O esporte brasileiro conquistou a primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, com a vitória de Beatriz Souza sobre a israelense Raz Hershko na final da categoria +78kg feminino.
A vitória foi desenhada logo nos primeiros 30 segundos de luta, quando a brasileira conseguiu um wazari ao derrubar a israelense, em meio a uma tentativa de aplicar um o-soto-gari – varrida por fora da perna da adversária, empurrando-a contra o pé. Com a queda da israelense, a brasileira abriu a pontuação.
Com duas advertências por falta de iniciativa, o combate continuou com a israelense quase aplicando um golpe que poderia igualar o placar, mas Beatriz soube se desvencilhar, evitando tocar o solo com sua lateral ou as costas.
A brasileira, então, se manteve concentrada, administrando a vantagem, com a israelense já demonstrandocansaço.
A vitória colocou o Brasil na 18ª posição no quadro geral, com uma medalha de ouro, três de prata e três de bronze.
Neste fim de semana, dias 03 e 04 de agosto, Ponta Grossa sediará a última etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross 2024. A competição será realizada no Centro Agropecuário, no bairro Contorno.
O evento inédito na cidade reunirá mais de 400 pilotos de vários estados brasileiros e de outros países que irão disputar o título nacional na recém construída pista de 1530 metros. A expectativa da organização é que cerca de 15 mil pessoas prestigiem a última etapa do campeonato nacional. O evento é aberto ao público que deve doar 2kg de alimento para cada dia de provas.
A sétima etapa do campeonato será realizada pela Prefeitura de Ponta Grossa em parceria com a Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM). O público contará com serviços públicos, como recreação e o ônibus da vacina e, será permitida a entrada com cadeiras, cangas e esteiras, sendo vedada a entrada com cooler e alimentos para consumo no local. Além de arquibancada, o evento conta com praça de alimentação e banheiros químicos. Será permitido acesso a área de box dos pilotos mediante pagamento de R$30,00 com acesso aos dois dias de competição.
A coletiva de imprensa está marcada para a próxima sexta-feira (02), às 16h, no Centro Agropecuário. No sábado (03), das 8h às 12h ocorrem os treinos livres e a partir das 13h iniciam as provas nas categorias MX2 e MX1. No domingo (04), a competição ocorre durante todo o dia, com provas iniciando às 8h até as 18h.
Após duas derrotas nas duas primeiras partidas em Paris, a seleção masculina de vôlei fez o dever de casa e derrotou o Egito por 3 sets a 0 (parciais de 25/11, 25/13 e 25/16). A vitória manteve o Brasil vivo na luta pelo tetracampeonato olímpico. O resultado manteve o Brasil na terceira posição da Chave B, com seis pontos, e garantiu a classificação matemática às quartas de final como um dos melhores terceiros colocados da competição. Resta saber se os brasileiros avançam na sétima ou oitava colocação geral.
A posição altera o cruzamento na próxima etapa: quem ficar em oitavo lugar vai enfrentar o melhor time da fase de grupos. A definição dos confrontos se dará no sábado (3), após as últimas partidas da primeira etapa.
O Brasil iniciou a partida com o levantador Bruno de titular, e a volta de Alan ao banco de reservas após se recuperar de uma lesão na panturrilha esquerda. Agressiva desde o início, a seleção deslanchou a partir do quarto ponto e não saiu mais da liderança, se apoiando no poder de ataque do ponteiro Leal e do oposto Darlan. A vitória na parcial veio por 25/11.
O segundo set começou com os egípcios jogando melhor. Eles chegaram a liderar o placar, mas logo o Brasil virou. A partir daí o roteiro foi parecido com o da parcial anterior, com a seleção se aproveitando dos erros do oponente para abrir vantagem. No fim, 25/13 para os brasileiros.
O Egito ofereceu um pouco mais de resistência na terceira parcial. Mesmo assim o time do Brasil manteve a tranquilidade e a concentração em quadra. O ataque de Darlan fechou a parcial em 25/16, e o jogo em 3 sets a 0, em apenas 1 hora e 09 minutos. O oposto, aliás, foi o principal pontuador da partida com 15 pontos: foram 12 de ataque, 2 de bloqueio e 1 de saque.
Acontece no próximo dia 10 (sábado) o Fogo & Lenha Festival. O evento terá como endereço a sede campestre do Clube Ponta-Lagoa (Avenida Visconde de Mauá, 9224) das 11h às 21 horas no formato open food e open bar, ou seja, tudo liberado à vontade para o consumo durante o período do evento.
De acordo com a organização, os cortes de carne e as opções de bebida alcoólicas e não alcoólicas estarão distribuídos em estações. Haverão pontos de autoatendimento de chope das marcas Brahma, Stella, Patagônia, Colorado e Bierbaum pelo espaço.
Entre as opções disponíveis no Festival estarão costela de chão, hambúrguer e choripán, alcatra, porcoparaguaio, pirarucuna brasa, brisket, picanha e muito mais. Esses cortes especiais com qualidade premium contarão com acompanhamentos que harmonizamperfeitamente, preparados por diversoschefesespecializados na arte do assado. Sobremesas feitas no fogo e na lenha completam o cardápio.
O Fogo & Lenha Festival será realizado em área de bosque do Clube, a beira do lago. Contará ainda com espaço kids, ambientes de workshop, área para pic-nic e palco para apresentação de artistas locais durante todo o dia.
Os ingressos estão a venda pelo site ingressonacional.com.br, Clube Ponta-Lagoa sede urbana (Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 116), loja Treme Terra do piso 2 do Shopping Palladium (Rua Emerlino de Leão, 703, Olarias) e Nelore Casa de Carnes (Rua Ana Nery, 478, Uvaranas).
Gabriel Medina foi o campeão do embate de brasileiros por uma vaga nas semifinais do torneio masculino de surfe dos Jogos Olímpicos de Paris (França). O tricampeão mundial mostrou toda a sua técnica para desbancar João Chianca, também conhecido como Chumbinho, por 14,77 a 9,33, nas ondas de Teahupoo nesta quinta-feira (1). Agora o surfista de São Sebastião medirá forças com o australiano Jack Robinson para buscar uma vaga na grande decisão.
Apesar de o mar não estar tão grande como em dias anteriores, Medina mostrou a agressividade que lhe é característica logo no início da bateria de forma a jogar a pressão para Chumbinho. Logo nos primeiros minutos da disputa o tricampeão mundial tirou da cartola dois tubos para receber as suas duas melhores notas na disputa, um 6,67 e um 8,10.
Já João Chianca tinha muitas dificuldades para responder à altura, em especial em um mar com condições difíceis. Desta forma teve como melhor nota um 4,83, o que foi insuficiente para impedir a classificação de Medina.
“Esta é a minha onda favorita [de Teahupoo], como sempre falei. Fico feliz só de entrar na água aqui, e hoje foi uma bateria importante contra o João, que é meu amigão e tivemos de nos enfrentar. E fico feliz de estar na semifinal”, declarou o surfista de São Sebastião após a classificação.
Ao ser perguntado sobre a condição do mar, Medina expressou a expectativa de que ele melhore nos próximos dias para a disputa das semifinais:
“Teahupoo muda muito [as condições do mar], pois é muito exposto. Hoje a gente lidou com o vento, com o tamanho, que diminuiu bastante, mas na próxima [disputa], provavelmente sábado, a previsão está bem boa para as ondas. Então acredito que o mar vai dar uma melhorada”.
Tati na semifinal
O Brasil também garantiupresença na semifinal da disputa do surfefeminino, com Tatiana Weston-Webb, que superou a espanhola Nadia Erostarbe nas quartas de final por 8,10 a 6,34. Antes a brasileira já tinha dado prova de que é forte candidata ao ouro olímpico após deixar pelo caminho a norte-americana Caitlin Simmers, atual número um do mundo.
“Estou me sentindo ótima [com a classificação para a semifinal]. Encontrei condições muito difíceis [no mar], mas passando essa bateria me deu condições, pois foi uma bateria super difícil, mas consegui mostrar um pouco do meu surfe e pegar uma ondas, e graças a Deus deu para passar mais uma”, declarou a brasileira após a classificação.
Na próxima fase da competição Tati medirá forças com a costarriquenha Brisa Hennessey, que superou a brasileira Luana Silva por 6,37 a 5,47 e impediu uma semifinal brasileira no feminino.
Ouro foi para a norte-americana Simone Biles (Foto: Luiza Moraes/COB | Reprodução)
Rebeca Andrade conquistou a medalha de prata, em um embate histórico com a norte-americana Simone Biles, que ficou com o ouro na final individual geral feminina da Ginástica Artística, nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. A medalha de bronze ficou com a também norte-americana Sunisa Lee, ouro na Olimpíada de Tóquio, em 2020.
A competição abrange quatro aparelhos: salto, paralela assimétrica, trave e solo; e a nota final é o somatório das notas obtidas pelas atletas em cada um deles.
Biles somou 59.131 pontos, seguida de Rebeca, com 57.932; e de Sunisa Lee, com 56.465.
Com a conquista, a ginasta se tornou a mulher brasileira com o maior número de medalhas olímpicas – quatro no total. A outra brasileira classificada para a final, Flávia Saraiva, ficou em 9º lugar, com 54.032 pontos. Esta foi sua primeira participação na final desta modalidade.
Instrumentista, compositor e produtor musical, Gegê Félix promete uma noite especial em apresentação no Cine Teatro Ópera. (Foto: Assessoria/Divulgação)
Na quarta-feira (07), o músico curitibano Gegê Félix se apresenta em Ponta Grossa, no Cine Teatro Ópera, a partir das 20h. O show “Gegê Felix e Convidados” contará com um repertório especial composto por diversas canções, inclusive músicas escritas pelas autoras da região dos Campos Gerais: Carol Oliveira, Dione Navarro e Renata Florisbelo. Os ingressos estão à venda por 30 reais, prometendo uma noite de muita emoção e cultura.
A escritora Carol Oliveira terá sua canção “Viajar” apresentada por Gegê Félix. Sobre essa parceria, Carol comenta:
“É uma honra ter uma música com a letra de minha autoria gravada pelo músico Gegê Félix. Um maravilhoso profissional o qual contemplou a melodia e arranjos. Foram alguns meses de trabalho com um resultado perfeito de uma música que te leva num embalo nostálgico e prazeroso”.
Renata Régis Florisbelo contribuirá com quatro canções autorais e uma em parceria com Dione Navarro. As músicas “Janela Aquarela”, “Boneca de Pano”, “Retrato” (finalista do Festival Universitário da Canção – FUC em junho deste ano) e “Corina Virou Arte” (em parceria com Dione Navarro) serão apresentadas na noite. Renata expressa sua alegria:
“Com 17 livros publicados, posso garantir que contemplar uma letra de minha autoria ganhar a sonoridade de uma música e tornar-se canção é uma emoção especial… Tive esta alegria em cada uma das quatro composições em parceria com o Gegê Félix”.
“Corina Virou Arte” é uma canção em homenagem a Corina Portugal, uma figura emblemática da história ponta-grossense, que é considerada santa por muitos moradores da região.
“A música retrata a ternura e o alento que a Corina significa para os ponta-grossenses. Também contar um pouco de história de como a rosa branca está associada à Corina como significado da fé e da devoção, conforme relatado no livro ‘Corina Portugal: Súplicas e Respostas’, de minha autoria”, comenta Dione.
Carol Oliveira, Dione Navarro e Renata Florisbelo, escritoras da região que terão suas letras interpretadas por Gegê Félix. (Foto: Assessoria/Divulgação)
Para quem deseja uma noite culturalmente rica e musicalmente envolvente, o show de Gegê Félix é uma grande oportunidade. Além das apresentações das talentosas compositoras da região, Gegê Félix promete encantar com sua voz e interpretação, apresentando também suas próprias composições.
Os ingressos podem ser adquiridos diretamente no local, e para quem desejar, há a opção da compra via Pix através da chave 729.984.159/20. Não perca essa chance de prestigiar a nossa música em uma noite cultural e especial no Cine Teatro Ópera.
Uma vitória com autoridade para selar a chegada do tênis de mesa do Brasil a uma semifinal de Jogos Olímpicos pela primeira vez na história. Foi em sets diretos (4 a 0) que Hugo Calderano derrotou o sul-coreano Jang Woojin nas quartas de final, na melhor exibição dele na Olimpíada de Paris.
A semifinal está marcada para a manhã desta sexta-feira (2), em horário que ainda será definido: 6h ou 9h30, no horário de Brasília. O adversário do brasileiro, número 6 do mundo, será o vencedor do duelo entre o egípcio Omar Assar (22º no ranking mundial) e o sueco Truls Moregard (26º), que eliminou o chinês Wang Chuqin, número 1 do mundo.
Ao contrário do que aconteceu nos últimos dois jogos, quando perdeu o primeiro set e precisou virar o placar, desta vez o brasileiro começou muito concentrado e não deu chances ao adversário. A parcial de 11/4 abriu os caminhos para uma exibição de gala do sexto colocado no ranking mundial do tênis de mesa. O sul-coreano fez a maior pontuação na segunda parcial: 7 pontos, mas Hugo venceu por 11/7. Nas parciais seguintes, o brasileiro seguiu dominando a partida e administrando a vantagem, fechando o terceiro set por 11/5 e o quarto em 11/6.
“Sentimento é de muita felicidade em levar o tênis de mesa para um patamar tão alto nos Jogos Olímpicos. Mas logo em seguida já vem o sentimento de ‘vamos para o título’. Sei que ainda tenho dois jogos, ganhando ou perdendo, então tenho que manter o foco.” afirmou Hugo Calderano em entrevista ao canal Sportv.
Aos 28 anos, Hugo Calderano é o maior nome do tênis de mesa do Brasil. Ele já havia igualado o resultado da Olimpíada de Tóquio ao chegar novamente às quartas de final. Mas, fazendo a terceira participação olímpica, é a primeira vez que avança às semifinais e entra na briga direta por medalhas. Ele terá ainda dois jogos na competição e luta, no mínimo, pelo bronze.
“A medalha é o grande objetivo em qualquer Jogos Olímpicos para mim. Lembro que quando perdi em Tóquio fiquei muito triste e chateado por algumas horas e depois já estava pensando em voltar aos treinos e como fazer para ser melhor em Paris. Isso é resultado de muito trabalho diário, de muito sacrifício. Não digo sofrimento pois escolhi fazer isso e gosto. Mas tudo vale a pena e agora vou buscar a medalha, e quem sabe este título.’’, completou o carioca, em depoimento à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).
Mais que um churrasco, uma experiência para toda a família. Esse é objetivo do Fogo & Lenha Festival que vai movimentar Ponta Grossa e região no dia 10 de agosto (sábado). O evento acontecerá na sede campestre do Clube Ponta-Lagoa (Avenida Visconde de Mauá, 9224) das 11h às 21 horas no formato open food e open bar, ou seja tudo liberado à vontade para o consumo durante o período do evento.
Entre as opções disponíveis no Festival estarão costela de chão, hambúrguer e choripán, alcatra na pedra, porco paraguaio, pirarucu na brasa, brisket, picanha e muito mais. Esses cortes especiais com qualidade premium contarão com acompanhamentos que harmonizam perfeitamente, preparados por diversos chefes especializados na arte do assado. Sobremesas feitas no fogo e na lenha completam o cardápio.
De acordo com a organização, os cortes de carne e as opções de bebidaalcoólicas e não alcoólicas estarão distribuídos em estações. Haverão pontos de autoatendimento de chope das marcas Brahma, Stella, Patagônia e Colorado pelo espaço.
O Fogo & Lenha Festival será realizado em área de bosque do Clube, a beira do lago. Contará ainda com espaço kids, ambientes de workshop, área para pic-nic e palco para apresentação de artistas locais durante todo o dia.
Os ingressos estão a venda pelo site ingressonacional.com.br, Clube Ponta-Lagoa sede urbana (Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 116), loja Treme Terra do piso 2 do Shopping Palladium (Rua Emerlino de Leão, 703, Olarias) e Nelore Casa de Carnes (Rua Ana Nery, 478, Uvaranas).
As brasileiras Rebeca Andrade, Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares fizeram história na tarde desta terça-feira (30), pois conquistaram a medalha de bronze na disputa por equipes da ginástica artística nos Jogos Olímpicos de Paris (França). Esta foi a primeira oportunidade na qual o Brasil garante um lugar no pódio na disputa por equipes da modalidade em uma edição do megaevento esportivo.
Para alcançar este feito, o time brasileiro somou o total de 164.497 pontos, atrás apenas dos Estados Unidos, que contou com o brilho de Simone Biles para ficar com o ouro ao alcançar 171.296 pontos, e da Itália, prata com 165.494 pontos.
Com o bronze alcançado nesta terça-feira, a ginástica do Brasil chega ao total de sete medalhas em edições de Jogos Olímpicos. A primeira conquista veio nos Jogos de Londres (2012), um ouro de Arthur Zanetti nas argolas. Quatro anos depois, no Rio de Janeiro, Zanetti foi medalhista novamente nas argolas, mas de prata. Já Diego Hypolito e Artur Nory conquistaram, respectivamente, uma prata e um bronze no solo. Por fim, nos Jogos de Tóquio (2020), Rebeca Andrade conquistou as primeiras medalhas da ginástica feminina brasileira: um ouro no salto e uma prata no individual geral.
com informações da Agência Brasil
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