Criação do Coletivo surgiu após uma reunião com alguns artistas e produtores culturais no Cine Teatro Ópera na última semana. | Foto: Liliane Mainardes/Divulgação
Criação do Coletivo surgiu após uma reunião com alguns artistas e produtores culturais no Cine Teatro Ópera na última semana. | Foto: Liliane Mainardes/Divulgação
Após uma reunião inspiradora entre artistas e apoiadores da cultura em Ponta Grossa, na última quinta-feira (25) no Cine Teatro Ópera, nasce o Coletivo da Cultura, uma iniciativa dedicada a impulsionar e fortalecer as atividades culturais no município. Idealizado por Gerveson Tramontin, Cassiano Caron e Hurlan Jesus, o Coletivo visa se tornar uma importante ferramenta de apoio para os profissionais, agentes e produtoresculturais locais, além de atuar como um elo entre a comunidade artística e as políticas públicas municipais.
Segundo Gerveson Tramontin, um dos idealizadores do projeto, “Nossa meta é lutar para que, pelo menos, dois por cento do orçamento municipal sejam direcionados à cultura. Isso é essencial para garantir o desenvolvimento e a sustentabilidade das iniciativas culturais em Ponta Grossa”.
Cassiano Caron, outro idealizador do Coletivo, ressalta a importância de destinar recursos adequados para a cultura local:
“O Coletivo da Cultura surge da necessidade de unir esforços em prol da valorização da cultura em nossa cidade. Queremos não apenas acompanhar as políticas culturais existentes, mas também contribuir ativamente para sua ampliação e fortalecimento”.
A médio prazo, o Coletivo planeja a criação da “Casa de Cultura”, um espaço físico administrado coletivamente, voltado para apresentaçõesartísticas, oficinas, exposições e diversas outras manifestaçõesculturais, enriquecendo ainda mais o cenário cultural da cidade.
Com o apoio de diversos artistas e colaboradores da cultura local, o Coletivo da Cultura de Ponta Grossa já se mostra como uma iniciativa promissora para o futuro da cultura na região, promovendo a união e o fortalecimento do setor artístico e cultural. Para mais informações sobre o Coletivo e suas atividades, entre em contato pelo e-mail coletivodaculturadepontagrossa@gmail.com.
PMPR apreende 4,1 toneladas de maconha em Toledo e Umuarama | Foto: PMPR
A Polícia Militar do Paraná apreendeu 4,1 toneladas de maconha em duas operações nesta semana. Uma delas ocorreu em Toledo, no Oeste, e a outra em Umuarana, no Noroeste.
A maior quantidade foi apreendida por policiais militares do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), que localizaram 2,4 toneladas em patrulhamento pela PR-580, entre a cidade de Umuarama e o distrito de Serra dos Dourados.
Durante a patrulha, os policiais visualizaram um caminhão com placa de origem paraguaia trafegando em velocidadeincompatível com a via e forçando ultrapassagem em faixa contínua. A equipe deu ordem de abordagem que foi ignorada pelo motorista, que fugiu por aproximadamente 10 quilômetros, até que acatou a ordem e parou.
“Após a abordagem, verificou-se que o caminhão estava vazio e havia bastante cal e graxa esparramados sobre a carroceria, o que indicava uma tentativa de esconder e induzir o faro dos cães. Esse caminhão foi conduzido para a sede da companhia e, utilizando o cão de faro do canil, foi indicado a existência de droga em um fundo falso”, explicou o comandante do BPFron, major Divonsir de Oliveira Santos.
Foi dada voz de prisão ao motorista de 34 anos de nacionalidade paraguaia. A carreta e a droga foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Federal de Guaíra.
TOLEDO – Em Toledo, policiais militares do BPFron, em ação integrada com policiais militares do 19°BPM e alunos do Curso de Especialização em Policiamento de Fronteiras (CPFRON), apreenderam de 1,7 tonelada de substância semelhante à maconha.
Policiais militares apreendem mais de 1,7 toneladas de substância análoga à maconha em Toledo | Foto: PMPR
Os policiais receberam informações de que em uma residência estaria ocorrendo tráfico de drogas. As equipes fizeram diligências e, ao se aproximarem do local, um indivíduo tentou fugir a pé, sendo detido em seguida pelos policiais. Na residência localizaram a droga.
O homem de 23 anos foi encaminhado, juntamente com a droga apreendida, para a Delegacia da Polícia Federal em Cascavel.
Uma vitória com autoridade para selar a chegada do tênis de mesa do Brasil a uma semifinal de Jogos Olímpicos pela primeira vez na história. Foi em sets diretos (4 a 0) que Hugo Calderano derrotou o sul-coreano Jang Woojin nas quartas de final, na melhor exibição dele na Olimpíada de Paris.
A semifinal está marcada para a manhã desta sexta-feira (2), em horário que ainda será definido: 6h ou 9h30, no horário de Brasília. O adversário do brasileiro, número 6 do mundo, será o vencedor do duelo entre o egípcio Omar Assar (22º no ranking mundial) e o sueco Truls Moregard (26º), que eliminou o chinês Wang Chuqin, número 1 do mundo.
Ao contrário do que aconteceu nos últimos dois jogos, quando perdeu o primeiro set e precisou virar o placar, desta vez o brasileiro começou muito concentrado e não deu chances ao adversário. A parcial de 11/4 abriu os caminhos para uma exibição de gala do sexto colocado no ranking mundial do tênis de mesa. O sul-coreano fez a maior pontuação na segunda parcial: 7 pontos, mas Hugo venceu por 11/7. Nas parciais seguintes, o brasileiro seguiu dominando a partida e administrando a vantagem, fechando o terceiro set por 11/5 e o quarto em 11/6.
“Sentimento é de muita felicidade em levar o tênis de mesa para um patamar tão alto nos Jogos Olímpicos. Mas logo em seguida já vem o sentimento de ‘vamos para o título’. Sei que ainda tenho dois jogos, ganhando ou perdendo, então tenho que manter o foco.” afirmou Hugo Calderano em entrevista ao canal Sportv.
Aos 28 anos, Hugo Calderano é o maior nome do tênis de mesa do Brasil. Ele já havia igualado o resultado da Olimpíada de Tóquio ao chegar novamente às quartas de final. Mas, fazendo a terceira participação olímpica, é a primeira vez que avança às semifinais e entra na briga direta por medalhas. Ele terá ainda dois jogos na competição e luta, no mínimo, pelo bronze.
“A medalha é o grande objetivo em qualquer Jogos Olímpicos para mim. Lembro que quando perdi em Tóquio fiquei muito triste e chateado por algumas horas e depois já estava pensando em voltar aos treinos e como fazer para ser melhor em Paris. Isso é resultado de muito trabalho diário, de muito sacrifício. Não digo sofrimento pois escolhi fazer isso e gosto. Mas tudo vale a pena e agora vou buscar a medalha, e quem sabe este título.’’, completou o carioca, em depoimento à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).
Foto retirada de vídeo enviado ao Portal Em PG é Assim! (Mídia: Reprodução)
Na madrugada desta quinta-feira (01), um foco de incêndio se iniciou na fábrica BRF, localizado na Avenida dos Pioneiros, em Carambeí e acionou as unidades do Corpo de Bombeiros para combater as chamas.
Entre as equipes, estiveram presentes nos trabalhos o posto dos bombeiros de Carambeí, Auto Bomba Tanque Resgate do Posto de Uvaranas em Ponta Grossa e também, de Castro. Os trabalhos para combater as chamas se iniciaram por volta das 01h da madrugada e, até essa manhã de quinta, continuavam no local para prestar auxílio.
De acordo com informações, os trabalhadores presentes deixaram a fábrica em segurança, sem registros de feridos. Informações sobre o que teria provocado o incêndio no frigorífico em Carambeí não foram reveladas até o presente momento desta matéria.
Mais que um churrasco, uma experiência para toda a família. Esse é objetivo do Fogo & Lenha Festival que vai movimentar Ponta Grossa e região no dia 10 de agosto (sábado). O evento acontecerá na sede campestre do Clube Ponta-Lagoa (Avenida Visconde de Mauá, 9224) das 11h às 21 horas no formato open food e open bar, ou seja tudo liberado à vontade para o consumo durante o período do evento.
Entre as opções disponíveis no Festival estarão costela de chão, hambúrguer e choripán, alcatra na pedra, porco paraguaio, pirarucu na brasa, brisket, picanha e muito mais. Esses cortes especiais com qualidade premium contarão com acompanhamentos que harmonizam perfeitamente, preparados por diversos chefes especializados na arte do assado. Sobremesas feitas no fogo e na lenha completam o cardápio.
De acordo com a organização, os cortes de carne e as opções de bebidaalcoólicas e não alcoólicas estarão distribuídos em estações. Haverão pontos de autoatendimento de chope das marcas Brahma, Stella, Patagônia e Colorado pelo espaço.
O Fogo & Lenha Festival será realizado em área de bosque do Clube, a beira do lago. Contará ainda com espaço kids, ambientes de workshop, área para pic-nic e palco para apresentação de artistas locais durante todo o dia.
Os ingressos estão a venda pelo site ingressonacional.com.br, Clube Ponta-Lagoa sede urbana (Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 116), loja Treme Terra do piso 2 do Shopping Palladium (Rua Emerlino de Leão, 703, Olarias) e Nelore Casa de Carnes (Rua Ana Nery, 478, Uvaranas).
As brasileiras Rebeca Andrade, Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares fizeram história na tarde desta terça-feira (30), pois conquistaram a medalha de bronze na disputa por equipes da ginástica artística nos Jogos Olímpicos de Paris (França). Esta foi a primeira oportunidade na qual o Brasil garante um lugar no pódio na disputa por equipes da modalidade em uma edição do megaevento esportivo.
Para alcançar este feito, o time brasileiro somou o total de 164.497 pontos, atrás apenas dos Estados Unidos, que contou com o brilho de Simone Biles para ficar com o ouro ao alcançar 171.296 pontos, e da Itália, prata com 165.494 pontos.
Com o bronze alcançado nesta terça-feira, a ginástica do Brasil chega ao total de sete medalhas em edições de Jogos Olímpicos. A primeira conquista veio nos Jogos de Londres (2012), um ouro de Arthur Zanetti nas argolas. Quatro anos depois, no Rio de Janeiro, Zanetti foi medalhista novamente nas argolas, mas de prata. Já Diego Hypolito e Artur Nory conquistaram, respectivamente, uma prata e um bronze no solo. Por fim, nos Jogos de Tóquio (2020), Rebeca Andrade conquistou as primeiras medalhas da ginástica feminina brasileira: um ouro no salto e uma prata no individual geral.
Paraná encerra período epidemiológico 23/24 da dengue com 595 mil casos
Foto: Pedro Ribas/Arquivo AEN
Paraná encerra período epidemiológico 23/24 da dengue com 595 mil casos | Foto: Pedro Ribas/Arquivo AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) publicou nesta terça-feira (30) o último informe da dengue deste período epidemiológico, iniciado em 30 de julho de 2023. Foram registrados mais 8.031 casos da doença e 39 óbitos na última semana. Somados aos dados do período, o Paraná contabiliza 939.453 notificações, 595.732 casos confirmados e 610 mortes em decorrência da dengue.
Londrina (40.552), Cascavel (32.338), Maringá (23.232), Apucarana (18.619) e Ponta Grossa (17.440) foram os municípios com mais casos confirmados neste período epidemiológico. No total, são 397 municípios com confirmações da doença. Apenas Agudos do Sul e Tunas do Paraná, na Região Metropolitana de Curitiba, não tiveram registros – Tunas do Paraná aparecia até há pouco com um caso confirmado, que foi descartado. Em relação aos óbitos, Cascavel (57), Londrina (52), Toledo (44), Apucarana (27) e Francisco Beltrão (19) lideram a lista.
Há 33 anos a Sesa divulga o panorama das arboviroses no Paraná. Em 1991, os primeiros dados registrados apresentaram 161 notificações da dengue e 16 casos importados confirmados ao longo de doze meses. No ano de 1993 foram registrados os primeiros casos autóctones do Estado, três no total.
A partir de 1995, o aumento dos casos autóctones foi expressivo, totalizando 1.519 dos 3.595 casos notificados naquele ano. À época, a população paranaense era de 8,7 milhões de habitantes e havia uma incidência de 17,43 casos autóctones por 100 mil habitantes. Os dados atuais são de 525.631 casos autóctones em uma população de 11,5 milhões de habitantes – uma incidência de 4.532,28 por 100 mil habitantes.
Até o período 2023/2024, o ano epidemiológico 2019/2020 era o que concentrava mais casos, com 227.724, além de 177 óbitos.
Para a coordenadora da Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte, os dados de 2023/2024 podem ser atribuídos, em grande parte, às mudanças climáticas, influenciadas, principalmente, pelo El Niño. “As regiões que historicamente apresentavam baixa circulação viral passaram a apresentar um cenário de impacto”, diz. “O aumento da pluviosidade e das temperaturas médias tem sido importantíssimos para a proliferação do Aedes, fazendo com que a densidade vetorial aumente, o que reflete na transmissão da dengue, sendo imprescindível a eliminação dos criadouros”.
A Sesa se mantém vigilante quanto ao cenário e já trabalha definindo novas e contínuas ações para o novo período epidemiológico, que teve início em 28 de julho de 2024. “Já projetamos e programamos ações para o próximo período sazonal. Só nos últimos seis meses investimos R$ 100 milhões para apoiar gestores municipais nas ações de Vigilância em Saúde. Não faltam recursos. Mas pedimos a colaboração de toda a população com a eliminação de potenciais criadouros do vetor”, complementa Ivana Belmonte.
O secretário estadual da Saúde, Cesar Neves, lembra que o último período foi de muito trabalho e dedicação das equipes. “A dengue está presente em praticamente em todo o País, com mais de 6 milhões de casos e 4,8 mil óbitos, e no Paraná não foi diferente. Assim como em outros estados, aqui também houve enfrentamento dessa grande epidemia. Não medimos esforços para a realização de ações resolutivas, porém precisamos da ajuda da população”, afirmou.
A situação em relação à doença fez com que o Governo do Estado decretasse, em março, a situação de emergência em saúde pública para a dengue. A decisão foi tomada devido ao aumento no número de casos e óbitos pela doença. A vigência do decreto foi de 90 dias.
VÍRUS – No período 23/24, foram detectados três sorotipos de dengue em circulação no Paraná: DENV-1, DENV-2 e DENV-3. O DENV-1 teve a maior circulação nos municípios, representando mais de 80% das amostras tipificadas pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen). “A dengue é uma doença endêmica, temos casos durante todo o ano, mas o período de maior concentração de casos notificados teve início em janeiro e foi até maio, sendo que março e abril concentram o maior número de casos”, explicou a coordenadora da Vigilância Ambiental.
CHIKUNGUNYA E ZIKA – Durante este período de um ano não houve confirmação de casos de zika no Paraná. Em relação à Chikungunya, o Estado registrou 1.920 notificações, 240 casos confirmados e nenhum óbito pelo agravo. Houve o registro de 183 casos autóctones e, destes, 77 eram pacientes residentes do município de Foz do Iguaçu, concentrando 42% dos casos autóctones no Paraná.
O informativo da dengue voltará a ser divulgado pela Vigilância Ambiental da Sesa na terceira semana de agosto. Confira os dados do último relatório da dengue AQUI. Outras informações estão neste link.