Consumo ocasional dentro dos limites estabelecidos não representa um risco significativo.
No entanto, a notícia levanta questões sobre a presença do aspartame em uma ampla gama de produtos alimentícios, desde refrigerantes dietéticos até iogurtes, barras de cereal e adoçantes para café. A conscientização sobre os riscos potenciais e a busca por alternativas seguras podem ser consideradas pelos consumidores que desejam reduzir a exposição a esse adoçante controverso.
Uma ocorrência de acidente envolvendo um caminhão resultou na interdição parcial, com fluxo limitado a uma faixa, da rodovia BR-277 no sentido de Curitiba para Ponta Grossa, na região próxima ao pedágio desativado de São Luís do Purunã. As autoridades de trânsito alertam para a possibilidade de formação de filas e recomendam que os motoristas redobrem a atenção e adotem rotas alternativas, caso seja possível. A remoção do caminhão acidentado está em andamento, e estima-se que o trabalho leve cerca de 45 minutos para ser concluído.
Emerson Urizzi Cervi, é professor titular do departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná.
Está entre os lançamentos do mês de julho da Editora Almedina, pela coleção “Edições 70”, o livro “Democracia e Opinião Pública no Século XXI”, do professor Emerson Urizzi Cervi. Pensado para ser usado em disciplinas que tratam das temáticas sobre política e democracia em cursos de formação superior, a obra aborda os conceitos de Opinião Pública, as origens da discussão acadêmica sobre ela e seus desdobramentos ao longo de um século de pesquisas a respeito das opiniões agregadas dos membros das sociedades e seus impactos para a qualidade da democracia.
O livro está dividido em três partes. Na primeira, são apresentados os resultados de pesquisas iniciais a respeito do papel da Opinião Pública nas democracias contemporâneas. Esses estudos, realizados no início do século XX preocupavam-se com os impactos que o rádio e o cinema teriam sobre as opiniões agregadas dos membros da sociedade sobre temas de interesse público. Na segunda parte são descritos os processos pelos quais as opiniões individuais, baseadas em crenças, valores e experiências no âmbito privado, são transformadas em opiniões coletivas, para, em seguida, se agregarem em opinião majoritária. Na terceira, o autor aplica os conceitos a fenômenos recentes envolvendo a formação da opinião pública em novos ambientes digitais, distorções em relação aos processos iniciais, além de descrever as principais patologias na formação da Opinião Pública no século XXI e seus efeitos para as democracias contemporâneas.
As crises e desafios das democracias estão entre os principais temas políticos da atualidade. Há abordagens mais ou menos dramáticas, que, no geral, tratam de respostas das elites políticas institucionalizadas a novas demandas públicas. Menos atenção do que a devida é dada a um ator fundamental nos processos políticos: o democrata anônimo, cidadão comum, chamado a participar formalmente de tempos em tempos, pelo voto, mas, com participação informal contínua na discussão pública.
O democrata anônimo é ciente de suas responsabilidades individuais e conhece as diferenças entre espaço público e privado. Ele respeita os limites da liberdade de expressão, usando-a para fortalecer as estruturas e não para distender o tecido social. A proporção de democratas anônimos em relação ao total de debatedores qualifica a Opinião Pública e, por fim, explica a democracia que temos hoje.
O autor
O autor, Emerson Urizzi Cervi, é professor titular do departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná. Ele tem grande experiência em pesquisas sobre Opinião Pública e comunicação eleitoral, com centenas de publicações científicas sobre temas correlatos ao longo de sua carreira profissional de pesquisador e docente da área.
A editora
Fundada em 1955, em Coimbra, a Editora Almedina publica obras que contribuem para o pensamento crítico e a reflexão, com títulos nas áreas de Filosofia, Administração, Economia, Ciências Sociais e Humanas, Educação e Literatura. Em seu compromisso com a difusão do conhecimento, ela expande suas fronteiras além-mar e traz ao público brasileiro livros sobre temas atuais, em sintonia com as necessidades de uma sociedade em constante mutação.
Serviço: Acesso a mais informações sobre a obra em www.almedina.com.br
Centenas de profissionais da Copel trabalharam durante a noite de quarta-feira (12) e a madrugada desta quinta-feira (13) para restabelecer o fornecimento de energia em todas as regiões do Paraná que foram atingidas por um temporal de grandes proporções. Em média 173 mil consumidores tiveram o fornecimento de energia interrompido no Estado.
A região mais afetada é o Leste do Estado (Curitiba, Região Metropolitana e Litoral), com 95,4 mil unidades consumidoras desligadas e 1.050 serviços emergenciais em andamento.
De acordo com o Simepar, foram registrados ventos de mais de 90 km/h em algumas localidades, além de muitas descargas atmosféricas, o que provocou a queda de árvores sobre a rede, além da quebra de postes. Devido à gravidade da situação, trechos da rede de energia chagaram a ser destruídos.
No Paraná, a tempestade começou na tarde de ontem no Oeste e Sudoeste e, no pior momento, 86 mil unidades consumidoras ficaram sem energia nestas áreas. Na noite de ontem e madrugada desta quinta atingiu as demais regiões do Paraná. Além do Leste, são 33.200 unidades consumidoras sem energia e 765 serviços emergenciais no Centro-Sul, 32.340 unidades consumidoras sem energia e 1.370 serviços emergenciais no Oeste e Sudoeste, 6.800 unidades consumidoras sem energia e 450 serviços emergenciais no Noroeste e 4.700 unidades consumidoras sem energia e 425 serviços emergenciais no Norte.
A Copel orienta a população a manter distância de locais que tenham postes quebrados e fios caídos. A falta de luz pode ser informada por meio do aplicativo para celulares ou pelo site www.copel.com, e também pelo número de WhatsApp 41 3013-8973. Sem internet, é possível enviar um SMS para o número 28593, com as letras “SL”, de “sem luz”, e o número da unidade consumidora, destacada em amarelo no cabeçalho da conta da Copel. Ainda, situações de risco e de falta de energia podem ser comunicadas por meio do 0800 51 00 116.
SANEPAR – As fortes chuvas também afetaram as unidades de produção e distribuição de água em cidades e distritos da região Oeste do Estado. No Oeste, as cidades de Catanduvas, Boa Vista da Aparecida, Terra Roxa e o distrito de Alto Alegre do Iguaçu, no município de Capitão Leônidas Marques, permanecem com os sistemas paralisados em razão da falta de energia. A Sanepar está providenciando geradores para reduzir os impactos da falta de água. Na região Sudoeste, Nova Prata do Iguaçu continua sem energia na captação e com o abastecimento comprometido.
Em Foz do Iguaçu a energia foi restabelecida durante a madrugada. Porém, em razão do tempo de paralisação da captação e do tratamento de água, cerca de 70% da cidade teve o fornecimento de água interrompido. A previsão é a de que o abastecimento volte à normalidade a partir do meio-dia desta quinta-feira (13). Os demais sistemas afetados na região já tiveram a energia restabelecida e o fornecimento de água foi normalizado gradativamente durante a noite e madrugada.
A falta de energia nos sistemas de captação de Candói, Pinhão, Laranjeiras do Sul, Castro, Reserva, Imbaú e Arapoti também gerou paralisação no abastecimento de água. Em Palmeira, Prudentópolis e Ivaí, a falta de energia deixou os reservatórios com níveis muito baixos, dificultando a distribuição pela cidade. Em Imbituva, a alta turbidez do rio provocada pelas chuvas dificulta o processo de tratamento. Em Reserva, falta energia na estação de tratamento de água. As equipes da Copel já atendem essas regiões e em breve a situação deve retornar à normalidade.
Bairros de Curitiba, Colombo, Quatro Barras, Campina Grande do Sul e Pinhais também enfrentam problemas similares. A previsão de normalização do abastecimento é em torno das 23 horas.
O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula.
DEFESA CIVIL – A Defesa Civil Estadual do Paraná está monitorando as condições e situações de ventos fortes no Estado. De acordo com o primeiro boletim desse temporal, em Santo Antônio do Sudoeste o vendaval casou quedas de árvores, danificou oito casas, uma escola e um colégio. Foram afetadas 32 pessoas. Em Rebouças, no Centro-Sul, houve alagamentos, com 1.003 pessoas afetadas, sendo três desalojadas por dificuldade de acesso aos imóveis.
Outros municípios registraram situações como quedas de árvores ou queda de energia, mas ainda sem informações mais precisas sobre danos: Curitiba, São José dos Pinhais, Toledo, Braganey, Ouro Verde, Ibema, Quedas do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Diamante d’Oeste, Ramilândia, Capitão Leônidas Marques, Foz do Iguaçu, Palmas, Pato Branco, Coronel Vivida, Mangueirinha, São Mateus do Sul e Prudentópolis.
Para receber alertas da Defesa Civil sobre eventos climáticos basta enviar SMS com o CEP da sua região para o número 40199.
CHUVAS E VENTOS – O excesso de chuvas e ventos é resultado do avanço de uma frente fria pelo Estado, acompanhada de muitas descargas elétricas e rajadas de ventos fortes. A região Sul do País também enfrenta eventos climáticos relacionados a um ciclone extratropical.
Belém (PA), 17.06.2023 – Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Cerimônia de entrega de 222 unidades habitacionais do Residencial Angelin, empreendimento do programa Minha Casa, Minha Vida. Residencial Angelin, Abaetetuba – PA. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (13), o projeto de lei que estabelece o novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O programa apresenta novidades, como a ampliação do acesso para diferentes faixas de renda, redução de taxas e aumento do subsídio para aquisição de imóveis.
Durante o lançamento da nova edição do programa, Lula ressaltou que o déficit habitacional é um problema histórico e persistente no Brasil. Ele mencionou que, mesmo após a construção de 6 milhões de casas nos últimos anos pelo MCMV, o país ainda possui um déficit de 6 a 7 milhões de unidades habitacionais.
As novas regras entraram em vigor em 7 de julho por meio da MP 1.162/23, aprovada pelo Congresso Nacional em fevereiro. De acordo com o Planalto, até o início de julho, já foram entregues 10.094 unidades habitacionais em 14 estados, totalizando um investimento de R$ 1,17 bilhão.
Com as novas regras, o programa passa a contemplar também populações em situação de rua. A previsão é de que até o final do ano sejam entregues mais 8 mil unidades habitacionais e que 21,6 mil obras sejam retomadas. A meta é contratar 2 milhões de moradias até 2026.
Antes da cerimônia de assinatura, Lula já havia comentado sobre a nova etapa do programa, via redes sociais:
Bom dia. Hoje começamos uma nova etapa no Minha Casa Minha Vida, com ampliação das faixas de renda, redução de taxas e aumento do subsídio para aquisição dos imóveis. O sonho da casa própria se tornando realidade para cada vez mais famílias brasileiras.
As faixas de renda para os beneficiários foram ampliadas. Na Faixa 1, famílias com renda mensal de até R$ 2.640 serão contempladas. Já a Faixa 2 incluirá famílias com renda entre R$ 2.640 e R$ 4,4 mil, e a Faixa 3 englobará famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil.
No que se refere ao valor do imóvel, o financiamento máximo será de R$ 170 mil para a Faixa 1, R$ 264 mil para a Faixa 2 e R$ 350 mil para a Faixa 3. No caso do MCMV rural, o valor máximo para novas moradias passou de R$ 55 mil para R$ 75 mil, e o financiamento para melhoria de uma moradia foi de R$ 23 mil para R$ 40 mil.
As taxas de juros variam de acordo com a região e a renda, indo de 4% a 5,5% ao ano para a Faixa 1, de 4,75% a 7% para a Faixa 2 e de 7,66% a 8,16% para a Faixa 3.
O governo federal também aumentou os descontos oferecidos para famílias que financiarem imóveis com recursos do FGTS, elevando de R$ 45,7 mil para R$ 55 mil o limite de desconto, restrito aos beneficiários da Faixa 1. Esse limite não era revisado desde 2017, segundo o Planalto.
As prestações mensais dos beneficiários da Faixa 1 serão proporcionais à renda, com valor mínimo de R$ 80, ao longo de 5 anos.
Avanços
O programa MCMV traz melhorias nas especificações dos imóveis. Entre elas estão o aumento da área mínima das unidades, de 40 metros quadrados (m²) para casas e de 41,50 m² para apartamentos, e a inclusão de varandas para oferecer espaço adicional aos moradores. Além disso, os conjuntos habitacionais devem contar com sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.
Outra melhoria é a exigência de que o terreno esteja localizado na malha urbana, próximo a infraestruturas completas já instaladas e consolidadas, incluindo acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, comércio, serviços e transporte público coletivo.
“Terrenos mais bem qualificados podem receber um valor adicional em sua aquisição, incentivando a qualidade e adequação das localizações dos empreendimentos”, complementou o Planalto.
Repercussão
Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato de Souza Correia, mais de 6 milhões de habitações já foram construídas graças ao programa, desde sua primeira versão, em 2009. Na solenidade de sanção das novas regras, ele avaliou como “positiva” a nova versão do programa:
“A CBIC avalia de forma muito positiva a versão atual do MCMV, pois volta a contemplar, com recursos da União, a parcela mais carente da população brasileira, que sofre com habitações precárias e com aluguéis muito caros. O governo já estaria de parabéns se ficasse somente nessa parte, mas fez mais: ajustou o programa nas faixas financiadas pelo FGTS.”
Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, o governo anterior deixou de concluir 186 mil unidades habitacionais, sendo que 83 mil delas estavam paralisadas. O programa conseguiu retomar mais de 17 mil casas e já entregou mais de 10 mil moradias, beneficiando mais de 100 mil brasileiros em busca de habitação.
Jéssica Briito, representante do Movimento Camponês Popular, ressaltou que a atual edição do MCMV no campo só se tornou possível após diálogo e reivindicações por parte dos camponeses, que lutaram pela reforma agrária, reconhecimento do campesinato na produção de alimentos e melhores condições de vida. Segundo ela, essas organizações ousaram lutar e reivindicar o direito à moradia para as populações rurais.
“A moradia no campo, para nós, é um elemento de permanência das famílias no campo. Mais do que isso, ela é também um elemento de transformação da autoestima das mulheres camponesas, porque somos nós, mulheres, que sentimos de perto a dureza de não ter um teto e um lar seguro para os nossos filhos. Nos fortalece muito a retomada desse programa, tendo como um dos principais critérios de atendimento as mulheres camponesas.”
Bartira Costa, representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores, defendeu a priorização de políticas urbanas como agenda prioritária para o desenvolvimento do Brasil, enxergando a cidade como um direito e não apenas como moradia. Ela também pediu a retomada imediata do Conselho das Cidades e a convocação da Conferência das Cidades. Costa ressaltou a importância de garantir o acesso universal aos serviços de saneamento básico, independente da localização e das condições de moradia, fortalecendo empresas e serviços públicos de saneamento e retomando os investimentos no setor como parte do planejamento estratégico para o desenvolvimento do país.
Side view portrait of Caucasian young man playing video game in cybersport club and cheering for win
eSports são atividades esportivas que ocorrem em ambientes online e agora são oficialmente reconhecidos em Ponta Grossa. A lei 14.687, de autoria do vereador Geraldo Stocco (PV) e publicada no diário oficial nesta terça-feira (11), concede esse reconhecimento. Essa medida estabelece o Dia Municipal do eSports, a ser comemorado em 15 de julho, e garante condições para que essa modalidade receba apoio do Poder Público.
De acordo com a lei sancionada, os eSports são reconhecidos como uma modalidade esportiva realizada em plataformas digitais, envolvendo dois ou mais competidores ou equipes. A lei também define que atividades que ocorram em partidas online ou presenciais, permitindo o acompanhamento de uma audiência por meio de recursos tecnológicos ou similares, também são consideradas eSports.
O autor da lei, vereador Geraldo Stocco (PV), destaca o crescimento e a popularidade dos eSports, especialmente entre as novas gerações. Segundo ele, estima-se que apenas neste ano de 2023, a prática de eSports movimente mais de U$ 200 bilhões em todo o mundo. Diante desse cenário, é necessário encarar os esportes eletrônicos de forma mais séria.
“Com a mudança das gerações, os jogos e competições realizadas através das tecnologias merecem a nossa atenção e nosso incentivo, assim como o esporte tradicional”, explica Geraldo.
A lei proposta por Geraldo prevê que competições de eSports possam receber apoio e incentivo do município, inclusive com a possibilidade de a Prefeitura organizar eventos desse tipo.
Os fortes ventos registrados e a oscilação na rede de energia deixaram três salas de vacina sem atendimento. O problema foi registrado nas unidades Jayme Gusmann (Vila Estrela), Ottoniel Pimentel (Vila Cipa) e José Carlos de Araújo (Cará-Cará).
A expectativa é de que o atendimento seja normalizado na segunda-feira.
A coordenação de imunização também avalia as condições de armazenamento das doses na Cleon de Macedo (Vila Rubini) e irá definir se também suspenderá o atendimento provisoriamente.
Pista interditada nos dois sentidos. Foto: Reprodução redes sociais
Pista interditada nos dois sentidos. Foto: Reprodução redes sociais
Um grave acidente envolvendo três caminhões interditou completamente a BR-277 nesta tarde (12). O acidente ocorreu na cidade de Palmeira.
As autoridades foram acionadas imediatamente e equipes de resgate, juntamente com a Polícia Rodoviária Federal, estão no local para prestar assistência às vítimas e iniciar as investigações sobre as causas do acidente.
Cabine do caminhão totalmente destruída. Foto: Reprodução redes sociais
Devido à gravidade da colisão, as pistas nos dois sentidos da BR-277 foram interditadas, e não há previsão para a liberação. A interdição está causando um grande congestionamento na região.
Informações iniciais apontam que foi confirmado o óbito de uma pessoa no local do acidente. Além disso, uma vítima está presa nas ferragens. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada.
As investigações sobre as circunstâncias do acidente estão em andamento, e mais informações serão fornecidas assim que estiverem disponíveis.
Atualizaremos esta notícia à medida que novas informações forem divulgadas pelas autoridades.
Uma operação da Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de uma quantidade surpreendente de drogas e armas. Durante uma abordagem na BR-277, em Balsa Nova (PR), os agentes notaram um comportamento suspeito por parte do motorista, que chegou a destruir seu telefone celular.
Após a atitude suspeita, o condutor confessou transportar maconha. Durante a busca veicular, a informação foi confirmada: foram encontrados incríveis 432 tabletes de maconha, totalizando 401,3 quilos, além de 49 sacos de skunk, uma forma mais potente da droga. A surpresa não parou por aí. Também foram apreendidas três pistolas calibre 9 mm e seis carregadores de pistola.
A situação tomou um rumo ainda mais alarmante quando os policiais descobriram que o motorista era, na verdade, um menor de apenas 16 anos, residente em Foz do Iguaçu (PR). O adolescente admitiu ter recebido o veículo já carregado na sua cidade e tinha como destino final a capital paranaense, Curitiba.
O menor foi apreendido juntamente com a droga e as pistolas, e encaminhado à polícia judiciária para o registro dos graves crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.