As Capelas Prever agora são Angelus Capelas para Velórios. Foto: Plano Angelus
Quem passa pela região central de Ponta Grossa provavelmente já reparou que um dos espaços mais tradicionais da cidade está de cara nova. As conhecidas Capelas Prever passaram por uma atualização em sua marca e agora atendem pelo nome de Angelus Capelas para Velórios.
Mas, para a população e para os associados, a mensagem mais importante é uma só: a excelência e o acolhimento continuam com a mesma qualidade, só um nome diferente para consolidar o crescimento da marca.
As Capelas Prever agora são Angelus Capelas para Velórios. Foto: Plano Angelus
Em momentos delicados, saber com quem contar faz toda a diferença. Por isso, a mudança do nome acompanha um novo momento do plano de assistência na cidade, focando em modernização, mas mantendo intactos a gestão, o cuidado e o respeito pelas famílias que marcam a história do espaço.
A estrutura de alto padrão, que sempre foi um diferencial em Ponta Grossa, segue operando normalmente para garantir suporte completo e dignidade. O complexo das Capelas Angelus oferece:
• Ambientes amplos e totalmente climatizados;
• Três capelas de velório privativas;
• Um salão nobre equipado com tecnologia de projeção 360°;
• Áreas reservadas para o descanso das famílias;
• Sala de recreação especialmente pensada para as crianças;
• Serviço de copa e sistema de vigilância 24 horas;
• Equipe experiente com atendimento humanizado 24 horas por dia.
O nome mudou, mas o caminho para encontrar esse acolhimento de excelência é o mesmo. As Capelas Angelus estão localizadas na Rua Generoso Marquês dos Santos, 180 – Centro.
A mudança de marca está sendo feita de forma gradual. Isso significa que, por enquanto, o nome Plano Prever ainda pode aparecer em alguns pontos da comunicação, como materiais impressos e redes sociais. Aos poucos, tudo será atualizado para Plano Angelus.
Para acompanhar de perto essa nova fase, conhecer mais detalhes da estrutura e ficar por dentro de todas as novidades que o plano está preparando para os associados, acompanhe os perfis oficiais nas redes sociais.
Nesta quarta, 1º de julho, o Operário Ferroviário realiza um evento gratuito voltado para os torcedores do Fantasma no Shopping Plaza Campos Gerais. Das 17h às 20h30, o público poderá interagir com os jogadores do elenco profissional, participar da ativação de chute a gol, trocar figurinhas da Copa do Mundo e registrar fotos com as taças históricas conquistadas pelo clube. Haverá ainda atendimento exclusivo para o programa de sócio-torcedor do time.
A programação foi pensada para aproximar o clube da comunidade ponta-grossense em um ambiente voltado às famílias. Toda a estrutura estará montada no Plaza Club Fan Zone junto da Panini, onde uma das principais atrações será a presença dos atletas profissionais, que participarão de uma sessão de autógrafos e fotos com os fãs. Além disso, colecionadores de todas as idades terão um espaço dedicado à troca de figurinhas, promovendo o encontro entre os torcedores.
O shopping também reforça o papel do centro de compras como polo de lazer local.
“O nosso empreendimento tem como missão ser muito mais que um centro de compras, mas um espaço de convivência, lazer e celebração da cultura local. O Operário Ferroviário é o grande orgulho do nosso esporte e trazer essa estrutura para dentro do shopping é um presente para os nossos clientes. Preparamos um ambiente seguro e confortável para receber as famílias, os colecionadores de figurinhas e os apaixonados pelo Fantasma nessa noite especial”, afirma o superintendente do Shopping Plaza Campos Gerais, Frederico Galvão.
Os torcedores que desejarem atualizar seu cadastro ou aderir ao quadro de associados poderão contar com a equipe do programa de sócio-torcedor para esclarecer dúvidas e realizar novas adesões. As atividades de chute a gol e a exposição das taças históricas prometem movimentar os visitantes do shopping.
Serviço
Evento: Ação especial do Operário Ferroviário no Shopping Plaza
A Agência do Trabalhador de Ponta Grossa divulgou a oferta de 195 vagas de emprego para esta quarta-feira (1º). As oportunidades abrangem diferentes áreas e níveis de experiência, incluindo vagas para Pessoas com Deficiência (PCD).
Os interessados devem comparecer à agência, localizada na Rua Benjamin Constant, 405. O atendimento é das 7h30 às 16h30.
O órgão reforça que não fornece informações sobre vagas por telefone, sendo recomendado o uso das ferramentas digitais, como o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e o site servicos.mte.gov.br. As vagas podem ser alteradas ou encerradas a qualquer momento, sem aviso prévio.
Confira as vagas disponíveis:
Vagas com experiência
Ajudante de eletricista Analista de recursos humanos Armador de ferros Assistente de vendas Atendente de lanchonete Atendente de lojas Auxiliar administrativo Auxiliar contábil Auxiliar de cozinha Auxiliar de expedição Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção Auxiliar de logistica Auxiliar de logística Auxiliar de pessoal Auxiliar operacional de logística Balconista de lanchonete Carpinteiro Comprador Confeiteiro Contador Coordenador de serviços de manutenção Copeiro Corretor de imóveis Cozinheiro de restaurante Cozinheiro geral Desossador Eletricista de manutenção industrial Frentista Jardineiro Mecânico de diesel e eletricidade Mecânico de instalações industriais (manutenção) Mecânico de manutenção de máquinas industriais Mecânico de máquinas pesadas (manutenção) Meio oficial de mecânico de refrigeração Mestre de obras Montador de estruturas metálicas Montador soldador Motorista de caminhão Operador de caixa Operador de empilhadeira Operador de jato de granalha Operador de retro-escavadeira Operador eletromecânico Padeiro Recepcionista, em geral Salgadeiro Servente de limpeza Técnico analista de pcp Técnico de manutenção industrial Técnico eletricista Técnico orçamentista de obras na construção civil Topógrafo Torneiro cnc Trabalhador rural Vendedor interno Vendedor pracista Zelador
Vagas sem experiência
Ajudante de carga e descarga de mercadoria Ajudante de motorista Assistente de vendas Atendente de balcão Auxiliar administrativo Auxiliar contábil Auxiliar de cozinha Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção Auxiliar de manutenção predial Auxiliar em saúde bucal Cobrador interno Consultor Empregado doméstico nos serviços gerais Farmacêutico Motorista de caminhão Operador de acabamento (indústria gráfica) Operador de máquina copiadora (exceto operador de gráfica rápida) Operador de processo de produção Reparador de aparelhos eletrodomésticos (exceto imagem e som) Secretário – executivo Selecionador de material reciclável Servente de limpeza Trabalhador rural Vendedor interno
Vagas PCD com experiência
Assistente administrativo
Vagas PCD sem experiência
Atendente de lojas Faxineiro Operador de caixa Recepcionista atendente Trabalhador agropecuário em geral
AGENOR SUZANO DOS REIS Velório: Capela Municipal São José Cemitério: São João Batista Sepultamento: 01/07/2026 às 16:00
CARLOS LUCIANO PADILHA Velório: Capela da Funerária Reservense – Reserva PR (em outro município) Cemitério: Reserva (PR) Sepultamento: 01/07/2026 às 09:00
JOSE BALBINO GONÇALVES Velório: Capela da Funerária Princesa Cemitério: Memorial Parque Campos Gerais Sepultamento: 01/07/2026 às 09:00
JOSE DE PAULA CARLOS Velório: Capela Municipal São José Cemitério: Santo Antônio Sepultamento: 30/06/2026 às 15:00
KAUAN JHONATAN PINHEIRO NECKEL Velório: Capela da Funerária Princesa Cemitério: Parque Jardim Paraíso Sepultamento: 01/07/2026 às 09:00
LUIZ CARLOS DA SILVA Velório: Na residência Cemitério: São Vicente de Paula Sepultamento: 01/07/2026 às 16:00
MARCIA MARIA DE SOUZA GONCALVES GANZERT Velório: Capela da Funerária Tamoyo Prev de Ponta Grossa Cemitério: Santo Antônio da Platina Sepultamento: 01/07/2026 às 11:00
MARIO IANOWISKI Velório: Capela Municipal São José Cemitério: Taquari dos Polacos Sepultamento: 30/06/2026 às 14:30
VALMIRA KOWALECHYN Velório: Capela da Funerária Princesa Cemitério: Parque Jardim Paraíso Sepultamento: 01/07/2026 às 15:00
O projetoPG na Copa DBL Turismo, do portal Em PG é Assim, segue sua jornada pelas estradas dos Estados Unidos acompanhando a trajetória da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Após a passagem por Houston, no Texas, os correspondentes Richard Eidam e Alex William iniciaram uma viagem de aproximadamente 3 mil quilômetros de carro até Filadélfia, na Pensilvânia.
Houston, uma das maiores cidades dos Estados Unidos, ficou marcada na cobertura pela visita a diversos pontos turísticos e pela atmosfera multicultural. A cidade também é conhecida mundialmente por abrigar o Centro Espacial da NASA, um dos principais símbolos da exploração espacial norte-americana.
Agora, o destino é Filadélfia, cidade que combina importância histórica e atrações famosas. Além de ser o local onde foi assinada a Declaração de Independência dos Estados Unidos, a cidade recebe diariamente turistas que visitam a icônica estátua de Rocky Balboa, personagem eternizado pelo ator Sylvester Stallone. O monumento, instalado próximo ao Museu de Arte da Filadélfia, tornou-se um dos cartões-postais mais fotografados da cidade e uma parada obrigatória para fãs do cinema e do esporte.
Após a passagem pela Pensilvânia, a equipe retorna para Nova Iorque e segue para Nova Jersey, onde o Brasil volta a campo no próximo domingo (5). A partida será disputada no MetLife Stadium, às 17h, no horário de Brasília.
O projeto leva diariamente informações, entrevistas, bastidores e conteúdos exclusivos para os leitores e seguidores do Em PG é Assim, mostrando não apenas os jogos, mas também as experiências pelas cidades-sede do Mundial.
A cobertura do PG na Copa só é possível graças ao apoio de empresas, instituições e parceiros que acreditaram no projeto. O portal Em PG é Assim agradece à DBL Turismo, Shelby Conveniência, UpTime, Hamburgueria 13, Bem Estar Natural, TRC, Tuma Produções, QDRA, Verza Store, Sagrada Família, Mtech, Youngster, Vizyons, Eterno Qr Code, Toyota Barigui, Bons de Briga, ACIPG, Presner, MsCar, Wulf, Farmácia Bom Jesus, Espaço do Automóvel, CBC Seguros, Papiros Papelaria, Retiturbo, Panificadora Bom Gosto, Túnel do Tempo, RedSynk, Joka Transportes, Magda Tur e a todos que tornam isso possível.
Durante muito tempo, a segurança patrimonial foi tratada como uma decisão essencialmente técnica: instalar alarmes, distribuir sensores, posicionar câmeras e considerar o imóvel protegido. Esse raciocínio ainda está presente em muitas residências, empresas e condomínios, mas já não responde mais à realidade atual.
A forma como os imóveis são usados mudou, os fluxos se tornaram menos previsíveis e a tecnologia ampliou tanto a capacidade de controle quanto a exigência por acompanhamento permanente. Hoje, proteger um patrimônio envolve mais do que equipamentos instalados. Envolve operação, leitura de contexto e capacidade de resposta.
A rotina dos imóveis ficou mais complexa
Essa transformação não aconteceu por acaso. Nas residências, a rotina deixou de seguir horários tão definidos. Há imóveis que passam parte do dia vazios, casas com circulação alternada entre moradores, prestadores de serviço, entregas e períodos de viagem.
Nos condomínios, o controle de acesso se tornou mais sensível diante do aumento de circulação e da necessidade de conciliar praticidade com proteção. Nas empresas, a segurança passou a lidar com turnos, entradas múltiplas, movimentação de mercadorias, áreas operacionais e patrimônio de maior valor agregado. Em todos esses ambientes, a proteção deixou de ser apenas uma barreira física e passou a exigir acompanhamento compatível com o ritmo real do imóvel.
Instalar um sistema não é o mesmo que ter proteção estruturada
É nesse ponto que surge uma distinção importante, muitas vezes ignorada na contratação do serviço: uma coisa é ter um sistema instalado, outra é contar com uma estrutura de segurança em funcionamento contínuo. Equipamentos detectam sinais. Operações de segurança interpretam esses sinais, verificam anormalidades, seguem protocolos, acionam suporte e sustentam a proteção ao longo do tempo. Quando essa diferença não é compreendida, cria-se uma falsa sensação de segurança, baseada na presença da tecnologia, mas não necessariamente na capacidade de reação.
O alarme continua sendo uma ferramenta importante, mas o papel dele mudou. Em vez de representar, por si só, a proteção do imóvel, ele passou a integrar uma cadeia mais ampla. Um disparo não pode ser tratado apenas como um alerta sonoro ou uma notificação recebida no celular. Ele precisa ser lido dentro de um contexto.
Pode indicar uma falha operacional, uma ativação indevida, uma movimentação fora do padrão ou uma situação de risco real. É essa leitura que define o valor de um serviço de segurança patrimonial hoje.
Monitoramento passou a ser parte central da segurança
Por isso, o monitoramento 24 horas ganhou protagonismo. Mais do que registrar eventos, ele organiza a resposta. A central acompanha sinais, identifica comportamentos fora da rotina, verifica ocorrências e direciona o atendimento conforme a necessidade.
Sem essa camada de operação, muitos sistemas acabam limitados a avisar que algo aconteceu, sem garantir o que será feito a partir dali. A diferença entre um sistema instalado e uma proteção estruturada está, em grande parte, nessa passagem entre detecção e tratativa.
A tecnologia ampliou o controle, mas também elevou a exigência
A evolução tecnológica acelerou essa mudança. Aplicativos, controle remoto, visualização de câmeras, alertas em tempo real, relatórios de uso, gestão de acessos e dispositivos de emergência tornaram a segurança mais integrada à rotina de quem usa o imóvel.
O cliente deixou de ocupar um papel passivo. Passou a acompanhar mais de perto o funcionamento do sistema, a interagir com ele no dia a dia e a esperar respostas mais rápidas e mais precisas. Esse avanço trouxe conveniência, mas também elevou o nível de exigência. Quanto mais recursos existem, mais importante se torna a estrutura que sustenta seu uso correto.
Cada tipo de imóvel exige uma leitura diferente
No setor, já não basta falar em instalação. O debate passou a envolver continuidade operacional, suporte técnico, inteligência de atendimento e aderência à realidade de cada imóvel. Uma residência não enfrenta as mesmas vulnerabilidades de um comércio. Um condomínio não opera com a mesma lógica de uma indústria. Um projeto de segurança eficiente precisa considerar circulação, horários, áreas críticas, perfil de uso e pontos de exposição. Quando essa leitura não é feita, o sistema pode até existir, mas não acompanha de fato a rotina que deveria proteger.
A operação passou a definir o valor da solução
Essa mudança de visão vem se consolidando também no mercado regional. Em Ponta Grossa e Curitiba, empresas especializadas têm ampliado a conversa sobre segurança para além do equipamento e enfatizado a operação como parte central do serviço.
A Centroseg se insere nesse cenário com uma estrutura baseada em monitoramento 24 horas, equipe tática de pronta resposta, assistência técnica contínua, aplicativo para gerenciamento remoto e recursos como botão S.O.S. e sistema anti-sabotagem. O conjunto ajuda a ilustrar como a segurança patrimonial passou a ser organizada como serviço contínuo, e não apenas como instalação pontual.
Esse modelo responde a uma demanda cada vez mais evidente: a de transformar tecnologia em proteção prática. Sensores e câmeras seguem sendo importantes, mas o que o cliente busca, no fim, é previsibilidade.
Quer saber que o imóvel está sendo acompanhado, que um disparo será tratado, que uma falha técnica não ficará sem suporte e que existe uma estrutura capaz de agir quando necessário. Em outras palavras, o valor da segurança patrimonial está menos no aparato visível e mais na consistência da operação que o sustenta.
Segurança deixou de ser item isolado e passou a integrar a gestão do imóvel
Há também uma mudança importante na forma como famílias, síndicos e gestores enxergam a segurança dentro da administração do imóvel. Antes, era comum tratá-la como um item isolado, ativado em situações específicas ou lembrado apenas depois de uma ocorrência.
Hoje, ela passou a ser parte da rotina de gestão. Isso significa considerar controle de acesso, acompanhamento de eventos, resposta rápida, manutenção técnica e revisão periódica da estrutura de proteção. Em muitos casos, o imóvel continua tendo alarme, câmeras e sensores, mas o olhar sobre esses recursos já não é o mesmo. Eles deixaram de ser o ponto final da segurança e passaram a ser o ponto de partida.
Vulnerabilidades nem sempre estão onde o morador ou gestor imagina
Esse amadurecimento também tem relação com o perfil das ocorrências. Vulnerabilidades nem sempre aparecem de forma escancarada. Muitas vezes, surgem em rotinas mal ajustadas, áreas sem cobertura adequada, falhas de manutenção, acessos sem controle ou confiança excessiva na simples presença dos equipamentos.
É por isso que o setor vem reforçando a importância de revisar constantemente o modelo adotado. Segurança patrimonial eficaz não é estática. Ela acompanha mudanças no imóvel, nos hábitos de uso e nos riscos associados à operação daquele espaço.
Tecnologia sem leitura humana opera abaixo do potencial
Outro aspecto decisivo é a presença do fator humano. A tecnologia ampliou a capacidade de monitorar e registrar, mas não substituiu análise, critério e tomada de decisão. Sistemas indicam eventos. Equipes qualificadas transformam esses eventos em ação organizada.
Em segurança patrimonial, essa diferença é determinante. Sem protocolo, sem acompanhamento e sem retaguarda técnica, a tecnologia opera abaixo do potencial que promete entregar.
O foco mudou: de ter sistema para saber como ele é operado
No ambiente regional, esse entendimento vem ganhando força à medida que clientes passam a exigir mais clareza sobre o que realmente está incluído em uma solução de segurança. O foco deixou de ser apenas “ter um sistema” e passou a ser “como esse sistema é operado”.
Essa é uma mudança importante porque desloca a conversa do equipamento para a proteção efetiva. E proteção efetiva, hoje, exige monitoramento, suporte, resposta e controle contínuo.
Proteger um imóvel hoje exige continuidade
Diante desse cenário, proteger um imóvel já não pode ser tratado com a mesma lógica de alguns anos atrás. A rotina urbana mudou, os espaços mudaram e a expectativa de segurança também mudou. Residências, empresas e condomínios passaram a demandar soluções mais conectadas à realidade de uso, com tecnologia embarcada, acompanhamento profissional e capacidade de reação. O imóvel protegido, hoje, não é apenas aquele que possui dispositivos instalados. É aquele inserido em uma operação preparada para monitorar, interpretar e responder.
Essa mudança de perspectiva ajuda a explicar por que a segurança patrimonial se tornou uma questão mais estratégica. Não se trata apenas de reagir a uma ameaça eventual, mas de manter sob controle uma estrutura que precisa funcionar todos os dias, em diferentes contextos e sob diferentes rotinas.
Nesse processo, empresas que atuam com monitoramento 24 horas, suporte técnico e resposta operacional tendem a ocupar um papel cada vez mais relevante, porque entregam o que o cenário atual passou a exigir: continuidade.
Ao olhar para esse movimento, a conclusão é clara. A proteção de imóveis deixou de caber em uma lógica simplificada. Alarmes, sensores e câmeras seguem importantes, mas já não resumem sozinhos o que significa segurança patrimonial.
Em um ambiente de uso mais dinâmico, riscos mais difusos e operações mais complexas, proteger passou a significar acompanhar. E acompanhar, hoje, envolve monitorar, interpretar, responder e revisar continuamente o que sustenta a segurança daquele espaço.
Se a segurança do seu imóvel é prioridade, a Centroseg está aqui para te ajudar!
Centroseg Alarmes Monitorados e Portaria Remota
R. Dr. Paula Xavier, 1101 – Centro, Ponta Grossa – PR
Ponta Grossa volta a acelerar o coração dos apaixonados por motociclismo, música e cultura com a quarta edição do Rota 01 Mototurismo. O festival será realizado nos dias 4 e 5 de julho, no Sesc Estação Saudade, com entrada gratuita e uma programação pensada para reunir motociclistas, turistas, famílias e visitantes de todas as idades.
Entre os grandes destaques desta edição está o Batera’s Day, que acontece no domingo (5), a partir das 10h. O encontro reúne dezenas de bateristas em uma apresentação coletiva, transformando o palco em um verdadeiro espetáculo de ritmo e técnica.
Outra atração que promete prender a atenção do público são as apresentações de Wheeling, modalidade conhecida pelas manobras radicais sobre duas rodas. As exibições da Radical Moto Show acontecem no sábado (4), às 18h30, com a Honda Corujonda Wheeling, e no domingo (5), às 14h, com a Up Fibra Wheeling, levando adrenalina e habilidade para a Arena do evento.
Além das atrações principais, o festival contará com shows ao vivo durante os dois dias, exposição de motocicletas, lançamentos das principais marcas do segmento, gincanas, espaço kids, flash tattoo, bares, duas praças de gastronomia, estandes de expositores e diversas experiências para o público.
A programação de sábado também traz novidades, como a apresentação do Coral DAF Diversidade, às 11h30, seguida da solenidade oficial de abertura, ao meio-dia.
O Rota 01 também reforça seu compromisso com a solidariedade. A praça de alimentação terá renda destinada à Santa Casa, o guarda-volumes será em prol da Apadevi e a Tenda Fernix Turbantes desenvolverá ações de apoio às pacientes oncológicas.
O Pontagrossauros Podcast também marcará presença no Rota 01 durante os dois dias de evento, entrevistando organizadores, expositores, motociclistas e visitantes para levar ao público os bastidores, histórias e destaques do festival.
O Rota 01 nasceu inspirado em um capítulo marcante da história de Ponta Grossa. Em agosto de 1923, dois jovens ponta-grossenses, Ricardo Wagner e Afonso Lange, protagonizaram aquela que é considerada a primeira viagem de mototurismo do Brasil, percorrendo o trajeto entre Ponta Grossa e Antonina pela Serra da Graciosa em motocicletas Harley-Davidson e Indian Scout.
Em uma época sem estradas asfaltadas e com terrenos extremamente desafiadores, a aventura durou quatro dias e entrou para a história do motociclismo nacional.
É justamente esse espírito pioneiro que inspira o festival até hoje. Além de preservar essa memória, o Rota 01 mantém viva a tradição do mototurismo por meio de encontros e passeios que relembram essa jornada histórica, transformando Ponta Grossa em um dos principais destinos para os apaixonados pelas duas rodas.
Com uma programação diversificada, atrações para todas as idades e entrada gratuita, a expectativa é que o festival reúna milhares de visitantes durante os dois dias de evento, celebrando a cultura, o turismo, a música e a paixão pelo motociclismo.
A Agência do Trabalhador de Ponta Grossa divulgou a oferta de 265 vagas de emprego para esta terça-feira (30). As oportunidades abrangem diferentes áreas e níveis de experiência, incluindo vagas para Pessoas com Deficiência (PCD).
Os interessados devem comparecer à agência, localizada na Rua Benjamin Constant, 405. O atendimento é das 7h30 às 16h30.
O órgão reforça que não fornece informações sobre vagas por telefone, sendo recomendado o uso das ferramentas digitais, como o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e o site servicos.mte.gov.br. As vagas podem ser alteradas ou encerradas a qualquer momento, sem aviso prévio.
Confira as vagas disponíveis:
Vagas com experiência
Açougueiro Analista de e-commerce Analista de logistica Armador de ferros Assistente de vendas Atendente balconista Atendente de lanchonete Atendente de lojas Auxiliar administrativo Auxiliar contábil Auxiliar de confeitaria Auxiliar de cozinha Auxiliar de expedição Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção Auxiliar de logistica Auxiliar de logística Auxiliar de padeiro Auxiliar de pessoal Auxiliar operacional de logística Balconista de lanchonete Carpinteiro Caseiro (agricultura) Chacareiro – exclusive conta própria e empregador Comprador Consultor de vendas Contador Coordenador de serviços de manutenção Copeiro Corretor de imóveis Cozinheiro de restaurante Cozinheiro geral Desossador Eletricista de manutenção industrial Empregado doméstico faxineiro Frentista Funileiro industrial Jardineiro Mecânico de caldeiras Mecânico de diesel e eletricidade Mecânico de instalações industriais (manutenção) Mecânico de manutenção de máquina industrial Mecânico de manutenção de máquinas industriais Mecânico de máquinas pesadas (manutenção) Meio oficial de mecânico de refrigeração Mestre de obras Montador de estruturas metálicas Montador soldador Motorista de caminhão Operador de caixa Operador de jato de granalha Operador de retro-escavadeira Operador eletromecânico Padeiro Recepcionista, em geral Representante comercial autônomo Salgadeiro Serralheiro Servente de obras Tapeceiro de veículos Técnico analista de pcp Técnico de manutenção industrial Técnico eletricista Técnico em eletromecânica Técnico mecânico Técnico orçamentista de obras na construção civil Topógrafo Torneiro cnc Trabalhador rural Vendedor interno Vendedor pracista Zelador
Vagas sem experiência
Ajudante de açougueiro (comércio) Ajudante de carga e descarga de mercadoria Ajudante de motorista Assistente de vendas Atendente balconista Atendente de balcão Auxiliar administrativo Auxiliar contábil Auxiliar de confeiteiro Auxiliar de cozinha Auxiliar de limpeza Auxiliar de linha de produção Auxiliar de manutenção predial Auxiliar em saúde bucal Barbeiro Cobrador interno Consultor Consultor de vendas Corretor de imóveis Empacotador, a mão Empregado doméstico nos serviços gerais Empregado doméstico faxineiro Farmacêutico Lavador de peças Montador de móveis de madeira Operador de acabamento (indústria gráfica) Operador de máquina copiadora (exceto operador de gráfica rápida) Operador de máquina de dobrar chapas Operador de processo de produção Padeiro Reparador de aparelhos eletrodomésticos (exceto imagem e som) Retificador, em geral Secretário – executivo Selecionador de material reciclável Servente de limpeza Soldador Técnico de enfermagem Técnico em manutenção de máquinas Técnico em saúde bucal Vendedor interno
Vagas PCD com experiência
Assistente administrativo
Vagas PCD sem experiência
Atendente de lojas Auxiliar de linha de produção Operador de caixa Recepcionista atendente Vigilante patrimonial
DYHEGO LEANDRO BATISTA DE OLIVEIRA Velório: Igreja Presbiteriana do Bonsucesso – Ponta Grossa PR Cemitério: Memorial Parque Campos Gerais Sepultamento: 29/06/2026 às 15:00
ILVES RIBAS CALDAS Velório: Capela São Francisco Cemitério: São José Sepultamento: 29/06/2026 às 10:00
JOÃO ESTREIECHEN Velório: Guamirim (em outro município) Cemitério: Cemitério de Pirapó Sepultamento: 29/06/2026 às 09:30
LOURIVAL AMARAL DA SILVA Velório: São José da Boa Vista (em outro município) Cemitério: (não informado – em outro município) Sepultamento: 29/06/2029 às 10:00
PEDRO RIBEIRO Velório: Capela Municipal São José Cemitério: São Vicente de Paula Sepultamento: 29/06/2026 às 15:00
ROSA MIYASAKI KANASHIRO Velório: Ourinhos – SP (em outro município) Cemitério: Ourinhos (SP) Sepultamento: 29/06/2026 às 17:00