Se você compra pela internet e receber mensagem ou e-mail dizendo que sua encomenda foi taxada e por isso está retida ou então pedindo que você atualize seu endereço, fique atento. Os correios emitiram um alerta: é golpe!
“Atenção! Novo golpe na praça. Estelionatários têm enviado sms fingindo ser dos Correios. Se você costuma fazer comprinhas na internet e tem o seu cadastro junto aos Correios, você não pode mais confiar nas mensagens que chegam no seu celular.
Por meio de links maliciosos, os criminosos direcionam os usuários para sites falsos, onde seus dados confidenciais são roubados.
E para aprender a identificar tentativas de golpes, que utilizam o nome dos Correios, basta tomar algumas precauções básicas como por exemplo, desconfiar de mensagens urgentes, conferir o e-mail e o nome do remetente antes de clicar em qualquer link ou fornecer informações pessoais. No caso dos correios, o e-mail é o @correios.com.br.
Não clique nos links no corpo do e-mail em nenhuma hipótese. Caso esteja realmente esperando uma encomenda, entre no site oficial dos Correios e confira o rastreamento do produto.
Mantenha aplicativos e softwares de rastreamento de vírus atualizados para se proteger contra novas ameaças. Esses programas fazem uma varredura periódica e eliminam os arquivos danosos ao computador.
Já a Receita Federal informa que não manda mensagens para cobrar pagamento para liberação de mercadorias; e que, se a encomenda chegou pelos Correios, a emissão do boleto para pagamento é realizada somente por meio da plataforma “Minhas Importações” no site dos próprios Correios, ou em seu aplicativo.
Na noite desta terça-feira (13), por volta das 20h, uma mulher em situação de rua morreu após ser atropelada na BR-373, em Ponta Grossa. O acidente ocorreu no viaduto Eurico Batista Rosas, localizado na Avenida Souza Naves.
De acordo com as informações apuradas, a vítima tentou atravessar a via quando foi atingida por um Renault Sandero. O motorista do veículo imediatamente prestou socorro e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a mulher não resistiu aos ferimentos e foi declarada morta no local.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Científica, incluindo a viatura do Instituto Médico Legal (IML), e a Polícia Civil estiveram presentes na cena do acidente para realizar os procedimentos necessários. A vítima, que não portava documentos de identificação, ainda não foi identificada. As autoridades estão investigando as circunstâncias do atropelamento para esclarecer o ocorrido.
De acordo com novas informações, a mulher que morreu atropelada foi identificada como Audiceia Marçal da luz, a vítima tinha 30 anos e faleceu no local do acidente.
Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou nesta terça (13), em Guaíra (PR), um caminhão com 14 pneus (mais da metade da totalidade – 22) sem as mínimas condições de conservação, colocando em risco a segurança viária. O veículo estava carregado com 32 toneladas de gesso.
Conforme o vídeo abaixo, os pneus não oferecem segurança em condições normais de dirigibilidade e isso piora em condições adversas de clima, como na chuva.
O que mais chamou a atenção dos policiais é que este mesmo caminhão foi flagrado na data de ontem (12), com os mesmos 14 pneus sem condições. Na fiscalização, ele foi retido ao pátio por não atender às regras de segurança. O motorista trocou os pneus, colocando pneus novos e, com isso, conseguiu retirar o caminhão do pátio. Hoje, colocou os mesmos pneus velhos e, novamente tentou cruzar a fronteira para instalar novos pneus, mas foi recolhido ao pátio mais uma vez.
Essa prática é muito utilizada nas regiões de fronteira, onde caminhões tentam ingressar no país vizinho para realizar a troca dos pneus, ou mesmo importar ilegalmente esses itens para serem comercializados no Brasil. Além de crime – contrabando -, atenta contra a indústria nacional, concorrendo ilegalmente. Esses pneus não possuem a certificação do INMETRO e podem trazer riscos à condução, maiores ainda em se tratando de veículos de carga.
Em agosto de 2022, quando houve o pico de mpox no Brasil, o país contabilizou mais de 40 mil casos. Um ano depois, em agosto de 2023, o total caiu para pouco mais de 400 casos. Em 2024, o maior número de casos foi registrado em janeiro – mais de 170. Por fim, em agosto deste ano, a média de casos se mantém entre 40 a 50 novas infecções. O número é visto pelo Ministério da Saúde como “bastante modesto, embora não desprezível”.
“Sem absolutamente menosprezar os riscos dessa nova epidemia, o risco de pandemia e tudo o mais, o que trago do Brasil não é ainda um cenário que nos faça temer um aumento muito abrupto no número de casos”, avaliou o diretor do Departamento de HIV, Aids, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis da pasta, Draurio Barreira, nesta terça-feira (13), ao relatar a situação epidemiológica da mpox no Brasil.
No webinário, Draurio lembrou que, nesta quarta-feira (14), a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou para esta quarta-feira (14) comitê de emergência para avaliar o cenário de mpox na África e o risco de disseminação internacional da doença. A decisão levou em conta o registro de casos fora da República Democrática do Congo, onde as infecções estão em ascensão há mais de dois anos, além de uma mutação que levou à transmissão do vírus de pessoa para pessoa.
“Foi convocado pelo diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, uma reunião para definir a situação da mpox – se virá a ser considerada emergência em saúde pública de preocupação internacional. Ainda não temos esse cenário. Amanhã, vai haver a definição. O fato é que temos um aumento absolutamente sem precedentes na África, não só em número de casos em países que já haviam sido acometidos, como também em países vizinhos e que ainda não tinham relatado nenhum caso de mpox.”
Para Draurio, o quadro epidêmico de mpox ainda está circunscrito ao continente africano.
“Mas, nessa época de globalização que a gente vive, ter um caso na África, na Ásia, em qualquer lugar significa um risco disso se tornar rapidamente uma epidemia global”, disse. “Falando um pouco do Brasil, a gente tem uma atenção muito especial em relação ao mpox porque, no início da epidemia, em 2022, os dois países mais acometidos, não só em valores absolutos, mas também em incidência, foram os Estados Unidos e o Brasil”.
Números
Dados do ministério apontam que, entre 2022 a 2024, o Brasil registrou quase 12 mil casos confirmados e 366 casos prováveis de mpox. Há ainda 66 casos classificados como suspeitos e um total de 46.354 casos descartados.
“Como a gente vê um quadro epidêmico na África, temos que estar alertas. Essa iniciativa do webinário é uma antecipação, pra que a gente realmente não seja pego de surpresa, caso tenhamos uma nova pandemia”, avaliou Draurio.
Perfil
Os números mostram que o seguinte perfil epidemiológico das infecções por mpox no Brasil: 91,3% dos casos se concentram no sexo masculino, sendo que 70% dos homens diagnosticados com a doença têm entre 19 e 39 anos. A idade mediana definida pela pasta é de 32 anos, com idades variando de 27 a 38 anos. Além disso, 3,7% dos casos foi registrado na faixa etária até 17 anos e 1,1%, entre crianças de até 4 anos.
“No sexo feminino, a gente teve um número 10 vezes menor do que entre os homens. Cerca de mil mulheres, também na faixa de adulto jovem”, destacou Draurio. Há, entretanto, um percentual alto de gênero não informado. “19% praticamente, o que diminui todos os outros percentuais. Mas homens cis são mais de 70%. Se a gente conseguisse informação desses 18,7% não informados, certamente teríamos uma distribuição maior entre homens cis”.
Outra informação relevante, segundo o diretor do departamento, envolve grupos classificados pela própria pasta como mais vulneráveis, incluindo homossexuais, homens heterossexuais e bissexuais.
“Novamente, temos quase a metade das pessoas sem definição de orientação sexual”, ressaltou Draurio.
Do total de casos confirmados e prováveis para mpox no Brasil, 45,9% declararam que vivem com HIV. Entre os homens diagnosticados com a infecção, o índice chega a ser de 99,3%. A mediana de idade dos pacientes vivendo com HIV e que testaram positivo para mpox é de 34 anos, com idades variando de 29 a 39 anos.
“Todos os esforços que a gente tem feito se concentram, prioritariamente, na população HSH [homens que fazem sexo com homens]. Não por acaso, a responsabilidade pela vigilância e atenção está no Departamento de Aids, Tuberculose, Hepatites e ISTs”, completou Draurio.
O Brasil contabilizou ainda, de 2022 a 2024, 23 gestantes infectadas por mpox em diferentes momentos da gravidez.
Hospitalizações e óbitos
Em relação à hospitalização de casos da doença, o ministério considera que a infecção apresenta complicações em um número bastante reduzido de casos – 3,1% dos pacientes foram hospitalizados por necessidades clínicas ou por algum agravamento do quadro clínico; 0,6% foram hospitalizados com o propósito de isolamento; e 1,6% foram hospitalizados por motivos desconhecidos. Ao todo, 45 casos foram internados em unidades de terapia intensiva (UTIs).
“Embora um óbito seja extremamente relevante para nós, o quantitativo de óbitos decorrentes de mpox tem se mantido muito baixo em comparação com a incidência da doença”, avaliou Draurio.
A taxa de letalidade da doença, neste momento, é de 0,14%. Ao todo, 16 óbitos foram contabilizados entre 2022 e agosto de 2024 – nenhum este ano.
A mediana de idade, entre as pessoas que morreram em decorrência da infecção, é de 31 anos, com idades variando de 26 a 35 anos. Os números mostram que 100% dos pacientes que morreram apresentaram febre e múltiplas erupções, com erupções genitais de forma predominante. Além disso, 15 mortes foram identificadas entre imunossuprimidos vivendo com HIV (93,8%). Apenas um caso dos 16 óbitos se classificava como pessoa imunodeprimida decorrente de um câncer.
“Portanto, é uma doença que, no Brasil, até o momento, se não houver mudança no padrão epidemiológico, vem afetando principalmente e imensamente a população HSH [homens que fazem sexo com homens] e outros imunodeprimidos. Desses 15 óbitos [registrados nesse grupo], apenas cinco, um terço, recebeu tratamento antirretroviral”, destacou Draurio.
Testagem
O diretor do departamento considera que a confirmação do diagnóstico de mpox é fundamental. Entretanto, segundo ele, ainda não há teste rápido no país para detecção da doença – apenas testes moleculares ou de sequenciamento genético.
“Os casos confirmados são, de fato, confirmados. Mas não dá tempo de esperar o diagnóstico definitivo por método laboratorial para que a gente evite o processo de transmissão da doença. Portanto, na sintomatologia de pústulas, erupções cutâneas, feridas e todas as manifestações cutâneas que possam parecer, a gente tem que pensar imediatamente em mpox.”
“Como a gente está falando que a principal população afetada são pessoas vivendo com HIV, são pessoas que também têm muitos outros problemas dermatológicos comuns à imunodeficiência. Portanto, o quadro se confunde”, destacou o diretor, ao citar ser esse o motivo do alto número de casos descartados no Brasil. “É o raciocínio que a gente tem que fazer: pensar em mpox, isolar o paciente e começar o tratamento disponível de suporte”.
A média de tempo entre a data de início dos sintomas e o óbito é de 58,6 dias. Já a média entre a data de início dos sintomas e a necessidade de internação é de 26,4 dias. Em 2024, o ministério contabilizou 49 hospitalizações por mpox, sem óbitos pela doença.
Tratamento
Por fim, Draurio ressaltou que o ministério obteve da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização de uma licença de importação do remédio Tecovirimat.
“Por ser um medicamento off label, não foi ainda autorizado para o tratamento de mpox, mas, efetivamente, reduz a mortalidade”, avaliou.
“Estamos agora procedendo junto à Opas [Organização Pan-americana da Saúde]. Já pedimos a compra, via Opas, de tratamentos para a eventualidade de um surto no Brasil. Hoje, não temos tratamento específico”, disse. “Vai ser importante ouvir, amanhã, os encaminhamentos da OMS para que a gente adeque o plano de contingência nacional a orientações internacionais”, concluiu Draurio.
O Paraná registrou nesta terça-feira (13) o dia mais frio de 2024, com -5,3°C em General Carneiro, além de sensação térmica de -9,2°C. Em vários municípios as temperaturas foram as menores do ano, como no caso de Curitiba, que teve mínima de 1,4°C, chegando à máxima a 12°C. Veja a lista de mínimas AQUI. É o que aponta o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
Temperaturas negativas foram observadas principalmente nas cidades mais ao Sul do Estado. Os cinco municípios que apresentaram as menores temperaturas foram General Carneiro, na região Sul (-5,3°C); Palmas, no Sudoeste, (-3,6°C); São Mateus do Sul, também no Sul (-3,4°C); Castro, nos Campos Gerais (-2,8°C); e Pinhão, no Centro-Sul (-2,6°C). Quinze cidades, entre as 57 com estações, registraram temperaturas abaixo de zero no Paraná. No começo da manhã a temperatura mais alta foi registrada em Paranaguá: 8,6°C.
Como explica o meteorologista William Max de Oliveira Romão, do Simepar, a queda drástica dos termômetros nesta semana tem relação com um fenômeno climático específico.
“Atualmente, nós temos um anticiclone passando por cima do Paraná. É uma massa de ar de alta pressão que joga o ar frio de níveis mais altos da atmosfera para a superfície. Assim, as temperaturas ficam mais baixas por conta da retenção desse ar”, destaca.
PRÓXIMOS DIAS – O Simepar também aponta que essa pressão do ar se afastará do continente a partir desta quinta-feira (15), dando espaço para a entrada de um sistema de baixa pressão, fazendo com que as temperaturas se elevem gradualmente.
Para os próximos dias, a previsão é que no Litoral, na Região Metropolitana de Curitiba e no Leste do Paraná as temperaturas fiquem com mínima de 7°C e máxima de 24°C. Já no Sul, a mínima será de 10°C e a máxima de 24°C, enquanto no Sudoeste de 13°C e 25°C, respectivamente. Mais ao norte do Estado, a mínima será de 11°C e a máxima baterá os 33°C. No Noroeste, a mínima fica em 14°C e a máxima em 30°C, e o Norte Pioneiro terá mínima de 10°C e máxima de 29°C.
Antes dos termômetros subirem, entretanto, há previsão de geada. Nesta quarta (14), o fenômeno ocorrerá com mais intensidade em Guarapuava, no Centro do Estado, Palmas e Pato Branco, no Sudoeste, e em União da Vitória, no Sul. Ela deve ocorrer de forma moderada em Curitiba e Região Metropolitana, Lapa, Jaguariaíva, Ponta Grossa e Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, em Cascavel, na região Oeste, e em Palmital, na região Central. Já na quinta-feira, o fenômeno será mais brando, com possibilidade de geada apenas na Lapa e União da Vitória.
INFORMAÇÃO EM TEMPO REAL – No site do Simepar estão disponíveis informações atualizadas sobre as condições do tempo no quadro Palavra do Meteorologista. Pode ser consultada a previsão para até 15 dias por município e região do Paraná. Também é possível visualizar imagens de satélite, radar, raios, modelo numérico e telemetria (temperaturas e chuvas).
ALERTA GEADA – O Simepar disponibiliza também, até o final do inverno, previsões de geadas para todas as regiões por categorias de intensidade (fraca, moderada ou forte) com antecedência de até 72 horas. Avisos são lançados no serviço Alerta Geada, mantido em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e disponível nos seguintes canais: aplicativo IDR Clima, site do IDR-Paraná e pelo telefone (43) 3391-4500 (WhatsApp).
De acordo com o IDR-Paraná, no caso de geadas é recomendável a proteção das lavouras passíveis de cuidados preventivos no campo e nos viveiros. Os cafeeiros até dois anos devem ser protegidos com palhada (mistura de palha e farelo) ou terra. Os canteiros e estufas de hortaliças em geral necessitam de aquecimento, irrigação ou cobertura. Também devem ser protegidas as mudas recém-plantadas de frutíferas e espécies florestais tropicais. Em caso de forte resfriamento, as granjas de aves e suínos também precisam ser aquecidas.
Os fãs de Elsa e Anna podem começar a marcar o calendário: a Disney anunciou que “Frozen 3” chegará aos cinemas em 24 de novembro de 2027. A data de lançamento segue a tradição do estúdio de estrear filmes da franquia perto do feriado de Dia de Ação de Graças, uma estratégia bem-sucedida também adotada para os lançamentos de “Frozen” e “Frozen II”.
A confirmação foi feita durante o painel de “Frozen 3” na D23 Expo, onde o estúdio deu aos fãs um gostinho do que está por vir. Além da data de estreia, a Disney deixou no ar que a história de “Frozen” pode não terminar com este terceiro filme, prometendo mais surpresas e possíveis expansões para a saga.
A trama da franquia “Frozen” gira em torno de Elsa, a princesa de Arendelle, um pequeno reino norueguês, que possui poderes mágicos para criar gelo. Os filmes têm sido um sucesso estrondoso, combinando músicas cativantes com uma narrativa encantadora. O elenco original, que inclui Kristen Bell, Jonathan Groff, Santino Fontana, Josh Gad, Idina Menzel e Alan Tudyk, deve retornar para este novo capítulo, trazendo de volta a magia que encantou milhões ao redor do mundo.
Enquanto a espera por “Frozen 3” começa, os fãs podem relembrar as aventuras anteriores dos filmes, que estão disponíveis no Disney+
Nota Paraná entrega prêmio de R$ 1 milhão a moradora de Marechal Cândido Rondon
Nota Paraná entrega prêmio de R$ 1 milhão a moradora de Marechal Cândido Rondon | Foto: João Livi/Especiais Digital
A Secretaria de Estado da Fazenda entregou nesta terça-feira (13) o prêmio máximo de R$ 1 milhão do Nota Paraná sorteado para a cidade de Marechal Cândido Rondon, na região Oeste do Estado. Bruna A., de 29 anos, recebeu o cheque simbólico da coordenação do programa e se emocionou ao falar sobre a conquista. Além disso, ela brincou com o fato de ter se tornado uma espécie de celebridade no município de pouco mais de 55 mil habitantes.
“É realmente uma bênção ver minha família, meus amigos e muita gente aqui de Marechal torcendo por mim e feliz por essa conquista”, contou Bruna em cerimônia realizada na associação comercial da cidade.
Segundo ela, o anúncio de que havia ganhado o prêmio máximo do Nota Paraná fez com que muita gente tentasse descobrir qual era o segredo para ganhar o milhão.
E a jovem revela que a única coisa que fez foi colocar o CPF em suas notas fiscais.
“A primeira coisa que minha mãe perguntou foi onde eu gastei R$ 1.600. E eu fui olhar o aplicativo e vi que gastei no mercado, fazendo as compras do dia a dia”, explica. “E agora a população rondonense inteira está dizendo que também vai colocar o CPF na nota”.
De acordo com a coordenadora do programa, Marta Gambini, a função do Nota Paraná é promover justamente essa conscientização fiscal na população.
“O objetivo é que as pessoas peçam as notas fiscais com ou sem o CPF”, diz. “Então todos ganham: o governo, o consumidor e as organizações sociais cadastradas”.
SORTEIO ESPECIAL – O prêmio de R$ 1 milhão entregue nesta terça-feira é resultado do sorteio especial do Nota Paraná realizado no último dia 8 de agosto, o primeiro no formato especial criado pelas novas regras do programa. Além de Bruna A., o programa também premiou um morador de Santa Helena, na mesma região, com R$ 100 mil, e com R$ 50 mil um consumidor de Tapejara, cidade próxima a Umuarama, no Noroeste.
De acordo com a nova regulamentação, esse valor milionário será entregue apenas quatro vezes por ano, nos meses de fevereiro, maio, agosto e dezembro. No restante do ano, os sorteios serão de valores que variam de R$ 50 a R$ 100 mil que vão contemplar, ao todo, 35.102 consumidores mensalmente.
ENTIDADES SOCIAIS – Além do prêmio de R$ 1 milhão, o evento em Marechal Cândido Rondon entregou também um cheque de R$ 50 mil para as entidades sociais da cidade inscritas no programa.
“Quero agradecer a esse projeto do Governo do Estado”, disse Rosemeri Lamberti, presidente da ONG Arca de Noé, dedicada à causa animal e uma das instituições beneficiadas pelo Nota Paraná. “É um recurso de suma importância para todas as entidades e que, com certeza, faz toda a diferença e que se reverte em muitos benefícios para nosso município”.
COMO PARTICIPAR – Participar do Programa Nota Paraná é simples: ao fazer compras nos estabelecimentos comerciais do Estado, os consumidores cadastrados devem solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal. Essa prática possibilita acumular créditos, os quais podem ser transferidos para a conta bancária do participante ou utilizados para abater valores do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Cada nota fiscal com CPF inserido gera bilhetes para concorrer nos sorteios mensais.
Para se cadastrar, basta acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, clicar na opção “cadastre-se” e preencher a ficha com os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal.
A Sanepar anunciou que na próxima quinta-feira, dia 15, realizará importantes obras de interligação de redes de abastecimento em Ponta Grossa. Os serviços, que ocorrerão das 9h às 17h, serão concentrados na rua Euzébio de Mattos, esquina com Emílio de Menezes. Esta intervenção pode afetar o abastecimento nas regiões do Jardim América, Jardim Lagoa, Vila Estrela, Núcleo Luiz Gonzaga, Vila XV de Setembro, Chácara Moro e áreas adjacentes.
A previsão é de que a normalização da distribuição de água ocorra gradativamente a partir das 19h. Durante o período de realização das obras, a Sanepar recomenda que os moradores priorizem o uso da água para necessidades essenciais, como alimentação e higiene, evitando desperdícios. Atividades que exigem grande volume de água devem ser adiadas para minimizar o impacto.
Clientes que não possuem caixa-d’água em seus imóveis podem enfrentar problemas mais significativos de abastecimento. A Sanepar aconselha que cada residência tenha uma caixa-d’água com capacidade mínima de 500 litros, conforme as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Isso garante uma reserva de água suficiente para pelo menos 24 horas, caso ocorra alguma interrupção no fornecimento.
Os trabalhos poderão ser cancelados ou adiados em caso de condições meteorológicas adversas, problemas operacionais críticos, ou qualquer outro fator que impeça a execução segura e eficiente dos serviços.
Para mais informações e suporte, os clientes podem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente da Sanepar pelos seguintes canais: telefone 0800 200 0115, e-mail atendimentoaocliente@sanepar.com.br ou WhatsApp (41) 99544-0115. Ao solicitar atendimento, é recomendado ter em mãos a conta de água ou o número de matrícula.
Além disso, a Sanepar oferece um aplicativo para celular, o Sanepar Mobile, e um site oficial (www.sanepar.com.br), onde os usuários podem consultar informações atualizadas sobre o abastecimento e outras questões relacionadas ao serviço.
A Sanepar agradece a compreensão e colaboração de todos durante a realização das obras, que visam melhorar o sistema de abastecimento e garantir um serviço de qualidade para toda a população.