O Paraná será palco, pela primeira vez, da Disney Magic Run – tradicional corrida e caminhada que promove a união entre família, lazer e esporte, proporcionando uma experiência única com alguns dos personagens mais famosos do mundo. O evento será em Curitiba no dia 4 de agosto, e conta com apoio do Governo do Estado, por meio do Viaje Paraná, órgão de promoção comercial do turismo paranaense.
Com percurso de 5 km de corrida e 2,5 km de caminhada, a expectativa dos organizadores é de 6 mil inscritos, entre atletas e famílias. Durante o evento, os participantes estarão envolvidos em atrações e brincadeiras com personagens icônicos como o Mickey e a Minnie.
A Disney Magic Run terá seu ponto de partida na Universidade Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, Ecoville). Os inscritos serão recebidos numa arena especialmente montada para o evento, a partir das 5h da manhã, numa área de 11 mil metros quadrados coberta, segura e controlada, para maior conforto dos participantes. O aquecimento para a corrida está programado para às 6h30, com a largada às 7h, enquanto aqueles que vão caminhar se aquecem às 7h e partem às 7h30. Os percursos serão realizados dentro do campus e nas ruas próximas.
VIAJE PARANÁ – Apoiador do evento, o Viaje Paraná, órgão de promoção comercial do turismo do estado, estará presente e levará aos participantes e familiares sugestões de passeios e roteiros turísticos do estado.
“Para nós, é muito importante atrelar o turismo paranaense a essa que é a principal marca do mundo na área do entretenimento, especialmente para o público infantil. Apoiando a Disney Magic Run, levamos o turismo do Paraná para potenciais turistas de todo o Brasil, ligando a imagem do estado à vida saudável e à prática de atividades esportivas e ao ar livre, e também ao turismo seguro para as famílias”, comenta o secretário do Turismo, Márcio Nunes.
O evento oferece várias formas de engajamento com o público, incluindo programações de palco, interações com os personagens Disney e compra de produtos oficiais. Além disso, conta com infraestrutura completa para os participantes, que inclui áreas de hidratação e massagem, fraldário, guarda-volumes, vestiários, áreas para carrinhos de bebê e espaços pet–friendly.
INSCRIÇÕES E KITS – A pré-venda da edição Curitiba será exclusiva para clientes da Caixa Econômica Federal, e acontece nos dias 22, 23 e 24 de junho com desconto de 10% sobre o valor do lote promocional. A venda para o público geral inicia no dia 25 de junho, com um primeiro lote promocional limitado, no valor de R$ 199,00. As inscrições podem ser feitas até às 12h do dia 28 de julho, ou até quando for preenchido o limite máximo de atletas (6 mil).
As inscrições serão realizadas, exclusivamente, de forma on-line pelo site da corrida. Ao informar que deseja se inscrever, o participante será direcionado para a plataforma Ticket Sports, onde seguirá com a inscrição. Não serão aceitas inscrições por telefone, WhatsApp, e-mail ou outros meios.
No percurso de 5 km a idade mínima é de 15 anos, completados em 2024. Para a caminhada, serão aceitas inscrições a partir de 2 anos, completos em 2024.
O kit individual para participação inclui camiseta (corrida ou caminhada), número de competidor com chip de cronometragem e sacochila. Todos os atletas inscritos na prova receberão também a medalha de conclusão, que será entregue na Arena para todos que concluírem a prova.
A retirada do kit acontecerá no sábado, 3 de agosto, na Universidade Positivo, das 9h às 19h. O atleta deve apresentar documento de identificação (RG ou carteira de habilitação) e comprovante de inscrição. Caso o participante não possa retirar o kit pessoalmente, outra pessoa poderá fazê-lo em seu lugar. Para isto, basta levar assinado o termo de autorização de retirada por terceiros disponível no site do evento, acompanhado da confirmação da inscrição e da cópia de um documento.
Serviço:
DISNEY MAGIC RUN CURITIBA 2024
Data: 4 de agosto
Data para retirada do kit: 3 de agosto
Local: Câmpus Universidade Positivo – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300, Ecoville
Horário: a partir das 5h (Retirada dos Kits no sábado, dia 3/8, das 9h às 19h)
Texto por Jéssica Natal e Fotos por Aline Jasper, Jéssica Natal e Domitila Gonzalez, cedidos pela UEPG
Na noite desta quinta-feira (20), quem passou pela Rua Engenheiro Schamber via as luzes acesas e as portas abertas. Pelas frestas das janelas, já se viam os sorrisos e os olhares atentos. Todo o cenário foi montado por um motivo: o prédio histórico do Museu Campos Gerais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (MCG-UEPG) voltou. Depois de mais de duas décadas sem atividades, o local se reencontrou com a comunidade e apresentou três exposições simultâneas.
Ao subir os primeiros degraus da escada de mármore e ir para o lado esquerdo, podem ser vistas as salas da “Aula de Anatomia”, exposição em parceria com o Museu de Ciências Forenses. Do outro lado, está “Meu Coração de Polaco Voltou”, que resgata as raízes de Paulo Leminski. Basta subir um pouco mais as escadas de madeira, seguir para o lado direito e conferir as peças de “Albary, o Prefeito”.
No peito, o sentimento é de missão cumprida. “Este é um momento importante para a UEPG, porque devolvemos o prédio para a comunidade. Mais do que uma abertura, este momento simboliza o retorno de um espaço que faz parte da história moderna”, destaca o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto.
Em fevereiro, a instituição realizou a entrega do restauro – a noite de ontem marcou o reencontro com o público. “Aqui é um espaço de cultura, mas também de ensino e pesquisa, em um prédio icônico, que precisava ser devolvido para a comunidade, e é por isso que a universidade pública tem um papel importante para a desenvolvimento da cultura e ciência das comunidades”.
Que momento. Não deu pra esconder a alegria e gratidão por finalmente ver tudo pronto no olhar do diretor do MCG, Niltonci Batista Chaves.
“A nossa equipe está extremamente feliz de poder retomar os trabalhos no prédio”. Há uma importância histórica e cultural sobre tudo o que constitui o espaço. “Por toda essa afetividade que existe da nossa população com o prédio do antigo fórum, a equipe está absolutamente integrada ao processo, muito feliz e com uma expectativa grande de poder voltar a receber as pessoas aqui”, completa.
O público pode conhecer as mostras e conferir toda a beleza de um Museu totalmente restaurado e, em breve, a expectativa é que todas as salas sejam ocupadas com exposições.
Toda a atmosfera de cultura impactou também o coordenador de Ensino Superior da Superintendência Geral de Ciências, Tecnologia e Ensino superior (Seti) para Cultura e Museus, Renê Wagner Ramos. Emocionado em seu discurso, ele ressaltou a importância de existência de museus para as pessoas.
“Um museu, antes de tudo, significa a visão que uma sociedade tem do seu futuro. Quem não investe em museu e na compreensão do seu passado, não tem futuro”. Ciência é um direito e, segundo o Renê, a defesa dela garante a liberdade de que todos tenham acesso a ela. “É uma alegria estar na abertura do Museu, é uma sensação especial sentir aqui toda a emoção das pessoas”, salienta.
Gratidão
No meio do público, tinha um olhar que viu tudo começar. Maria Aparecida Gonçalves mal podia acreditar que estava presenciando o recomeço do espaço que ela viu nascer. A professora aposentada do Departamento de História foi a primeira diretora do Museu, nos anos 80. “Quando viemos pra cá, praticamente era eu e a escada por aqui”, relembra. Hoje, ambas permanecem em pé, para uma nova história. A primeira exposição foi feita de fotos da cidade, que a equipe solicitou para a comunidade. “Fomos pedindo fotografias e objetos das pessoas, para remontar o centenário de Ponta Grossa. Lembro de ver a confecção do primeiro mobiliário e, aos poucos, fomos montando a primeira exposição, ainda mais modesta”.
Sentada no meio da plateia, ela recebeu um agradecimento especial de Niltonci, por ter guiado ele e a muitos profissionais de História pelo caminho da arte. Ver o resultado de um local reformado, pronto para contribuir para a trajetória cultural de uma região é um privilégio, segundo ela. “É uma emoção muito grande ver o progresso de todos que vieram depois de mim. Me sinto tão feliz de estar aqui e saber que pude contribuir, vendo toda essa mudança tão maravilhosa que foi realizada aqui”. Maria recorda das vezes que chamava escolas para visitas em grupo no Museu e em como todos se acomodavam na sala do júri para ouvir as palestras. “Foi tempo muito agradável, repleto de emoções, tínhamos algumas dificuldades em conseguir as coisas naquela época, mas vejo que hoje existe um trabalho maior pelo espaço. Graças a Deus estou viva para ver o trabalho frutificar”, finaliza.
Como foram pensadas as exposições
As salas foram selecionadas conforme o tamanho das disposições, para evidenciar o conjunto específico de objetos e informações. É o que explica o diretor de acervos e pesquisa, professor Robson Laverdi.
“Nós procuramos olhar o tamanho das salas, mas também observar as possíveis reações do público nos diferentes espaços, por conta de iluminação e dos artefatos que fazem o suporte dos materiais expostos”.
Ao receber três exposições, cada uma com suas peculiaridades e características próprias, a equipe encarou o desafio de suprir todas as exigências das mostras.
“Cada um aqui no museu tem uma habilidade ou desenvolve uma função, que nesses momentos de preparação de uma exposição sempre são utilizados na sua máxima atenção. A equipe toda está preparada e ansiosa para que o público possa opinar sobre o próprio prédio novo e tudo que está sendo apresentado”, complementa o professor.
Dentre as três, uma delas é inédita fora da capital. A exposição “Aula de Anatomia” trará corpos mumificados, órgãos humanos e objetos de autópsia pertencentes ao Museu de Ciências Forenses. É a primeira vez que o acervo sai de Curitiba e fica alocado em outro Museu, com o objetivo de gerar uma narrativa própria para ações educativas. O acervo conta com peças que existem desde 1910, quando então era conhecido como Museu do Crime, constituído por objetos relacionados a delitos.
E nada de foto lá dentro. Por se tratar de conteúdo sensível, as pessoas que entrarem devem estar cientes de que o Museu do Crime retratou a violência e as deficiências do corpo humano. Somente maiores de 12 anos (menores de idade acompanhados pelos responsáveis) poderão entrar nessas salas. Como conta o diretor de Ação Educativa do MCG, professor Ilton Cesar Martins, que intermediou a vinda da exposição ao MCG, o “Aula de Anatomia” contará com instrumentos e equipamentos utilizados desde o início das atividades periciais no Paraná.
“Além de livros, documentos e arquivos fotográficos, de ossos e outras peças anatômicas consideradas interessantes para o estudo da medicina legal, o público verá que o conhecimento do corpo humano é essencial para a prática forense”.
Residente em Ponta Grossa há pouco mais de três anos, Ilton não esconde o orgulho e a ansiedade em participar da reabertura do Museu.
“A entrega de um aparelho cultural, simbolicamente e afetivamente tão importante para a população da cidade, é muito importante. Espero que todos usufruam sempre que puderem e quiserem do MCG, um espaço público, gratuito, democrático e acessível”, completa.
A parceria entre os Museus acontece desde 2023, por meio da exposição “V ou F: venha ser um cientista forense”, que estava anteriormente no MCG. Fabíola Schützenberger Machado, diretora do Museu de Ciências Forenses, explica que o material exposto é delicado e exige bastante cuidado no manejo.
“É muito importante pra gente que outras pessoas possam conhecer esse acervo. Nós temos sedes da Polícia Científica em 20 cidades do Paraná, mas o Museu nós só temos em uma, então levar o trabalho da perícia para outros lugares é bem significativo”. O desejo para que esta parceria não seja a última é o imperativo na fala de Fabíola. “Esse apoio da Universidade é muito importante para o Museu. Sem essa rede é difícil desenvolver as atividades, de pensar em novas ideias e em novas pesquisas, e junto da UEPG ficamos mais fortes”.
O coração voltou
Neto de colonos poloneses por parte de pai, Paulo Leminski tem obras carregadas de referências à cultura polonesa. E são estas raízes que estão à mostra no “Meu Coração de Polaco Voltou”. Quem passar pelas salas verá uma série de documentos originais, livros, painéis com reprodução de textos, fac-símiles e fotos do acervo particular de Leminski, com curadoria de Aurea Leminski e Estrela Ruiz Leminski. A brasilidade do poeta e escritor não o impediu de assumir com orgulho o seu coração polaco, como afirma Aurea. “Este projeto garante a difusão da obra do artista, das tradições polonesas, além de reforçar a importância do legado do autor e sua relação orgânica com a comunidade brasileira”. A mostra nasceu em 2015, em Curitiba, e já passou por Porto Alegre, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Palmeira e por diversas cidades da Polônia, como Varsóvia e Poznan.
A parceria com o MCG é de longa data. Desde que a exposição “Múltiplo Leminski” esteve no Museu em 2021, as equipes já estavam discutindo a possibilidade de fazer novas exposições sobre Leminski. “Com a conclusão do restauro do prédio histórico, vimos uma excelente oportunidade de incluir a exposição na programação de abertura. Estamos muito felizes em compartilhar com os visitantes de Ponta Grossa outros aspectos da vida e obra de Paulo Leminski, especialmente neste ano em que celebramos os 80 anos de seu nascimento”, ressalta Aurea, que celebra o momento especial da reabertura para a cidade, Museu e UEPG.
“Estamos muito orgulhosas de que a nossa exposição faça parte deste momento histórico para a cidade, com a abertura da nova sede do Museu Campos Gerais. Estamos testemunhando um marco na profissionalização da instituição, que agora conta com um espaço expositivo de excelência”, finaliza.
Quem fez questão de comparecer à abertura da exposição foi a cônsul-geral da República da Polônia em Curitiba, Marta Olkowska. Marta esteve na Reitoria da UEPG na parte da manhã, onde, recebida pelo reitor Miguel Sanches Neto, pelo chefe de gabinete Rauli Gross e pela professora Vera Lucia Martiniak, pôde se familiarizar com a história do MCG e o processo de restauro, concluído em janeiro de 2024. Impressionada com a estrutura da UEPG, a cônsul parabeniza a Universidade pelas ações desenvolvidas.
“Tudo isso é muito interessante, não passava na minha cabeça que vocês eram tão envolvidos na comunidade. É uma surpresa, quando eu cheguei aqui, eu pensei uma coisa, e é muito bom saber que vocês estão nessa vanguarda, é bom ouvir essa vontade de vocês de estar à frente”, declara.
Ex-prefeito
Albary Guimarães foi um dos gestores mais importantes que a cidade já teve. Esta é a perspectiva que a exposição “Albary, o Prefeito” procura mostrar. “Há quase 100 anos, ele promoveu um saneamento financeiro na cidade e pagou todas as dívidas, isso os dados nos provam”, afirma Niltonci, também curador da mostra. Guimarães foi prefeito de Ponta Grossa entre 1934 e 1944. A trajetória desta década estará presente com objetos, roupas, livros e documentos, do acervo do próprio Museu e da família do ex-prefeito. Participaram da organzação desta exposição Edson Armando Silva, Carmencita de Holleben Mello Ditzel e Rosângela Wosziack Zulian.
“No nosso entendimento, a grande importância do Albary foi pensar a cidade para o futuro, pois ele promoveu uma grande reforma urbana em Ponta Grossa”, explica Niltonci.
Foi Albary quem planejou o desenvolvimento da cidade nas décadas seguintes, tornando o município relevante no cenário paranaense. Juntamente com a trajetória política e memórias familiares, a exposição também mostra a relação de Albary com outras duas figuras fundamentais: Manoel Ribas; que era um interventor do estado, cargo similar ao Governador; e Getúlio Vargas, Presidente da República.
“Então a exposição explora essa relação dos três líderes públicos, porque eles ocuparam o poder no mesmo período nas décadas de 30 e 40”. Em breve, mais exposições virão para integrar as que estão em mostra. “No próximo mês nós devemos entrar com a comemoração do Centenário do Poty Lazzarotto, que vem do Museu Oscar Niemeyer”, informa.
A equipe do MON estará nesta sexta-feira (21), para uma visita técnica ao MCG e acertar os detalhes.
Histórico
A primeira vez que o prédio histórico abriu as portas foi em 04 de janeiro de 1928, como símbolo do Poder Judiciário. Foi a data da inauguração do Fórum da Comarca de Ponta Grossa, primeiro do interior do Paraná. Por ser um espaço de grandes proporções, juntamente funcionavam a Coletoria Estadual, a Delegacia de Polícia, tabelionatos, Cartórios do Crime e de Registro Civil e o atendimento jurídico gratuito ofertado pelo curso de Direito da UEPG. Depois de 55 anos, o prédio passou a ser do Museu Campos Gerais, em 28 de março de 1983, com transferência do Fórum para uma nova sede, em Oficinas. Por conta de danos estruturais, o Museu foi interditado em 2003 e transferido para outro prédio, na mesma quadra, esquina as ruas Engenheiro Schamber e XV de Novembro. Enquanto pró-reitor de Extensão e Assuntos Culturais, o professor Miguel Sanches Neto, em 2008, entrou com uma licitação para restauro do edifício. Em 2010, a UEPG captou R$1 mi via Lei Rouanet, valor utilizado para reforma nos pontos mais emergenciais da estrutura: forro, vigamento e telhado, bem como a pintura externa e interna do pavimento térreo. Na época, o restauro não foi possível, mas foram realizados reparos que mantiveram a estrutura até 2021. Foi em 2022 em que a obra que deu nova vida ao prédio e o restauro iniciou, graças a uma verba de R$ 10,5 milhões, vindas do Fundo Nacional de Defesa de Direitos Difusos.
Serviço
As visitações individuais dispensam a necessidade de agendamento, em caso de visitas de grupos, a atividade deve ser combinada pelo e-mail museucamposgerais@uepg.br. O horário de atendimento é de terça-feira a sábado, das 9h às 11h45 e das 13h30 às 17h.
Com informações da UEPG e Fotos: Aline Jasper, Jéssica Natal e Domitila Gonzalez.
O lançamento da obra do historiador Fábio Mauricio Holzmann Maia, pelas editoras Arte Telúrica e ABC Projetos Culturais, acontecerá no Centro de Música de Ponta Grossa (Conservatório de Música Maestro Paulino), na sexta-feira, dia 21 de junho, a partir das 19h, com a apresentação da Orquestra de Cordas de Ponta Grossa, e às 20h, com sessão de autógrafos e venda de livros.
“A Orquestra que Plantou Arroz” é um projeto aprovado pela Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Ponta Grossa, com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura do Governo Federal, e realizado pelas editoras Arte Telúrica e ABC Projetos Culturais.
Em 160 páginas de cultura, história e música, o autor traz as raízes da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa. A obra trata de pontos como a subsistência do grupo na década de 1950, que, por dificuldades financeiras, decidiu plantar arroz para garantir os recursos de manutenção, além de identificar os integrantes e o repertório musical tocado pelo grupo ao longo dos anos.
O livro do historiador nasceu da sua pesquisa de 20 anos na área da história da música, ao investigar a presença de uma orquestra sinfônica em Ponta Grossa, num momento em que o Brasil tinha poucos conjuntos dessa natureza, o que também evidencia a importância de sua formação, em 4 de julho de 1954. “Oito amigos se reúnem para produzir música que eles consideravam de qualidade, pedem à diretoria do Clube Princesa do Campos (Clube Verde) que cedesse o espaço para que aos sábados eles pudessem fazer ensaios”, relata o autor sobre os primórdios do grupo.
Em 2024, são comemorados os 70 anos da criação da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa, data marcante para a cultura da Princesa dos Campos. O grupo recebeu carta de Eleazar de Carvalho, maestro da Orquestra Sinfônica Brasileira no ano de 1956, parabenizando a cidade por possuir uma orquestra sinfônica. O historiador afirma que a Orquestra está entre as dez primeiras no país, “ela é um produto do contexto cultural da cidade, é possível produzir cultura quando se tem um ambiente favorável, e Ponta Grossa contava muito com isso”.
O autor acrescenta que o grupo é um ambiente democrático, “essa é uma das características da Orquestra, do respeito à diversidade, do respeito ao outro e à opinião do outro, o ideal da música unia pessoas com pensamentos diferentes”. A obra será disponibilizada em formato impresso e em audiolivro, que conta com ambientação de música de orquestra, além da audiodescrição das imagens históricas presentes no encarte fotográfico.
O Brasil avançou às semifinais da Liga das Nações de Vôlei Feminino (LNV) ao derrotar a anfitriã Tailândia nesta quinta-feira (20), por 3 sets a 0 (25/21, 25/20 e 25/23), em Bangcoc. Única equipe ainda invicta no torneio e atual líder do ranking mundial, a seleção segue firme em busca do título inédito.
No próximo sábado (22), às 10h30 (horário de Brasília), as brasileiras enfrentam as japonesas por uma vaga na final da LNV. Os times já duelaram na primeira fase classificatória, com o Brasil virando o placar sobre as asiáticas até selar a vitória por 3 sets a 2. Se sair vitoriosa, a seleção brasileira disputará o título às 10h30 de domingo (23).
O triunfo de hoje sobre a Tailândia foi o segundo no torneio – o Brasil já cravara 3 sets a 0 na fase classificatória. Nesta quinta (20), a capitã Gabi foi a maior pontuadora, com 16 acertos, seguida por Ana Cristina (14) e Rosamaria (11).
Na Olimpíada de Paris, a equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães será cabeça de chave do Grupo B, que tem ainda Polônia, Japão e Quênia. O torneio de vôlei em Paris 2024 está programado para o período de 27 de julho a 11 de agosto.
Liga das Nações de Vôlei Masculino
A seleção masculina de vôlei travou uma batalha acirrada contra os Estados Unidos na manhã desta quinta (20), mas acabou superada por 3 sets a 2 ( 25/21, 18/25, 25/21, 22/25 e 15/9), em Manila (Filipinas), em partida da terceira e última semana da fase classificatória.
Atual quarto colocado na classificação geral, com 20 pontos, o Brasil comandado pelo técnico Bernardinho volta a jogar às 4h desta sexta (21) contra o Canadá (5º). A lista de relacionados para o duelo foi definida nesta tarde. Apenas as sete seleções mais bem colocadas ao fim da primeira fase, mais a Polônia (país-sede da fase final do torneio), avançarão às quartas de final.
Apesar do revés no jogo de hoje (20), o oposto Alan foi o melhor em quadra, ao marcar 26 pontos, superando o norte-americano Defalco, com 21 acertos. Quem também brilhou pelo lado brasileiro foi o central Lucão, com 19 pontos.
Com um saltotemporal em Divertidamente 2, Riley se encontra mais velha, passando pela tão temida adolescência. Junto com o amadurecimento, a sala de controle também está passando por uma adaptação para dar lugar a algo totalmente inesperado: novas emoções. Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho, que há muito tempo comandam uma operação de sucesso, não sabem ao certo como se sentem quando a Ansiedade, a Inveja, o Tédio e a Vergonhachegam. Divertidamente 2 tem duração de 1h36m.
O filme estreou nos cinemas de PG nesta quinta-feira (20) e os cinemas já contam com diversas sessões disponíveis para quem quer ver a sequência.
Considerado uma lenda brasileira na cena eletrônica, o artista se apresenta no Submerso | Foto: Divulgação
Gabe desembarca em Ponta Grossa neste sábado (22) para uma grande apresentação. O artista se apresenta no Submerso (Avenida Bonifácio Vilela, 919). Ele é considerado uma lendabrasileira na cena eletrônica, consolidando-se como um dos melhores produtores nacionais, com uma carreira sólida e regular nos últimos 20 anos.
O DJ é presença certa em festivais como XXXPerience, Tribe, Só Track Boa, Rock In Rio e Ultra Music Festival, além de ter lançado sua própria festa “Gabe All Night Long” e sua própria gravadora, a G-Spot.
Com mais de meio milhão de ouvintes mensais no Spotify, GABE possui parcerias de sucesso com nomes como VintageCulture, Gordo (ex-Carnage), MarcoStrous, Viot, Classmatic, Reelow, Slow Motion, Illusionize, D-Nox e Bondi.
Os ingressos podem ser adquiridos na loja Treme Terra do piso 2 do Shopping Palladium (Rua Ermelino de Leão, 703, Olarias) ou então pelo site ingressonacional.com.br. Informações pelo telefone (47) 99967-6572.
Agenda
No próximo mês o Submerso/MGPRD promete mais um grande evento para Ponta Grossa. Dessa vez o palco será o Clube Ponta Lagoa sede centro. A tour do Club catarinense Surreal. A data escolhida é o 25/07 (quinta-feira, véspera de feriado). O Surreal Tour em Ponta Grossa quer despertar o imaginário dos convidados e apresentar uma nova realidade, com uma estrutura audiovisual inédita na cidade.
O line up conta com uma atração do selo AFTERLIFE: o produtor argentino OOSTIL, um dos principais artistas do techno melódico mundial, acompanhado de Waltervelt, Diogo Accioly e Max&Guedes. O lote promocional de ingressos já está a venda no site ingressonacional.com.br e na loja Treme Terra Palladium. Camarotes, mesas e informações pelo telefone (47) 99967-6572.
Para as crianças, diversas atividades recreativas estarão disponíveis | Foto: PMPG/Reprodução
Para as crianças, diversas atividades recreativas estarão disponíveis | Foto: PMPG/Reprodução
Sucesso em suas primeiras edições, o programa ‘Prefs tá no bairro’ chega ao Neves. Neste sábado (22), o evento que aproxima ainda mais os serviços da Prefeitura de Ponta Grossa da comunidade realiza ação no Núcleo 31 de Março. Das 9h às 12h, diversas atividades serão oferecidas de forma gratuita para os moradores na Rua Sargento Carlos Argemiro de Camargo, ao lado do campo de futebol.
O objetivo desta edição do ‘Prefs tá no bairro’ é atender não só a população do 31 de Março, mas de todas as vilas e residenciais da região, como Rio Verde, Jardim Conceição, Pitangui e Andorinhas. E a novidade, além dos diversos serviços à disposição e da Praça de Atendimento que será montada no local, fica por conta do clima junino, com a apresentação do tradicional ‘arraiá’ durante o evento.
E quem reforça o convite aos moradores para participarem do ‘Prefs tá no bairro’ é a prefeita Elizabeth Schmidt.
“É uma alegria muito grande poder aproximar ainda mais as nossas atividades da população dos bairros, juntando essa prestação de serviços com muito lazer, música e diversão. É um programa para toda a família”, destaca a prefeita, que esteve presente nas ações realizadas no Santa Luzia e no Shangrilá.
Feira Verde
Uma das novidades da terceira edição do ‘Prefs tá no bairro’ é que haverá um ponto de coleta do programa Feira Verde na manhã de sábado (22) à disposição das comunidades do bairro Neves. O programa Feira Verde troca materiais recicláveis por alimentos e outros benefícios para a população.
Serviços
Na Praça de Atendimento, os moradores contarão com servidores à disposição para orientação aos moradores e a consulta de protocolos. Além disso, serão colocadas tendas com orientações da Agência do Trabalhador, Procon Móvel, Casa da Mulher, SuperintendênciadeHabitação, Sala do Empreendedor, CRAS Móvel e informações sobre o IPTU.
Juntamente com as atividades ao lado do campo de futebol, equipes da Prefeitura irão realizar melhorias nas ruas do bairro, com serviços de limpeza e manutenção das vias, e equipes da Fundação Municipal de Saúde (FMS) farão visitas nas residências para passar orientações sobre a Dengue.
Saúde e Lazer
Na área da saúde, adultos e crianças que buscam atualizar o calendário de vacinação poderão contar com o Ônibus da Vacina, que oferecerá aplicações de vacinas contra a poliomielite, além das demais vacinas do Calendário Nacional, incluindo as contra covid-19 e gripe.
Para as crianças, diversas atividades recreativas estarão disponíveis, incluindo pintura de rosto, brincadeiras, brinquedos e miniesportes, assim como karaokê, contação de histórias, apresentação do PalhaçoPicolé e bonecos educativos.
A icônica série americana Todo Mundo Odeia o Chris que fez parte da vida dos brasileiros está prestes a retornar, desta vez em um novo formato, em animação.
Segundo a Variety, alguns dos principais astros da série, como Terry Crews e Tichina Arnold, vão reprisar seus papéis, agora como dubladores. Chris Rock, que é o narrador original da série, também voltará a desempenhar a mesma função.
Exibida originalmente entre 2005 e 2009, Todo Mundo Odeia o Chris foi transmitida na TV aberta pela Record TV no Brasil. A série conquistou o público brasileiro ao retratar com humor os diversos desafios enfrentados por Chris, desde a competição com seu irmão mais novo, que se destacava em várias atividades, até a questão de ser o único aluno negro em sua escola.
Marque na sua agenda: Dia 28 de junho é dia de CPM 22 no Sexta às Seis. Na abertura da novatemporada de shows do Sexta às Seis, quem vai comandar a noite com direito a ato de abertura pela banda Jamp, é o CPM 22.
Muito conhecido por seus hits “Não Sei Viver Sem Ter Você”, “Apostas e Certezas”, “Desconfio”, “Dias atrás”, “Regina Let’s Go” e “Um Minuto Para o Fim do Mundo”, a banda, com uma bagagem de quase 30 anos de história chega a Ponta Grossa para levar o ParqueAmbiental as alturas.
Os shows da banda Jamp e CPM 22 acontecem respectivamente, as 19h e 20h, no ParqueAmbiental, no dia 28 de junho. O evento é uma promoção da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa juntamente com a Secretaria de Cultura.
Foto: Divulgação/Prefeitura de Ponta Grossa e Secretaria de Cultura
Foto: Reprodução das redes sociais do Galã do Amor
O amor vai se espalhar pelo ar nessa terça, pois o Pontagrossauros Podcast recebe o Galã do Amor, influenciador e mestre da sedução para mais uma edição. Com mais de 70 mil seguidores apenas em uma das suas redes, Galã se tornou uma das maiores referências da cidade no meio digital, com o seu jeito sincero, engraçado, galanteador e de bem com a vida.
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📅 Data: Terça-feira, 18 de junho
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