O deputado federal Aliel Machado (PV-PR) e a prefeita Elizabeth Schmidt assinaram nesta segunda-feira (29) o convênio para as obras da nova Policlínica de Ponta Grossa. Com investimento total de R$ 30 milhões, por meio do PAC Saúde do Governo Federal, a estrutura será construída na Vila Raquel, no bairro Contorno.
O espaço concentrará consultas, exames e pequenos procedimentos em um único local, ampliando a eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS) no município. A solenidade, realizada na sede da Caixa Econômica Federal, também contou com a presença do superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal, além de lideranças municipais, representantes do Governo Federal e da Caixa.
Compromisso com a saúde pública
Durante a cerimônia, o deputado Aliel Machado destacou a importância do investimento.
“É um momento histórico para Ponta Grossa. Tenho muita alegria em estar ao lado da prefeita Elizabeth, defendendo os interesses da nossa população. A Policlínica não é uma obra isolada; ela faz parte de uma série de ações do Governo Federal, que está planejando uma estruturação de médio e longo prazo na área da saúde. Uma obra como essa não é apenas cimento e tijolo: ela representa que, no orçamento, os recursos serão revertidos para a nossa cidade, com a contratação de profissionais, garantia de custeio e mais eficiência no atendimento à população”, afirmou.
A prefeita Elizabeth Schmidt enalteceu o apoio do deputado Aliel e ressaltou o impacto da nova estrutura.
“A assinatura deste convênio é a materialização de um sonho antigo da nossa cidade. A Policlínica está alinhada a tudo o que temos feito para avançar nessa virada de chave na área da saúde. Essa construção será um salto ousado para Ponta Grossa, um projeto fruto do trabalho de muitas pessoas. Temos a sorte de contar com um deputado como Aliel Machado, que tanto luta para que o nosso município receba investimentos importantes. Me sinto muito honrada em participar deste momento”, declarou.
A presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Liliam Brandalise, também exaltou a conquista histórica para a cidade. “É uma iniciativa que fará uma diferença muito grande no nosso sistema de saúde. Nós, que atuamos nesta área, temos a missão de cuidar das pessoas. Agradeço imensamente o apoio da prefeita Elizabeth nessa mudança de chave que está ocorrendo no atendimento em Ponta Grossa e também ao deputado Aliel, que vem sendo um grande parceiro nesse processo”, disse.
Representando o Ministério da Saúde, Luiz Armando Erthal destacou a relevância do projeto para o fortalecimento do SUS. “Teremos um atendimento ambulatorial especializado, garantindo que os pacientes sejam atendidos com maior proximidade e em menor tempo de espera. Para que isso fosse possível, foi necessária uma grande articulação. Esta é a única Policlínica contemplada no Paraná pelo PAC 2025. Ponta Grossa foi escolhida pelo seu porte e pela sua importância como polo regional. Tenho certeza de que o SUS será fortalecido em toda a nossa região”, afirmou.
Estrutura moderna e completa
A Policlínica reunirá 40 consultórios, duas salas de cirurgia, oito leitos de preparo e recuperação, além de setores especializados em estomias, gastroenterologia, oftalmologia, neurologia, ortopedia, otorrinolaringologia e ginecologia.
O espaço também contará com exames gráficos e de imagem, como tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia, mamografia e ecocardiograma, além de posto de coleta laboratorial, setor de reabilitação física e consultório exclusivo para acolhimento de vítimas de violência.
Com essa estrutura, o município dará um salto na qualidade do atendimento em saúde, reduzindo filas e aproximando os serviços especializados da população, sempre com atendimento 100% custeado pelo SUS.
Um novo ciclo para a saúde
A nova Policlínica integra um conjunto de investimentos articulados pelo deputado Aliel Machado, em parceria com a Prefeitura, o Governo Federal e entidades. Entre as obras já garantidas para a cidade estão a nova torre do Hospital Universitário Regional (HU-UEPG), a construção do novo Centro de Reabilitação (CER-4), a nova Maternidade da Santa Casa e a implantação do bunker de radioterapia no novo Hospital do Câncer.
“Estamos iniciando um novo ciclo na saúde pública de Ponta Grossa. Esse é o resultado de um trabalho sério, construído com diálogo, união e compromisso com a vida das pessoas”, completou Aliel.
A Galeria Omni de Ponta Grossa recebe no próximo sábado, 4 de outubro, mais uma edição da tradicional Feira de Vinil. O evento reúne expositores do Paraná e de Santa Catarina com títulos variados em LPs e CDs, tanto novos quanto usados, nacionais e importados.
Durante a programação, haverá discotecagem em vinil para os visitantes. Colecionadores destacam que o formato oferece um som característico, considerado mais encorpado e diferenciado em relação às mídias digitais.
A feira acontece das 9h às 18h30, no corredor central da Galeria Omni, localizada na Rua Coronel Dulcídio, 713, no Centro de Ponta Grossa. A entrada é gratuita e o evento é aberto para toda a família.
O jornalista esportivo Paulo Soares, conhecido como ‘Amigão’, da ESPN, morreu em São Paulo nesta segunda-feira (29), aos 63 anos. Ele teve falência de múltiplos órgãos.
Soares estava internado havia cerca de cinco meses no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital, tratando de complicações decorrentes de problemas na coluna.
Nos últimos anos, o apresentador passou por várias cirurgias na coluna vertebral devido a problemas de dor e mobilidade, cujo objetivo era descomprimir os nervos e melhorar a circulação.
Ele fez história na televisão brasileira ao apresentar as notícias esportivas ao lado do jornalista Antero Greco, que faleceu em maio do ano passado, aos 69 anos, em razão de um tumor no cérebro.
O velório de Paulo Soares está marcado para a tarde desta segunda-feira (29), no Funeral Home, na Bela Vista, Centro de São Paulo.
Paulo Soares não tinha filhos e deixa a companheira Marlene.
Carreira
Com mais de duas décadas de televisão, a dupla Amigão e Antero Greco apresentava o programa SportsCenter desde 2000, durante a cobertura das Olimpíadas de Sydney. O programa está no ar até hoje.
O apelido de Amigão da Galera surgiu em 1990, por meio de seu colega e repórter Osvaldo Pascoal, na Rádio Record.
Paulo Soares começou sua carreira como narrador aos 15 anos, em fevereiro de 1978, na Rádio Clube de Araras, no interior de São Paulo. Ao longo da carreira, trabalhou em várias rádios, como Globo, Bandeirantes, Record, Gazeta e Estadão ESPN.
Na televisão, também teve passagens pelo SBT, Cultura e TV Gazeta.
O cantor Alexandre Pires, um dos maiores nomes da música latina, se apresenta em Ponta Grossa no dia 11 de outubro, com o show especial “Pagonejo Bão”, que mistura o pagode com sucessos do sertanejo. A performance acontece no Centro de Eventos de Ponta Grossa.
No repertório, Alexandre traz canções em parceria com grandes artistas do sertanejo, como Lauana Prado, Ana Castela, Murilo Huff, entre outros. O show será realizado no pavilhão principal do Centro de Eventos e promete uma grande produção para o público ponta-grossense.
A abertura da noite ficará por conta das atrações Kelvin & Kauan e Juliano Carneiro e Banda.
Ingressos
Os ingressos já estão disponíveis nos pontos de venda físicos: Ótica Diniz (Shopping Palladium), Café Connect Business e Sol de Verão Gastrobar. Também é possível adquirir as entradas pelo site da Ingresso Nacional.
O evento é uma produção do Sol de Verão Gastrobar.
Em setembro de 1956, a primeira edição dos Jogos Estudantis da Primavera (JEPs) era realizada pelo Diretório Acadêmico Joaquim de Paula Xavier (DAJPX) da, à época, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ponta Grossa. Em 2025, os JEPs da Universidade Estadual de Ponta Grossa acontecem de 26 de setembro a 5 de outubro e representam a 70ª edição de um evento que fez parte da história da cidade. Por isso, a UEPG preparou um material especial para resgatar a história dos Jogos como parte da formação da sociedade ponta-grossense. Os JEPs são os jogos mais antigos dos de forma ininterrupta, e um dos mais antigos do Brasil.
Em crônica para a Rádio Clube Ponta-grossense, em 17 de setembro de 1958, Vieira Filho celebrou o crescimento dos jogos. “De ano para ano ganha maior imponência, mais desenvoltura, brilho mais acentuado, esse magnifico torneio estudantil, que o espírito idealista e realizador de Antônio José França Satyro idealizou e concretizou (…)”. O radialista projetava uma tendência dos jogos para ganhar âmbito estadual, reunindo mais municípios. Além disso, destacou a importância de tomar providências: conseguir renda própria para hospedar delegações do interior e reforço do policiamento.
Em 2015, Cláudio Jorge Guimarães, historiador e professor do Departamento de Educação Física da UEPG, lançou o livro Jogos Estudantis da Primavera: 60 anos de esportes em Ponta Grossa. Como estudioso dos esportes, o professor faz um alerta: “Você não pode pensar os jogos pelos jogos. São pessoas interagindo, o que envolve uma questão econômica, a questão social, das relações e da interatividade. São os jogos como parte da sociedade da época e da história da cidade”, defende o professor Cláudio.
Professor Cláudio Jorge Guimarães (foto) escreveu o livro sobre os JEPs em conjunto com Alan Fernando de Almeida.
O início de tudo (1956-1973)
A principal característica dos Jogos Estudantis da Primavera em seu surgimento é ser realizado entre estudantes de diferentes níveis de ensino. Não dividir em categorias de idade permitia a disputa, por exemplo, de um time de Ensino Superior contra Ensino Médio. Até 1973, o evento foi organizado por um Diretório Estudantil. Em 2015, o professor Cláudio teve a oportunidade de entrevistar o professor Antônio José Franca Satyro, que era aluno de Filosofia e idealizador dos JEPs, e compartilhou sobre o início da história.
O idealizador dos jogos Antônio José França Satyro.
“Quando eu era estudante, eu tinha um grêmio lá no colégio. Aqui (em Ponta Grossa) não tem nada (…). Eu já tinha feito com a esposa o regulamento dos Jogos, estava prontinho (…). Li o regulamento, ele tá aprovado, e agora? Vamos às outras escolas. Vamos consultar! Ponta Grossa não tinha nada no meio estudantil, quando eu convidei um, convidei outro e fui visitar colégio, todo mundo topou imediatamente”, contou o professor Satyro, em entrevista em agosto de 2015.
Durante o livro, o professor Cláudio explica o contexto de surgimento dos JEPs: “… os Jogos nasciam em um contexto de greve em que os estudantes não possuíam alternativas outras, além dos estudos. Sem atividades voltadas para lazer, falta de espaços destinados para a juventude do período”. Nesse cenário, o primeiro regulamento dos jogos estabelecia a participação permitida a todos estabelecimentos de ensino, desde que se comprometessem em cumprir a regulamentação. Ou seja, não havia limitações de idade. Em sua primeira edição, o regulamento previa a realização de competições de futebol, bola ao cesto (basquete) e vôlei. Além deles, tênis de mesa e xadrez foram disputados, diante da inscrição dos interessados.
Já em 1956, o Regente Feijó iniciou uma dinastia. Mesmo disputando contra alunos de Ensino Superior, o Regente foi campeão geral 20 vezes nos 22 primeiros anos do evento (de 1956 até 1978). “O Regente tinha um volume de alunos muito grande. Eram quase 4.000 alunos, então montar equipes era muito fácil. Para os alunos, era difícil conseguir uma vaga, porque o nível era muito alto”, explica o professor Cláudio.
Ainda nessa primeira fase, um grande marco é a construção do Ginásio de Esportes Borell Du Vernay, que foi inaugurado em março de 1960. O espaço ficava lotado para receber os jogos e as filas para compra de ingressos eram enormes. Outro ponto que ajudava a atrair grandes públicos é que os Jogos da Primavera eram realizados próximos ao aniversário de Ponta Grossa. Com isso, a abertura da primeira edição dos JEPs contou, inclusive, com a presença do governador à época, Moisés Lupion.
O crescimento dos Jogos (1974 – 2000)
Em 1974, a primeira turma do curso de Educação Física entra na UEPG. Na época, existia uma obrigatoriedade legal para a prática esportiva. Até então, profissionais do 13º Batalhão de Infantaria Blindada (13º BIB) ministravam a prática esportiva com os alunos da Faculdade, mas já existia uma pressão para formação de mão de obra local que pudesse atender essa necessidade. A criação do Centro de Desportos e Recreação (CDR) reuniu os professores responsáveis por realizar essa prática.
Abertura dos JEPs em 1995. Fonte: Acervo negativos Crav UEPG – Museu Campos Gerais.
“Todo esse processo é em 73 e a primeira turma de Educação Física entra na nossa Universidade em 74, turmas masculinas e turmas femininas. Então, há uma legislação que exige a questão da prática desportiva. Eu sou desse contexto aí, com começo dos anos 80, onde a gente tinha a obrigatoriedade da prática desportiva. Como eu trabalhava durante o dia e estudava a noite, eu fui dispensado”, conta o professor Cláudio. Nesse período, a organização dos Jogos é realizada pela UEPG a partir do Diretório Central de Estudantes (DCE).
Em 1979, um grande marco para a história dos JEPs: João do Pulo participa do desfile de abertura. À época, ele já havia conquistado o bronze nos Jogos Olímpicos de Montreal (1976) e estava prestes a repetir o feito nas Olimpíadas de Moscou (1980). “Era o ponto de encontro da juventude. As imagens e as narrativas jornalísticas mostram a abertura do evento com mais de 10 mil pessoas (…). Nós temos essa movimentação cultural, com baile de abertura dos jogos e baile de encerramento”, conta o professor Cláudio.
Em 1981, o vice-reitor professor Waldir Silva Capote defendia os JEPs como “tão necessários ao desenvolvimento do esporte brasileiro e que hoje inclusive se destacam no esporte profissional”, segundo depoimento para o CAC Informativo de setembro de 81. Outro reflexo desse momento social é a premiação para a rainha dos jogos, como mostra matéria do CAC Informativo de setembro de 1982. Neste ano, a abertura contou com desfile no Estádio Germano Kruger. A edição bateu recorde de participação, com quase três mil atletas inscritos e 21 municípios participantes. “Os JEPs vêm sendo desenvolvidos há 27 anos constituindo-se no maior evento poliesportivo no interior do Paraná”, avisa a chamada de capa da edição do periódico.
Desfile das candidatas à rainha dos JEPs de 1989. Fonte: Acervo de negativos CRAV – Museu Campos Gerais.
Novos tempos (2001 – atualmente)
A entrada no século XXI traz novas discussões para a área esportiva. Novas modalidades, paradesportos e, posteriormente, a inserção dos jogos eletrônicos mudam a perspectiva dos esportes. “Nós saímos das modalidades mais tradicionais e vamos encontrar outra estrutura, outro pensamento dos jovens, a partir do século XXI”, explica o professor Cláudio.
Para a equipe organizadora dos JEPs atualmente, esse cenário é um desafio. “A ideia é chegar o mais perto possível da grandiosidade que os jogos já foram. Queremos criar um momento de encontro para a juventude, mas temos que entender que são outros tempos. Temos televisão, videogame, shopping, e várias coisas que diluem a atenção dos jovens”, explica a administradora da Coordenadoria de Desportos e Recreação (CDR), professora Natasha Rise. Para isso, a CDR aposta na inserção de novas modalidades, integração com as atléticas da UEPG e nos E-sports. Para esta edição, a disputa de esportes eletrônicos será de Fifa e League of Legendes (LoL).
Os JEPs carregam a marca de serem os mais antigos jogos realizados de forma ininterrupta no Paraná. Mesmo durante a pandemia, o evento continuou a ser realizado. “O caso dos E-sports foi específico por causa da pandemia. Em 2021, foi tudo remoto com os E-sports como carro chefe. Em 2022, houve uma versão reduzida. Estava naquela suspeita se iria abrir tudo ou não, mas no momento de submeter o projeto ainda tinha essa incógnita. O que aconteceu? No fim, quando os jogos aconteceram, já estava funcionando tudo normalmente”, explica a professora Natasha.
UEPG, JEPs e grandes atletas
A história da Universidade Estadual de Ponta e dos Jogos da Primavera caminham juntas. O surgimento dos Jogos é dentro da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ponta Grossa, que compõe o grupo de instituições que posteriormente vai originar a UEPG. A partir de 1974, os Jogos passam a ser realizados dentro da UEPG em conjunto com o DCE. Posteriormente, a organização passa para a CDR. Em 70 edições, os Jogos da Primavera reuniram figuras marcantes da cidade e do esporte.
O professor Joao Lubczyk, antigo reitor da UEPG, foi presidente do DAJPX e contribuiu na construção dos Jogos. O também ex-reitor Daniel Albach Tavares foi presidente do DAJPX entre 1960 e 1961, coordenou os jogos durante esses anos ainda como acadêmico e ficou conhecido como um grande apoiador das atividades esportivas. Na área da disputa esportiva, um dos grandes nomes com atuações pelos Jogos da Primavera foi o jogador de basquete Mayr Facci, com participação, inclusive, nas Olimpíadas de Helsinque de 1952 e Olimpíadas de Melbourne de 1956.
Para o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, a edição 70 dos Jogos é um momento de comemoração. “Esta é uma edição histórica dos Jogos Estudantis da Primavera, que chega ao seu ano 70 com a mesma jovialidade da primeira edição, mas com um olhar para toda essa trajetória, homenageando grandes figuras que participaram dele. A longevidade dos Jogos é mais uma prova da responsabilidade da UEPG com os grandes projetos que ela sedia. Para nós, é uma honra participar desta edição”, defende o reitor.
Para esta edição, a abertura dos Jogos homenageia em sua abertura grupos de atletas históricos, gestores políticos, treinadores e gestores da Coordenadoria de Desportos e Recreação (CDR), – órgão responsável pela organização dos Jogos dentro da UEPG – que fizeram parte da história dos JEPs. Em sua 70ª edição, os Jogos da Primavera vão reunir 4.041 atletas, que compõem 121 delegações, entre instituições de ensino e atléticas. Ao todo, 20 municípios serão representados, com disputas em 19 modalidades. Além disso, os jogos movimentam 288 membros de comissão técnica e 30 dirigentes. Serão 3.450 medalhas em disputa durante toda a competição.
Após duas semanas de atividades, o projeto “Incluindo Alegria – O Circo do Palhaço Picolé” chega ao fim celebrando o sucesso da turnê que percorreu 11 cidades do Paraná, levando arte, cidadania e inclusão para centenas de pessoas atendidas pelas APAEs. Foram 22 apresentações circenses gratuitas e 11 oficinas de circo, todas adaptadas de forma lúdica e interativa para o público com deficiência.
A iniciativa, contemplada em edital da Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Plano Nacional Aldir Blanc, se destacou pelo impacto social e cultural. Além de democratizar o acesso à arte, promoveu momentos de encantamento, aprendizado e convivência entre estudantes, famílias e comunidades.
“Foram dias intensos e emocionantes. O circo tem essa capacidade única de transformar realidades e conectar pessoas pelo riso, pelo encantamento e pela inclusão. Encerro este projeto com a certeza de que conseguimos oferecer um acesso adaptado e inclusivo à arte, ampliando horizontes dentro das APAEs”, afirma Robert Salgueiro, idealizador do projeto e intérprete do Palhaço Picolé.
Ao longo da turnê, a Trupe visitou as APAEs de Carambeí, Tibagi, Ipiranga, Castro, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Reserva, Imbituva, Palmeira e Arapoti, reforçando a importância do circo como ferramenta de inclusão social e valorização da diversidade.
Foto: Duo Festa Fotografias.Foto: Duo Festa Fotografias.
Sobre a Trupe do Palhaço Picolé
Com mais de 10 anos de trajetória, a Trupe do Palhaço Picolé é reconhecida por sua atuação em projetos socioculturais que utilizam a linguagem do circo para promover cidadania, inclusão e bem-estar. Seus espetáculos combinam humor, improviso e técnicas circenses tradicionais, encantando públicos de todas as idades.
Apresentações de grupos vocais do Projeto Satélite Cultural iniciam hoje.
Apresentações de grupos vocais do Projeto Satélite Cultural iniciam hoje.
A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, inicia nesta sexta-feira (26) uma série de concertos do Projeto Satélite Cultural. As apresentações serão realizadas no auditório B do Cine-Teatro Ópera, com entrada gratuita. A regência será do professor Rubens Rosa, integrante do corpo docente do Conservatório Maestro Paulino.
A programação reúne três grupos vocais formados no âmbito do projeto. O Coral 50+ apresenta o concerto “Quem Vai Cantando Não Vai Sozinho“, com repertório que inclui obras de Rita Lee, Édith Piaf, músicas brasileiras, francesas, pop e de outros idiomas. O Coral De Todos Juntos traz o concerto “Minha Voz, Minha Vida“, com canções que abordam a trajetória e o ofício do artista. Já o Coro Cênico apresenta o espetáculo “Carta aos Amores”, composto por músicas que tratam de diferentes formas de amor.
As primeiras apresentações acontecem hoje (26), às 19h, com o Coral 50+, e às 20h, com o Coral De Todos Juntos. No sábado (27), às 20h, o Coro Cênico sobe ao palco. As reapresentações estão programadas para os dias 3 e 4 de outubro, também no Cine-Teatro Ópera. De acordo com o professor Rubens Rosa, a iniciativa busca apresentar o trabalho desenvolvido durante o ano com os alunos do Projeto Satélite e ampliar o acesso da comunidade às atividades culturais.
A EPR Litoral Pioneiro obteve a licença ambiental necessária para o início das obras de duplicação da BR-153, entre Jacarezinho e Santo Antônio da Platina. O documento foi emitido pelo Instituto Água e Terra (IAT), órgão responsável pela gestão dos processos de licenciamentos no Paraná.
A licença representa o avanço no cronograma de obras e a chancela de que o trabalho que será realizado está de acordo com critérios sociais e ambientais. “A emissão reforça que a concessionária é comprometida com o avanço das obras e também com as comunidades impactadas e os usuários que se relacionam com a rodovia. Desta maneira, promovemos o desenvolvimento sustentável das regiões no entorno das rodovias”, comenta o diretor-presidente da EPR Litoral Pioneiro, Marcos Moreira.
Para receber a licença, a concessionária apresentou ao IAT o Plano de Controle Ambiental: um estudo detalhado com o levantamento de todos os aspectos ambientais que se relacionam com as obras e intervenções previstas. No levantamento são considerados fatores como solo, água, fauna, flora, ar, ruídos, vibrações, comunidades locais, entre outros. Além disso, durante o processo de análise do estudo foram realizadas vistorias aéreas e de campo em toda a rodovia, com objetivo de confirmar informações e sanar dúvidas apresentadas no estudo para o IAT
“A emissão da licença foi realizada em um bom período, o que mostra que se trata de um estudo com bastante maturidade”, avalia a coordenadora de Sustentabilidade da EPR Litoral Pioneiro, Cassia Padilha, que destaca que o monitoramento ambiental é constante, com supervisão durante toda a execução do projeto. Além disso, serão realizadas ações de educação ambiental, sustentabilidade e comunicação social junto às comunidades.
A próxima etapa é a mobilização das empresas responsáveis pela obra para o início do trabalho em campo nas próximas semanas.
Duplicação
A primeira etapa de duplicação da BR-153 compreende o trecho de a.
A partir de 1º de janeiro de 2026, empresas de Ponta Grossa que atuam no setor de locação de veículos e bens móveis, além da área da construção, terão que se adaptar a novas regras fiscais. A principal mudança é a obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) em todas as operações, inclusive nos contratos de cessão onerosa. Por conta das mudanças, a Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal da Fazenda, está realizando uma série de ações para auxiliar o empresariado que atua no setor.
A alteração não é uma decisão exclusiva do Município, mas uma exigência da Reforma Tributária: a legislação aprovada no Congresso Nacional criou tributos como o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – responsáveis por substituir o ICMS, ISS, PIS e COFINS em todo o país.
De acordo com a Prefeitura, a emissão da nota fiscal eletrônica vai trazer mais segurança jurídica, padronização e transparência para as operações. Além disso, permitirá que clientes e empresas utilizem créditos tributários de maneira regular.
“As mudanças fazem parte de uma lei federal e precisam ser cumpridas por todos os municípios do Brasil. Não se trata de uma opção da Prefeitura, mas de uma obrigatoriedade prevista na Reforma Tributária. Nosso papel é garantir que o sistema esteja preparado e que os contribuintes possam se adequar com tranquilidade”, explica o secretário da Fazenda, Cláudio Grokoviski.
O sistema de Ponta Grossa já está em fase de testes e conectado ao Ambiente Nacional da NFS-e. A previsão é que o layout definitivo, com os novos campos da CBS e do IBS, esteja disponível para testes pelas empresas até novembro de 2025. Assim, os contribuintes terão tempo para ajustar seus sistemas antes da obrigatoriedade em 2026.
A Prefeitura também reforça que os modelos da nota padrão nacional e os manuais de uso já estão disponíveis no portal oficial do Comitê Gestor da NFS-e, onde empresas e desenvolvedores podem acessar as orientações para se adaptar às novas regras.
Outra mudança anunciada é a exclusão da dedução de materiais no item 7.02 da Lei nº 7.500/2004, referente à execução de obras de construção civil, no regime de empreitada global. A alteração foi determinada pela Lei nº 15.583/2025, que revoga o benefício a partir de 2026, adequando Ponta Grossa ao padrão nacional e às decisões judiciais sobre o tema. Com isso, empresas e profissionais da construção civil terão que revisar contratos e planejar tributos de forma diferente para os próximos projetos.
Confira quais são as orientações da Prefeitura às empresas que atuam nestes dois setores:
Consultem suas assessorias contábeis e jurídicas;
Façam a adequação dos sistemas fiscais e operacionais;
Promovam treinamentos internos;
Antecipem o planejamento para garantir uma transição segura.
A Secretaria da Fazenda de Ponta Grossa reforça que estará à disposição para orientar empresários e prestadores de serviço durante o período de adaptação.
A Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, promove no próximo domingo (28), das 14h às 19h, mais uma edição do Piquenique no Lago, no Lago de Olarias. O evento convida a população a desfrutar de um dia de lazer, integração e contato com a natureza, em um ambiente seguro e acolhedor.
Nesta edição, o destaque da programação fica por conta da Banda Rock de Ponta, que promete animar o público com os maiores clássicos do rock nacional e internacional. A apresentação soma-se às atividades culturais e recreativas já oferecidas, tornando a experiência ainda mais especial para toda a família.
Além da atração musical, o Piquenique no Lago disponibilizará empréstimo de guarda-sóis, espaços de convivência e contará com empreendedores locais oferecendo opções de alimentação.
Recomendações ao público:
Levar toalhas, almofadas e roupas confortáveis;
Utilizar protetor solar e repelente;
Trazer seu próprio lanche ou aproveitar as opções de alimentação disponíveis;
Recolher o próprio lixo, preservando o gramado e o espaço público.
De acordo com o secretário municipal de Turismo, Paulo Stachowiak, o evento tem como objetivo estimular a convivência comunitária e a valorização dos espaços da cidade. “Além de proporcionar momentos de lazer, queremos que a população aproveite o Lago de Olarias com respeito ao meio ambiente e em clima de integração”, destacou.
Serviço
Piquenique no Lago
Data: 28/09 (domingo)
Horário: 14h às 19h
Local: Lago de Olarias
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