O Estação PG recebe nesta sexta-feira (6) a apresentação da banda Asteroids The Band, em mais uma noite dedicada aos clássicos da música. O show terá abertura do músico Moacir Smek.
A Asteroids The Band é conhecida por interpretar grandes sucessos do rock, pop e flashback, reunindo músicas que marcaram diferentes gerações. Já Moacir Smek, responsável por abrir a programação da noite, apresenta um repertório com clássicos do rock e da MPB.
Com mais de seis anos de atuação em Ponta Grossa, o Estação PG se consolidou como a casa do rock, um dos principais espaços para apresentações de rock na cidade, recebendo atrações locais, nacionais e internacionais.
Além da programação musical, o público encontra no local um cardápio variado com comida de boteco, pizzas, lanches, drinks e chopp gelado.
O Estação PG fica na Avenida General Carlos Cavalcante, nº 601, em Ponta Grossa. Mais informações e reservas podem ser feitas pelo telefone (42) 99861-0613.
Em celebração à Semana da Mulher, o Parque Estadual de Vila Velha, um dos principais destinos turísticos naturais do Paraná, preparou uma condição especial para visitantes. Entre os dias 6 e 15 de março, todas as mulheres pagam R$ 50 no ingresso para visitar o parque, em uma promoção válida exclusivamente para compras realizadas pelo site oficial.
Localizado em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, e a menos de 1h30 de Curitiba, o Parque Vila Velha se consolidou como um dos cenários naturais mais emblemáticos do Brasil, reunindo paisagens raras, formações geológicas milenares e uma estrutura cada vez mais voltada à experiência do visitante.
Patrimônio natural
A promoção da Semana da Mulher surge como um convite para que o público feminino aproveite o período para conhecer ou revisitar um dos patrimônios naturais mais importantes do país, marcado por atrações como os imponentes arenitos, formações rochosas esculpidas pela ação da natureza ao longo de milhões de anos, além das impressionantes furnas e da Lagoa Dourada, pontos que fazem parte do roteiro tradicional de visitação.
Nos últimos anos, o parque também ampliou significativamente as experiências disponíveis aos visitantes, incorporando atividades que unem aventura, lazer e contemplação da natureza. Entre os destaques estão a tirolesa, que proporciona uma vista privilegiada da paisagem natural dos Campos Gerais, e o arvorismo, circuito suspenso entre as árvores que combina desafio, contato com a natureza e atividade física ao ar livre.
Descanso e contemplação
A visita ao parque também pode incluir momentos de descanso e convivência em meio à natureza. Áreas de contemplação e espaços estruturados permitem passeios tranquilos e experiências ao ar livre que atraem desde famílias até visitantes em busca de atividades de ecoturismo.
Outro destaque é a estrutura gastronômica do parque, que oferece opções de alimentação para quem deseja transformar a visita em um passeio completo. Restaurantes, cafés e espaços de convivência permitem ao visitante prolongar a experiência, aproveitando o ambiente natural com conforto e tranquilidade.
Arte ao ar livre
Além das atrações naturais e de aventura, o público também pode aproveitar a visita para conhecer a exposição “MON Sem Paredes”, iniciativa do Museu Oscar Niemeyer, aberta recentemente no parque. A proposta leva obras e reproduções de importantes artistas para um ambiente ao ar livre, criando um diálogo entre arte, paisagem e patrimônio natural em um dos cenários mais simbólicos do Paraná.
A presença da mostra reforça o posicionamento do Parque Vila Velha como um espaço que vai além do turismo de natureza, incorporando também experiências culturais que ampliam o contato do visitante com a arte em meio à paisagem natural.
Com acesso facilitado a partir da capital paranaense e uma diversidade de experiências que vão da contemplação à aventura, o parque se mantém como um dos destinos mais procurados do estado. A promoção da Semana da Mulher reforça esse convite, estimulando novas visitas e celebrando a data em um ambiente que reúne natureza, cultura, aventura e lazer.
Ponta Grossa se prepara para encerrar o verão em grande estilo. No dia 15 de março (domingo), o Festival de Verão – Arte, Música e Conexão transforma o Espaço Sol de Verão em um grande palco multicultural, reunindo música, artes visuais, intervenções circenses e economia criativa em mais de oito horas ininterruptas de programação.
A atração de destaque será a banda nacional CPM 22, um dos nomes mais conhecidos do rock brasileiro, que divide o palco com a Banda Jamp, Electric Mob, Machete Bomb e Castanheira, fortalecendo a cena regional e consolidando o evento como um dos maiores encontros musicais da estação nos Campos Gerais.
Com realização da Jamp Produções e do Toaki, e produção executiva da Genius Social Cult – Agência de Criatividade e Inovação, o festival amplia seu conceito ao propor uma experiência que vai além da música, conectando diferentes linguagens artísticas e promovendo o encontro entre artistas, público e empreendedores locais.
Os portões serão abertos às 14h, com apresentação de DJ na recepção do público, e as bandas sobem ao palco a partir das 15h. Todas as atrações estão inclusas em um único ingresso.
A programação inclui exposição de artistas visuais, intervenções circenses ao longo do evento, apresentação artística de dança e uma feirinha com artesãos e brechós, transformando o espaço em um ambiente vivo de cultura e convivência. A proposta é celebrar o encerramento da estação mais vibrante do ano com diversidade, energia e pertencimento.
Para os integrantes da Banda Jamp — Pedro, Luan, Itto, Luiz e André — o Festival representa a realização de um sonho construído ao longo de anos dentro da cena cultural da cidade. Segundo eles, a iniciativa nasce da própria força artística local e da necessidade de ampliar espaços para a produção cultural da região. “Ponta Grossa tem muitos artistas talentosos e precisa de festivais como esse. É uma forma de mostrar que cidades do interior também têm muito a dizer através da arte”, destacam os músicos, que celebram ainda a oportunidade de dividir o palco com a banda nacional CPM 22 e fortalecer a cena regional.
O evento também marca o lançamento do Toaki, rede social que nasce com o propósito de conectar pessoas a experiências presenciais na cidade, fortalecendo a divulgação de eventos, espaços culturais e iniciativas criativas locais. Mais do que entretenimento, o Toaki é cultura pensada como pertencimento e desenvolvimento para o território.
Para a produtora cultural Erika Vernek, da Genius Social Cult, o Festival de Verão representa um movimento de fortalecimento cultural da cidade. “Nosso objetivo é estruturar um evento que conecte arte, economia criativa e impacto social, valorizando talentos locais e criando experiências que permaneçam na memória do público”.
Mais informações e ingressos podem ser conferidos no perfil oficial do evento no Instagram e os ingressos estão disponíveis no site oficial do Toaki. O valor integral é de R$ 50,00, mas todo mundo paga meia. Estudantes, idosos e pessoas com deficiência (PcD) têm direito à meia-entrada, conforme legislação vigente.
O público em geral também poderá adquirir ingresso solidário no valor de R$ 25,00 mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou um livro de literatura infantil em bom estado de conservação, que será destinado ao projeto Pegaí Leitura Grátis. O Festival reforça seu compromisso social por meio da meia-entrada e do ingresso solidário.
Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo Do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério Da Cultura – Governo Federal.
SERVIÇO
Evento: Festival de Verão – Arte, Música e Conexão
Data: 15 de março de 2026 (domingo)
Abertura dos portões: 14h
Início das apresentações: 15h
Local: Espaço Sol de Verão
Atrações: CPM 22, Jamp, Electric Mob, Machete Bomb e Castanheira.
Ingressos: Valor simbólico de R$ 25, além da doação de 1 kg de alimento não perecível ou um livro, destinados ao projeto Pegaí Leitura Grátis
Ponta Grossa recebe nesta sexta-feira (06) a montagem de “Amores de Machado de Assis”, uma produção que propõe uma jornada íntima e envolvente pela vida do grande autor brasileiro. A apresentação acontece em dois horários, às 19h e às 20h30 na Biblioteca Municipal (Professor Bruno Enei) com entrada gratuita. A obra revisita desde a infância pobre de Machado até o chalé do Cosme Velho, onde passou seus últimos anos, revelando as paixões, encantos e decepções que marcaram sua trajetória pessoal e literária.
A montagem mergulha nos bastidores da vida de um dos maiores nomes da literatura nacional, destacando não apenas o escritor consagrado, mas o homem por trás do mito. Ao longo da apresentação, o público é convidado a acompanhar suas primeiras letras, suas crônicas derradeiras e os sentimentos que atravessaram sua existência.
Mais do que reverenciar o autor de clássicos como Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, o trabalho busca aproximar Machado do espectador contemporâneo, evidenciando suas angústias, alegrias e incertezas. A proposta é humanizar a figura histórica, revelando um artista que viveu intensamente seu tempo e traduziu a essência de sua época para a posteridade.
O projeto foi aprovado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e conta com produção de Renan Sota e Bya Paixão. A assessoria de acessibilidade é assinada por Gabriele Alvarenga, com audiodescrição realizada por Renan Sota, ampliando o acesso do público à experiência artística. O evento tem apoio da Secretaria de Cultura de Ponta Grossa.
Além de Ponta Grossa, “Amores de Machado de Assis” também será apresentado em Castro, Carambeí, Prudentópolis e Palmeira, integrando um circuito regional de circulação cultural. As datas nas demais cidades serão divulgadas em breve.
Serviço
Evento: Apresentação – “Amores de Machado de Assis”
Data: 06 de março de 2026 (sexta-feira)
Horário: 19 horas e 20h30 (duas sessões)
Local: Biblioteca Municipal (Professor Bruno Enei)
Endereço: Rua Frederico Wagner, s/n (dentro do Complexo Cultural Jovanni Pedro Masini/Parque Olarias), Olarias, Ponta Grossa – PR
A banda ponta-grossenseJamp lançou na última sexta-feira (27) o EP “Interior”, novo projeto em formato acústico que reúne quatro canções e marca uma fase mais intimista na trajetória do grupo. Gravado em parceria com o Studio Lego, em Tibagi, o trabalho destaca a identidade regional da banda e transforma cotidiano, simplicidade e referências do interior em letra e melodia.
O EP apresenta novas versões acústicas de três músicas já conhecidas do público — “Refúgio”, “E Aí?” e “Voar”, faixa que inspira o contexto do projeto — além da inédita “Céu Rosa”, composta em parceria com o músico ponta-grossense Matheus Dallas, da banda Castanheira.
Sobre a criação da nova canção, o vocalista Pedro Marcello relembra o momento que deu origem à música, “Sobre a canção ‘Céu Rosa’, eu fiz um trecho dela no carro voltando pra casa à tarde, em um dia que o céu estava inspirador. Depois fui visitar o Dallas na casa dele e terminamos juntos essa canção”.
Mais do que uma releitura musical, “Interior” nasce como um projeto conceitual. A proposta da banda foi sair de uma lógica mais comercial e apostar em composições que dialogassem diretamente com suas próprias vivências e com a realidade do interior paranaense.
Pedro explica que o processo aconteceu de forma natural, “Foi muito natural. A gente sempre conversava que as bandas brasileiras traziam um pouco da sua região e costumes dentro das músicas. Nós decidimos sair um pouco da bolha da música comercial e começamos a compor a nossa verdade e a verdade do nosso lugar. Falar de interior pra nós é fácil; ser simples é uma coisa do nosso povo. Então a gente só passou pro papel e pra melodia coisas que a gente já vive, de um jeito mais intimista, tocadas no violão, que tem tudo a ver com o nosso lugar”.
O Studio Lego, em Tibagi, também teve papel importante na construção do trabalho. Segundo o vocalista, o ambiente contribuiu para o clima do projeto, “O estúdio ajudou muito nesse processo por ser um lugar que te desconecta de tudo e te inspira. No fim, o título ‘Interior’ trouxe pra nós um duplo sentido: falar do interior, mostrar que somos do interior, com coisas que saem do interior do nosso pensamento e do nosso coração”.
O projeto conta ainda com um vídeo completo disponibilizado no canal oficial da banda no YouTube, registrando a performance acústica das músicas e ampliando a experiência proposta pelo EP.
Com mais de uma década de trajetória, a Banda Jamp é presença constante na cena cultural de Ponta Grossa e região, acumulando participações em eventos e projetos musicais locais. Em “Interior”, a banda reafirma sua identidade e aposta na simplicidade como força criativa.
O EP já está disponível nas plataformas digitais e o vídeo pode ser conferido no canal oficial da Banda Jamp no YouTube.
Praça dos Bichos na Nova Rússia. Foto: Rogério Junior.
Praça dos Bichos na Nova Rússia. Foto: Rogério Junior.
A memória urbana de Ponta Grossa será mapeada a partir das histórias de seus próprios moradores. Essa é a proposta do Memorial da Existência, iniciativa cultural que irá registrar relatos ligados a 19 lugares distribuídos entre bairros, distritos e a região central do município. O projeto conta com apoio da Copel, por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice), e convida a comunidade a participar enviando suas histórias pelo site oficial (www.memorialdaexistencia.com.br) ou pelo perfil do projeto no Instagram.
Realizado pela Inspire Projetos Criativos, o projeto convida a comunidade a compartilhar memórias relacionadas a espaços que fazem parte da formação social e cultural da cidade. Entre os locais já definidos estão: o Armazém Três Barras (Itaiacoca); a Associação de Moradores do Parque Nossa Senhora da Graça (Boa Vista); o Bar do Pelé, (Guaragi); a Paróquia Santa Luzia (Chapada); a Gruta Santa Mônica, (Jardim Carvalho); o Olho D’Água São João Maria (Neves); o Estádio Germano Krüger (Oficinas); o Clube Olinda (Olarias); a Praça dos Bichos – oficialmente Praça Getúlio Vargas (Nova Rússia); o Calçadão (Centro); o Açougue do Adi (Órfãs); a Praça Hulda Roedel (Ronda); a Escola Municipal Idália Goes (Cristo Rei/Periquitos); a Escola Municipal Cláudio Mascarenhas (Pinheirinhos/Uvaia); o Parque Margherita Masini (Vila Estrela); e o Aeroporto Sant’ana (Cará-Cará), entre outros.
De acordo com Rafaela Prestes, coordenadora do projeto, a proposta é reconhecer as experiências cotidianas como parte constitutiva da história da cidade.
“Nosso objetivo é organizar um registro que valorize as narrativas das pessoas, entendendo que a memória coletiva é formada pelas vivências individuais”, explica.
As contribuições recebidas passarão a integrar um acervo digital estruturado, que será disponibilizado ao público em plataforma online, além de compor um Inventário Participativo do Memorial da Existência.
Para Eduardo Godoy, da Estratégia Projetos Criativos, a iniciativa também cumpre um papel de democratização cultural. “Quando criamos um ambiente aberto para que as pessoas compartilhem suas lembranças e experiências, incentivamos o reconhecimento da própria trajetória dentro da cidade. Cada contribuição amplia esse acervo e reforça a ideia de pertencimento”, destaca.
Além da coleta de relatos, o projeto inclui a publicação de um e-book, a produção de um podcast, a realização de uma exposição física e a instalação de placas e totens informativos nos 19 lugares mapeados. Também estão previstas oficinas de educação patrimonial em escolas municipais, com atividades educativas desenvolvidas a partir de um jogo exclusivo do projeto.
O Memorial da Existência é viabilizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com apoio da Copel, e conta com parceria da Estratégia Projetos Criativos, Prefeitura de Ponta Grossa (Fundação Municipal de Assistência Social e Secretarias Municipais de Educação e Cultura), do portal aRede e da rádio CBN Ponta Grossa. A produção é da Inspire Projetos Criativos.
Faça parte do Memorial da Existência compartilhando suas histórias e memórias (mesmo que curtas) sobre os lugares a seguir. Envie pelo site www.memorialdaexistencia.com.br , pelo Facebook ou pelo Instagram buscando por @memorialdaexistencia. Dúvidas entre em contato pelo WhatsApp (42) 99935-9500.
Locais já definidos:
Açougue do Adi (Órfãs)
Associação de Moradores do Parque Nossa Senhora da Graça (Boa Vista)
Aeroporto Sant’ana (Cará-Cará)
Armazém Três Barras (Itaiacoca)
Bar do Pelé (Guaragi)
Calçadão (Centro)
Paróquia Santa Luzia (Chapada)
Centro de Eventos (Contorno)
Clube Olinda (Olarias)
Clube Santa Cecília (Uvaranas)
Escola Municipal Cláudio Mascarenhas (Pinheirinhos/Uvaia)
Escola Municipal Idália Goes (Cristo Rei/Periquitos)
Três cidades da região dos Campos Gerais recebem, no início de março, a mostra “Pintando Estrelas – Cinema ao Ar Livre”, projeto itinerante que promove sessões gratuitas em espaços públicos e coloca o público como protagonista na definição da programação.
A circulação começa por Arapoti, no dia 3 de março (terça-feira), às 19h30, na Praça Central Romana Duarte de Camargo, localizada na Rua Moisés Lupion. Em seguida, a estrutura chega a Carambeí, com sessões nos dias 4 e 5 de março, às 19h30, no Paço Municipal (Avenida do Ouro, 1355). O circuito regional se encerra em Castro, nos dias 6 e 7 de março, também às 19h30, na Praça Manoel Ribas, no Centro da cidade. Todas as sessões são gratuitas e contarão com distribuição de pipoca ao público durante as exibições.
Um dos diferenciais da mostra é o modelo participativo. Antes das exibições, moradores podem acessar o site oficial do projeto e votar no filme que desejam assistir em sua cidade. O título mais votado será exibido na respectiva data, reforçando o envolvimento da comunidade na construção da programação cultural.
Entre as opções disponíveis para votação estão produções recentes e sucessos do cinema voltados ao público familiar, como Elio, Moana 2, Mufasa – O Rei Leão, Lilo & Stitch, Divertidamente 2, Elementos, Superman (2025), Como Treinar o Seu Dragão, O Quarteto Fantástico e Um Filme Minecraft.
Idealizada pela Casa do Verbo – Assessoria Cultural, a mostra integra circuito itinerante pelo Paraná com a proposta de ampliar o acesso ao audiovisual e fortalecer a ocupação cultural de espaços públicos. Nesta edição, além das cidades dos Campos Gerais, o projeto também contempla os municípios de Cambará e Jandaia do Sul, ampliando a circulação cultural em diferentes regiões do Estado. A iniciativa é viabilizada por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice), com apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e patrocínio da Compagas.
Serviço
Cidade: Arapoti
Data: 03 de março de 2026 (terça-feira)
Horário: 19h30
Local: Praça Central Romana Duarte de Camargo – Rua Moisés Lupion
Cidade: Carambeí
Data: 04 e 05 de março de 2026 (quarta e quinta-feira)
Os fãs de rock nacional têm programação garantida nesta sexta-feira (20), em Ponta Grossa. O Capital Inicial Cover Brasil sobe ao palco do Estação PG com um repertório repleto de sucessos que marcaram gerações.
Reconhecida publicamente por Dinho Ouro Preto e pelos integrantes do Capital Inicial, a banda se destaca pela fidelidade sonora e pela performance de palco. O vocalista é considerado o único sósia de Dinho Ouro Preto no Brasil, reforçando a semelhança tanto na voz quanto na presença cênica.
Com mais de seis anos de estrada, o grupo já realizou mais de 180 shows em 19 estados brasileiros entre 2024 e 2025, consolidando-se como uma das principais referências quando o assunto é tributo ao Capital Inicial.
A apresentação promete um setlist “no capricho”, reunindo grandes clássicos do rock nacional e proporcionando ao público uma noite de nostalgia e energia.
Reservas podem ser feitas pelo WhatsApp: (42) 99861-0613.
Endereço: Av. General Carlos Cavalcanti, 601 – Uvaranas
Conserva’s Big Band apresentará jazz e MPB na Chaminé do Conservatório.
Conserva’s Big Band apresentará jazz e MPB na Chaminé do Conservatório.
Neste domingo (22), às 19h, a Chaminé do Conservatório Maestro Paulino será palco da abertura oficial da temporada 2026, com um show especial de jazz e música brasileira apresentado pela Conserva’s Big Band, sob a direção do maestro Amauri Júnior.
O concerto tem entrada gratuita e é um convite para que o público aproveite o espaço de forma leve e descontraída. A organização sugere que as pessoas levem cadeiras de praia, toalhas e almofadas para piquenique, criando um ambiente acolhedor para apreciar música de qualidade ao ar livre.
A iniciativa é uma realização da Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa. O secretário Alberto Portugal destaca que ações como essa, realizadas na Chaminé, são fundamentais para ressignificar os espaços da cidade, fortalecendo a relação da comunidade com os equipamentos culturais. Segundo ele, o Conservatório tem se destacado justamente por esse movimento de ocupação criativa dos espaços urbanos com apresentações e performances artísticas.
A organização também orienta que o público chegue com pelo menos 15 minutos de antecedência, para que todos possam apreciar o início do espetáculo ao pôr do sol, um dos cenários mais bonitos da cidade, e viver uma experiência cultural completa desde os primeiros acordes.
O “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, projeto que rompeu os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer ao levar obras aos jardins, vai agora ainda mais longe e chegará ao Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, que receberá obras de arte inéditas. A inauguração será em 25 de fevereiro, às 15h. A Unidade de Conservação é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Paraná.
A iniciativa do “MON sem Paredes – Vila Velha” é do Governo do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, e do Museu, além da Soul Parques, empresa que administra o Parque.
O “MON sem Paredes – Vila Velha” tem curadoria de Marc Pottier e conceito de Fernando Canalli. Os artistas participantes são: Gustavo Utrabo, Tom Lisboa, Kulykirida Menihaku, Sonia Dias, Denise Milan e Alexandre Vogler.
“Levar obras de arte para o Parque Estadual de Vila Velha por meio do MON sem Paredes é ampliar o acesso à cultura e integrar arte, patrimônio natural e território. Essa iniciativa é exemplo do compromisso do Governo do Paraná em descentralizar as políticas culturais e garantir que a arte esteja presente em diferentes espaços do Estado”, afirma Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura.
“Com esta realização, o MON inaugura um novo capítulo de sua história, utilizando toda a sua expertise para alcançar públicos e espaços ainda mais novos, disseminando arte”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.
Inaugurado em 2024, o projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre” abraçou a população. A iniciativa se transformou em um convite permanente com obras de arte interativas na área externa, fazendo com que o público se inspire e sinta-se instigado a entrar no MON.
“O projeto, agora em uma nova fase, em consonância com o objetivo do governo estadual de disseminar arte e cultura a todo o Paraná, leva até o Parque Vila Velha uma inédita intervenção artística em parceria com o Museu”, informa Juliana.
“Quando levamos obras de arte até onde está a população, além de sensibilizarmos o grande público, que talvez não tenha o hábito de entrar num museu, oferecemos um ambiente de pausa, de desaceleração, de reconexão interior”, diz. “Entendemos que cada vez mais a arte ajuda na saúde”.
Juliana comenta que profissionais de saúde têm prescrito visitas a museus e que pesquisas em psicologia, arteterapia e estudos culturais mostram que visitar museus reduz estresse, estimula emoções positivas e promove bem-estar. “Além de fortalecer a identidade e o sentido de pertencimento, a arte permite conexões com cultura, memória e narrativas coletivas, elementos fundamentais para o bem-estar psicológico”, cita.
Singularidade
O Parque Estadual de Vila Velha é um paraíso ecológico e uma das mais importantes unidades de conservação ambiental do Brasil. Além de uma rica história, repleta de curiosidades, conta com uma composição natural única no mundo, com as trilhas dos arenitos, formações rochosas milenares.
O curador, Marc Pottier, explica que o local também tem muitas lendas. “Antigamente era chamada de Itacueretaba, ou ‘cidade extinta de pedras’, segundo os apiabas que ali moravam”, diz. Ele também destaca que algumas rochas têm formas singulares, como taça, esfinge, bota, tartaruga, cabeça de índio, garrafa, camelo e proa de navio. “Entre essas falésias históricas e as formas curiosas que elas encerram, encontram-se temas únicos de reflexão para artistas contemporâneos”, comenta.
“O Museu Oscar Niemeyer, por meio do MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre, chamou um grupo de artistas para criar um diálogo com esse universo tão especial, dando, assim, suas interpretações sobre a singularidade do lugar”, afirma o curador.
Serviço:
“MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre – Vila Velha”
Inauguração: 25/02
Horário: 15h
Parque Estadual de Vila Velha
Rodovia BR-376, Km 515, Jardim Vila Velha, Ponta Grossa – PR
Museu Oscar Niemeyer
Agência Estadual de Notícias
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