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Quer ficar de varde? Confira os feriados de 2023!

 

Feriados 2023

Quer ficar de varde? Confira os feriados de 2023!

Bem-vindos, meus amigos que curtem ficar de varde! Se você é daqueles que adora passar o dia deitado no sofá, assistindo Netflix e comendo pipoca, tenho uma excelente notícia para vocês.

Se você não tem nada planejado para os próximos meses, não se preocupe, pois eu vou te contar sobre os feriados que ainda vêm por aí!

08/06 quinta – Corpus Christi
26/07 quarta – Santana
1 mês tomando no fiote
07/09 quinta – Independência
15/09 sexta – Aniversário de PG
12/10 quinta – Aparecida
02/11 quinta – Finados
15/11 quarta – República

Então, meus amigos, não percam a chance de aproveitar esses feriados para descansar, se divertir e explorar novos lugares. Se você quer ficar em casa, relaxe e aproveite para colocar suas séries em dia. Mas se você está com vontade de se aventurar, que tal dar um pulo na cachoeira do São Jorge, cachoeira da Mariquinha ou Buraco do Padre?

E não podemos esquecer da gastronomia, não é mesmo? Experimente a torta da Frederica’s ou se jogue nas delícias gastronômicas da cidade. Ou se preferir, desça para a praia e sinta a brisa do mar.

Lembre-se que o importante é aproveitar ao máximo esses dias de descanso e desfrutar de tudo o que o mundo tem a oferecer. E não se esqueça de explorar todo o conteúdo que o portal tem para você, com dicas de viagem, cultura, lazer e muito mais. Aproveite e divirta-se!

 

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11 anos de evolução: como a página de PG se tornou referência na região

11 anos de evolução: como a página de PG se tornou referência na região!

No dia 1º de maio de 2012, era criada a página “Em PG é assim” no Facebook, com o objetivo de levar informações e entretenimento para os moradores de Ponta Grossa e região. O início foi modesto, com poucos seguidores e um conteúdo ainda em fase de experimentação. Porém, ao longo dos anos, a página foi se consolidando como uma referência na região, com um público fiel e um conteúdo cada vez mais relevante.

 

Primeiro logotipo – 2015

Os primeiros anos foram de muitos desafios. A página precisou aprender a lidar com a dinâmica das redes sociais e com as demandas dos seguidores. O conteúdo era basicamente de entretenimento, com fotos, memes e curiosidades sobre a cidade. Porém, com o tempo, a equipe percebeu que precisava ir além e produzir um conteúdo mais variado e informativo.

Foi então que a página passou por uma seleção de novos moderadores que chegaram como apoio na criação de conteúdo. Com essa nova equipe, a página começou a investir em matérias e análises sobre temas relevantes para a comunidade. O resultado foi imediato: os seguidores começaram a perceber que a página não era apenas uma fonte de diversão, mas também de informação de qualidade.

Com o aumento do alcance e do engajamento, a página passou a ser vista como uma espécie de “voz da comunidade”, um canal de comunicação direto entre os moradores e as autoridades. A equipe percebeu a importância desse papel e começou a investir em pautas de interesse público, como política, segurança, saúde e educação.

A página se tornou um espaço de debate e reflexão, onde os seguidores podiam expressar suas opiniões e participar ativamente da construção de uma cidade melhor. Além disso, a página passou a ser procurada por empresas e instituições para divulgação de eventos e projetos, o que reforçou ainda mais sua posição como referência na região.

 

“Não poderíamos ter chegado até aqui sem a ajuda e o engajamento dos nossos seguidores. Eles foram fundamentais para compartilhar nosso conteúdo e disseminar nossa mensagem pela cidade e região. Foi graças a eles que pudemos crescer e nos consolidar como uma referência em informação e entretenimento“, diz Richard Eidam, um dos administradores da página.

Além disso, não podemos esquecer de mencionar a criação dos ‘pontagrossauros’, uma brincadeira que começou com a intenção de alertar os motoristas que dirigem mal na cidade, mas que se tornou uma verdadeira febre em Ponta Grossa. Hoje em dia, é comum ouvirmos os moradores da cidade falando sobre esses “dinossauros” nas ruas e redes sociais. Essa brincadeira inofensiva acabou se tornando uma forma descontraída de unir os ponta-grossenses e deixar a página ainda mais querida por todos.

 

Selo oficial dos Pontagrossauros

Em 2023, foi lançado o portal Em PG é assim, uma plataforma online que reúne notícias, artigos e vídeos produzidos pela equipe. O portal representa um passo importante na consolidação da página como um veículo de comunicação completo e abrangente, capaz de atender às demandas de um público cada vez mais exigente e informado.

 

Portal Em PG é assim

Hoje, com mais de 185 mil seguidores no Facebook e uma audiência crescente no portal, a página Em PG é assim é um exemplo de como é possível evoluir e se reinventar ao longo dos anos, sem perder a essência e o compromisso com a comunidade. Que venham os próximos 11 anos.

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4 cuidados ao comprar um imóvel

Casa protegida
A compra de um imóvel representa a realização de um sonho para a maioria das pessoas. Porém, se o comprador não tomar alguns cuidados importantes, esse momento pode virar uma “dor de cabeça” e um baita prejuízo!

Pensando nisso, elaborei algumas dicas rápidas para você ficar atento e checar na hora em que for realizar o sonho de comprar a sua casa própria.

1 – Confira a matrícula do imóvel

A primeira coisa que você deve fazer é pedir uma matrícula atualizada e conferir se quem está vendendo consta como proprietário na matrícula.

Esse documento pode ser solicitado direto no Registro de Imóveis onde o imóvel está registrado. 

Depois disso, verifique se não há restrições na matrícula, como uma penhora ou uma alienação fiduciária, por exemplo. 

2 – Verifique se há dívidas 

Mesmo que a matrícula esteja “limpa”, é importante conferir se não há dívidas, tanto do vendedor, quanto do imóvel, como dívidas de IPTU. Para isso, você deve requerer certidões negativas. 

São várias as certidões, mas algumas das principais são as de processos judiciais, obtidas nos tribunais; e as de tributos, municipais, estaduais e federais, que devem ser requeridas no local (cidade, estado) onde o imóvel está localizado.

Isso vai minimizar os riscos de que dívidas possam vir a afetar a aquisição do imóvel. 

3 – Elabore um contrato de compra e venda

Mesmo antes da escritura pública é importante elaborar um bom contrato particular, onde as partes irão pactuar preço, forma de pagamento e outros acertos importantes. 

Isso garante que a negociação seja concluída e evita surpresas ou desistências após as partes terem chegado a um acordo final. 

ATENÇÃO: o contrato particular não substitui a Escritura Pública de Compra e Venda, documento indispensável e que deve ser feito no Tabelionato de Notas.

4 – Registre a propriedade em cartório

Já ouviu falar que “quem não registra não é dono”? Pois então, depois de feita a Escritura de Compra e Venda, o comprador deve levar à registro no Cartório de Registro de Imóveis, pois só assim se tornará, de fato, o proprietário do imóvel.

Essas dicas te ajudarão a evitar muitos riscos, mas toda negociação, deve, preferencialmente, ser assessorada por um advogado com expertise na área, só ele saberá avaliar os riscos e requerer os documentos certos para concluir a negociação com segurança. 

O acompanhamento de um advogado especialista em Direito Imobiliário é imprescindível, desde a avaliação da negociação e elaboração do contrato, até o registro em cartório. 

Priscila Küller Clemente é advogada especialista em Direito Imobiliário na Küller Clemente Advocacia

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A relação perigosa entre celulares e a saúde mental dos adolescentes

De acordo com a psicologa, o uso excessivo do celular pelos adolescentes pode ter consequências negativas na saúde mental, na vida social e no desempenho acadêmico dos jovens.

O uso excessivo do celular pelos adolescentes tem se tornado uma preocupação cada vez maior para pais, educadores e profissionais da área da saúde. Com a popularização dos smartphones, é comum ver jovens passando horas seguidas em frente às telas, muitas vezes em detrimento de atividades importantes como estudos, socialização e exercícios físicos.

Um dos principais problemas associados ao uso excessivo do celular pelos adolescentes é o impacto negativo na saúde mental. Estudos apontam que o uso prolongado de dispositivos eletrônicos pode levar a problemas como ansiedade, depressão e isolamento social. Além disso, o uso do celular antes de dormir pode interferir na qualidade do sono, afetando o desempenho escolar e a saúde em geral.

Outra preocupação é com relação ao impacto na vida social dos jovens. O uso excessivo do celular pode levar à falta de interação cara a cara, prejudicando o desenvolvimento de habilidades sociais importantes. Além disso, o uso do celular durante as refeições ou em momentos de convivência com a família pode interferir na comunicação e no fortalecimento dos laços familiares.

No âmbito escolar, o uso excessivo do celular pelos adolescentes também pode ter consequências negativas. O tempo gasto em redes sociais, jogos e outras distrações virtuais pode prejudicar o desempenho acadêmico, afetando as notas e o desenvolvimento intelectual. Além disso, o uso do celular em sala de aula pode ser uma fonte de distração para os alunos e prejudicar o aprendizado.

Diante desses problemas, é importante que os pais, educadores e profissionais da saúde trabalhem juntos para orientar os adolescentes sobre o uso responsável do celular. Algumas medidas que podem ser adotadas incluem estabelecer horários limitados para o uso do celular, incentivar a prática de atividades físicas e hobbies que não envolvam o uso de dispositivos eletrônicos, e dialogar com os adolescentes sobre os riscos associados ao uso excessivo do celular.

Em suma, o uso excessivo do celular pelos adolescentes pode ter consequências negativas na saúde mental, na vida social e no desempenho acadêmico dos jovens. É importante que pais, educadores e profissionais da saúde trabalhem juntos para orientar os adolescentes sobre o uso responsável do celular, incentivando a prática de atividades que promovam o desenvolvimento integral dos jovens.

O uso excessivo de celular pode desenvolver sentimentos como isolamento social e dificuldades na interação social, bem como ansiedade, insônia, afetando diretamente na qualidade de vida da pessoa – Camila Eidam de Lima – Psicologa mestra e especialista em saúde mental.

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Ponta Grossês: o dialeto mais engraçado do Brasil

Geralmente, a linguagem coloquial é caracterizada por ser mais descontraída, informal e próxima do cotidiano das pessoas. Ela pode incluir expressões populares, gírias, regionalismos, além de variações na pronúncia e na gramática.

Nosso sotaque é o que nos diferencia e nos torna únicos, a maneira como nos expressamos e nos comunicamos nos entrega de onde somos, e nós somos ponta-grossenses.

Ponta-grossense que é ponta-grossense não consegue disfarçar suas raízes, confira algumas expressões típicas da região:

Ade: abreviação de “há de ser verdade”.
Andandinho: passeando.
Animar de teta: xingamento.
Apinchá: jogar.
Atiçá: provocar.
Atorá: cortar.
Avil: isqueiro.
Bando de craudinei/cadarços: maloqueiros.
Baita: grande.
Bizera: carro sem documento.
Bocó: pessoa boba.
Borduada: apanhar.
Bostiá: incomodar.
Brusco: tempo fechado.
Caipóra: pessoa infeliz, xingamento.
Capaiz: expressão de espanto.
Carcule loca do céu: imagine.
Carpi o trecho: ir embora.
Camassada de pau: surra/apanhar.
Campiá: procurar.
Catrefa: pessoa que não vale nada.
Chumaço: conjunto de alguma coisa.
Cóça: surra/apanhar.
Correndo tudo: com pressa.
Crendios pai: exclamação quando algo dá errado.
Cróque: ficar agachado.
Dar com a mão: fazer sinal com a mão.
Deusolivre: para Deus livrar de algo.
Deus qui ajude: obrigado.
De revesgueio: de tal jeito.
De vereda: rápido.
Dianho: diabo.
Dianssim: assim.
É pacabá: é o fim.
Esgualepado: acabado.
Erremo o pulo do gato: algo deu errado.
Fiá da mãe / fiá da pulicia: xingamento.
Fecha a cara piá: para ficar sério.
Fiinho: filho, menino.
Fincá: cravar.
Firme co zuk?: se está firme/bem.
Fresquiando: desentedido, se fazendo.
Fuja loco: para alguém sair da situação.
Fuque: fusca.
Gambiarra: improviso.
Garrão: calcanhar.
Gente do céu: início da frase para dar notícia ou chamar atenção.
Gole: bebida.
Incebando: enrolando, fazendo cera.
Ingrupi: enganar.
Ínôzá: amarrar.
Intertê: fazer passar o tempo com algo.
Inticá: provocar.
Intuiado: cheio, amontoado.
Invaretado: nervoso.
Já hoje: aquela hora.
Jaguara: alguém ousado, safado, sem vergonha.
Japona: jaqueta de nylon, blusa de frio.
Jóssa: coisa.
Judiá: mal tratar.
Lá longe: algo distante.
Lazarento: xingamento, palavrão.
Loco de bão: algo muito bom.
Luitá: brigar.
Mais firma que palanque em banhado: ironia para dizer que a pessoa tem pouca resistência, sem força.
Malemar: mal educado.
Malinducado: mal educado.
Maenzinho: pena, dó.
Metidando: se achando.
Nhengo: xingamento.
Oreia seca: não tem nada.
Orna: combina.
Paia: sem graça.
Paiêro: fumo de palha.
Pânca: modo de se portar.
Passei meio de fianco: passou perto.
Pare, home do céu: para alguém parar.
Pescociá: olhar para os lados, matar tempo.
Pestiado: doente.
Pexada: acidente.
Piá pançudo: guri bobo.
Pila: dinheiro.
Pinchar: jogar.
Pior que é memo: concordando com algo.
Pó da gaita: acabado, cansado.
Podá: ultrapassar, cortar.
Pozá: dormir em algum lugar.
Pontagrossauro: quem comete erro no trânsito.
Pra diante: ir em algum lugar.
Pra mais de metro: muito além.
Proziá: conversar.
Puis oiá: quando quer falar algo.
Quedelê?: onde está?
Que que ta se abrindo?: quem ta muito feliz.
Que tar?: o que acha?
Rancho: casa.
Ratiando: reclamando.
Relampejando: trovejando.
Resbalão: escorregar.
Rinso: sabão em pó.
Sai azar: não quer algo ruim.
Sancho pança: homem folgado.
Sinalêro: semáforo.
Táio: corte.
Tchuco: bêbado.
Te qué: quando alguém está te chamando.

Teu Fiote: quando está duvidando de algo.

Tira o zóio: para não desejar.
Tongo: xingamento para chamar de burro.
Toma um mate: tomar chimarrão.
Tróço: alguma coisa.
Trupicá: tropeçar.
Tunda de laço: apanhar.
Um abraço pro gaitero: finalizar a conversa.
Véio: homem de idade.
Vem ne mim: para ir até a pessoa.
Vina: salsicha.
Virado no guede: muito louco.
Virado no saci: pessoa atentada.
Vo i lá: ir em algum lugar.
Vortiada: passeio.
Xaxo: coisa mal feita.
Ximia: doce de passar no pão.
Xunxo: golpe.
Vortimeia: as vezes.
Zóiudo: invejoso.

Nosso sotaque é um baita sotaque, falamos com o “r” mais grave, o “s” com chiado, e trocamos várias palavras por palavras zoadas.
Sempre soltamos um “capaiz!? ade mesmo?!”, vortimeia damos uma passeadinha por aí, fazemos gambiarras, vivemos esgualepado e virado no guede, mas ao mesmo tempo tamo se abrindo igual paraquedas, porque não existe tempo ruim com a gente, e quando a vida nos da uma borduada, nada que um “fiá da mãe” não resolva, né?

Orgulho da riqueza do nosso sotaque, orgulho de ser meio capiar do mato, orgulho de ser ponta-grossense!

Quer saber mais sobre o nosso sotaque?

Conheça o livro Jacu Rabudo, do professor Hein Leonard Bowles

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